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Frase de Ruy Barbosa

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domingo, 1 de abril de 2012

Tenente-coronel é indiciado por desviar 288 peças de granito de dentro do quartel para construir casa da companheira


A Corregedoria Geral da Polícia Militar indiciou o tenente-coronel Carlos Rogério Gonçalves de Oliveira pela acusação de desvio de 288 peças de granito que haviam sido doadas para o 2° Batalhão da PM (Nova Venécia). No entender da corregedoria, o oficial teria cometido transgressão disciplinar. Segundo o Inquérito Policial Militar (IPM), Gonçalves teria desviado as peças de granito do quartel para construir a casa de sua companheira.

Inicialmente, o presidente do Inquérito Policial Militar (IPM), coronel Edmilson Moulin Ferreira, que investigou a denúncia contra Gonçalves, entendeu que o oficial não teria cometido crime de “qualquer natureza”, mas o seu relatório foi reformado pelo corregedor geral da PM, coronel, Carlos Alberto Liberato, que decidiu pelo indiciamento do acusado.

De acordo com cópia do IPM que já se encontra na Vara da Auditoria Militar e no Ministério Público Militar, o inquérito foi aberto em 4 de julho de 2011 para investigar suposta irregularidade envolvendo a doação de 288 peças de granito ao 2° BPM quando o tenente-coronel Gonçalves era ainda era comandante da unidade.

O oficial comandou o Batalhão até final de 2010, quando foi denunciado por assédio sexual contra uma soldado. Perdeu o cargo e até hoje está sem função no Quartel do Comando Geral da PM, em Vitória.

O tenente-coronel Gonçalves, segundo o IPM, teria sido denunciado por seu sucessor, que descobriu o sumiço das 288 peças de granito, que tinham sido doadas por uma empresa de Nova Venécia para reforma do Batalhão.

Ainda de acordo com o IPM, em fevereiro de 2010, o tenente-coronel Gonçalves e um outro oficial teriam ido à empresa Granit, quando o dono da firma teria feito a “doação de 30 chapas de granito, que, após serem beneficiadas por outra empresa, converteram-se em 288 placas”.

Ao ser ouvido pelo presidente do IPM, o tenente-coronel Gonçalves teria alegado que o material doado pela Granit “era considerado de descarte, sem valor comercial, portanto”. Essa informação teria sido confirmada pelo dono da empresa, que também foi ouvido dentro do inquérito.

Ainda segundo os autos a que o IPM se refere, “as peças de granito foram empregadas na construção da residência da companheira do tenente-coronel Gonçalves e teriam sido deixadas no pátio do 2° BPM até que fosse dada a devida destinação às mesmas”.

De acordo com os autos do IPM que se encontram na Justiça Militar e no Ministério Público Militar, o encarregado do inquérito “concluiu pela inexistência de indícios de crime de qualquer natureza, bem como de transgressão da disciplina a ser imputada ao tenente-coronel Carlos Rogério Gonçalves de Oliveira”.

A legislação penal, entretanto, permite ao corregedor geral da Polícia Militar em concordar ou não da conclusão de um IPM ou sindicância. O corregedor Carlos Alberto Liberato reformou a decisão de seu colega Edmilson Moulin Ferreira.

Segundo peças do IPM às quais este Blog teve acesso, o corregedor Liberato discordou do parecer do encarregado do IPM “por entender que há indícios de transgressão disciplinar a se atribuir ao tenente-coronel Gonçalves.

Segundo ele, os autos demonstram que o objetivo original da ida de Gonçalves à empresa responsável por realizar a doação “era, efetivamente, a aquisição de granito para a reforma da área de lazer do 2° BPM”, conforme “fica bem evidenciado” no depoimento de uma testemunha – um 2° tenente da PM:

“...Que se encontrava no gabinete do Comandante do 2° BPM, à época o tenente-coronel Gonçalves, tratando de diversos assuntos, quando surgiu a conversa a respeito de um possível reparo na piscina do 2° BPM; que o declarante disse ao tenente-coronel Gonçalves que tinha um conhecido que talvez pudesse estar auxiliando com a doação de chapas de granito; Que ficou acertado do declarante contatar esta pessoa e abordar o assunto para posteriormente dar o retorno ao Comando; Que o declarante entrou em contato com o dono da empresa, que se dispôs a ajudar; que dias após o declarante juntamente com o tenente-coronel Gonçalves foram à empresa, com a finalidade de apresentar o oficial ao empresário; que o declarante deixou os dois conversando e retornou ao Batalhão”.

Para o corregedor geral da PM, em momento algum se fez menção a eventual pedido de doação em favor do tenente-coronel Gonçalves, “mas tão somente visando a beneficiar o 2º BPM.

No entender do coronel Liberato, Gonçalves teria aproveitado a ausência do 2° tenente para “reverter em proveito próprio o pedido que inicialmente seria feito em nome do 2° BPM. Tal circunstância foi facilitada, inclusive, pelo fato de a conversa entre o tenente-coronel e o empresário ter sido realizada em caráter reservado, longe das vistas do articulador do encontro...”

O coronel Liberato encerra seu parecer da seguinte forma: “...Há elementos suficientes que o indiciado (tenente-coronel Gonçalves) agiu, no mínimo, em desacordo com os preceitos da ética ao se apresentar na condição de Comandante de Unidade para fazer pedido de doação de cunho privado, conduta que expôs negativamente a imagem da Polícia Militar perante particulares e causou mal estar ao corpo de Oficiais e Praças do 2° BPM”.

De acordo com o parecer final do corregedor geral da PM, o tenente-coronel Gonçalves teria cometido o crime de transgressão disciplinar. Ou seja, teria cometido falta administrativa, prescrita no Regulamento Disciplinar da PMES.

No âmbito interno, Gonçalves responderá a um Processo Administrativo Disciplinar que, caso o considere culpado, poderá aplicar ao acusado sanções que vão da advertência à expulsão, passando, também, por prisão.

A Corregedoria Geral da PM já enviou cópia da solução do IPM à Vara da Auditoria de Justiça Militar, que, por sua vez, fez a comunicação dos fatos ao Ministério Público Militar.

Se entender pela necessidade, o Ministério Público poderá ou não oferecer denúncia criminal contra o tenente-coronel Gonçalves. Por enquanto, ele responderá apenas na esfera administrativa.

FONTE - BLOG DO ELIMAR CORTES

quinta-feira, 15 de março de 2012

Sobre os abusos do comandante do 19° em Teófilo Otoni




Abuso de poder, coação, perseguição, assédio moral, agressão, desmandos e até suspeita de envolvimento com drogas são algumas das denúncias que pesam contra o comandante do 19º Batalhão da Polícia Militar (BPM) de Teófilo Otoni, tenente coronel Marcos Barbosa da Fonseca. As acusações foram apresentadas por policiais e civis, nesta quarta-feira (14/3/12), à Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em audiência pública realizada nesta cidade da região Jequitinhonha/Mucuri. A reunião aconteceu na Câmara Municipal e foi acompanhada por cerca de 150 pessoas, entre policiais e outros moradores.
O militar acusado não compareceu, alegando estar de licença médica, o que foi confirmado pelo médico da PM Kênio Cássio Teixeira. Ele será novamente convocado pela comissão e, segundo o presidente, deputado Durval Ângelo (PT), se necessário será avaliado por uma junta médica. Disse também que solicitará uma audiência com o governador para pedir providências. O autor do requerimento, deputado Sargento Rodrigues (PDT), afirmou que as denúncias são tão graves que, se não foram solucionadas pelo governador ou pela própria corporação, devem ser objetivo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).
A ausência do militar causou estranheza aos deputados por atos praticados por ele neste período de licença médica de 15 dias, que teve início dia 7 de março. Um vídeo mostra o tenente coronel jogando bola; e numa gravação de áudio apresentada na audiência pública, ele avisa a transferência a um dos policiais que participou da reunião. Um documento assinado por ele, também exibido, libera policiais interessados em acompanhar a audiência, a comparecer, fardados, ao evento.
Durval Ângelo questionou como alguém de licença pode ter tantas atividades e defendeu o afastamento de todo o comando da PM em Teófilo Otoni. “Saio convicto de que esse comandante tinha que estar preso”, considerou. Sargento Rodrigues, que também acredita haver uma rede de apoio e sustentação do comandante no município, disse que um requerimento de sua autoria já foi aprovado, sugerindo o afastamento cautelar do militar do cargo.
O comandante da 15ª Região da Polícia Militar, à qual pertence o 19º BPM, coronel José Geraldo de Lima, garantiu Continue lendo no Blog Guerreiros de Uberaba




quarta-feira, 14 de março de 2012

A DITADURA EM TEÓFILO OTONI CHEGOU AO FIM - CAI O MURO DE BERLIM

Ten Cel Marcos Barbosa da Fonseca

Esta definitivamente afastado do comando o Tenente Coronel Marcos Barbosa da Fonseca, que durante anos pregou a ditadura no 19º BPM em Teófilo Otoni. Não era só um oficial linha dura, de 1º Tenente para baixo ele alicara todo o tipo de terrorismo. E além do mais ficou provado contra esse oficial superior vários tipos de crimes e denúncias tão cabeludas que daria para confeccionar vária perucas. E coiscidencia ou não, uma das mais importantes testemunhas, foi vitima de um atentado e se encontra internada gravemente, seus agressores antes de ataca-la disse "veja bem o que você vai falar na audiência". O deputado Durval Angêlo e o deputado Sgt Rodrigues já foram para a audiência com uma escolta armada para no caso do Cmt aparecer, ser preso em flagrante, mas talves orientado por algum "par" o oficial não compareceu.
 
Fonte: Blog do Cabo Fernando 

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Coronel Djalma Beltrami é preso de novo no Rio


    O tenente-coronel Djalmi Beltrami, ex-comandante do 7º BPM (São Gonçalo), voltou a ser preso nesta quinta-feira. O oficial foi detido por uma equipe da Corregedoria Geral Unificada (CGU), chefiada por um coronel da PM. Ele teve um mandado de prisão preventiva expedido nesta quinta-feira, pelo juízo da 2ª Vara Criminal de São Pedro d´Aldeia.

    Em 19 de dezembro do ano passado, ele já havia sido preso por ordem do mesmo juízo, numa investigação da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo. Ele ficou detido numa sala no Quartel-General da PM, no Centro do Rio. Um dia depois, ele obteve um haveas corpus no Tribunal de Justiça do Rio. Na ocasião, o oficial foi acusado de receber propina de traficantes do Morro da Coruja, em São Gonçalo, para não reprimir a venda de drogas no local.

    Beltrami assumiu o comando do 7º BPM após a prisão do tenente-coronel Claudio Luiz de Oliveira, acusado de ser o mandante do assassinato da juíza Patrícia Acioli, em agosto do ano passado.

    Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/coronel-djalma-beltrami-preso-de-novo-no-rio-3654256.html#ixzz1jHTFdDxV

    quarta-feira, 5 de outubro de 2011

    Despedida do Coronel Sidney Araújo, ex-comandante do 32°BPM

    Ex-comandante do Batalhão da PM em Uberaba, Sidney Araújo deixou o comando do 32º BPM em Uberlândia. Com tempo suficiente desde 2009 para seguir para a reserva, pediu exoneração após quase dois anos no cargo, segundo informações, por discordar com o comando regional daquela região relacionada à escala imposta à tropa. Agora, o coronel PM Sidney desde sexta-feira está na reserva. Não se sabe ainda quem assumirá o posto.



    Fontes: http://www.jmonline.com.br
    Blog Guerreiros de Uberaba

    domingo, 2 de outubro de 2011

    Tenente-coronel da PM é baleado

    Um tenente-coronel reformado da Polícia Militar foi baleado na tarde deste domingo (2) durante uma tentativa de assalto no bairro de Olaria, zona norte do Rio. Houve troca de tiros e um dos bandidos morreu no local.
     
    De acordo com os agentes do Batalhão de Olaria (16º BPM), a tentativa de assalto aconteceu na rua Guaratinguetá, na altura no número 274. Ainda segundo os policiais, o tenente-coronel reformado reagiu ao assalto e houve troca de tiros. Ele levou dois tiros na perna e baleou um dos suspeitos, que morreu no local. Outros dois suspeitos conseguiram escapar em um carro. Uma pistola 9 mm e 21 munições foram apreendidas. O tenente-coronel foi levado para o Hospital Getúlio Vargas e passa bem.
     
    R7

    sábado, 1 de outubro de 2011

    Tenente-coronel disse que seria ‘um favor’ matar juíza, revela cabo à Justiça


    Depoimento de PM complica mais ex-comandante

    Segundo cabo acusado, tenente teria sido orientado a matar juíza com apenas um homem para que crime ficasse em segredo

    POR ADRIANA CRUZ/ODIA
    Rio - ‘Você me faria um grande favor’. A frase do tenente-coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira, 46 anos, ex-comandante do 7º BPM (Alcântara), ao seu braço-direito, o tenente Daniel dos Santos Benitez, 27, teria sido a senha para morte da juíza Patrícia Acioli, executada com 21 tiros, dia 11 de agosto. A revelação foi feita nesta sexta-feira por um dos 11 acusados de envolvimento no crime em depoimento de mais de quatro horas na 3ª Vara Criminal de Niterói. Ele é o segundo militar a aceitar a delação premiada — informações em troca de redução de pena. Sete PMs, entre eles os oficiais, estão presos em Bangu 1, presídio de segurança máxima.

    quarta-feira, 28 de setembro de 2011

    Rodrigo Pimentel fala sobre combate aos crimes cometidos por policiais



    G1

    Juíza morta: segundo cabo, Patrícia Acioli foi morta porque atrapalhou esquema de propina de PMs (no país da Copa...)



    O assassinato da juíza Patrícia Acioli — morta com 21 tiros em 11 de agosto deste ano — teria sido motivado pela redução na entrada de dinheiro do tráfico num círculo de PMs do 7º BPM (São Gonçalo). Entre eles, o tenente-coronel Claudio Luiz Silva de Oliveira, ex-comandante da unidade, preso ontem por envolvimento no homicídio. A denúncia foi feita pelo cabo X., um dos policiais presos pela execução da magistrada.
    Em depoimento dado à Justiça e ao Ministério Público, na tarde de anteontem, o cabo denunciou um esquema de propina envolvendo nove policiais do Grupo de Ações Táticas (GAT) do 7º BPM e o tenente-coronel Claudio Oliveira — que, até ontem, comandava o 22º BPM (Maré). Ele afirmou que os policiais recebiam de R$ 10 mil a R$ 12 mil por semana do tráfico de drogas de comunidades de São Gonçalo. Por causa das prisões de PMs decretadas por Patrícia Acioli, o espólio estaria diminuindo, o que levou à execução da juíza.
    Ainda segundo o depoimento, eram feitas operações frequentes principalmente nos morros da Coruja e do Salgueiro. Nos locais, traficantes eram presos, e armas e drogas, apreendidas. O dinheiro achado com os bandidos era dividido entre os PMs, incluindo o comandante. O tenente Daniel dos Santos Benitez Lopes, um dos presos pela morte da magistrada, seria o responsável pelo repasse da verba.
    Segundo a versão, as armas usadas na execução eram espólio de guerra. Uma delas, calibre 40, teria sido apreendida no Morro da Coruja.
    No depoimento prestado ao juiz Peterson Barroso Simão, aos promotores Leandro Navega e Rubem Viana, e aos defensores Jorge Mesquita e Carlos Felipe, o cabo X. deu detalhes sobre o planejamento e as motivações para a execução da juíza Patrícia Acioli.
    O PM — que contou tudo para obter direito à delação premiada e à redução de até dois terços da pena — confirmou que os policiais foram duas vezes ao local do crime, na Rua dos Corais, em Piratininga, Niterói. Eles estudaram os horários e hábitos de Patrícia e planejaram o crime.
    De acordo com o depoimento, que durou mais de duas horas, depois de sair do Fórum de São Gonçalo a juíza Patrícia Acioli foi seguida até em casa por uma moto, onde estavam o cabo Sérgio Costa Júnior e o tenente Daniel Benitez. O tenente teria adquirido a moto usada na emboscada contra Patrícia. Já o cabo Jefferson de Araújo Miranda estaria em um Palio vermelho, dando cobertura. O carro foi incendiado depois do crime. X. apontou ainda o envolvimento de um policial do 12º BPM (Niterói).
    Após o depoimento do cabo, o tenente-coronel Claudio Luiz e outros seis PMs — Charles de Azevedo Tavares, Alex Ribeiro Pereira, Carlos Adílio Maciel Santos, Sammy dos Santos Quintanilha, Jovanis Falcão Júnior e Júnior Cezar de Medeiros — tiveram a prisão temporária decretada.
    Os cinco primeiros, além de Sérgio, Daniel e Jefferson já estavam presos pela morte de Diego da Conceição Beline, de 18 anos, em 3 de junho. Eles tiveram a prisão decretada por Patrícia horas antes da morte da magistrada.
    Carolina Heringer e Paolla Serra
    Extra.globo.com

    terça-feira, 27 de setembro de 2011

    Tenente-Coronel, ex-comandante do Batalhão de São Gonçalo tem prisão decretada


    Ele é suspeito de mandar matar a juíza Patrícia Acioli, em Niterói.

    Cinco PMs também tiveram a prisão decretada na segunda-feira.


    A 3ª Vara Criminal de Niterói decretou a prisão do tenente-coronel Claudio Luiz Oliveira e de mais cinco PMs, no fim da noite desta segunda-feira (26). O oficial comandava o batalhão policial de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, e é suspeito de mandar matar a juíza Patrícia Acioli, que foi morta com 21 tiros no dia 11 de agosto, em Niterói.
    O tenente-coronel atualmente estava à frente do batalhão da Maré, em Bonsucesso, subúrbio da cidade.
    Os outros cinco policiais faziam parte do Grupo de Ações Táticas do Batalhão de São Gonçalo e são suspeitos de forjar um auto de resistência, morte em confronto, para esconder o assassinato de Diego Bellini de 18 anos, durante uma operação policial.
    Três policiais militares suspeitos de matar a juíza Patrícia Acioli estão presos e foram transferidos da Unidade Prisional da PM em Benfica, na Zona Norte, para unidades diferentes, a pedido do Ministério Público, no dia 19 de setembro. A transferência é para evitar que eles combinem, antes dos depoimentos, a mesma versão sobre o caso.
    Do G1, com informações do Jornal da Globo