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terça-feira, 1 de novembro de 2011

O policial que todo governador queria...

Um policial perfeito, exato, que não se excede nem se esquiva de suas funções, um policial que não se cansa nem possui necessidades emocionais, um policial que não precisa de salário e que não morre. Enfim, este é o Robocop, o policial do futuro, uma criação cinematográfica clássica, lançado em 1987, que divertiu muitos espectadores atentos às suas três versões (Robocop, 1987Robocop 2, 1990, eRobocop 3, 1993).

Ao reassistir a primeira versão da trilogia, me dei conta da grande metáfora policial trazida pelo filme, que é mais profundo do que o que pensa o público que procura meramente diversão em Robocop. Na verdade, o filme antecipa uma discussão trazida atualmente pelos brasileiros Tropa de Elite e Tropa de Elite 2, não sendo à toa o convite ao Diretor José Padilha para direção da quarta versão de Robocop.
por Danilo Ferreira/site: Abordagem Policial

Robocop é policial que todo governo sonha, pois, qual é a melhor maneira de arrancar dinheiro do estado? Terceirizando...tudo superfaturado. Sem falar no robô que não adoece, não se aposenta, não sonha com a PEC 300, não responde processo, não processa, aceita tranquilo tudo, desde que esteja programado previamente, portanto, nunca saberá o que é assédio moral, não reclama das péssimas condições dos equipamentos, da falta de manutenção de viaturas. Não reclama dos idiotas que manipulam procedimentos, sindicâncias, etc. É até perigoso falar de policial assim tão perfeito, vai que eles resolvem abrir licitação...