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sexta-feira, 6 de junho de 2014

POLICIAIS DO RIO COMEÇAM TOLERÂNCIA ZERO DIA 09 DE JUNHO


Foto
O dia da tolerância zero!
Há tempos o povo brasileiro e conhecido como o "povo do jeitinho, o jeitinho brasileiro", ouço isso desde que me entendo por gente! Pois bem; e esse "jeitinho" que nos faz corromper uma autoridade, faz com que uma autoridade aceite ser corrompida e esse "jeitinho" que leva nossos políticos a gastarem 40 bilhões em uma copa, contratando empreiteiras de "amigos", para quem me conhece ou já trabalhou comigo, sabe que há 14 anos eu pratico a TOLERÂNCIA ZERO", não tolerando a corrupção, o acerto, ou qualquer conduta que mais a frente vai matar, ferir ou prejudicar alguém... sonho com o dia em que esse país inteiro irá praticar a tolerância zero com nossos políticos e para com todos àqueles que direita ou indiretamente prejudicam o seu semelhante com qualquer conduta errada! Sonho com o dia em que a LEI voltará a ser o norte seguro da sociedade e não apenas um monte de rascunhos!

sábado, 26 de outubro de 2013

Polícias do Brasil farão aquartelamento e "Tolerância Zero"

facebook.com/Capitão Assumção IIpublicou emFamília Policial Militar

Boa noite companheiros,
Terminada a reunião com os nossos representantes de familiares na sede da AMEQ, depois de muito debate sobre qual o momento certo de nossos familiares fazerem a sua manifestação nas entradas dos quartéis, ficou decidido que no dia 29 de outubro (terça-feira), das 07 horas até às 10 horas, nossos familiares irão para a frente dos quartéis bloquear por três horas a saída de qualquer viatura dos quartéis em todo o estado do Espírito Santo.

Diante das medidas adotadas por pelo menos um comandante de Unidade de reposicionar as viaturas em companhias, os militares contribuirão com o movimento dos nossos familiares realizando a operação “Tolerância Zero”. Não há necessidade de detalhar o que isso significa. Mas o resultado do que essa operação irá trazer, com certeza incomodará o excelentíssimo governador do estado.
Também foi tomada a decisão de que no dia 5 de novembro, data estabelecida para mais uma reunião da diretoria da ACS com o secretário de Estado de Gestão e Recursos Humanos (Seger) Pablo Rodnitzky, todo o associado que estiver de folga venha participar de uma manifestação pacífica em frente ao prédio da SEGER no Edifício Fábio Ruschi, na Avenida Governador Bley, Centro de Vitória, ou em outro lugar, caso o local de encontro seja remarcado.
Esses atos não estão sendo desencadeados por nenhuma associação. São manifestações desencadeadas por familiares que não agüentam mais tamanho sofrimento dentro de nossos lares. É a contribuição que cada familiar pode trazer para que a dignidade profissional e salarial de nossos bombeiros e policiais sejam reconhecidas.
Chegou a hora de nossos familiares participarem das nossas batalhas. O governo se aproveita do fato lastimável de sermos regidos por um regulamento arcaico, que nos proíbe manifestações e paralisações. Mas nossas famílias não estão sob este aguilhão. Acreditamos que essa nova energia nos proporcionará essa vitória salarial.
Obs.: Convidamos também a todos para que venham a participar da manifestação dos bombeiros militares que irá ocorrer no dia 28 de outubro (segunda-feira), às 15 horas, na Cruz do Papa.
Estamos juntos até a vitória final. JSF

terça-feira, 17 de abril de 2012

Sem farda e com viaturas precárias, PM inicia tolerância zero e promete pegar ‘tubarões’

Depois da frustrada tentativa de negociação com o Governo do Estado, na última sexta-feira, em relação à equiparação salarial ou a um reajuste que agrade a categoria, os policiais militares de base (praças) decidiram na tarde desta segunda-feira partir para um esquema de tolerância zero. Isto significa trabalhar no rigor da lei e exigir condições de trabalho.

Sem querer se identificar por medo de represálias, um praça da polícia militar, garante que há quatro anos não recebe coturnos, cobertura (boné) e fardamento. “Com esta operação quem não tiver com fardamento com condições mínimas não vai colocá-lo. Tem gente que promete ir de tênis”, avisa.

Os militares garantem que a operação tolerância zero vai cumprir a lei no seu mais profundo rigor com remoção de veículos por menor que seja a restrição. Viaturas com pneus carecas, sem cinto de segurança, problemas mecânicos não sairão de suas bases para o serviço operacional.

Outro policial militar que trabalha com serviço ostensivo garante que sempre que algum conhecido de políticos que estão no poder “caem em alguma blitz acabam ligando e dando um jeitinho. “Não vai ter o: você sabe com quem você está falando. Vai ser remoção e acabou. Não vai ter pra tubarão”, diz o militar se referindo as pessoas com influência e poder. Ainda de acordo com ele, a contravenção de jogo do bicho não vai ser tolerada.

A operação tolerância zero é uma reação em cadeia que promete chegar ao interior do Estado até esta terça-feira, mesmo dia que acontece mais uma rodada de negociação entre representantes de entidades que representam praças e oficiais da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, na Procuradoria Geral do Estado, no Parque dos Poderes, a partir das 7h30.

Promessa de aquartelamento

Se algum policial militar for preso devido a operação tolerância zero a promessa é de paralisação total, ou seja, aquartelamento com atendimento essencial. “Jamais vamos fazer um apagão e deixar a comunidade sem segurança”, reforça Edmar Soares, presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro de Mato Grosso do Sul (ACS).

Em relação ao trabalho do Corpo de Bombeiros, Edmar Soares afirma que por conta de lidarem com socorrismo, a tolerância zero vai ser em relação ao serviço de fiscalização. “Se chegarem em um clube, por exemplo, e não tiver guarda-vidas, vão fechar. Tudo o que dizem as leis ficou acordado na assembléia desta tarde que será cobrado ao pé da letra”, finaliza.

Luiz Alberto
A categoria pede um reajuste salarial que vincula os vencimentos de todos os graus hierárquicos ao do posto de coronel. Desta forma, um Soldado passaria a receber 25% do vencimento de um Coronel, aumentando o percentual gradativamente até 90% no posto de tenente-coronel. Durante o encontro desta sexta-feira, 13, o Governo ofereceu 5%.

Eliane Souza
Fonte: MIDIAMAX

terça-feira, 6 de março de 2012

PEC 300: "TRABALHAR MAIS É PRECISO"...

            Com grande frustração vemos policiais e bombeiros do Brasil viverem dias de perplexidade diante dos últimos acontecimentos na busca pela dignidade salarial. Seja nas prisões arbitrárias, nas escutas ilegais, e nas tentativas de se criminalizar os profissionais da segurança pública. Alguns estados, dentro das conveniências de parte da categoria chegaram ao limite máximo, de paralisar em parte, as atividades e ensaiar greves. Porém nem toda a tropa aderiu em muitos estados, e essa polêmica gera controvérsia seja na interpretação do artigo 142 da Constituição, seja na falta de uma lei que regulamente esse dispositivo nos serviços essenciais. O fato é que o movimento acabou por adormecer, enquanto o governo prende, usa a mídia manipulando fatos e age com tirania contra as lideranças.

            Contra os fatos não há argumento, e muitos estados estão com taxas de violência altíssimas, especialmente as de homicídio. A população ao mesmo tempo em que reconhece que os salários dos policiais e bombeiros são baixos, exige maior segurança e compromisso do governo e desses profissionais para uma segurança pública mais efetiva. Todos sabemos que uma articulação nacional, como o jornal nacional tentou propalar, é utópica, e talvez a melhor saída para a crise salarial dos PMs e BMs, seja justamente o contrário do modelo apresentado, como sendo a solução. Ao invés de paralisa atividades, colocando a massa contra a segurança, porque não pensar no trabalho dobrado. Parece absurdo, mas, quantas maconheiros, motoristas inabilitados, atritos verbais, e outras modalidades de crimes acontecem diuturnamente, e muitas das vezes administramos? Já pensaram se cada viatura fizesse várias prisões ou remoção de veículos, multas por dia, qual repercussão não teria contra qualquer governo que fosse? Aliás, não há nada que cause um estrago político maior do que um bloco de multas, ainda mais em ano de eleição.

             Entendo que é a única forma de protesto velado dentro do sistema. Ou vão querer punir quem está trabalhando? A chamada greve branca, ou tolerância zero. Trabalhar mais é preciso...literalmente entupir as delegacias, pátios e prisões...sabemos que nenhum governo suporta.

              Além do senso de justiça, devemos prender ou multar de fato que o fez merecer, até para que não cometamos um eventual abuso de autoridade. Além do compromisso em se perder talvez meia hora fazendo um boletim de ocorrência, isso é inerente. Se cada viatura prender mais, multar mais, agir mais, contra aqueles de fato estão a margem das normas ou leis, é a melhor forma de mostrar ao cidadão de bem, o quanto a polícia trabalha, o quanto o bombeiro fiscaliza e o quanto o estado é falido. 

         Assim como a greve só funciona com efetivo, a greve branca ou tolerância zero só terá sucesso se a maioria agir coletivamente, decidir no início dos turnos os pontos ou bairro a serem "saturados". Fora isso é viver acoado, se defendendo ou sendo massacrado pelos conselhos disciplinares...

              Trabalhar mais, muito, muito mais...é preciso!

sábado, 29 de outubro de 2011

PMS PARAM VIATURAS DANIFICADAS

O fim de semana será de alerta para o comando da Polícia Militar. Ontem, em pelo menos 12 municípios do Rio Grande do Norte houve paralisação do policiamento em viaturas em decorrência da adesão de alguns policiais ao movimento "Segurança com segurança". A orientação das associações é de que os PMs não guiem qualquer viatura sem as devidas condições de segurança.

O comandante da instituição, coronel Francisco Araújo, garante que a questão foi solucionada, mas admitiu a existência de "plano B" para que não haja comprometimento do serviço prestado a sociedade durante o fim de semana. Na Grande Natal, Cavalaria e batalhões especiais, como BPChoque , Bope e Ronda Escolar, poderão tomar as ruas, caso haja uma negativa dos PMs de outros batalhões. Ontem, por aproximadamente três horas, o patrulhamento móvel foi interrompido na zona Sul de Natal e nas áreas em que os policiais da Rocam (Ronda Ostensiva com Apoio de Motos) atuam em complementaridade aos batalhões de área. Apesar de relatos de parada em alguns municípios do interior, o comandante do Policiamento do Interior (CPI), coronel PM Francisco Reinaldo, afirmou não ter havido e/ou sido comunicado sobre o fato.

Foram registradas paralisações, segundo a ASC/RN, nos 1º, 3º, 5º e 9º batalhões da capital, além da Rocam. Na Grande Natal, os municípios atingidos foram Parnamirim, Extremoz, Macaíba, Ceará-Mirim, São Gonçalo do Amarante. No interior, as cidades foram Mossoró, Caicó, Currais Novos, Pau dos Ferros, Assu, Santa Cruz, Nova Cruz e Canguaretama.

Alguns policiais que atuam diretamente nas viaturas - entrevistados pela reportagem da TRIBUNA DO NORTE - reclamam da falta de condições dos carros. Problemas em pneus, rolamentos, amortecedores são relacionados como fatores de risco no exercício diário do ofício. Também argumentam que não podem dirigir os veículos, pois, segundo o Código Nacional de Trânsito, os condutores precisam ter um curso específico para guiar veículos usados para atender a situações de emergência de emergência. O Comandante da PM rebate essa última informação dizendo que as viaturas não se enquadram na categoria de veículos de urgência, como prevê o Contran.

No final da manhã de ontem, policiais da Companhia de Policiamento Turístico (Ciptur) estavam reunidos em frente ao posto da unidade na rua Presidente Café Filho, praia do Meio, discutindo sobre a impossibilidade de permanecer fazendo patrulhamento naqueles veículos. "Desde cedo não tem patrulhamento na orla", informou um deles. No acostamento, três viaturas estavam paradas. A M-T 11, M-T 13 e M-T 14, esta última que apresentava um fio elétrico como fechadura da mala.

MOVIMENTO
Os policiais militares iniciaram na tarde da quinta-feira (27) o movimento "Segurança com segurança", a partir do qual os profissionais da polícia ostensiva reivindicam condições necessárias para o trabalho nas ruas em segurança, como coletes balísticos e armas para todos, além da manutenção das viaturas. As associações afirmam que 80% das cidades do interior do Estado não possuem condições mínimas para trabalho e segurança dos profissionais.

SALÁRIOS
Além de pedir melhores condições de trabalho, as Associações negociam aumento salarial com o Governo do Estado. A proposta das entidades representativas dos policiais e bombeiros militares é de um salário de R$ 3.447 para o soldado, o que equivale a 20% do salário do coronel - com valor de R$ 17 mil. Esse aumento seria dado de forma parcelada de 2012 até 2014. A proposta apresentada pelo Governo é uma remuneração de R$ 2.700 com parcelamento estendido até 2015.

Está marcada para a próxima terça-feira (01) uma reunião com o Chefe da Casa Civil, Anselmo Carvalho, a secretária interina de Administração, Suely Pimentel, e Obery Rodrigues, da pasta de Planejamento, para que ocorra uma nova rodada de negociação.

Associações e Governo terão novo encontro
O comandante da PM, Coronel Francisco Araújo, caracterizou o movimento como pontual e resultado da atuação de alguns membros da corporação que possuem interesses políticos. "Não existe uma preocupação estritamente administrativa ou relacionada às condições de trabalho", apontou o coronel.

O presidente da ACS/RN, Cabo Jeoás, justificou que tal afirmação de representantes do Governo é uma reação desesperada e irresponsável em encarar e resolver os problemas de uma categoria. "O movimento acontece após meses de tentativas para se obter condições de trabalhar em segurança", afirmou.

INVESTIMENTOS
O comandante da PM/RN, informou que a partir de segunda-feira 52 novos veículos estarão disponíveis para que os policiais dêem continuidade ao patrulhamento e em segurança. Em duas semanas, mais 100 carros serão disponibilizados por uma locadora. "A reivindicação que fizeram foi sobre as viaturas não possuírem boas condições de conservação. Isso está sendo resolvido", pontuou.

Coronel Araújo acrescentou que a aquisição de coletes e armamento também está em vias de solução. "Já foi autorizada a compra de 1.100 coletes para a tropa. A licitação já foi aberta".

O convênio entre governos potiguar e paulista para concessão de 13 mil pistolas também foi salientado pelo gestor como mais uma iniciativa para atender a algumas das reivindicações dos colegas de farda. "Cada policial terá sua própria pistola", arrematou.

CRIME
O comandante da PM/RN esclareceu que a negativa do agente de segurança em desempenhar suas atividades se constitui em infração contra o Regulamento Disciplinar da Polícia Militar e, dependendo do procedimento adotado, até crime previsto no Código Penal Militar. No primeiro caso, o policial responde administrativamente ao ato, desde uma repreensão até a exclusão da corporação. No âmbito criminal, caso seja condenado pela auditoria militar, é sentenciado a um período de reclusão em estabelecimento próprios para policiais militares.


TRIBUNA DO NORTE
blog do Cabo Heronides

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Policiais e Bombeiros do Piauí cruzam os braços, por diginidade e melhores condições de trabalho

 Policiais Militares e os Bombeiros em Parnaíba vão cruzar os braços a partir das 20h desta quarta-feira (10) como adesão ao movimento “Polícia Legal e Tolerância Zero”. Desta forma a categoria só vai agir dentro dos limites legais.

Segundo o cabo Agnaldo José de Oliveira, presidente Associação Beneficente dos Cabos e Soldados (ABECS), a exigência é de isonomia salarial entre a Polícia Militar e a Civil e melhor estrutura de trabalho.

O policial só vai dirigir uma viatura se tiver habilitação; caso uma pessoa seja presa a condução só será feita em viatura que tenha cela. Em ocorrência que envolva tiroteio, os policias só vão se tiverem colete.

Se ao profissional for determinado que haja ilegalmente, este deve solicitar por escrito ao seu superior. Enquanto a execução do serviço estiver na legalidade, deve continuar de forma restrita obedecendo ao código penal. A categoria de policiais e bombeiros militares está sendo mobilizada para que as ações sejam somente em cumprimento a legislação penal, ou seja, tolerância zero.

Fontes: PORTAL COSTA NORTE/ABCS PM/BM