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sábado, 20 de abril de 2013

Maldição da PEC 300 ataca Vacarezza...

Assessora de deputado pediu avião de acusado 
Auxiliar queria aeronave para Vaccarezza 'viajar pelo interior', diz relatório de operação 

FAUSTO MACEDO, FERNANDO GALLO - O Estado de S.Paulo
Documento do Ministério Público estadual afirma que a assessora do deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) Denise Cavalcanti pediu ao empreiteiro Olívio Scamatti que providenciasse um avião para o petista "viajar pelo interior de São Paulo". Scamatti está preso sob acusação de chefiar uma quadrilha que fraudava licitações municipais com verbas de emendas parlamentares. O ex-líder do governo Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados confirma que viajou em um avião providenciado pela auxiliar, mas diz não ter certeza se ele era mesmo do empreiteiro.


Datado de 5 de março de 2012, o relatório consta dos autos da Operação Fratelli, desencadeada dia 9 passado pela Polícia Federal e Ministério Público. O procurador de Justiça Luiz Otávio Roque subscreve a peça de 35 páginas que foi endereçada na época ao Tribunal de Justiça.

A citação a Vaccarezza está na página 30. O procurador transcreve trecho de uma interceptação telefônica de 15 de julho de 2010. "Denise, de Brasília, liga para Olívio e pergunta se ele pode emprestar o avião para o Vaccarezza viajar no dia seguinte pelo interior de São Paulo."

O procurador também destaca outro grampo, de 17 de maio de 2010. "Denise, chefe de gabinete parlamentar, conversa com Olívio sobre aterro em Olímpia, afirmando que ele (provavelmente o deputado para o qual ela trabalha) tem o recurso e quer que eles indiquem alguém, perguntando se Olívio topa."

A assessora foi exonerada do gabinete do petista após a eleição de 2010. O deputado diz tê-la demitido e nega relação com os episódios envolvendo Scamatti, dos quais diz não ter conhecimento. Ele afirma que fez uma reestruturação em seu gabinete.

Denise foi nomeada para trabalhar no serviço funerário da cidade de São Paulo em 11 de janeiro como assessora de informática. Funcionários disseram que sua exoneração foi pedida nesta semana, após as revelações dos grampos em que esteve envolvida. No Diário Oficial, contudo, até agora nada foi publicado.

O procurador transcreve uma sucessão de 38 grampos telefônicos - captados entre 2008 e 2010 -, dos quais 23 citam prefeitos e ex-prefeitos e 15 mencionam deputados federais, senadores e ministros. "Colhemos dados indicativos de provas substanciais colhidas principalmente com base nas interceptações telefônicas empreendidas, demonstrativas de delitos praticados por diversos prefeitos da região noroeste do Estado", diz Otávio Roque, amparado em procedimento autorizado judicialmente.

O procurador informa que foram selecionadas "algumas provas indicativas do envolvimento de prefeitos em possíveis ilicitudes, ressaltando que se trata de apenas parte do conjunto probatório existente". Ele sustenta que os áudios representam "indicação direta dos indícios de ciência dos chefes dos poderes executivos municipais a respeito de possíveis fraudes licitatórias".

"É certo que a investigação indicou a existência de indícios de que os esquemas fraudulentos investigados contariam com eventuais liberações ilícitas de verbas publicas parlamentares e ministeriais", anota.

Contatos. Ao transcrever resumidamente áudios captados pela investigação, o procurador elenca o que chama de "rol indicativo dos elementos de provas apurados nestes autos referentes a deputados, senadores e ministros de Estado". Os contatos dessas autoridades, diz o procurador, são "mantidos com os empresários investigados, principalmente com Olívio".

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,assessora--de-deputado-pediu-aviao-de-acusado-,1023265,0.htm

Mais um petista enrolado !!! Assessora Denise Cavalcanti do deputado Candido Vaccarezza pediu avião emprestado ao empreiteiro Olívio Scamatti que providenciasse um avião para o petista "viajar pelo interior de São Paulo". Scamatti está preso sob acusação de chefiar uma quadrilha que fraudava licitações municipais com verbas de emendas parlamentares




Todo petista é inocente, não sabia de nada, e etc., sempre a mesma ladainha.

Palavras chaves: assessora, Denise Cavalcanti, depuatdo, PT, petista, Candido Vacarezza, avião, empresário, preso.

Blog do Ricardo Gama


sexta-feira, 18 de maio de 2012

Maldição da PEC 300: Vacarezza é flagrado enviando mensagem de apoio ao governador do Rio



Inimigo nº 1 da PEC 300 é pego no flagra

A reportagem do SBT flagrou, durante a CPI do Cachoeira, nesta quinta-feira (17), o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), inimigo nº 1 da PEC 300, enviando uma mensagem de texto pelo celular para o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Na mensagem, Vaccarezza tranquiliza Cabral: "A relação com o PMDB vai azedar na CPI. Mas não se preocupe, você é dos nossos e nós somos dos teu [sic]".

Fonte: Blog Capitão Assumção

terça-feira, 13 de março de 2012

Maldição da PEC 300: Dilma destitui Vaccarezza da liderança do governo na Câmara


 Isabel Braga Cristiane Jungblut - O Globo
Dilma comunicou a decisão ao líder nesta manhã desta terça-feira (13) - DivulgaçãoBRASÍLIA – O petista Cândido Vaccarezza (SP) foi destituído do cargo. Ele foi comunicado pessoalmente na manhã desta terça-feira pela presidente Dilma Rousseff sobre a mudança na liderança do governo na Câmara.

Ela só me disse que não sou mais eu. Mas não me disse quem será o novo líder - disse Vaccarezza.

Ele teve uma conversa com a presidente às 9h, e mesmo demitido fez questão de participar da sessão do Congresso em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Vaccarezza ficou sentado ao lado do senador Romero Jucá (PMDB-RR), que sai também da liderança do governo no Senado. O petista deixou a sessão para dar uma coletiva ainda quando a presidente Dilma discursava.

Fonte: extra/globo 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Um dos grandes responsáveis por tudo isso: Vacarezza, inimigo Nr 1 da PEC 300

Articulação nacional

Já o governador Jaques Wagner afirma que a greve da PM na Bahia não passa de uma articulação nacional dos policiais pela aprovação da PEC 300. O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse ser contra a manifestação de setores armados e descartou a possibilidade de votação da PEC em meio a greves de policiais. "A base do funcionamento de um comando militar é a hierarquia e homens armados não podem fazer manifestações armadas. Eu sou solidário ao povo da Bahia. Acho que esse tipo de evento não tem sentido em uma democracia e não queremos discutir alternativas políticas para uma situação dessa. Não tem nada a ver a discussão da PEC 300 e de segurança com o que está ocorrendo na Bahia".

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A maldição da PEC 300 volta atacar: MP pede ao TSE cassação de Vacarezza


COMPANHEIROS DO BRASIL DEUS REALMENTE EXISTE ,OLHA A MALDIÇÃO DA PEC

300 ATACANDO DE NOVO EM BRASÍLIA COMO DIZ O SALMO 91 MIL CAIRÃO AO SEU
LADO E DEZ MIL A SUA DIREITA E TU NÃO SERÁS ATINGIDO, E COM FÉ EM DEUS
TODOS ELES VÃO CAIR UM Á UM SGT WAGNER COORDENADOR DE COMUNICAÇÃO DA
PEC 300 DO ESTADO DE SÃO PAULO.





MP pede ao TSE cassação do líder do governo na Câmara Cândido Vaccarezza é acusado de arrecadação ilícita durante a campanha de 2010.


O Ministério Público Eleitoral em São Paulo (MPE-SP) interpôs na  sexta-feira (4) recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo a 
cassação do deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP) por suposta 
arrecadação ilícita durante a campanha eleitoral de 2010.



O petista, que é também líder do governo federal na Câmara dos 
Deputados, teria recebido R$ 350 mil advindos de uma concessionária de 
serviço público e de uma entidade de classe. O MPE-SP lembra no 
recurso que a Lei das Eleições, nº 9.504/1997, veda doações 
provenientes dessas fontes e prevê como penalidade máxima a cassação  
o mandato.



O deputado federal teria recebido recursos da UTC Engenharia S/A no 
valor de R$ 200 mil, e da Associação da Indústria Farmacêutica de 
Pesquisas (Interfarma), no valor de R$ 150 mil. O Tribunal Regional 
Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) decidiu em favor do parlamentar 
petista após concluir que a Associação da Indústria Farmacêutica de 
Pesquisas (Interfarma) não recebe recursos públicos e tem patrimônio 
particular.



A Justiça Eleitoral de São Paulo também considerou que a UTC 
engenharia S/A não é concessionária ou permissionária de serviço 
público, o que possibilita que as duas empresas doem recursos à 
campanha eleitoral do parlamentar petista.



No recurso, o MPE-SP argumenta, contudo, que a Associação da Indústria 
Farmacêutica de Pesquisas (Interfarma) reúne características de 
entidade de classe, um vez que representa entidades associadas perante 
quaisquer entidades públicas ou privadas, além de atuar junto às 
autoridades competentes na certificação de produtos farmacêuticos. O 
MPE-SP lembra ainda que o Supremo Tribunal Federal (STF) já se 
manifestou sobre o tema ao considerar que uma entidade de classe é 
aquela que congrega associações regionais. "A fim de perseguirem, em 
todo o País, o mesmo objetivo institucional de defesa dos interesses 
de uma determinada classe", destaca.



O MPE-SP alega ainda que, no caso da UTC Engenharia S/A, a empresa é 
uma concessionária de serviço público ao atuar na exploração de 
petróleo e gás natural. "Uma atividade de titularidade exclusiva da 
União, a qual somente pode ser delegada mediante concessão ou 
permissão", ressalta. O MPE-SP alega ainda que o valor doado ao 
deputado federal pelas duas empresas teve repercussão no contexto da 
campanha, o que teria poder de desequilibrar a eleição. "(Ele) foi 
eleito com expressiva quantidade de votos, o que contribuiu para o 
aumento do quociente do partido e da coligação pelo qual disputava a 
eleição." A relatora do recurso é a ministra do Tribunal Superior 
Eleitoral (TSE), Nancy Andrighi.



fonte: Blog da Folha