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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Senadores devem se ausentar para evitar cassação de Demóstenes


BRASÍLIA - Um grupo de senadores começou a se mobilizar nesta quinta-feira para evitar que o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) se livre da cassação do mandato no plenário da Casa. O temor de que o caso acabe em pizza cresceu desde o depoimento técnico que Demóstenes prestou terça-feira no Conselho de Ética, quando começou a aumentar o número de senadores que, reservadamente, afirmam que os delitos do goiano são menores do que pareciam e que, por isso, podem absolvê-lo. A estratégia desse grupo não é votar contra a cassação, mas se ausentar.



Nesta quinta-feira, os senadores Ana Amélia Lemos (PP-RS), Pedro Taques (PDT-MT), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e o relator do caso Demóstenes, Humberto Costa (PT-PE), reuniram-se no plenário do Senado para definir estratégias para evitar a pizza.

O grupo tem duas metas fundamentais: tentar uma alternativa que force os senadores a abrirem seus votos e combater as ausências no dia da votação em plenário. O voto para cassação de mandato é aberto no Conselho de Ética e fechado no plenário. Continue lendo no O GLOBO

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Demóstenes já ameaça nos bastidores que, se cair, arrastará outros políticos ligados a Cachoeira

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Leia mais artigos no site Fique Alerta – www.fiquealerta.net
Por Jorge Serrão

Os desdobramentos do escândalo Demóstenes Torres (alvo certo da Comissão de Ética do Senado e quase certo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito) têm tudo para ser o estopim de uma ruptura institucional sem precedentes. Nos bastidores, o senador já mandou um recado ameaçador para quem deseja sua cabeça. Se cair, promete arrastar outros figurões com estreitas ligações com o bicheiro goiano Carlinhos Cachoeira. Quem conhece bem Demóstenes sabe que sua tática não é um blefe e que pode custar muito cara para quem se acha “poderoso” – seja político ou empresário.

Até o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode estar cometendo um “harakiri” ao incentivar sua base de apoio para promover uma CPI mista do Congresso contra Demóstenes. Na verdade, $talinácio deseja não só atingir o senador oposicionista, mas também derrubar ou cortar as asas de petistas que também têm ligações e negócios com Carlinhos Cachoeira. Lula só está subestimando o perigo de uma CPI – que todo mundo sabe como começa, mas nem sempre imagina como termina (muito mal). A instabilidade gerada por tal comissão pode afetar o governo Dilma. Será que Lula quer isto? Ele sabe...

Amigão de Lula, o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, tentou ontem minimizar ao máximo uma outra denúncia de envolvimento de um grande amigo pessoal com Carlinhos Cachoeira. Carvalho até comentou que a suposta ligação do subchefe de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Olavo Noleto, com o esquema do bicheiro Carlos Augusto Ramos é "página virada". Gilberto encenou que o governo não teme que a possível relação de Noleto com o ex-presidente da Câmara de Vereadores de Goiânia Wladimir Garcez, o segundo de Carlinhos Cachoeira, respingue no Planalto.

O papo furado oficial é o de costume. Petistas nos governos sempre posam de inocentes. Trabalham no inferno, demonizam a vida dos opositores, mas juram por Deus que não têm qualquer ligação com o Diabo. Pura petralhice... 

terça-feira, 10 de abril de 2012

CACHOEIRINHA, A VERSÃO MODERNA DE MARCOS VALÉRIO? QUANTOS EXISTEM?

     
      É incrível o nosso potencial para produzir mafiosos, assim como jogador de futebol, ou seja, isso está enraizado na cultura brasileira. Há cinco anos o Brasil era apresentado ao Marcos Valério, o escudo de um mega esquema de corrupção, que evolvida bancos, deputados e muita, muita propina, que deram o codinome de mensalão. Agora surge o Cachoeirinha, igualmente grande empresário e com profundo relacionamento com políticos renomados. Se Marcos Valério injetou dinheiro na campanha do ex-governador mineiro Eduardo Azeredo, Cachoeirinha demonstra o mesmo talento para com o senador Demóstenes Torres. Inclusive há um movimento no Congresso, para que tais denúncias fiquem apenas no senador, e porque se for investigado suas relações com os deputados federais...vai virar bola de neve ou efeito dominó. Até a PM de Goiás tinha um acordo velado com Cachoeirinha, e quem fizesse vista grossa era promovido mais rápido. A pergunta que não quer calar: quantos Marcos Valérios e Cachoeirinhas ainda existem na república brasileira? 

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Senador Demóstenes x Cachoeirinha: O alvo deles era Dilma...

Como qualquer empresa, as organizações criminosas têm seus planos de sobrevivência e expansão. O grupo do empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, inovou em muita coisa, mas não nesse aspecto. Cachoeira tinha negócios escusos e planos de novos empreendimentos em Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Tocantins, onde contava com a ajuda de políticos e agentes públicos, de acordo com as investigações da Polícia Federal. Mas Cachoeira queria mais. Conversas telefônicas entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (ex-DEM, agora sem partido), gravadas com autorização judicial e obtidas com exclusividade por ÉPOCA (ouça os áudios ao fim desta reportagem), mostram que os dois planejavam se aproximar de alguma forma do Palácio do Planalto. Numa das ligações captadas, Cachoeira orienta Demóstenes a aproveitar um convite para trocar o DEM pelo PMDB, com o propósito de se juntar à base de apoio do governo e se aproximar da presidente, Dilma Rousseff. “E fica bom demais se você for pro PMDB... Ela quer falar com você? A Dilma? A Dilma quer falar com você, não?”, pergunta Cachoeira. Demóstenes responde: “Por debaixo, mas se eu decidir ela fala. Ela quer sentar comigo se eu for mesmo. Não é pra enrolar”. Cachoeira se empolga: “Ah, então vai, uai, fala que vai, ela te chama lá”. Como se fosse um bom subordinado, Demóstenes acata a recomendação.

Quando esse diálogo ocorreu, no final de abril de 2011, Demóstenes estava em plena negociação com caciques do PMDB, como os senadores Renan Calheiros e José Sarney, para mudar de legenda. Um dos maiores opositores do governo – e carrasco de petistas acusados de corrupção – tencionava aderir ao governo do PT. Segundo dirigentes do PMDB, àquela altura a mudança de partido já tinha o aval do Palácio do Planalto. Tudo nos bastidores, porque em público Demóstenes continuava oposicionista. As gravações mostram agora que um dos objetivos da radical troca de lado era estar mais bem situado para ajudar o esquema de Cachoeira. Continue lendo na Revista Época

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Haverá inscrição no PROMORAR 2012?

         Para os que sonham com a casa própria, será que o programa habitacional criado pelo governo, chamado PROMORAR, vai continuar em 2012? Uma jogada perfeita do então governador Aécio Neves, para beneficiar o colega de partido, ex-governador Eduardo Azeredo que "pegou dinheiro emprestado do IPSM", e não devolveu. Sabendo que a tropa sonha com a casa própria, ainda pelos cadastro do antigo "Lares Gerais", Aécio Neves teve a brilhante ideia: criar o PROMORAR, onde com taxas de financiamento menores, o policial ou bombeiro poderiam comprar a casa e pagá-la em até 30 anos. O primeiro lote, sem dúvida foi o mais difícil, pois, pela falta de experiência na análise de cadastros, muitos contratos foram assinados pelos militares junto aos vendedores, como garantia do negócio, que em muitos casos se arrastou por meses, até ser concluído, gerando multa pesadas e prejuízos tanto para o militar, quanto para o dono do imóvel.

             No passado recente o governo usava palavras que eram repetidas aos quatro ventos: déficit zero, maior arrecadação de impostos, maior PIB brasileiro se comparada a média nacional. Por incrível que pareça, esse vigor econômico foi substituído por atraso no pagamento do prêmio produtividade, e pela desculpa mais oportuna que todo governante pode usar, quase sem ser questionado: a crise internacional.

              Diante desse quadro, como ficará o programa habitacional PROMORAR? Durará até 2016? Teremos inscrições em 2012? Quem sabe, além do próprio governador Anastasia, o senador Aécio Neves ou o melhor de todos para falar sobre o assunto, não seja o atual deputado federal Eduardo Azeredo? Deputado Sargento Rodrigues, também pode se pronunciar sobre o caso. 

                Estamos no aguardo...a família militar agradecerá se o PROMORAR permanecer ativo.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Senado aprova projeto que acaba com "indústria da multa"


Brasília. O Senado aprovou ontem um projeto de lei que promete enfurecer governantes país afora. O texto obriga os Estados, os municípios e a União a aplicarem totalmente os recursos arrecadados com as multas de trânsito apenas em campanhas educativas e sinalização. Na prática, o texto acaba com a festa de governantes que utilizam a renda das multas para financiar outras áreas da máquina pública.


O projeto do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) foi aprovado por unanimidade na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e em caráter terminativo. Agora o assunto deve ir direto para a tramitação na Câmara - a não ser que algum senador apresente em cinco dias requerimento para que o tema seja apreciado no plenário do Senado.

Mudança. O texto prevê a alteração do artigo 320 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para restringir a aplicação desses recursos em campanhas educativas sobre "direção defensiva, cultura de paz e combate à violência no trânsito e de desestímulo ao consumo de álcool e drogas por parte dos motoristas".

O uso de dinheiro na sinalização foi acrescentado por meio de uma emenda do líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), aprovada na manhã de ontem.

Para o deputado Eunício Oliveira, como a receita decorrente das multas serve para reforçar o caixa dos governos, as administrações se sentem estimuladas a implantar a famosa "indústria das multas" - esquemas de fiscalização voltados para gerar multas e, consequentemente, trazer mais receitas do que melhorar a segurança do trânsito.



Continue lendo no OTEMPO:>>>>>>>>

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Justiça determina bloqueio dos bens do senador Blairo Maggi


A Justiça Federal de Mato Grosso determinou a quebra do sigilo fiscal e o bloqueio de R$ 9,8 milhões nos bens do senador Blairo Maggi (PR) e de outras sete pessoas denunciadas. Eles são acusados de improbidade administrativa no Estado. 
Conforme o Ministério Público Federal (MPF), o valor equivale ao prejuízo causado aos cofres estaduais por irregularidades na contratação da empresa Home Care Medical Ltda. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
O dano financeiro teria sido causado no primeiro mandato de Blairo como governador (2003-2006). Segundo a Procuradoria, a Home Care foi contratada sem licitação para fornecer medicamentos. A assessoria de Blairo não se pronunciou. Em manifestação anterior, ele negou envolvimento com irregularidades. Os proprietários da Home Care não foram localizados.
Terra/Jornal do Brasil