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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Rita Lee é absolvida de acusação de desacato a PMs em Sergipe


Cantora se envolveu em discussão em show na Grande Aracaju, em 2012.
Ela ainda responde a outro processo por danos morais.
A cantora Rita Lee foi absolvida da acusação de desacato no processo impetrado por 35 policiais militares de Sergipe em virtude da discussão em que a cantora se envolveu com alguns militares durante um show realizado na Barra dos Coqueiros, na Grande Aracaju, em janeiro do ano passado .
A sentença foi proferida pelo juiz Alexandre Lins, do 7ª Juizado Especial Cível. Segundo ele, apesar de desacato ser um crime e quem o comete está sujeito à prisão, o agente público envolvido no evento não tem direito a ser compensado financeiramente pelo acontecido, pois deve estar peprado para passar por esse tipo de situação.
Rita Lee responde ainda a processos na área cível por danos morais, em que os militares pedem indenização de R$ 24 mil.
O advogado Edmilson Júnior, representante de cinco policiais militares, disse que por enquanto não vai se pronunciar sobre o caso, mas adiantou que vai entrar com recurso. Outros sete militares optaram por entrar com o processo contra a cantora na justiça comum.
O caso já está na fase de análise do juiz para posteriormente divulgar a sentença. “Estou confiante que temos 70% de chance de a decisão ser favorável aos PMs”, disse o advogado Allan Almeida de Oliveira.
A cantora foi detida no dia 29 de janeiro do ano passado sob acusação de desacato a policiais que faziam a segurança do seu show, no Verão Sergipe, na Barra dos Coqueiros, na Grande Aracaju. Na ocasião, ela foi levada para a Delegacia Plantonista e liberada em seguida.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Rita Lee ofendeu PMs e vai pagar pagar R$ 40 mil de indenização


A batalha judicial entre Rita Lee e as autoridades policiais de Sergipe rendeu um prejuízo de R$ 40 mil para a cantora, após acordo feito na Vara Criminal da cidade de Barra dos Coqueiros. A cantora foi denunciada por 35 policiais militares por apologia ao crime/criminoso e por desacatologo depois de um show, no dia 28 de janeiro, na praia de Atalaia Nova, região metropolitana de Aracaju. Ela ainda responde a processos nas 6ª, 7ª, 9ª e 15ª Varas Cíveis, todos movidos por policiais militares.

Os R$ 40 mil serão depositados na conta do Fundo Judiciário, nos quais os recursos são destinados para atividades nas comunidades locais, neste caso no município de Barra dos Coqueiros. O acordo também prevê a proibição de Rita Lee de se ausentar por mais de 30 dias da região onde mora (em São Paulo) sem uma autorização judicial, pelo período de dois anos.

A proposta inicial feita pelo promotor de Justiça substituto, Ricardo Machado Oliveira, era que o valor final fosse de R$ 115 mil em favor do Fundo Municipal para Criança e Adolescente da Barra dos Coqueiros, mas o total foi reduzido em acordo com a cantora. Cada militar também entrou com uma ação especifica, cobrando uma indenização no valor de R$ 24.880.

No processo, o promotor destacou as falas de Rita Lee durante o show de janeiro em Aracaju. Segundo o documento, a cantora interrompeu a apresentação, se direcionou aos policiais que faziam a segurança do evento e perguntou: "O que vocês estão procurando, queridos policiais? Baseado? Vão achar! Alegria? Vão achar!". Em seguida, ela teria dito: "Não vai me dizer... não, não é! Não pode ser!  Por causa de um 'baseadinho'? É isso? Cadê o 'baseadinho' para eu fumar aqui agora? Eles não vêm me pegar! Vem cá, gatos, gatinhos! Ah, vão embora, não, não".

O promotor apontou ainda que a cantora, de posse do microfone, falou para o público: "Vocês podem fumar baseado à vontade, que esses cachorros, filhos da puta, não vão prender ninguém, não. Eu vou acender um em cima do palco, quero ver o homem me prender". O promotor finalizou que a "autoria e a materialidade dos crimes" estão fundidos através dos depoimentos prestados pelas testemunhas e mídia de áudio e vídeo anexados aos processos.

Rita Lee esteve em Aracaju no dia 8 de novembro para ser ouvida em audiência no 7º Juizado Especial Cível, no bairro Santa Maria. 

UOL/Blog da Renata

quarta-feira, 9 de maio de 2012

PMs pedem indenização a Rita Lee por dano moral

Rita Lee

Rita Lee não falou com a imprensa ontem sobre a decisão. Avessa a entrevistas, limitou-se a, no final da tarde, voltar ao twitter

São Paulo - Pelo menos 16 policiais militares entraram com ações por danos morais contra a cantora Rita Lee. Eles alegam ter sido ofendidos pela roqueira, em 29 de janeiro deste ano, quando ela fazia seu show de despedida na Praia Atalaia Nova, em Barra dos Coqueiros, Região Metropolitana de Aracaju. No fim do show, ela foi presa por desacato a autoridade. Naquela noite, os policiais faziam a segurança do evento.

"Como ela vai alegar que estava doente naquele momento em que agrediu os militares?", questionou o advogado Karlo, ao assegurar que a ação seguirá normalmente na Justiça. Karlo explicou que preferiu ingressar com ações individuais porque, nesses casos, a Justiça é mais célere para julgar os processos. Já foram agendadas diversas audiências para este mês, e os processos tramitam nas 1.ª, 3.ª, 5.ª e 8.ª Varas Cíveis de Aracaju.

Na semana passada, a Justiça propôs a Rita Lee que doasse o cachê, de R$ 115 mil, para o Fundo Municipal para Criança e Adolescente da Barra dos Coqueiros e prestasse serviços à comunidade por três meses, para não dar prosseguimento à ação.

Ontem, o promotor de Justiça Ricardo Machado Oliveira informou, por meio da Assessoria de Imprensa do Ministério Público Estadual, que não se pronunciaria sobre o assunto.

 Fonte: Jornal O Estado de S.Paulo

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

PM X RITA LEE e a demagogia em fim de carreira



                Por Marcelo Anastácio/Blog No Q.A.P


          Não há o que se contestar sobre o valor artístico da Rita Lee. Um dos ícones da MPB, sempre com fama de transgressora, irreverente e politizada, bem que poderia terminar a carreira da maneira que sempre o fez: com humor. Foi lastimável, deprimente ver uma senhora de 67 anos tentar jogar a platéia contra a PM, que estava ali, (mais uma vez), porque foi acionada. Cada policial daqueles, estava para a organização do show, assim como os músicos estavam para os arranjos da cantora.

           Infelizmente a sociedade cobra um posicionamento da PM, porém, ignora que esta não age como segurança privada. Se não queriam que houvessem revistas na entrada, ou que a maconha fosse liberada no show; então por quê chamaram a PM? O fato é semelhante ao ocorrido na USP, onde a maioria dos estudantes pediram o policiamento, e a minoria estavam fumando o "cigarrinho do capeta", se revoltaram com a prisão. A sociedade só pode escolher o modelo criminal em a PM vai atuar, através das leis, dos políticos que as fazem. Como o brasileiro, em geral, não sabe votar, por isso temas importantes como exemplo a liberação da maconha, ainda não foram votados.


           Já imaginaram a tragédia que poderia ter ocorrido, se algum maconheiro mais enfurecido resolvesse fazer um tumulto, colocando em risco a vida de todos, inclusive da própria Rita Lee?! Quantas mortes teríamos?

           No final Rita Lee fez a comparação anacrônica, ao se lembrar da ditadura quando via o PM's. Talvez o tempo tenha parado para ela, pois a ditadura militar acabou em 1985, apesar de alguns resquícios, principalmente dentro dos quartéis, para com os próprios militares. De fato está na hora de parar, mesmo vendo sua obra atualíssima, a qual foi construída no passado, seu discurso está ultrapassado, carregado de rancor e demagogia. Aqueles policiais, muitos deles sequer haviam nascido na ditadura...por isso seus xingamentos foram injustos, oportunistas e populistas, como se fosse o político dizendo aquilo que o povo quer, no caso, com 67 anos, tentando fazer um discurso juvenil...foi pífio

Blog No Q.A.P.