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domingo, 17 de agosto de 2014

ACIDENTE FATAL COM SARGENTO DE UBERLÂNDIA





 O Sr. 2° Sgt PM Marcos Patrício N. da Silva Reis, MASP 127.471-1, que era lotado na 91ª Cia do 17° BPM e que faleceu junto com a sogra, no caminho de Centralina - MG. 

  Não é porque morreu, era um homem alto astral, de bem com a vida, músico, gente fina e excelente profissional. Nós o perdemos, mas, com certeza o céu está mais feliz! Vá com deus amigo!

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

E agora Marina, vai assumir?



E agora Marina? Qual será a sua postura diante do acaso, do destino, das estrelas? Será que Marina será capaz de influenciar e buscar parte dos votos nulos e brancos, e beliscar votos de Aécio e Dilma? Será que ainda há tempo de Marina crescer nas pesquisas e buscar um segundo turno? 


   Pela experiência arriscaria Marina Silva encabeçando a chapa, tendo como candidato a vice presidente o deputado federal  Roberto Freire do PPS; que aliás, já foi inclusive candidato a presidência da república na campanha de 1989. 

Qualquer outra opção que não seja essa seria inocência política, ao desperdiçar o capital políticos de ambos os possíveis nomes acima.

  Sinceramente, seria muito interessante que o quadro tivesse uma reviravolta, ainda que fosse apenas nas pesquisas, já que politicamente mudaria muito pouco, esse novo "frescor" eleitoral com as eventuais candidaturas de Marina Silva e Roberto Freire. Vamos aguardar... 

COMO ACIONAR O CNJ, Conselho Nacional de Justiça?


Clique e conheça o portal do Conselho Nacional de Justiça

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Motivos para segurança pública não votar na candidata do "país do futuro"

   Não existe candidato perfeito. Até porque sabemos que a perfeição não é humana, e por conseguinte não teremos candidatos perfeitos. Mas, se imaginarmos que nada pode durar eternamente, seja bom ou ruim, e aqui falamos de um governo que passou a sua existência inteira criticando os outros partidos até o dia em que chegou ao poder, fez e faz aquilo tudo que criticava nos outros e continua arrotando com pose de paladino da honestidade, mesmo com as sucessivas denuncias de corrupção em seu governo. Imaginem um partido que se dizia de esquerda, "puro" nas suas concepções e práticas eleitorais, que acusou Sarney, Color, ACM, Paulo Maluf, de serem corruptos e qual não foi a surpresa para que todos esses apoiem o governo "honesto" do PT. Qual a legitimidade que qualquer governo teria, qual a autonomia para fazer as mudanças quando nas entranhas do poder, estão as amarras do atraso, da mentira e corrupção?!

   Se falarmos especificamente da Segurança Pública aí o desastre é maior ainda. A falta das reformas aparecem como um câncer em crescente desenvolvimento; quando vemos o Código Penal vigente, desde 1940, o Código de Processo Penal com excesso de recursos, o que gera a sensação de impunidade, a falta de uma política nacional de segurança, de um fundo nacional de segurança, de um piso nacional para os trabalhadores da segurança. Infelizmente o Brasil é o país do jeitinho e do acaso, onde as coisas acontecem porque foi tema de novela, ou passou na propaganda.

    Deixar o Partido dos Trabalhadores se enraizar no poder, seria o mesmo que deixar as raposas dentro do galinheiro, mesmo sabendo que as galinhas somem a cada dia. Falta saúde, falta segurança, falta vergonha na cara do povo brasileiro que tem que mostrar o lado em que está.

      A opção de votar no senador Aécio Neves não é porque ele é um espetáculo de candidato, tem aliás, mutas ressalvas; contudo manter o projeto de poder da ex-guerrilheira Dilma Rousseff e seus asseclas, significa perpetuar o atraso, a mentira, impunidade e a concepção eterna de que o Brasil "é o país do futuro", quando queremos um país do presente. O discurso do PT é tão cara de pau, que fala sem no menor constrangimento que as mudanças só virão daqui há 30, 40 anos...um conto de fadas na verdade. Se Aécio não fizer "nada", já terá feito muito ao renovar a esperança de um povo sofrido, humilhado e tão judiado nesses últimos anos. E quem sabe as tais reformas na previdência, política, justiça, segurança, educação. Se metade, ao menos duas dessas reformas acontecerem, paralelo ao projeto de bolsa - família, por exemplo, quem sabe não começaremos a ver o país do futuro no presente? Nesse momento votar nulo ou em branco não irá mudar o quadro, e sim, aceitar as coisas como estão: estagnadas, a volta da inflação, crescimento pífio, obras superfaturadas e fraturadas, desabamentos, e escândalos, desvios, promessas...

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