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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Concurso: POLíCIA do SENADO. Salários variam de R$13.833 a R$23.862

Informações sobre o concurso público para o Senado Federal podem ser obtidas pelo telefone            0800 2834628       e pelo email: senado11@fgv.br a partir de 26/12/2011. 
O concurso oferece vagas para nível médio e superior, com remuneração de R$ 13.833,64 (técnico e policial), R$ 18.440,64 (analista) e R$ 23.826,57 (consultor). 

domingo, 25 de dezembro de 2011

Começam segunda-feira as inscrições para o concurso para o Senado

Foram publicados no Diário Oficial da União da última sexta-feira (23) os quatro editais do concurso público para o Senado Federal. As provas estão marcadas para o dia 11 de março e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) será a organizadora do certame. 
A previsão é de preenchimento de 246 vagas inicialmente, sendo 104 para o cargo de técnico legislativo (nível médio), 133 para analista legislativo (nível superior) e nove para consultor legislativo (nível superior).
Será admitida inscrição exclusivamente on-line pelo siteda FGV, no endereço eletrônico www.fgv.br, solicitada no período entre 0h do dia 26 de dezembro de 2011 até as 23h59min do dia 5 de fevereiro de 2012, observado o horário oficial de Brasília.Continue lendo no Jornal do Brasil, click aqui:>>>>>>>>>

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Senado aprova em 1º turno exigência de diploma para jornalista

Por 65 votos a sete, o plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira, em primeiro turno, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que exige diploma de Jornalismo como condição para o exercício da profissão. Em junho de 2009, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a exigência formal do certificado de conclusão do curso superior e do registro profissional no Ministério do Trabalho para os jornalistas fere a liberdade de imprensa e contraria o direito à livre manifestação de pensamento. A PEC precisará ser votada em segundo turno também no plenário da Casa.
"(A exigência de diploma) É questão de justiça para que um indivíduo que sabe fazer um bilhete não saia por aí dizendo que é jornalista", disse o Magno Malta (PR-ES). "Num país em que nossos jovens precisam ser estimulados à universidade, é preciso dar a eles um status especial, e muitos jovens que têm seu diploma sentem que seu mercado de trabalho é invadido", afirmou o Marcelo Crivella (PRB-RJ).
Em sentido contrário, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) argumentou que a profissão de jornalista não comporta "nenhum tipo de restrição", incluindo a própria exigência de diploma. "A atividade de jornalista é intimamente ligada à liberdade de expressão. Tem caráter autoral. Não cabe nenhum tipo de restrição (como o diploma). Para a garantia da veracidade e da cultura não é preciso diploma", afirmou.
"Pouquíssimos cursos exigem uma aptidão tal que só possa ser adquirida em um banco de horas. O Supremo decidiu que, em relação a profissões, o que tem que ser preservado é o direito fundamental de se exercer livremente, de fazer manifestação", afirmou Demóstenes Torres (DEM-GO), também contrário à exigência de diploma e registro para a profissão de jornalista.
Portal Terra
Laryssa Borges