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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

A REVOLTA DO FORTE E A REVOLTA DOS POLICIAIS MILITARES EM 2014



A segurança pública esteve presente em todos os jornais e telejornais da semana, seja no plano nacional ou no plano local. Não há dúvidas de que a “segurança pública” irá pautar a próxima eleição no DF e no Brasil. Ciente da importância do tema para o país e de nossos desejos reivindicatórios, principalmente em ano de carnaval, copa do mundo e eleições, nossas estratégias e instrumentos de pressão contra o governo devem ser intensificados. 


Podemos dizer que, no ano passado, ao realizarmos e intensificarmos a “operação tartaruga”, o governo ficou de “joelhos” diante da cobrança da sociedade, infelizmente faltou-nos habilidade para darmos o tiro de misericórdia, acreditamos em uma falsa “trégua” e fomos rendidos e desarmados, após retornarmos com “força total” ao serviço. Em 2014 será diferente, pois aprendemos com nossos erros. Descobrimos que estamos em um jogo de paciência e que nós é que estamos no controle da situação.

O atual comando, diferentemente dos outros, que também tentaram ganhar tempo e nos desmobilizar, está sendo mais direto e objetivo, diríamos até que está sendo menos político, ao afirmar que não teremos reestruturação e que irá lutar por um pequeno “reajuste”, algo que daria o mesmo trabalho e até mais desgaste no congresso nacional do que nossa reestruturação.

É fato “que nosso problema é salário”! Queremos aumento salarial, sim, mas um reajuste digno, real, e não um “simples” cala boca escalonado ou até mesmo integral. A média da diferença salarial existente hoje na secretaria de segurança pública, entre todos os níveis da polícia civil e da polícia militar, gira em torno de R$ 3 mil (três mil reais).Precisamos focar em reduzir as diferenças internas e externas. Um aumento escalado ou mesmo que seja igual para todos abaixo de mil reais, apenas amenizará nosso problema, mas não o resolverá, pois manterá as diferenças internas e externas, podendo até aumentá-las.

Agir dentro da legalidade está surtindo efeito, pois a pressão da mídia esta sendo grande, não temos dúvida de que tudo isso refletirá nas próximas eleições. Uma forma de potencializar nossa pressão seria uma grande marcha, fardados, semelhante ao que ocorreu em Minas Gerais em 1997 e em Alagoas ano passado, tomando cuidado apenas para não irmos armados. Por que fardados? A população nos reconhece pela farda. Todos os dias ocorrem manifestações na esplanada e em frente ao buriti. O que nos identifica é a nossa farda. Seria um grande manifesto e uma grande ação “midiática”.

Não temos dúvidas de que a repercussão nacional nos meios de comunicação e a repercussão política tanto em âmbito federal quanto em âmbito local seriam enormes. Já pensou uma manifestação nacional? Em todas as capitais? No mesmo dia?Todos fardados mostrando a indignação contra o desrespeito que nossa categoria vem sofrendo? É hora de avançar! É hora de pressionar o Congresso Nacional, no mínimo, para que nos dê uma aumento digno e que inclua no orçamento dos próximos anos aumentos que possam diminuir as diferenças internas e eternas, além é claro, se possível for, devido o tempo, de apresentarmos um projeto que possa dar fluidez a nossas promoções.
Sobre movimento fardado nas ruas a história nos remonta ao “movimento tenentista” – Revolta dos 18 do Forte. O primeiro marco na história desse tipo, o segundo foi Minas Gerais em 1997. Devemos aprender com o passado para construir o nosso futuro. O governo é igual panela de pressão, só funciona com muito calor e pressão!

Por: Aderivaldo Cardoso, extraído do blog espacolivrepmdf

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Brasil à beira da guerra civil!

  As manifestações pelo descontentamento da má prestação dos serviços públicos no Brasil, parece não ter fim. O que seria uma "marolinha", segundo o Lula, ganhou fôlego e agregou à pauta, outras reivindicações além dos ("caros") vinte centavos. Na realidade essas duas moedas de dez centavos foi como se fosse gasolina ateada ao fogo, e desejos represados, anestesiados pelo carnaval, futebol, desta vez foram insuficientes para domar o povo. Como diria novamente o Lula: "nunca antes na história desse país"...

Todos estamos perplexo sobre qual final terá essa história, ao mesmo tempo que sonhávamos por esse dia, em que as massas arrebentariam as amarras, vivemos um período conturbado, com atos literais de revolta, contra a omissão do Estado, a corrupção de seus governantes, e o sofrimento do povo.

 Não seria exagero se considerássemos esses pequenos focos de violência, como um prenúncio do que está por vir, caso as reformas exigidas não venham com a velocidade imposta pelas ruas. Se os políticos acharem que nos enrolarão novamente, com promessas, com vaselina...pagará o preço altíssimo, ao ver a quantidade de vândalos proliferaram por todo o Brasil.

Especialmente a presidente Dilma Rousseff, se achar que freará as massas como fez com policiais e bombeiros do Brasil que lutavam por dignidade e melhores salários via PEC 300; produzindo escutas ilegais, prisões arbitrárias, expulsões abusivas, saiba que na revolta não há regulamentos capazes de segurar as massas. E mais, qualquer tentativa de criminalizar o movimento, cai por terra pelo histórico de arruaça que alguns atuais petistas tiveram, nas condutas homicidas, na prática de roubos, na morte de agentes da segurança pública nos anos setenta. Qualquer partido ou político que queira criticar o movimento tem que se lembrar disso, como também deveria usar os serviços públicos para ter a real noção dos anseios da população.

Enquanto manifestantes morrem atropelados, comerciantes têm suas lojas depredas e objetos furtados, a polícia faz das "tripas" coração para consertar as cagadas dos governos, "seja de qual bandeira for", a população ganha fôlego, via redes sociais, que servem de informação e arma visando ajoelhar essa classe política que ignora a iminência de uma guerra civil.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Militares pela Cidadania

Robson Augusto da Silva, sociólogo e militar da Marinha, nos solicitou divulgação de seu livro, Militares pela Cidadania, que aborda o tema "Forças Armadas" por um prisma diferente do comum, revelando detalhes dos métodos de reconstrução usados nas escolas militares, bem como os conflitos causados pela "intelectualização" dos militares subalternos, que gera dificuldade no acatamento de alguns dogmas que subsistem nas Forças armadas. Se por um lado os militares são cidadãos normais, consumidores, eleitores e pais de família, por outro têm sido uma espécie de semi-cidadãos, desprovidos de prerrogativas alcançadas pelo restante dos brasileiros, como jornada de trabalho especificada em lei, direito à sindicalização, filiação partidária, princípio da presunção de inocência e Habeas corpus em sua plenitude.

O livro parece ser muito interessante e está sendo vendido pelo site:
Click aqui:  http://socmilitar.hojenaweb.com

pelo valor de R$ 26,00 (frete grátis).

fonte: blog universopolicial.com