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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Borracheiro supera sacrifício e toma posse como juiz federal


Rolando Valcir Spanholo lava carros junto com os irmãos durante a adolescência em cidade do interior do Rio Grande do Sul (Foto: Rolando Valcir Spanholo/Arquivo Pessoal)
O recém-empossado juiz federal Rolando Valcir Spanholo, de 38 anos, afirma que disciplina e motivação foram a receita que o levaram a romper com a antiga realidade de borracheiro e alcançar o sonho de ser magistrado em Brasília. Os últimos quatro anos foram dedicados a concursos públicos, nos quais ele acumulou 200 quilos de resumos de disciplinas de direito. O advogado é de Sananduva, no Rio Grande do Sul.


Spanholo conta que a ideia de virar juiz veio tarde, já no final da faculdade e por influência de um professor. Até então o objetivo dele era apenas “melhorar de vida”. A graduação, de acordo com o juiz, já parecia uma grande superação para ele e os quatro irmãos, que trocavam de roupa e sapatos entre si para não irem todos os dias vestidos do mesmo jeito para a instituição.
O trabalho começou cedo. Entre os 9 anos e os 15 anos, os cinco consertavam pneus e lavavam carros junto com o pai. “Durante o inverno, as mãos e os pés ficavam quase sempre congelados. Não tínhamos luvas de borracha e outros equipamentos de proteção que hoje são comuns e obrigatórios. Só restava fazer muito fogo para se aquecer, mas, com isso, os choques térmicos eram inevitáveis. Vivíamos com fissuras nas mãos e pés."Continue lendo no G1

domingo, 26 de abril de 2015

'Venci meus próprios medos', diz vigilante após título de doutor


Doutor em Ciências Sociais pela UFCG, José Itamar trabalha como vigilante na UEPB (Foto: Júlio César/UEPB)
Lavador de carros, engraxate, jardineiro e feirante, quando criança e adolescente. Vigilante durante mais de duas décadas de sua vida. Também professor há quase 20 anos e, agora, doutor em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). José Itamar Sales da Silva, aos 46 anos e várias conquistas, não desiste de sonhar: "Venci meus próprios medos. Achava que universidade era coisa de rico. Agora vou continuar lutando, posso não chegar onde desejo, mas não será por falta de tentativa", ressaltou.


A trajetória de Itamar teve muitos obstáculos, mesmo antes de chegar à profissão que lhe proporcionou a oportunidade de seguir nos estudos. O difícil percurso também conta com a perda do pai e as reprovações nas primeiras tentativas de cursar mestrado e doutorado, este concluído há apenas um mês. Continue lendo no G1

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Exemplo de superação, veja o vídeo

Mãe-atleta realiza sonho de correr com filho deficiente.


Sábado foi dia de realizar sonhos no Circuito de Corridas. Na segunda etapa, que ocorreu em Uberlândia, a história de uma mãe-atleta, que dedica todo o seu tempo ao filho, emociou a todos que participaram do evento. 

Karolina Cordeiro correu com Pedro no percurso dentro do Parque do Sabiá. O pequeno, de cinco anos de idade, tem a síndrome de Aicardi–Goutières, que afetou os movimentos do corpo.

Essa foi a primeira vez que mãe e filho competiram. A dupla percorreu cinco quilômetros em 34 minutos. Na chegada, a emoção de Karolina pelo dever cumprido.

- Foi muito emocionante. Foi a primeira corrida dele e minha juntos em uma prova onde tinha gente. E cada minuto foi um parto. Eu lembrei da vida dele toda. E ele é um vencedor. Eu falei que a medalha dele o estava esperando. Disse que ele já é um campeão e disse: "Pedro não precisa chegar primeiro. O importante é chegar". E ele vai chegar lá. Isso é pra ele, eu corro por ele. Não importa o tempo. O tempo é o tempo dele. O meu tempo é o tempo dele. Assista o vídeo emocionante no G1 Triângulo, clique aqui>