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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Agora serão policiais de SP, marcam protesto para o dia 4 por aumento salarial


Faixa contra governo na sede da Associação de Cabos e Soldados de SP - Bruno Ribeiro/Estadão
SÃO PAULO - As 17 associações que representam soldados, cabos e oficiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo marcaram para o próximo dia 4, quarta-feira, uma manifestação na frente do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. O protesto será contra a proposta de reajuste salarial de 0% apresentada às categorias, segundo informou na tarde desta terça, 27, a Associação de Cabos de São Paulo.

O protesto deve reunir apenas oficiais da reserva e familiares dos militares, uma vez que eles não podem participar de manifestações. Policiais de outros Estados, como Pernambuco e Bahia, chegaram a cruzar os braços neste ano durante negociações trabalhistas. Continue lendo no ESTADÃO

domingo, 25 de maio de 2014

Governo vai tentar barrar na Justiça greve de PMs na Copa

Governo Federal vai tentar barrar na Justiça greve de PMs na Copa: o Advogado Geral da União disse que a segurança é a única área na qual a União pode ser obrigada a indenizar a Fifa por danos causados por eventuais distúrbios. A norma, que não cita valores, é prevista na Lei Geral da Copa, acordo internacional aprovado pelo Brasil para a realização do Mundial. Ele disse ainda que: Como a União tem que indenizar a Fifa em caso prejuízo por distúrbios, logo tem o interesse de avocar para si o poder de atuar contra a greve nos Estados. Adams também quer que líderes grevistas e as próprias associações que organizarem eventuais greves devolvam aos cofres públicos todo o dinheiro gasto pelo governo federal caso uma paralisação leve ao emprego da Força Nacional de Segurança para compensar a ausência de policiamento nos Estados. Despesas como deslocamento, alimentação, diárias e equipamento utilizado deverão ser ressarcidas por parte dos responsáveis pelo movimento. "Não vamos tolerar a baderna. Por isso decidimos mexer no bolso do movimento grevista". Para ver a matéria completa acesse AQUI



Comento: É incrível como o PT, ironicamente chamado "Partido dos Trabalhadores", alugou o Brasil para a FIFA, ao mesmo tempo em que mudou o seu discurso em relação aos movimentos sociais, criminalizando todos que lutam por dignidade. Como o poder corrompe, como o poder distorce, deforma. E eu, assim como a maioria dos brasileiros que um dia acreditou nessas criaturas, imagem e semelhança do conservadorismo, oportunismo, e que são iguais a maioria dos partidos, pois não têm projeto de Estado, apenas lutam para chegar ao poder. É o poder pelo poder, o povo é um detalhe...Porque o PT ao invés de criminalizar os movimentos sociais e os trabalhadores da segurança pública, não votam a regulamentação da lei de greve para os serviços essenciais? Isso dá mais trabalho...então é melhor reprimir os trabalhadores, mesmo que para isso seja necessário usar o "Partido dos Trabalhadores" contra os trabalhadores...entendeu?

quinta-feira, 15 de maio de 2014

TERMINA GREVE da POLÍCIA EM PERNAMBUCO

CMT GERAL DA PMPE DESMENTE FALSAS NOTÍCIAS SOBRE RENÚNCIA DE COMANDO

Governo pede ajuda à Força Nacional e ao Exército para substituir PM em PE (no país da Copa)

Vândalos saqueiam lojas e caminhões e depredam ônibus em Abreu e Lima, PE (Foto: Reprodução / TV Globo)O governador de Pernambuco, João Lyra Neto (PSB), anunciou, em coletiva realizada na noite desta quarta-feira (14), no Palácio do Campo das Princesas, sede do Executivo estadual, que solicitou a ajuda dos homens da Força Nacional de Segurança Pública e do Exército para substituir os PMs grevistas. As tropas começam a desembarcar no estado já na madrugada desta quinta (15) e vão fazer o policiamento ostensivo. Lyra Neto acrescentou que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, virá ao estado nesta quinta, acompanhado de um general designado para comandar as ações das Forças Armadas.


Uma comissão independente de PMs iniciou a paralisação na noite de terça (13) e decidiu manter a mobilização na noite desta quarta (14), após reunião com líderes do governo e representantes da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). “Pelo não cumprimento do acordo feito com a comissão dos deputados, com a minha presença, não tive outra alternativa para dar segurança ao povo pernambucano. Requisitei a Força Nacional para que pudesse ser mantida a ordem e a segurança pública em Pernambuco”, afirmou o governador.

Ele acrescentou que conversou “longamente” com o ministro da Justiça. “Ele [José Eduardo Cardozo] mandou a sua diretora de Segurança Pública para o Recife, conversei com ele e definirmos a convocação. Além dessa solicitação da Força Nacional, convocamos o Exército brasileiro para aumentar ainda mais a segurança. Também fiz um ofício para presidenta a Dilma Rousseff, conversei longamente com ela, que disse que o estado podia contar com toda a solidariedade”, acrescentou João Lyra Neto. Por questão de segurança, o número de homens que integrarão as tropas não foi informado. Clique e continue lendo no G1 PE e assista o caos em Pernambuco

Assembleia decide por GREVE DA #PMPE


Em assembleia realizada na noite desta terça-feira (13), em frente ao Palácio do Campo das Princesas, sede do governo de Pernambuco, no Recife, uma comissão independente de policiais e bombeiros militares decidiu cruzar os braços, após participar de reunião com o secretário da Casa Civil, Luciano Vasquez, e com o chefe da Casa Militar, coronel Mario Cavalcanti de Albuquerque. Não há consenso sobre o número de participantes da assembleia: os representantes do movimento afirmam que 6 mil PMs e bombeiros estavam no local, mas o Batalhão de Polícia de Trânsito informa que não passou de 2 mil o total de presentes.

Entrevista com um dos líderes Polícia Militar de Pernambuco sobre a greve


O subtenente Ricardo, recentemente promovido, e que ficou muito conhecido como sargento Ricardo, concede entrevista ao jornalista Ivan Mineirinho, da Rádio ON, portal ONLINEON. Ele fala sobre as condições de trabalho de policiais e bombeiros militares do estado de Pernambuco, e sobre a manifestação deste 13 de maio de 2014.

fonte: radio on

quarta-feira, 14 de maio de 2014

AGORA É PERNAMBUCO: POLÍCIA MILITAR ENTRA EM GREVE (no país da Copa)

Governo, deputados e PMs vão se reunir para negociar reivindicações


Uma comissão de deputados estaduais vai participar da negociação entre o governo do estado e a comissão independente de policiais e bombeiros militares, que anunciou paralisação da categoria, na noite de terça-feira (13). A decisão foi tomada após encontro realizado na tarde desta quarta (14) entre um grupo de grevistas e os parlamentares Guilherme Uchôa (PDT, presidente da Casa), Waldemar Borges (PSB, líder do governo), Alberto Feitosa (PR), Isaltino Nascimento (PSB) e Augusto César (PTB), na sede da Assembleia Legislativa de Pernambuco, no Recife.
A pauta de reivindicações da categoria, que contava inicialmente com 18 itens, foi reduzida para quatro: aumento de 50% no salário-base, aumento do vale-refeição,  estruturação do plano de cargos e carreira e reestruturação do Hospital da Polícia Militar.
Uma nova assembleia deve ser realizada pelos grevistas para definir os rumos da paralisação, após a apresentação da proposta do governo. O que a coordenação do movimento informa é que praticamente 100% dos batalhões de polícia do Grande Recife estão de braços cruzados; no interior do estado, esse número seria de 90%.
O comando da PM não precisa o percentual de adesão, mas já se sabe que soldados da Companhia Independente de Operações Especiais (Cioe) e da Companhia Independente de Operações e Sobrevivência em Área de Caatinga (Ciosac) estão reforçando o policiamento.
A comissão do governo do estado formada para atender os PMs conta com representantes das secretarias da Casa Civil, Defesa Social, Administração, Casa Militar e do comando da Polícia Militar.
O que os manifestantes querem
O grupo de manifestantes está reunido na Praça da República, em frente ao Palácio do Campo das Princesas, sede do governo, desde o começo da manhã. Com carro de som e cartazes, os cerca de 1,5 mil policiais e bombeiros militares - de acordo com a organização do movimento - gritaram palavras de ordem e informaram que praticamente 100% dos batalhões de polícia do Grande Recife ficaram paralisados; no interior do estado, o numero seria de 90%.

Em relação ao reajuste, o movimento pede 50% de aumento no salário dos praças, categoria que compreende os cargos de soldado a primeiro tenente; e 30% para oficiais, que vai de segundo tenente a coronel.Continue lendo no G1 Pernambuco

segunda-feira, 28 de abril de 2014

FORÇAS ARMADAS PODEM ENTRAR EM GREVE!

CLIQUE AQUI E ASSISTA PARTE DA REUNIÃO
Reunião tensa no Ministério da Defesa. Representantes dos militares da Forças Armadas já falam em paralisação.
Se prender meu esposo o Ministério vai ter que mandar prender ele e eu”...
"Nos vamos fazer como todo mundo faz, prender um é fácil, prender dois é fácil. Eu quero ver prender TRÊS MIL, QUATRO MIL..."
Dia 24 de abril ocorreu nova reunião no Ministério da Defesa, com a presença de Ari Matos Cardoso, Secretário Geral do ministério. No evento compareceram varios políticos e representantes de associações. O deputado Izalci, do PSDB, que se apresentou como “defensor das Forças Armadas”, logo de início disse que defende a criação de uma espécie de comissão no Ministério da Defesa voltada exclusivamente para a questão de remuneração dos militares. Segundo o deputado, todas as categorias que fazem paralisação conseguem ter suas reivindicações atendidas, mas os militares, que não podem se sindicalizar nem fazer greves, permanecem com enorme defasagem salarial.
Recentemente os policiais da Bahia realizaram uma greve, considerada ilegal, e os militares federais foram deslocados para reforçar a segurança do estado. Os policiais conseguiram seu reajuste.
Ari Matos Cardoso disse que o Ministério da defesa já construiu uma política de remuneração dos militares, que teve a aprovação dos três comandos, que deve ser apresentada ainda esse mês. Segundo o mesmo, o documento será um instrumento orientador para a valorização da carreira militar.
O senador Paulo Paim, quando assumiu a palavra logo mencionou a questão do inacreditável valor do salário família dos militares, que é de 16 centavos, valor ridículo, que só ganhou evidência nacional após um já conhecido militar carioca, sargento Vinícius Feliciano (Veja Aqui) - em ação ousada - escalar a estátua do Marechal Deodoro usando uma camisa com a frase “Não é só por R$ 0,16”
As falas da maioria das pessoas foram dentro da tão conhecida, e já angustiante, ética parlamentar. Que acaba, pelo excesso de gentilezas e atenuantes linguísticos, fazendo parecer que os temas tratados não são tão urgentes e importantes quanto na verdade são. Fugindo dessa regra surge a Senhora Kelma, presidente da Unifax. Kelma Costa não poupou palavras de indignação. Ela parece saber realmente o que são as privações passadas pela família militar, e cremos que deixou o Ministério da Defesa bastante preocupado depois de ouvir suas palavras.
Kelma começou sua fala perguntando: “ _Ha quanto tempo que se sabe disso? Quando você sabe de um problema e não busca uma solução demonstra-se com isso algumas coisas. Ou é falta de vontade de resolver. Porque se for falar que é questão de dinheiro eu vou ter que desmentir, porque no Brasil, aonde se tem dinheiro pra tudo é complicado acreditar e passar isso pra tropa hoje. Isso não pode ser mais justificativa. A questão dos 28.86% é uma questão agora de execução...
Ela continuouAo seu lado Ari Matos mantinha o semblante fechado. "O que eu preciso saber é o seguinte: se tudo isso que se disse aqui já se sabe desde 2005, então, sair daqui ou nos deixar novamente no vácuo, sem uma resposta, uma data, um preto no branco, seria simplesmente a defesa se colocar numa posição omissa. Ou de que não quer resolver ou de que joga a bola pra Presidente. E os militares vão saber o seguinte, nós então estamos sem representação, nós não temos mais a quem recorrer a não ser o comandante supremo..."
O senhor lembra que eu estive aqui em manifestação no ano passado... estivemos em reunião com o senhor... no dia seguinte voltamos em manifestação... buscando de alguma forma chamar a atenção do Ministério da Defesa pra essa situação que eu to apresentando pro senhor um ano depois, e nada foi feito. Eu disse, então nós vamos pro Congresso, do Congresso partimos pro Senado, e as coisas cresceram e a tendencia agora é crescer muito mais. Porque eu vou dizer uma coisa pro senhor doutor Ari, eu estou com quatro ônibus de militares da reserva preparadinhos, porque se não for tomada uma decisão nós vamos vir pra cá.
Nós vamos fazer como todo mundo faz, prender um é fácil, prender dois é fácil. Eu quero ver prender TRÊS MIL, QUATRO MIL, aí vai complicar a situação. Eu vou dizer pro senhor que o meu marido é um desses que está cansado, sobrecarregado, endividado, e esperando, esperando... Vai ter que acontecer igual acontece aí, uma hora vamos parar, vamos parar com tudo e quem tiver que prender prenda e quem tiver que arcar com as consequências que arque... Se prender meu esposo o Ministério vai ter que mandar prender ele e eu. Porque o senhor vai levar e eu vou ficar sentada do lado de fora esperando ele sair, ou dentro da cela com ele. Vai ser um trabalho dobrado.
A senhora Ivone Luzardo descreveu uma mensagem que recebeu de um militar: “Eu quero entrar no Congresso armado... se eu tiver uma chance não sobra um.” "A que ponto deixaram chegar os militares. Se isso não é revanchismo é o que?" Disse Luzardo
Pelo conteúdo dos discursos conclui-se facilmente que a situação está no limite. As falas dos representantes nos levam a crer que em um momento como esse qualquer coisa pode acontecer.
Essa semana mesmo o grupo TERNUMA (Terrorismo Nunca Mais) criou uma grande lista, exemplarmente democrática, em repúdio ao governo atual. Em poucos dias o documento já conta com mais de 2 mil signatários. Imaginem um grande grupo de militares da reserva, generais que ocuparam altos cargos, coronéis, capitães, sargentos... Caminhando silenciosamente e simplesmente se posicionando em frente ao Palácio do Planalto. Imaginem que eles permaneçam ali por vários dias seguidos... Que cena! Que repercussão incrível causaria!
Qual será o tamanho do prejuízo político se a sociedade perceber que as Forças Armadas estão insatisfeitas com o governo, a ponto de atitudes extremas, como mencionou a senhora Kelma Costa?

blog do adeilton9599

Greve PM Amazonas: Grupo de policiais bloqueia via ao lado de estádio da Copa em protesto

Ms bloquearam via durante protesto na manhã desta segunda (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
Um grupo de policiais militares bloqueou a Avenida Lóris Cordovil, na Zona Centro-Sul de Manaus, na manhã desta segunda-feira (28). Eles protestam desde a madrugada, quando anunciaram a paralisação das atividades no Amazonas até que sejam negociadas melhorias trabalhistas.Segundo a Associação dos Praças do Estado do Amazonas (Apeam), cerca de 1 mil PMs participam do movimento que se concentra na Arena Amadeu Teixeira, que fica ao lado da Arena da Amazônia, estádio de Manaus para a Copa do Mundo. O governador José Melo deve ser reunir com uma comissão do movimento na manhã desta segunda.

O protesto teve início na madrugada desta segunda, quando mais de 500 PMs se concentraram em frente à Arena da Amazônia. Horas antes, o Comando-Geral da PM-AM, havia descartado a paralisação durante coletiva com a imprensa local.
Ainda na madrugada, os manifestantes tiveram acesso à área interna da Arena Amadeu Teixeira. "Vamos permanecer aqui até o governador [José Melo] vir conversar conosco", disse o presidente da Apeam, Platiny Soares Lopes.
Segundo Lopes, o total 8, 5 mil policiais aderiram ao movimento. "Entre eles há cabos, sargentos e subtententes", afirmou.

sábado, 19 de abril de 2014

Após prisão de Marco Prisco, associação sugere mobilização nacional em defesa do líder militar

Assessoria de Imprensa da AMEP



A Associação dos Militares Estaduais da Paraíba (AMEP) recebeu com repúdio e
 indignação a informação de que o vereador e líder dos militares estaduais da 
Bahia, Marco Prisco, foi preso na tarde desta sexta-feira (18), após conseguir,
 com muita luta e coragem, importantes conquistas para os policiais daquele 
estado.

As informações publicadas em portais de notícia da Bahia informam que a prisão
 de Prisco é referente à greve que ele liderou no início de 2012, mas estranha
mente veio ser efetuada logo agora, depois que ele liderou um novo movimento.

Na avaliação do presidente da AMEP, cabo Sérgio Rafael, nenhuma das
 duas manifestações deveria ser motivo para prender Prisco. “Quem já viu
 professor ser preso no Brasil por causa de greves? Quem já viu médico ser 
preso no Brasil por causa de greve? 

Por que, então, um policial militar tem que ser preso quando faz a mesma 
coisa que tantos outros cidadãos brasileiros? 

Que espécie de justiça é essa? 

Que tipo de democracia é essa?”, protestou Sérgio.

Ele disse que as associações militares de todo o Brasil devem se unir e
 pressionar para que essa prisão de Marco Prisco seja revogada, sob pena
 de as polícias de todo o país fazerem o mesmo que os guerreiros militares
 baianos acabaram de promover naquele estado.

“Prisco está sofrendo perseguição por ter tido a coragem de enfrentar um
 sistema corrupto que não tem compromisso nenhum com a segurança pública. 

Nós, policiais e bombeiros militares do Brasil, não podemos nos acovardar
 diante dessa retaliação covarde e mesquinha. Vamos nos unir e mostrar a força
 que nós temos!”, disse Sérgio Rafael.

A AMEP já está programando uma Assembleia Geral com os militares da Paraíba,
 para tratar de reivindicações que também ainda não tiveram resposta por parte
 do governo. 

“Vamos ouvir a tropa e fazer exatamente o que ela decidir”, concluiu Sérgio 
Rafael.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Acaba a greve da Polícia Militar da Bahia

PMs comemoram fim da greve na Bahia (Foto: Maiana Belo/G1)
LEIA MAIS NO G1 BAHIA

Vídeo: GREVE DA POLÍCIA NA BAHIA: 21 MORTES E SAQUES AOS COMÉRCIOS


Maldição da PEC 300: Mais um estado vai parar atividades policiais, agora Rio Grande do Norte


PM's decidem paralisar atividades dia 22
Acampados há mais de uma semana em frente a Governadoria, os policiais e bombeiros militares do RN decidiram por paralisar as atividades a partir da próxima terça-feira, 22.

Cansados de esperar uma atitude do Governo e do descaso enfrentado diariamente, os militares estaduais resolveram confeccionar uma pauta de reivindicações, incluindo, além da Lei de Promoção de Praças, assuntos relevantes como:
* o pagamento dos níveis do subsídio e das férias;
* implantação de um auxílio alimentação – vez que muitos PM’s estão passando mal com as quentinhas fornecidas;
* fornecimentos de equipamentos adequados – muitos PM’s são flagrados empurrando viaturas e com coletes em péssimas condições;
* reajuste de 15% no subsídio – no acordo feito entre a categoria em 2011, até o ano de 2014 os Soldados estariam com o subsídio inicial de R$ 3,4 mil, tendo reuniões anuais para fixar o reajuste. Atualmente, os Soldados recebem R$ 2,2 mil;
* Convocação dos 824 candidatos aprovados na segunda fase do último concurso realizado pela PM – atualmente a Polícia Militar do RN tem um déficit de mais de 4 mil policiais.
Entre outras reivindicações, a principal pauta segue a Lei de Promoção de Praças, a qual irá garantir a perspectiva de ascensão do policial e bombeiro militar. Atualmente, muitos militares vão para a reserva remunerada (aposentadoria) ainda como Soldados, o que vem gerando insatisfação entre a categoria.
Comento: É uma pena que o governo federal trate a segurança pública com tamanho desprezo, como se o Brasil vivesse um estado de paz. Como ficará a segurança pública na Copa 2014, com o povo querendo ir às ruas se manifestar e as polícias militares em greve? Dizem que o Exército irá substituí-las, mas, o efetivo do Exército representa 1/4 do efetivo total das polícias do Brasil. Então, como diria o personagem mexicano Chapolim Colorado: "quem poderá nos salvar?".

19 mortes são registradas em 24 horas de greve policial em Salvador e região (welcome)

Leia no G1 Bahia

Justiça decreta ilegalidade da greve PM Bahia, leia mais no G1

terça-feira, 15 de abril de 2014

Policiais militares decretam greve por tempo indeterminado na Bahia


BAHIA
Decisão foi tomada em assembleia realizada no Wet'n Wild, na tarde desta terça-feira (15). Atualizado em 15/04/2014 19:36:29

Os policiais e bombeiros militares da Bahia decidiram entrar em greve por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em assembleia realizada no Wet'n Wild, na tarde desta terça-feira (15). A categoria rejeitou as propostas apresentadas pelo Governo do Estado de reestruturação e modernização da Polícia Militar.


A categoria, que reúne pelo menos 34 mil homens na ativa no estado, reivindica melhoria salarial, mudanças na política remunerativa, plano de carreira, acesso único ao quadro de oficiais, um Código de Ética, aposentadoria com 25 anos de serviço para a Polícia Feminina, aumento do efetivo, bacharelado em Direito para os oficiais, além de elevação de toda a tropa para o nível superior entre 2014 e 2018.
O governo tem até 180 dias antes do início do período eleitoral para remeter ao Legislativo qualquer projeto que provoque alterações salariais de servidores.
A assembleia desta terça-feira contou com as diversas associações da categoria, como a Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra), a Associação de Praças da Polícia Militar do Estado da Bahia (APPM-BA) e a Associação dos Oficiais da Polícia Militar da Bahia (Força Invicta).
O coordenador-geral da Aspra, Marco Prisco, já havia afirmado que as propostas sugeridas pelo Governo não agradavam. "As propostas que o Governo ofereceu para a gente não contemplam a categoria", disse.
Na segunda-feira (14), representantes das associações de policiais e bombeiros militares participaram de reunião com o secretário da Segurança Pública, Maurício Barbosa, e o comandante-geral da PM, coronel Alfredo Castro. O secretário garantiu rever alguns pontos apresentados aos policiais. Entre os itens propostos para revisão estão o código de ética, o plano de carreira e a promoção na corporação.
“Na quinta-feira passada, apresentamos a proposta do governo e desde aquele momento havíamos falado para todos que estávamos colocando aquilo para apreciação. Eles trouxeram uma análise do material. São propostas que vamos analisar e que estamos dispostos a revisar”, afirmou o secretário.
12 dias de greve
Em janeiro de 2012, os policiais militares e os bombeiros da Bahia realizaram uma greve que durou 12 dias. Cerca de 3 mil policiais ocuparam a Assembleia Legislativa, no Centro Administrativa da Bahia (CAB), durante a paralisação.


Policiais ocuparam a Assembleia Legislativa na greve de 2012 (Foto: Evandro Veiga/Arquivo CORREIO)
Os policiais reivindicavam o cumprimento da lei 7.145 de 1997, com pagamento imediato da GAP V, incorporação da GAP V ao soldo, regulamentação do pagamento de auxílio acidente, periculosidade e insalubridade, cumprimento da lei da anistia e a criação do código de ética, além da criação de uma comissão para discutir um plano de carreira para a categoria.


Durante a greve, a Força Nacional de Segurança Pública e o Exército reforçaram o policiamento em Salvador. Os agentes foram distribuídos em locais de maior circulação de pessoas, como estações de transbordo, hospitais, e Terminal Rodoviário.



Abaixo matéria extraída do G1- Bahia
Pontos de divergência

Entenda alguns itens citados pelo presidente da Associação de Praças da Polícia Militar da Bahia (APPM-BA), Agnaldo Sousa, e qual o posicionamento do governo:

Plano de carreira
APPM-BA - Segundo a associação, tanto o soldado quanto o oficial têm que ter um tempo máximo nos postos de graduação. A categoria pede que seja definido um plano de carreira. "Um soldado leva hoje 25 anos sem ter uma promoção. Nós achamos isso vergonhoso. Queremos que seja definido um tempo para que ele seja promovido", diz Agnaldo.

Governo - A proposta do governo é que, após oito anos, o soldado passe a ser cabo e, depois de mais seis anos e meio, ele ascenda a 1º sargento. Hoje, um soldado passa 20 anos como soldado, sem ascenção. Depois, ele passa a ser sargento e se aposenta.
Isonomia Salarial

APPM-BA - A categoria pede isonomia entre as polícias militares e civil. "Hoje, um tenente-coronel que tem 30 anos de serviço ganha menos que um delegado, que está no início de carreira. Queremos que isso seja equiparado", relata Agnaldo.

Governo - O Estado se compromete em criar um grupo de trabalho para rever todo o sistema de remuneração da Polícia Militar. Nesse quesito, entram gratificação, adicionais, entre outras remunerações agregadas.
Código de Ética

APPM-BA - Segundo a associação, a PM não tem um código de ética. "Temos uma legislação da Polícia Militar, que está obsoleta, com coisas que estão lá há mais de 40 anos. Queremos a implantação desse código de ética", revela Agnaldo.

Governo - Um código de ética foi apresentado e as associações questionam alguns pontos. Assim, o governo está disposto a reavaliar as questões que não estão satisfazendo a categoria.

sábado, 5 de abril de 2014

Greve dos Policiais Militares discutem em Batalhão do Pará


Soldados da Polícia Militar do Pará em greve porque o governo do Estado concedeu aumento só para os oficiais discutem com coronel que queria que eles fossem para ruas mesmo eles estando em em greve! Os PMs disseram ao coronel que eles só querem saber de estatísticas e subir(ascender) em cima dos ombros das praças crescer na corporação! 


quinta-feira, 27 de março de 2014

Policiais Militares do Maranhão deflagram greve

Policiais Militares decretam greve por tempo indeterminado

No momento, os policiais que aderiram ao movimento estão aquartelado na Câmara Municipal de São Luís.

Após Assembleia Geral realizada na tarde desta quarta-feira (26), policiais e bombeiros militares do Estado do Maranhão decidiram suspender as operações e decretar greve. Os militares estão aquartelados no estacionamento da Câmara Municipal de São Luís. A assembleia dos servidores ocorreu na sede da Fetaema, no centro de São Luís.

A reivindicação se deve ao reajuste de 7% concedido pelo governo do Estado à categoria. Os servidores desejam a implantação de reajuste de 18% e questões relativas às jornada de trabalho. A intenção da paralisação é poder negociar as pautas de greve com o governo estadual.

Segundo informações, a greve dos policiais militares segue por tempo indeterminado.






Em contraponto, o sub-comandante da Polícia Militar, coronel Neponuceno, informou que "houve a tentativa, sem sucesso, por parte de uma minoria de deflagrar greve. Apesar da manifestação destes policiais que estão de folga ou afastados por licença médica, a Polícia Militar do Maranhão continua trabalhando normalmente com viaturas e policiamente nas ruas".

Indicativo de greve

A paralisação dos servidores da Segurança Pública ocorre um mês depois da primeira manifestação de insatisfação com os reajustes propostos pelo governo. No dia 26 de fevereiro, também após assembleia, os policiais realizaram um ato público no Palácio dos Leões, sede do governo estadual, no Centro Histórico da capital. Naquela oportunidade, a categoria se demonstrava insatisfeita com o Plano de Valorização do Servidor anunciado pelo governo do Estado.

Posição do governo

Em resposta aos rumores de greve, a secretaria de Estado de Comunicação divulgou nota afirmando que o governo do Estado sempre esteve aberto ao diálogo, valorizando a carreira dos PMs e investimentos na Segurança Pública do Maranhão, como a nomeação de mais 1.800 policiais militares. Além disso, o governo informou que o movimento anunciado não se justifica, pois o acordo firmado com a categoria tem sido cumprido rigorosamente. Leia a nota na íntegra:

A Secretaria de Comunicação reafirma que o Governo do Estado do Maranhão tem valorizado os policiais e que sempre esteve aberto ao diálogo. Como demonstração da política de valorização dos PMs e da continuidade nas ações de investimento na Segurança Pública do Maranhão, o governo se reuniu nesta quarta-feira (26) com os comandantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, com coronéis das corporações e efetivou mais 1.800 policiais militares - a maior incorporação já realizada na PMMA.
O Governo do Estado garantiu ainda um pacote de benefícios para os policiais. Entre as medidas, a aprovação de lei que garante ao policial levar para a reserva a mesma remuneração da última patente, mesmo que não fique por cinco anos em exercício no último posto.

O governo também antecipou em quase um ano - de 2015 para novembro de 2014 - a tabela de subsídios constante do Plano de Cargos e Carreiras. Além disso, há ainda o reajuste, em percentuais diversos, de gratificações por exercício de função, cujos novos valores já serão pagos a partir do mês que vem.

O Governo do Estado entende que o movimento anunciado por um pequeno grupo de policiais militares, na noite desta quarta-feira (26), não se justifica, pois considera que tem cumprido rigorosamente, dentro da legalidade, com todos os itens do acordo firmado com a categoria.
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Fonte: http://imirante.globo.com/sao-luis/noticias/2014/03/26/policiais-e-bombeiros-militares-decretam-greve.shtml
Fonte: http://www.blogdahildalene.com.br/2014/03/policia-militar-do-maranhao-deflagra.html
Fonte: http://www.idifusora.com.br/45723-militares-deflagram-greve-geral-no-ma

asprasergipe.com

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

TV PINÓQUIO: REDE GLOBO DE TELEVISÃO E SUAS MENTIRAS...

Abaixo, mais uma mentira da Rede Globo de Televisão, que JAMAIS teve autorização judicial para grampear os telefones dos líderes da greve e muito menos dos deputados federais e estaduais que falavam nos celulares com os líderes militares Daciolo do Rio e Prisco da Bahia.

A última mentira foi acusar a Polícia Militar de ter jogado rojões contra o cinegrafista da BAND.