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No Q.A.P é interatividade

quarta-feira, 22 de maio de 2013

São Paulo terá candidato PM ao governo do estado


Deputado Major Olimpio (PDT) fala na Assembleia Legislativa de São PauloEm meio ao aumento nos indicadores de criminalidade no Estado e a críticas à sua gestão no setor de Segurança Pública, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), terá um adversário de farda na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes no próximo ano. Em reunião realizada na manhã dessa segunda-feira (20), o PDT oficializou a pré-candidatura do deputado estadual Major Olímpio e já se articula para ser a terceira via nas eleições governamentais de 2014.
"Faz 20 anos que o PSDB está no poder e nada foi feito para solucionar esses problemas (de segurança). O PT, em âmbito nacional, também não apresentou soluções. Hoje, a insegurança é o que mais aflige o cidadão paulista, e minha candidatura vem ao encontro dos interesses do povo por mais segurança e dignidade", afirmou o major.
Em seu segundo mandato como deputado, Olímpio apoia-se na bandeira de combate à criminalidade para tentar levar seu nome a toda população do Estado. Membro da Comissão de Segurança e da Frente Parlamentar de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, Olímpio Gomes teve 135 mil votos na última eleição e diz acreditar que com alianças "programáticas" e "muito trabalho" poderá alcançar os votos necessários para chegar ao segundo turno das eleições.
O deputado já se coloca como o candidato que vai acabar com a polarização entre PSDB e PT em São Paulo."Diante dessa crise na segurança pública e com a experiência conquistada ao longo de minha vida pública, vou me colocar como uma 3º via para a população do Estado, como o verdadeiro candidato da mudança."
UOL conversou, por telefone, com o deputado estadual e, agora, pré-candidato ao Governo de São Paulo, Major Olímpio.
UOL: Deputado, a candidatura é pra valer?
Major Olímpio: Tudo que me dediquei a fazer na vida foi pra valer, por isso eu garanto que vou até o final. Toda candidatura tem nascimento. Podem até achar que é uma aventura, mas vou demonstrar que tenho viabilidade política e posso ser um bom gestor para o Estado de São Paulo.
UOL: O senhor é conhecido por atuar no campo da Segurança Pública. Essa será sua principal bandeira?
M.O.: O tema central será a segurança, mas não serei um candidato monotemático. Há muitos anos venho estudando, viajando o Estado e tenho feito diagnóstico dos diversos setores de atuação do poder público. Sei que é preciso trabalhar ao lado do funcionalismo público, sei da necessidade de descentralizar o orçamento e as decisões políticas e conheço o que aflige a população paulista, que á falta de segurança.
UOL: Como deixar de ser um candidato apenas das Polícias e ser conhecido por toda população em cerca de um ano e cinco meses?
M.O.: Esse é meu grande desafio. Preciso sair dos cerca de 135 mil votos que possuo e superar os 5 milhões para chegar ao segundo turno. Para alcançar essa meta vou, a partir de hoje, intensificar minhas viagens, meus estudos, minhas conversas com o único objetivo de criar musculatura política e apresentar um plano de gestão compatível com os anseios do povo paulista.
UOL: É uma quantidade enorme de votos, o senhor acho possível alcançar esse objetivo?
M.O.: É uma corrida contra o tempo. Ninguém tem a pedra filosofal para fazer isso, mas vou trabalhar 24 horas por dia para chegar em 2014 sendo conhecido por toda população de São Paulo.
UOL: A segurança pública é hoje um problema para o governo Alckmin  Nesse cenário, o senhor vê esse tema como um trunfo da sua candidatura?
M.O.: Dizer que a insegurança é um trunfo seria errado de minha parte. Esse descaso com a segurança no Estado gerou essa sensação de insegurança que hoje é o que mais aflige nosso povo. Faz 20 anos que o PSDB está no poder e nada fez para solucionar esse problema. Com tudo isso, é claro que vou trazer esse debate como tema principal de minha campanha, mas não focarei só isso. Como disse, não serei um candidato monotemático.
UOL: Como o PDT decidiu pelo lançamento da sua pré-candidatura?
M.O.: O partido realizou na manhã de ontem (20) uma reunião da executiva nacional. Presente ao encontro, o nosso presidente nacional, Carlos Luppi, falou sobre as expectativa de crescimento da sigla e ponderou sobre o fato de São Paulo ser um dos carros chefes para esse crescimento. Dentro desse cenário, de forma unânime, os membros presentes decidiram que minha candidatura seria o caminho para alavancar o crescimento do partido no Estado e uma alternativa esse modelo de gestão que ai está.
UOL: Além da questão partidária, qual o motivo da candidatura?
M.O.: É claro que existe uma polarização na disputa em São Paulo, de um lado PSDB, e do outro, PT. O PSDB está há 20 anos no poder e há um desgaste visível, já o PT tenta alcançar o comando do Estado depois de conseguir a prefeitura. Diante dessa crise na segurança pública e com a experiência conquistada ao longo de minha vida pública, vou me colocar como uma terceira via para a população do Estado.
Fabio Serapião Do UOL

Militar: "O povo brasileiro tem de tomar vergonha na cara e ir às ruas."


Entrevistamos Marcelo Machado, militar brasileiro e Presidente da Associação Nacional dos Militares do Brasil (ANMB).

Prezado Marcelo, como você define "corrupção"?

A corrupção está intrínseca na cultura do Brasil, não só na administração pública, mas em todos os segmentos onde o “negócio” está envolvido. Sempre vêem o “jeitinho” de se dar bem nas comissões ofertadas para escolha de determinado produto em detrimento de outro, mesmo de maior qualidade. Na iniciativa privada este recurso praticamente acabou, estando ainda presente nos “negócios” da administração pública, onde constantemente são denunciados.

Que tipo de modelo estatal tende a acentuar os índices de corrupção?

Na verdade, o modelo pouco interfere na corrupção, já que existem órgãos fiscalizadores e mesmo assim ela é contínua, parece que todos tendem a se corromper. Creio que a opinião pública deva estar sempre bem informada para combater este mal que prejudica os que mais necessitam dos serviços prestados pelo governo. A imprensa seria a fonte de denúncias, mas, ela também está inclusa no sistema corrupto.

A corrupção ocorrente no Brasil é mais agravada que em outros países? Por quê? 

A corrupção é um mal, e, como tal, está presente na natureza humana, em maior ou menor escala. No Brasil atual, ela é fonte de publicações em diversos países, não chegando ao conhecimento do eleitorado brasileiro que fica preso à propaganda do governo em horário gratuito televisivo. Diante disso, respondo que sim, no Brasil é mais grave na medida em que não há o conhecimento, sendo este disseminado somente nas redes sociais, onde, ainda poucos, tem acesso, ou não tem interesse em participar deste conhecimento.

Há soluções para a corrupção? Quais foram aplicadas com sucesso por outros países?

No Brasil, a solução é combater a corrupção, já que está enraizada em diversos setores, inclusive nos detentores do PODER/DEVER de combatê-la com a efetiva fiscalização e punição. Os exemplos italiano (Operação Mãos Limpas) e o chileno (foram tomadas medidas diversas, tais como a redução de 80% no número de cargos comissionados e a implantação de mudanças no sistema de financiamento de campanhas eleitorais), considerados um sucesso no combate à corrupção ao longo da década de 1990. Continue lendo no portal Contra Corrupção

CAVALARIA DA PM MG É INTERDITADO, E ANIMAIS SACRIFICADOS


Sob suspeita de doença em animal, cavalaria da PM é interditada em caráter preventivo
Hoje em Dia
O Regimento de Cavalaria Alferes Tiradentes, da Polícia Militar (RCAT), localizado no bairro Prado, região oeste de BH, foi interditado nesta terça-feira (21) pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). De acordo com a PM, a medida foi necessária após a suspeita de que um animal teria contraído mormo, doença causada por uma bactéria, altamente contagiosa, inclusive para os seres humanos, e sem cura. Agora, será necessário que todos os animais passem por exames.

Conforme relato do batalhão,  o cavalo contaminado participou de uma competição no Espírito Santo. Após retornar a BH, teria passado apenas uma noite com os demais animais. No Estado capixaba, de acordo com o IMA, seis cavalos foram sacrificados após serem infectados pela doença no mês de abril.

Caso o resultado dos exames seja negativo, a interdição será imediatamente suspensa. Se positivo, os animais serão sacrificados.

Medidas

Segundo o comando da PM, os militares da Cavalaria serão transferidos, temporariamente, para o batalhão de eventos. Ainda nesta quarta-feira (22), a PM irá conceder uma entrevista coletiva para esclarecer o caso.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Brasil pode viver o apagão na segurança pública se houver greve nas polícias




     Polícia Civil  e Militar de São Paulo irá às ruas, com marcha inicial no MASP dia 11/06 às 14hs

       União Nacional das Esposas dos Militares das Forças Armadas -UNEMFA
     Sendo assim, a UNEMFA e a ANMB convidam a todos que têm amor à Pátria, à Família, a Deus e à preservação da liberdade, a estar presentes na Vigília da Família Militar dia 11 de junho de 2013 ( Dia da Batalha Naval do Riachuelo ), em Brasília - DF, com concentração às 09:00h na Praça dos Três Poderes, onde lutaremos pelos nossos 28,86%, demais perdas e a PEC-300 dos Militares Estaduais! Essa Vigília não é um ato exclusivo de militares e sim de TODOS os brasileiros: Militares Federais, Estaduais, Ativos e Inativos, parentes, amigos e simpatizantes.

O dia 11 de junho foi escolhido por ser o dia em que se comemora a Batalha do Riachuelo, ocorrida no rio Riachuelo em 1865, um dos afluentes do rio Paraná. A batalha é um dos episódios da Guerra do Paraguai, o mais mortífero e violento conflito entre países do continente sul-americano.

Solicitamos a todos os participantes que levem água potável, cobertura (boné sem conotação política partidária), protetor solar. Os militares devem usar suas camisetas de serviço e os civis que queiram fazer parte desta batalha, camisas brancas. Lembramos que será expressamente PROIBIDO bandeiras de partidos políticos e sindicatos.
Sabemos das dificuldades financeiras da tropa de outros estados da federação para o deslocamento, mas, quem puder comparecer, será muito bem-vindo.

Nosso muito obrigado ! Juntos somos fortes!

Ivone Luzardo – Presidente da União Nacional das Esposas dos Militares das Forças Armadas -UNEMFA

Marcelo Machado – Presidente da Associação Nacional dos Militares do Brasil – ANMB

1ª CONVENÇÃO NACIONAL DO PSPC - Construindo a nossa cidadania


No último sábado,18, na capitaederal,  o PSPC - Partido da Segurança Pública e Cidadania deu mais um  passo importante desde sua criação, com a realização da suaPRIMEIRA CONVENÇÃO NACIONAL.
Para o Presidente Regional do PSPC-ES, o partido está focado no objetivo de preparar o Partido para as próximas eleições. Os número de regionais, com suas convenções registradas, são suficientes para darmos mais um passo no processo conforme a legislação do TSE. Os correligionários do partido mostraram-se bastante otimistas e renovados para continuar a busca de assinaturas de apoiamento à criação do PSPC, que serão apresentadas aos seus respectivos Tribunais Eleitorais.
Uma luz que surge, assim define a Secretária-Geral do PSPC-ES, Soraia Fernandes. Na sua visão, o  partido político PSPC , Partido da Segurança Pública e Cidadania,  surge da necessidade de mudanças  na constelação  de problemas não solucionados  na segurança, na educação, na política e nas ideias. A brutalidade da violência dos crimes e penas brandas atribuídas, o estatuto da criança e do adolescente que precisa ser atualizado, carência de casas de custódia e de presídios, mandados de prisão  descumpridas, corrupção, aumento no consumo de álcool e drogas, morosidade da justiça, brechas do sistema normativo contribuem para banalizar os crimes e criam sensação de impunidade, temos 3% da população brasileira X 9% dos homicídios do mundo nos últimos 30 anos.
Ela ainda assevera que a dualidade política – terminologia denominada direita e esquerda - foi desorganizada e substituída por um consenso imposto sem precedência na política brasileira  numa versão que batizo de “fim de mundo”, dominada pela corrupção e instabilidade social.  A comunidade brasileira vive num clima de medo e insegurança, por todos os lados a violência se multiplica, o poder político está querendo alijar a justiça e impor limites na imprensa livre num monopólio perturbador . O fato é que a maldade extrema não combina com a foto do bem estar que querem apresentar, existe uma contradição entre o crescimento da igualdade social e o crescimento  da taxa de criminalidade no Brasil.
Finalmente Soraia diz que o PSPC está discutindo essas e outras questões, e todos os seus integrantes estão imbuídos por anseios autênticos oriundos da necessidade de mudança
Foram aprovados os seguintes eventos que acontecerão ao longo desse ano:
1.       O dia “D”, 25 e 26 de maio de 2013, como dia nacional de mobilização para coleta de assinaturas, com o fim de agilizar a formalização do partido junto ao TSE;
2.       1ª Congresso Nacional do PSPC, nos dias 6 e 7 de setembro de 2013, na Cidade de São Paulo - SP.
PSPC- Partido da Segurança Pública e Cidadania - educação com qualidade, saúde com responsabilidade e segurança com credibilidade.
Cleomar R. Oliveira
Presidente do Diretório Estadual/MG

PSPC AVANTE!!!

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Major Olímpio - convoca policiais de São Paulo para grande manifestação


Deputado Major Olímpio convoca toda a Polícia de São Paulo e seus familiares, para a mobilização que acontecerá no dia 11/06/2013, às 14h, no vão livre do MASP.

A este Blog o PT não engana


Desde ontem, este Blog vem alertando para o jogo sujo dos boatos sobre o fim da Bolsa Família. A este Blog o PT não engana. Abaixo, matéria da Folha Poder.

 
Senadores do governo e da oposição trocaram acusações nesta segunda-feira (20) sobre a autoria dos boatos de extinção do programa Bolsa Família, principal programa social do governo. Líder do PSDB, o senador Aloysio Nunes Ferreira (SP) disse que o PT tem "know how" de fabricar dossiês e espalhar boatos, e não a oposição --ao responder a acusação da ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos) que responsabilizou a "central de notícias da oposição" pelos boatos.
 
 
"Será que o Brasil não se lembra do boato espalhado pelo PT, na campanha da presidente Dilma, de que José Serra, se eleito, ia acabar com concursos públicos? Quem tem 'know how' de fabricar boatos, notícias falsas? Fomos nós que fabricamos o dossiê dos aloprados, tentando imprimir infâmias a um político da oposição?", questionou. Aloysio Nunes também citou outros episódios, como o dossiê Cayman produzido contra o PSDB nas eleições de 1998. E fez ataques à ministra.
 
"É uma opinião leviana, irresponsável, de quem não está fazendo jus ao posto de ministro de Estado. Eu tinha com a senhora ex-deputada um bom diálogo, a considerava pessoa de boa fé. Infelizmente, não considero mais. Porque depois de uma singela opinião dessas, que acusa a oposição de prática de felonia sem ter nenhuma indicação formal, ela sequer pede desculpas públicas. Ela diz que não quer politizar, mas já politizou", disse Aloysio Nunes.
 
Já o vice-presidente do Senado, Jorge Viana (PT-AC) reagiu ao afirmar que o PT sempre foi vítima de dossiês produzidos por "setores que trabalham contra o país". "Eu não entendo porque a oposição está vestindo a carapuça. Não tem ninguém que tenha sido mais vítima de boatos nesse país que o PT", afirmou. Viana lembrou que o ex-presidente Lula, na campanha eleitoral de 1989, foi vítima de boato de que o governo, se eleito, tomaria a propriedade das pessoas. "O certo é que praticamente se institucionalizou a maneira de se enfrentar a realidade com boatos." Continue lendo no blog Coturno Noturno

Gol Linhas Aéreas é condenada ao pagamento de um milhão de reais por assédio moral



11ª Vara do Trabalho de Brasília condena a empresa Gol Linhas Aéreas ao pagamento de um milhão de reais por assédio moral contra trabalhadores que participaram de uma greve.

Fonte: JusBrasil

No militarismo essas práticas são comuns, em nome da distorção de um sistema de gerenciamento humano. Disciplina e hierarquia não podem ser confundidos com violação dos Direitos Humanos ou desrespeito a qualquer profissional que seja.

Guerrilheiro mineiro Wellington Diniz conta sua história de luta contra a ditadura

'Teve um embate e eu estava presente. A Dilma tinha a convicção dela, que era uma visão mais antimilitar. E nós tínhamos uma visão mais militar. A Dilma acusou o Lamarca de não ter sustentação teórica. Houve tensão, as discussões foram sérias, mas nunca chegou às vias de fato' (Beto Novaes/EM/D.A Press)
Quem observa o senhor franzino, de 66 anos, morador do Bairro Carmo, em Sete Lagoas, é incapaz de imaginar o peso da história que ele carrega. Wellington Moreira Diniz lutou contra a ditadura militar no Brasil, participou de ações armadas em bancos e quartéis para abastecer organizações como Colina, Var-Palmares e VPR com armas e dinheiro; foi responsável pela segurança do ícone da resistência, o capitão Carlos Lamarca, e presenciou a jovem Dilma Rousseff, então com 21 anos, discutir asperamente com Lamarca. Fez ainda parte do grupo que roubou US$ 2,598 milhões (R$ 15 milhões atualmente) do cofre da amante do político Adhemar de Barros; foi preso e cruelmente torturado, depois libertado em troca do embaixador suíço que havia sido sequestrado por seus companheiros. Exilado no Chile, foi segurança do então presidente cubano, Fidel Castro, quando este visitou o país governado por Salvador Allende, em 1971. Trabalhou ainda como assistente em produções do diretor de cinema chileno Miguel Littín e do italiano Roberto Rosselini e lutou pela independência de Angola, participando da tomada do aeroporto na capital. 


Até a quarta-feira da semana passada, Wellington nunca havia contado sua trajetória. Em um depoimento de quase três horas, ele revelou ao Estado de Minas detalhes da sua biografia. Acusado de 38 assaltos, entre bancos, quartéis e automóveis, e de ter matado 12 pessoas em ações de resistência à ditadura, ele será julgado na próxima sexta-feira pela Comissão de Anistia, do Ministério da Justiça. O deputado federal e ex-ministro dos Direitos Humanos Nilmário Miranda (PT-MG) será o relator do processo de Wellington e destaca: “A anistia não discrimina luta armada e luta pacífica. Em uma situação de ditadura é considerado lícito que os militantes peguem em armas”.

“Se eu era bravo? Bravo é boi. Eu seguia as necessidades do momento”, entende Wellington. A ficha do Serviço Nacional de Informações (SNI) imputa 38 ações, mas ele garante ter participado de 45. Sobre as 12 mortes de que é acusado, garante não ser realidade. “Sempre atirei para cima. Se alguém trombou na bala não é problema meu”, ironiza. Um dos apelidos que recebia dos companheiros e também dos militares era 90. Uma alusão às duas pistolas .45 que sempre carregava na cintura durante as ações. Outro apelido – que ele não gosta, aliás – era “John Wayne da guerrilha”. “Isso é folclore”, rebate.

Distante da época elétrica, quando vivia entre um aparelho e outro e chegou a assaltar três bancos no mesmo dia, sendo um no Rio de Janeiro e outros dois em São Paulo, Wellington recita sua vida como se estivesse contando para si próprio. Em quase três horas de depoimento, fumou 18 cigarros, bebeu mais de uma garrafa de café - sem açúcar - e fez longas pausas. “Existem as pessoas que passam pela história e as pessoas que fazem a história. Foi uma opção de vida fazer história”, conclui, deixando o cigarro queimar até o filtro.
» O INÍCIO 
Wellington nasceu em Belo Horizonte, no Bairro Nova Suíça, filho de pai comerciante e mãe dona de casa. Começou a militância política na escola técnica industrial e logo depois integrou a Ação Popular (AP). Foi preso em 1968. “Foi um escândalo. Eu morava com meus pais e fui levado de cueca para o CPOR”, lembra. Foi interrogado, mas como não entregava nada seguiu preso. “Nesse tempo a tortura não era institucionalizada. Era só pancadaria. Eles batiam muito com cacetete de borracha”, detalha. Continue lendo no Estado de Minas>>>>
“A anistia não discrimina luta armada e luta pacífica. Em uma situação de ditadura é considerado lícito que os militantes peguem em armas”. Dep. Fed. Nilmário Miranda.
Comento: Então pra quê criar a Omissão da Verdade? Só para criminalizar os militares? Os dois lados erraram...e ponto final.

DELEGADO É EXPULSO DA POLÍCIA



O delegado de Polícia Civil Delmiro Baturité Queiroz Zamenhof foi expulso da instituição por decisão do Governo do Estado. Ele vinha sendo investigado pela Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário (CGD), sob a acusação de transgressão disciplinar de natureza gravíssima.

Conforme a CGD, o delegado, utilizava um cartão com senha para abastecimento exclusivo da viatura da delegacia do 9ºDP (Dunas) de forma indevida, pois a viatura já havia entrado em desuso e estava recolhida para leilão no Departamento de Transportes da Polícia Civil.

Outro cartão, para o abastecimento da viatura da Delegacia Municipal de Santana do Acaraú, também foi utilizado indevidamente pelo delegado. Assim, conforme a investigação da CGD, Delmiro abastecia seu carro particular com combustível pago pelo Estado.

A denúncia sobre o caso gerou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) em outubro do ano passado.

Expulsão

O ato de demissão do servidor dos quadros da Polícia Civil foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), na última sexta-feira. O delegado se envolveu, recentemente, em outro polêmico episódio, quando teria liberado do plantão do 34º DP (Centro), um grupo de pessoas detidas por PMs do BPRaio com drogas. Ele nega a acusação.

Fonte: DN
Blog Combate Policial

Tenente PM bebe cerveja de serviço e é preso por extorsão pela Corregedoria


Cenas infelizes de um oficial da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) que foi preso após ser flagrado recebendo R$700,00 de um comerciante. Segundo o jornal Meia Hora, o tenente “havia encontrado drogas no estabelecimento do comerciante e, por isso, exigiu R$ 5 mil para não levá-lo à delegacia”. Abaixo, vídeos do oficial bebendo cerveja fardado no estabelecimento do comerciante e sendo preso posteriormente, após receber a propina. Vergonha para os policiais.

Minas poderia evitar mais de 850 homicídios com aumento do efetivo policial


Alessandra Mendes - Hoje em Dia  
A redução da taxa de homicídios não requer apenas grandes mudanças sociais. O número de assassinatos pode cair, em proporções maiores a cada ano, mediante o aumento do efetivo policial. A conclusão, que contraria alguns discursos de gestores e especialistas em segurança pública, é de um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O cruzamento de dados colhidos em mais de 5 mil cidades de todo o país mostra que a expansão de 10% no contingente das polícias militar e civil reduz, ano a ano, a taxa de homicídios.

Se esse ganho no efetivo ocorresse em Minas Gerais, em um ano, 133 mortes seriam evitadas. A redução de assassinatos chegaria a 545 casos em cinco anos e a 867 em uma década – ou 22% em relação aos dados de 2012 (veja quadro ao lado). Da mesma forma, a capital mineira também passaria a ter taxas menores de homicídios. A queda seria de 27, 109 e 174 assassinatos em um, cinco e dez anos, respectivamente.

“Não estamos aqui argumentando contra a redução da desigualdade de renda ou contra o aumento do nível de escolaridade da população. Estamos apenas ressaltando que o combate à criminalidade pode ser feito com sucesso sem passarmos por grandes mudanças na estrutura socioeconômica”, explica um dos responsáveis pelo estudo, Adolfo Sachsida, técnico de planejamento e pesquisa da diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais do Ipea.

Desligamentos
 
Apesar de positiva, a previsão não deve se concretizar a curto prazo em Minas. A expectativa do secretário de Estado de Defesa Social, Rômulo Ferraz, é a de que o efetivo da Polícia Militar, hoje com 45 mil servidores, cresça em torno de 10%, mas de forma fracionada até o fim de 2015. Até lá, esse “ganho” seria anulado, ao se considerar as aposentadorias e os desligamentos de policiais por outros motivos. “Um aumento repentino é inviável por causa dos custos”, justifica o secretário.

Além de mais policiais, outra estratégia que garante a redução de homicídios, conforme o estudo do Ipea, é a prisão de criminosos. Aumentar em 10% o número de detenções garante a queda no registro de assassinatos em 2% após cinco anos. Isto é, ao contrário do sustentado por alguns especialistas, prender bandidos é fundamental para a redução da violência. “Não precisamos mudar o mundo para mudar a situação caótica que vivemos. Isso é politizar demais esse tipo de debate. Prender mais assassinos e ter mais policiais nas ruas é uma solução eficiente”, afirma Sachsida.

Se comparada a outros países, a situação brasileira no que diz respeito à punição para homicidas é muito preocupante. Pesquisas internacionais apontam que, na Inglaterra, a probabilidade de uma pessoa cometer um assassinato, ser identificada, julgada e presa é de 80%. Nos EUA, as chances caem para 60% e, no Brasil, chegam a apenas 5%. Ou seja, de cada 20 assassinos, apenas um é condenado.

Blog do Cabo Fernando

domingo, 19 de maio de 2013

Fotos da 1ª Convenção Nacional do PSPC - Partido da Segurança Pública e Cidadania, vote 56

     
      Realizada a 1° Convenção Nacional do PSPC - Partido da Segurança Pública e Cidadania, visando empossar a direção nacional e ratificar os diretórios regionais estaduais e municipais. Na ocasião o presidente fundador Capitão Edvaldo Farias, da PMDF, falou sobre a importância da coleta de assinaturas visando garantir o mais rápido possível o registro definitivo do partido; que poderá já em 2014 lançar candidatos para os mais diversos cargos eletivos, inclusive para o posto máximo: o de presidente da república.

      O evento contou com várias lideranças brasileiras, com destaque e louvou pelo esforço hercúleo pelo deslocamento, das caravanas do Amazonas, Pernambuco,  Rondônia, Roraima, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Distrito Federal, São Paulo e Minas Gerais, representada pela Blogueira Renata Pimenta e o diretor estadual CB BM Cleomar, além do vigilante Moisés e do diretório de Uberlândia, composto pelos amigos: Heider, Cosmo, Ronaldo.

         Na ocasião pudemos conhecer pessoalmente membros dos movimentos Rede Democrática da PMDF, Cabo Júlio vice-presidente da Associação de Cabos e Soldados da PM do Espírito Santo, e rever os amigos de São Paulo como Sargento Geraldo E. S. Neto.

          Já estamos em mais de 15 estados e muito perto do número de assinaturas exigidas pelo TRE.   

             Conheça a página do PSPC no facebook. clique aqui:PSPC, VOTE 56
 Créditos das fotos: Blogueira Renata Pimenta