Seguidores

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Carta despedida de Leandro Montandon, ex-militar que pediu baixa no 32°BPM Uberlândia - MG


Olá nobres amigas, amigos e colegas.

Penso nestas palavras a muito tempo, elaborei mentalmente diversos modelos desta despedida, refiz falas, já pensei em deixar relatos dos momentos ruins que vivi na esperança de poder de alguma forma evitar que outros também os vivam, já desisti de escrever qualquer coisa, e por fim, aqui estou agora iniciando este texto.
Dia 19/01/2015 será um dia que marcará eternamente minha vida. Foi o dia no qual tomei a iniciativa e procurar a P1 e fazer os procedimentos necessários ao meu pedido de baixa da PMMG.  Vocês, na ativa, não podem calcular o que representa caminhar pelo corredor do 32º BPM às vésperas de completar 7 anos como policial militar, todos vividos nas atividades da 171ª Cia PM, em direção ao ponto final de minha carreira militar.
Sempre fui um militar enquadrado, nunca fui comunicado disciplinarmente, estive até a derradeira data no conceito A. Trabalhei no operacional, no dia, na madrugada, na rodoviária, na intendência, na recepção, em apoio a outros órgãos, e por fim na Patrulha Solidária. Curiosamente esta última atividade a que mais formou uma imagem pública de minha atuação. Para alguns um desperdício de recurso humano, para outros uma atividade que representa a própria imagem que a PMMG deseja para si no futuro, solidária, próxima a população, carismática e diferente da imagem dura e antipática de um militar tradicional.
Vi com meu próprios olhos a dificuldade de se oferecer segurança pública, vivi também na pele a angústia do não reconhecimento da importância do policial, vi inúmeras vezes o quanto o serviço policial é importante para a promoção da paz e do bem social, mas vi também o quanto em muitos casos o militar se torna a fonte de inúmeros problemas.
Parto neste momento com um desejo profundo de iniciar uma nova vida, com novas perspectivas, provavelmente agora com um salário menor, mas com a esperança de mais vida. Com a garantia de meus finais de semana, de meus feriados, de meus horários e de mais paz.
Acredito que tudo em nossa vida tem um propósito. Cada situação, cada pessoa, cada benção e cada problema que vivemos carrega em si uma razão e um objetivo para ser vivido. Eu particularmente vivi nestes meus tempos finais como policial momentos muito difíceis  na corporação. Fui chamado de “chapeleiro”, fui citado em relatórios e sindicâncias, fui indicado para possíveis transferências de região, de Cia, trabalhei em escalas estranhas, tive colegas cumprindo ordens de visita na escola em que trabalho para levantamento de informações, enfim, fui o alvo da vez.
Ser o alvo da vez me ensinou muito e nesta despedida espero poder deixar algumas reflexões que possam servir de registros históricos de problemas que podem ser evitados e podem tornar a PMMG uma instituição melhor para aqueles que nela trabalham. A primeira delas direcionadas a todo militar que ocupar uma posição de comando. Saiba: você influencia a vida daqueles sob seu comando.
Pode parecer óbvio mas tenho certeza em dizer que muito poucos consideram a influencia que suas ações podem ter na vida do outro, subordinado. Ser um policial militar não significa viver um sacerdócio, um sacrifício de vida, ser policial é tão somente um trabalho e isso precisa ser bem entendido. Uma pessoa pode ser um policial militar em seu trabalho o que não exclui a chance de ser marido, mulher, filho, filha, pai, mãe, irmão, irmã, amigo, amiga, vizinho, vizinha, fiel, ateu, entre tantos outros que podemos ser nas mais diversas situações de nossa vida.
Alguns chefes não entendem que o que devem esperar de seu subordinado é simplesmente o seu trabalho e acabam por exigirem sua vida. Já vi quem ameaçasse transferência para aquele que não desejasse participar de festa da cia, vi mudanças de horário de trabalho excessivas, vi chuvas de procedimentos direcionados a militares específicos e eu - dizem - quase parei em outra REGIÃO por ter, inicialmente, ficado doente e licenciado das atividades policiais.
Não exijam de seus subordinados mais que o trabalho, suspeitem daqueles que lhes dão mais do que seu trabalho pois terão nesta pessoa alguém com sérios problemas em sua vida pessoal. E temos tantos colegas assim. Se não há espaço para uma vida pessoal com qualidade não é de se admirar que tantos surtem, suicidem, adoeçam ou cometam desvios em algum momento. Os chefes que ignoram estes sinais de problemas vindouros são cúmplices destes problemas quando ocorrerem, reconheçam.
Adoeci, fui recomendado a não realizar esforço físico, me licenciei na PM tendo comparecido a escola no mesmo dia. Fui por isso questionado de tantas formas que confesso, tive dificuldades de argumentar. São tão óbvias as diferenças da natureza que cada atividade profissional possui e foram tão descabidas todas as consequências que tal licença gerou que ainda estou por entender tudo o que houve. E o mais curioso disso tudo, em pleno Yom Kippur. Em algumas tradições filosófico-religiosas o Yom Kippur, também chamado de Dia do Perdão, representa uma importante data sagrada e comemorativa. Curiosamente nesta data deram-se início todos os procedimentos que culminaram na minha decisão final de não integrar mais as fileiras desta corporação.
Tive um bom tempo de afastamento no qual pude me dedicar a atividades mais revigorantes, refleti muito e percebi que não posso colocar preço em minha dignidade, não posso vendê-la por salário. Obviamente nem todo chefe é problemático mas é certo que é considerado normal no ambiente militar que qualquer um tenha que “engolir sapos” periodicamente. Não me surpreende que as pesquisas apontem tamanha insatisfação pelo militarismo e tantos, especialmente em meio a tropa, são favoráveis a seu fim. Cada chefe incapaz de realizar uma mínima gestão de pessoas tem uma parcela considerável de responsabilidade no fim, cada dia mais possível, deste modelo de polícia militar ainda vivo.
Parto reconhecendo a possibilidade de um prejuízo financeiro mas com a certeza de que não me rendi ao autoritarismo despropositado. Saio com a cabeça erguida por saber que fiz o melhor enquanto pude e na torcida para que os colegas que ficam não sejam as próximas vítimas das intempéries emocionais de um chefe qualquer. Aprendi muito na instituição, especialmente que somos responsáveis por oferecer um tratamento digno e respeitoso, inclusive e principalmente a nós mesmos.
Aos amigos que deixo, meus sinceros votos de sucesso e felicidade. Torço para que sejam prósperos e que tenham seus caminhos livres de injustiças e perseguições. Me perdoem por partir sem despedir-me pessoalmente mas preferi a discrição na busca de uma tranquilidade maior no executar de meu pedido de baixa. Obrigado por tudo que me ensinaram e continuem honrando o modo como os vejo, heróis.
Aos demais outros... repensem seus papeis no mundo, na PM e na vida de todos em seu entorno. Semear discórdias, intolerâncias e ignorâncias não podem gerar frutos positivos. A solidão e o descrédito, é o mínimo que colherão. Triste este fim, e pode ser evitado.
Fiquem com Deus meus irmãos.
Um grande abraço a todos.
Saudações!
Comento: Um amigo pediu baixa da PMMG. Leandro Montandon era lotado em Uberlândia-MG, e tive a honra e o privilégio de trabalhar com ele. Formado em Ciências Sociais, atividade que também exerce nas horas de "descanso", tenho a certeza de que este cidadão tomou a decisão certa, apesar de ter ficado nas fileiras da PMMG por sete anos. Que deus lhe abençoe e lhe dê sabedoria nas próximas missões que virão, pois sei do seu potencial e da capacidade que terás de transpor os obstáculos que por ventura apareçam. Vc foi um GRAANNNDE parceiro!!! Segue abaixo a carta escrita pelo próprio Ex-Sd Montandon, e que nos serve de reflexão...Agora amigo...bata asas...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Dilma anunciou redução na conta de luz e descarta qualquer possibilidade de racionamento

Publicado em 23 de jan de 2013 https://www.youtube.com/watch?v=kNmJxnsAGG0
PRONUNCIAMENTOS - 23.01.13: A presidenta Dilma Rousseff afirmou na noite desta quarta-feira (23), em pronunciamento à nação, que, a partir desta quinta-feira (24), passará a vigorar a redução de 18% na tarifa de energia para os consumidores residenciais. Para o comércio e a indústria, a diminuição será de até 32%. O corte é ainda maior do que o anunciado pela presidenta em setembro de 2012: 16,2% para residências e até 28% para a indústria. Dilma também disse que o Brasil tem energia suficiente para o presente e para o futuro, "sem nenhum risco de racionamento ou qualquer tipo de estrangulamento, no curto, médio ou no longo prazo".

Comento: Como vocês viram, Dilma exercendo sua vidência, previu que o Brasil "não corria risco de racionamento ou qualquer tipo de estrangulamento", além de anunciar a redução na conta de energia elétrica. Puro blefe, pois, além de não reduzir a conta, ao contrário, ela aumentará os valores em até 40%.

Mas, o pior está por vir. Como todos que acompanham jornal sabem, o racionamento está por ser anunciado, é questão de tempo, justamente pela falta de água, redução na geração de energia. Agora imaginem um país tropical sem água? Como as indústrias de refrigerantes ou bebidas vão resistir a falta da matéria prima: água? Sem falar nos outros ramos de indústria; o que vai gerar um desemprego em proporções imprevisíveis. E agora PT, o partido que faz tudo, será que vão criar uma máquina que fabrica água? Não duvidem, desse pessoal podemos esperar tudo...eles se acham meio Midas, onde tocam vira ouro...o problema é que depois disso o ouro some...

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

"Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão"

Mateus 24

1 Jesus saiu do templo e, enquanto caminhava, seus discípulos aproximaram-se dele para lhe mostrar as construções do templo.
2 "Vocês estão vendo tudo isto?", perguntou ele. "Eu garanto que não ficará aqui pedra sobre pedra; serão todas derrubadas".
3 Tendo Jesus se assentado no monte das Oliveiras, os discípulos dirigiram-se a ele em particular e disseram: "Dize-nos, quando acontecerão essas coisas? E qual será o sinal da tua vinda e do fim dos tempos?"
4 Jesus respondeu: "Cuidado, que ninguém os engane.
5 Pois muitos virão em meu nome, dizendo: 'Eu sou o Cristo!' e enganarão a muitos.
6 Vocês ouvirão falar de guerras e rumores de guerras, mas não tenham medo. É necessário que tais coisas aconteçam, mas ainda não é o fim.
7 Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá fomes e terremotos em vários lugares.
8 Tudo isso será o início das dores.
9 "Então eles os entregarão para serem perseguidos e condenados à morte, e vocês serão odiados por todas as nações por minha causa.
10 Naquele tempo, muitos ficarão escandalizados, trairão e odiarão uns aos outros,
11 e numerosos falsos profetas surgirão e enganarão a muitos.
12 Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará,
13 mas aquele que perseverar até o fim será salvo.
14 E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim.
15 "Assim, quando vocês virem 'o sacrilégio terrível', do qual falou o profeta Daniel, no Lugar Santo - quem lê, entenda -
16 então, os que estiverem na Judeia fujam para os montes.
17 Quem estiver no telhado de sua casa não desça para tirar dela coisa alguma.
18 Quem estiver no campo não volte para pegar seu manto.
19 Como serão terríveis aqueles dias para as grávidas e para as que estiverem amamentando!
20 Orem para que a fuga de vocês não aconteça no inverno nem no sábado.
21 Porque haverá então grande tribulação, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá.
22 Se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém sobreviveria; mas, por causa dos eleitos, aqueles dias serão abreviados.
23 Se, então, alguém disser: 'Vejam, aqui está o Cristo!' ou: 'Ali está ele!', não acreditem.
24 Pois aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão grandes sinais e maravilhas para, se possível, enganar até os eleitos.
25 Vejam que eu os avisei antecipadamente.
26 "Assim, se alguém disser: 'Ele está lá, no deserto!', não saiam; ou: 'Ali está ele, dentro da casa!', não acreditem.
27 Porque assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra no Ocidente, assim será a vinda do Filho do homem.
28 Onde houver um cadáver, aí se ajuntarão os abutres.
29 "Imediatamente após a tribulação daqueles dias
" 'o sol escurecerá,
e a lua não dará a sua luz;
as estrelas cairão do céu,
e os poderes celestes
serão abalados'.

30 "Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as nações da terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo nas nuvens do céu com poder e grande glória.
31 E ele enviará os seus anjos com grande som de trombeta, e estes reunirão os seus eleitos dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus.
32 "Aprendam a lição da figueira: quando seus ramos se renovam e suas folhas começam a brotar, vocês sabem que o verão está próximo.
33 Assim também, quando virem todas estas coisas, saibam que ele está próximo, às portas.
34 Eu asseguro a vocês que não passará esta geração até que todas estas coisas aconteçam.
35 Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

"Soldado da Polícia Civil" é morto ao chegar em casa (existe soldado na Polícia Civil?)

 Qual a credibilidade que um jornalista desses tem de criticar algum assunto relacionado a segurança pública? O sujeito não sabe a diferença entre Polícia Civil e Polícia Militar...Qual a credibilidade de suas notícias? Não existe general ou delegado na PM e nem coronel ou capitão na Polícia Civil. Que balaio de gato hein?!

"Brasília está quase morta socialmente" por Arnaldo Jabor

Pfem grávida reage a tentativa de roubo e mata marginal


Nesta manhã, uma policial militar transitava de moto com seu marido pela Avendia Jacu Pêssego, próximo da saída para a Rodovia Ayrton Senna, quando foram surpreendidos por dois marginais armados que anunciaram a tentativa de roubo.
Aproveitando que os marginais revistavam o seu esposo a procura de arma ou funcional identificando-o como policial, a mesma reagiu e baleou os marginais, de modo que, um deles entrou em óbito no próprio local dos fatos.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

7 fatores tão (ou mais) importantes quanto o salário para os policiais

Clique e leia no blog Abordagem Policial

Brasil de paradoxos e mortes sem pena

  *Marcelo Anastácio


  Foi peculiar a comoção os últimos dias vividos pelos brasileiros quando começou a ser veiculada a notícia de um brasileiro seria executado a pena máxima na Indonésia, por ter sido preso em flagrante no tráfico internacional de drogas. O país se dividiu entre os que torceram contra e a a favor. A mídia sempre passional também deu tanta ênfase ao caso, como se quisesse quase santificar algo profano. Alguns canais televisivos fizeram a cobertura quase como se o traficante brasileiro fosse alguém que não sabia o que estava fazendo ou que não tinha noção dos riscos que corria; o que não era verdade. Muitos falaram em direitos humanos, a presidente da república esperneou, fez o seu teatrinho diplomático, como se ela nunca tivesse matado alguém, (aliás, matou inocentes). Vimos de tudo, absurdo!! Dantesco! 

  Na semana anterior tivemos o caso de dois irmãos brasileiros que estariam desaparecidos no México, que depois foi confirmada a morte de um e o outro apareceu pedindo ajuda para voltar para casa, além é claro, de também ajudar a esclarecer o que acontecera ao irmão encontrado morto. Em entrevista ao programa Fantástico (Clique aqui e assista a matéria no G1), Fernando Luís da Silva, o irmão sobrevivente, afirma que "a droga tirou a pessoa que eu mais amava". 

  Quase ao mesmo tempo vimos um brasileiro ser executado por tráfico, enquanto outro era vítima de traficantes noutro canto do mundo. Vimos o governo usar a pena de morte sob a falácia dos direitos humanos, mesmo que esses direitos sejam demasiadamente desumanos para as famílias daqueles que tiveram seus filhos consumidos pelo vício das drogas, pelas dívidas de drogas, pelas mortes dos traficantes ávidos na manutenção do seu capitalismo oriundo das drogas ilícitas.

   O que deveria ser discutido não é a vida de alguém que sabendo ler, instruído e traficante contumaz, assumiu o risco da própria vida em nome do "jeitinho" brasileiro, num país que propaga a pena de morte aos traficantes. Ele, com certeza sabia do risco que correu, e mesmo assim, desrespeitou a cultura da Indonésia. Por outro lado o governo brasileiro, em nome da politicagem, entrou na onda e tentou desgastar a soberania daquele país, como se pudesse fazer concessões pelas mortes que os mesmos traficantes causam aos usuários. Isso ninguém discute, assim como as nossas fronteiras desguarnecidas, o tráfico nas favelas e cidades brasileiras matando infinitamente mais do que o governo Indonésio. O próprio governo brasileiro com a sua inércia acaba endossando as mortes de milhares de brasileiros, sejam por leis ultrapassadas, por um sistema penal que não recupera e nem ressocializa, por uma educação de péssima qualidade, por um sistema que privilegia o jeitinho, a impunidade, tendo como grande exemplo a ser seguido a corrupção envolvendo empresas e contratos públicos como no caso recente da Petrobras.

  Por outro lado o brasileiro sobrevivente de uma overdose no México; quase endossando a atitude da Indonésia, quando fez o apelo aos pais que cuidem dos seus filhos contra a investida dos traficantes. 

    Muitos discutem a pena de morte no Brasil, vedada pela Constituição de 1.988, mas, que na prática não é oficial mas, está oficiosamente entranhada na cultura brasileira, e, e aceita na surdina pelo povo. Afinal qual é a taxa e elucidação de homicídio, especialmente daqueles que envolvem o tráfico de drogas? Muitos se queixam da polícia violenta, mas, quem nunca ouviu uma vítima de furto a residência, roubo ou qualquer outro crime menor dizer: -"tinha era que matar essas pragas?"- E quantos policiais são assassinatos no Brasil? Uma das maiores estatísticas no mundo? Sem falar nas mortes no trânsito nosso de cada dia. Ou seja, nossa pena de morte não é oficial como na Indonésia, com direito a justiça, contraditório etc e tal. Nossa pena de morte é muito pior, é oficiosa e sumária; e acontece todos os dias nas vielas ou esquinas mais luxuosas deste país paradoxal.
  

sábado, 17 de janeiro de 2015

Papa anuncia Terceira Guerra Mundial em conta de Twitter hackeada

image
As contas do Twitter da agência de notícias UPI e do jornal New York Post foram hackeadas nesta sexta pela manhã, relata o siteMashable.
No Post, foram veiculadas informações de conflitos navais entre China e Estados Unidos.
Na UPI, o papa Francisco apareceu anunciando o início da Terceira Guerra Mundial.

Brasil sempre se curva aos Estados Unidos...



   Sempre é mais fácil culpar o defunto que não fala e não poderá se defender. Como imaginar que a fabricante seria culpada, que teria a marca da empresa exposta ao erro? Quantos milhões de dólares essa empresa teria? Então é mais fácil culpar o piloto, quando todos sabem que o próprio Eduardo Campos, há cerca de um mês antes de sofrer o acidente; chegou atrasado num dos encontros e disse que o motivo foi um "problema no avião, conforme pode ser visto no vídeo acima. 

  Então tirem as suas conclusões...abaixo um link, com a condenação aos pilotos americanos que causaram uma tragédia matando centenas de passageiros ao colocar no piloto automático a aeronave que deveriam pilotar, co, isso provocaram o acidente (Relembre).

MG: Policial civil reage e mata assaltante em Contagem


Do R7
Um policial civil reagiu a uma tentativa de assalto nesta sexta-feira (16) em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. O suspeito foi baleado e não resistiu aos ferimentos.
Segundo a polícia, o inspetor estava no horário de almoço e foi até uma oficina no bairro Riacho das Pedras para buscar um carro. Ele foi abordado por três criminosos, dois deles armados.
Os assaltantes pegaram uma correntinha de ouro e tentaram revistar o policial, que reagiu. Um dos bandidos foi atingido duas vezes. Os outros dois conseguiram fugir.
Um deles foi detido próximo ao local. O terceiro continua foragido. O inspetor foi preso e liberado após prestar depoimento.

Brasil (democracia do crime) mata mais traficantes do que a Indonésia e todos os dias...


            "O problema do esperto é achar que todos são otários" já dizia a minha avó. Sujeito quer levar a vida criminosa e de levar vantagens pelo mundo inteiro, achando que todo o resto é ingênuo e aí dá no que deu. 


         É lamentável que um conterrâneo morra de maneira tão precoce, num país tão distante e sabe-se lá se a família brasileira terá recursos para conseguir fazer o translado do corpo para o Brasil. Apesar que todos sabemos que pobre ele não é, não nasceu na favela, não tinha um sub-emprego, não recebia Bolsa Família.

         Muito se fala em Direitos Humanos e o que os desumanos direitos fazem contra o tráfico de drogas? Todos estão condenando a ação da justiça da Indonésia por executar o brasileiro, mas, e quantos viciados morreram ou morreriam sob o efeito maléfico das drogas que traficantes como o brasileiro vendem? 

         Falar em Direitos Humanos no Brasil, onde os direitos sociais são quase figurativos, onde o trabalhador que ganha salário mínimo tem que sustentar o preso que lhe assaltou e que na condição de preso acaba tendo mais direitos que o trabalhador não tem?!

         No Brasil mata-se sumariamente, todos os dias muito mais traficantes do que na Indonésia, seja pela lentidão da justiça, seja pelo excesso de recursos que incentivam a proliferação do crime, justamente quando a impunidade aumenta, seja pela ausência do Estado que deveria oferecer melhor escola, oportunidade de esporte, lazer, cultura. Daí quando isso não existe, vem o traficante brasileiro e "adota" um "di menor", até que o traficante rival o mate ou a própria polícia nas incursões às favelas o faça. 

        Mas, contra essa matança epidêmica fala-se pouco ou nada...e viva a democracia do crime...

         

JE SUIS BOLSONARO