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domingo, 26 de abril de 2015

'Venci meus próprios medos', diz vigilante após título de doutor


Doutor em Ciências Sociais pela UFCG, José Itamar trabalha como vigilante na UEPB (Foto: Júlio César/UEPB)
Lavador de carros, engraxate, jardineiro e feirante, quando criança e adolescente. Vigilante durante mais de duas décadas de sua vida. Também professor há quase 20 anos e, agora, doutor em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). José Itamar Sales da Silva, aos 46 anos e várias conquistas, não desiste de sonhar: "Venci meus próprios medos. Achava que universidade era coisa de rico. Agora vou continuar lutando, posso não chegar onde desejo, mas não será por falta de tentativa", ressaltou.


A trajetória de Itamar teve muitos obstáculos, mesmo antes de chegar à profissão que lhe proporcionou a oportunidade de seguir nos estudos. O difícil percurso também conta com a perda do pai e as reprovações nas primeiras tentativas de cursar mestrado e doutorado, este concluído há apenas um mês. Continue lendo no G1

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

PERICULOSIDADE: REGULAMENTAÇÃO AVANÇA P/ VIGILANTES (PMs usam colete para "enfeitar"...)


PERICULOSIDADE: REGULAMENTAÇÃO AVANÇA E ANIMA A CATEGORIA 

Após quatro rodadas intensas de discussão sobre o texto que regulamenta o adicional de periculosidade de 30% para os vigilantes, a categoria mais uma vez saiu vencedora do Grupo Tripartite de Trabalho (GTT). 

Com a aprovação da redação final da Lei 12.740/2012, realizada na última terça-feira (15), o texto segue agora para a Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP), com reunião ordinária marcada para os dias 27 e 28 de novembro, em Brasília. 

Nestas datas, o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, já poderá assinar o texto juntamente com a portaria, publicando posteriormente no Diário Oficial da União, tornando o texto legal.

Na última reunião do GTT, ficou estabelecida a redação final da Norma Regulamentadora nº 16 e a obrigatoriedade de cumprimento por parte de todas as empresas. 

Para o presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes e coordenador da bancada dos trabalhadores, José Boaventura Santos, “além da importância sob o aspecto financeiro, conquistamos também o reconhecimento sobre o risco do trabalho e a valorização da profissão”, afirma. 

“Mesmo que o patronato tenha tentado virar o jogo nos minutos finais, conseguimos grandes vitórias: 100% dos trabalhadores receberão o adicional de 30%; não será necessário o laudo e não haverá parcelamento do benefício como os patrões queriam”, conclui Boaventura, com sentimento de dever cumprido, por ter efetivado o desejo da categoria. 

O deputado distrital e secretário de Assuntos Parlamentares e de Classe da CNTV, Chico Vigilante, destaca: “lutamos há mais de 20 anos para que os vigilantes brasileiros sejam contemplados com esse benefício”. Chico Vigilante declara que a união da categoria fez a diferença para atingirem o objetivo maior. “Tenho orgulho de ter participado ativamente desses 20 anos de batalha”, confessa. 

Presente nas rodadas de negociação do GTT, o secretário de Imprensa da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Ademir Wiederkehr, disse que “essa regulamentação consolida a conquista histórica dos vigilantes, uma vez que é fruto da mobilização dos trabalhadores, que garantiram a aprovação da lei e agora continuam lutando pela regulamentação”. 

Para ele, “é importante que a categoria permaneça organizada e mobilizada para avançar ainda mais na conquista das reivindicações da classe”.

Fonte: CNTV-PS.
Após quatro rodadas intensas de discussão sobre o texto que regulamenta o adicional de periculosidade de 30% para os vigilantes, a categoria mais uma vez saiu vencedora do Grupo Tripartite de Trabalho (GTT).
Com a aprovação da redação final da Lei 12.740/2012, realizada na última terça-feira (15), o texto segue agora para a Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP), com reunião ordinária marcada para os dias 27 e 28 de novembro, em Brasília.
Nestas datas, o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, já poderá assinar o texto juntamente com a portaria, publicando posteriormente no Diário Oficial da União, tornando o texto legal.
Na última reunião do GTT, ficou estabelecida a redação final da Norma Regulamentadora nº 16 e a obrigatoriedade de cumprimento por parte de todas as empresas.
Para o presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes e coordenador da bancada dos trabalhadores, José Boaventura Santos, “além da importância sob o aspecto financeiro, conquistamos também o reconhecimento sobre o risco do trabalho e a valorização da profissão”, afirma.
“Mesmo que o patronato tenha tentado virar o jogo nos minutos finais, conseguimos grandes vitórias: 100% dos trabalhadores receberão o adicional de 30%; não será necessário o laudo e não haverá parcelamento do benefício como os patrões queriam”, conclui Boaventura, com sentimento de dever cumprido, por ter efetivado o desejo da categoria.
O deputado distrital e secretário de Assuntos Parlamentares e de Classe da CNTV, Chico Vigilante, destaca: “lutamos há mais de 20 anos para que os vigilantes brasileiros sejam contemplados com esse benefício”. Chico Vigilante declara que a união da categoria fez a diferença para atingirem o objetivo maior. “Tenho orgulho de ter participado ativamente desses 20 anos de batalha”, confessa.
Presente nas rodadas de negociação do GTT, o secretário de Imprensa da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Ademir Wiederkehr, disse que “essa regulamentação consolida a conquista histórica dos vigilantes, uma vez que é fruto da mobilização dos trabalhadores, que garantiram a aprovação da lei e agora continuam lutando pela regulamentação”.
Para ele, “é importante que a categoria permaneça organizada e mobilizada para avançar ainda mais na conquista das reivindicações da classe”.
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