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sexta-feira, 22 de maio de 2015

PMERJ - Policiais Militares na Comissão de Direitos Humanos

O dia de hoje foi HISTÓRICO...

Pela DIGNIDADE dos Policiais Militares, JUNTOS SOMOS FORTES E NEM UM PASSO DAREMOS ATRÁS!!!

Vejam o vídeo da comissão de Segurança Pública e Direitos Humanos da ALERJ, com o tema “Condições de trabalho dos Policiais Militares”.


terça-feira, 13 de janeiro de 2015

"A sociedade carioca cria seus ‘capitães do mato’ e depois os joga aos leões"


 E assim colocamos nas ruas do Grande Rio nossos ‘capitães do mato’. E vamos esperar que eles fizessem o que? Em minha opinião já fazem até muito, da forma correta, diante do universo em que trabalham, vivem e convivem… . E eles erram, erram cometendo erros que muitas vezes custam a vida de inocentes. E por isso são punidos, expulsos de sua corporação, perdendo seu ganha pão e indo para a cadeia. Nós fazemos o que? Gritamos: – Os joguem aos leões! Os crucifiquem! E assim aplacamos nossa consciência omissa diante do que se passa em nossa polícia militar. Continue lendo no blog do Segadas

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Oficiais PM são denunciados por morte de recruta em treinamento; penas podem chegar a mil anos

Treino da turma no Cfap: para promotora, serão investigados maus-tratos contra 490 alunos


Um ano após a morte do recruta Paulo Aparecido Santos de Lima após uma sessão de treinamento dentro do Centro de Formação e Aprimoramento de Praças da PM (Cfap), oito oficiais foram denunciados à Justiça pelo crime. Os capitães Sérgio Batista Viana Filho, Renato Martins Leal da Silva, Diego Luciano de Almeida e os tenentes Slan Guimarães Procópio, Gerson Ribeiro Castelo Branco, Felipe Caetano de Aguiar, Paulo Honésimo Cardoso da Silva e Jean Carlos Silveira de Souza foram acusados dos crimes militares de maus-tratos e lesão corporal. Como, para o MP, os crimes foram cometidos contra todos os 482 alunos da turma de Paulo Aparecido, os oficiais, se condenados, podem ter pena de mais de mil anos de reclusão.

Ao todo, o promotor Paulo Roberto Mello Cunha Junior, que atua junto à Auditoria Militar, elaborou três denúncias para individualizar a conduta dos oficiais. Os documentos tiveram como base depoimentos e questionários respondidos por todos os alunos da turma e exames de corpo de delito de todos os lesionados.

Pelo crime de maus-tratos seguido de morte cometido contra Paulo Aparecido, vão responder os capitães Leal — que, segundo o texto da denúncia, comandava a instrução — e Sérgio e os tenentes Silveira, Aguiar, Procópio e Castelo. De acordo com o documento, os oficiais privaram Paulo “de cuidados indispensáveis e abusaram de meios de correção ou disciplina”. O crime tem pena de até dez anos.Leia mais jorna extra.globo.com

‘Meu filho precisou morrer para a PM tratar os recrutas como gente’, diz pai de aluno morto em treinamento

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Cinco coronéis são exonerados da PM do Rio, suspeitos de fraude na saúde

Agência Brasil
A Polícia Militar do Rio (PM-RJ) exonerou de seus cargos cinco oficiais da cúpula de saúde da corporação. As exonerações estão publicadas no boletim de nº 199 da PM e divulgadas hoje (29). Segundo a polícia, a decisão do comando da corporação foi pelo afastamento dos oficiais até a conclusão do Inquérito Policial Militar já aberto, visando dar maior transparência nas apurações ligadas a ações fraudulentas de mais de R$ 16 milhões envolvendo equipamentos da área da saúde.

De acordo com o boletim, os militares exonerados são os coronéis Kleber dos Santos Martins, da Diretoria Geral de Administração e Finanças, Alberto Alves Borges, da Diretoria Geral de Saúde (DGS), Sérgio Sardinha, do Hospital da Polícia Militar de Niterói, e Armando Porto Carreiro de Souza, do Hospital Central da Polícia Militar. Todos vão para a Diretoria-Geral de Pessoal. O coronel Alexandre Augusto Brito de Aragão deixa a diretoria da Policlínica de Olaria e assume o lugar de Alberto Alves Borges na DGS.

A investigação é feita pela Polícia Militar, pela Subsecretaria de Inteligência da Secretaria deSegurança  e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio. A PM informou que novas informações serão divulgadas assim que as investigações forem concluídas.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Candidato Garotinho do Rio assina Carta Compromisso de pagar a PEC 300


Quando a vida imita a arte...PMERJ personifica o filme TROPA DE ELITE 2

Cúpula da Polícia Militar vai se explicar sobre esquema de propinas

Comandante da corporação e chefe do Estado-Maior enfrentarão processo e sindicância da Corregedoria

ADRIANA CRUZ E VANIA CUNHA
Rio - A denúncia de que até o Estado-Maior da PM recebia propina de R$ 15 mil de todos os batalhões atingiu a cúpula da corporação. Após a delação feita por um dos 25 presos na operação Amigos S/A há uma semana, o Ministério Público determinou ontem que a Corregedoria Geral Unificada instaure Processo Administrativo Disciplinar e sindicância patrimonial para investigar o comandante da PM, José Luís Castro Menezes, o chefe do Estado-Maior, Paulo Henrique Moraes e o chefe do Estado-Maior Administrativo, Ricardo Coutinho Pacheco.

Coronel Paulo Henrique e Comandante José Luís Castro serão investigados pela Corregedoria Geral Unificada a pedido do Ministério Público


O PM que delatou a propina paga ao Estado-Maior ganhou a liberdade. Ele prestou dois depoimentos ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MP. Detalhou como funcionava o esquema de propina com a extorsão de empresários, vans e bancos. O resultado da arrecadação era repassado ao coronel Alexandre Fontenelle, ex-chefe do Comando de Operações Especiais (COE) e até à cúpula da PM, como confidenciou o major Nilton João dos Prazeres Neto e Édson Alexandre Pinto Neto. 

Segundo os relatos, o recebimento de propina no alto comando da PM só foi interrompido de setembro de 2011 a agosto de 2013, quando o coronel Erir Ribeiro da Costa Filho estava à frente da tropa. A atual gestão será investigada pela CGU. Ontem também o comandante-geral, coronel José Luís Castro Menezes, determinou a abertura de um Inquérito Policial Militar para apurar as denúncias contra integrantes do Estado-Maior. Mas como Castro terá que se defender na CGU, alegou em nota que apresentará comprovantes de seu patrimônio. 

A partir das revelações do delator, o juiz da 1ª Vara Criminal de Bangu, Tiago Fernandes de Barros, concedeu sua liberdade. Ele pode até conseguir o perdão judicial ou a redução de pena. A operação Amigos S/A foi deflagrada pela Subsecretaria de Inteligência, da Secretaria de Segurança, e pelo Gaeco há uma semana. Os 23 PMs e um mototaxista estão presos. Na casa do major Edson Góes foram encontrados R$ 287 mil. As investigações apontam aumento patrimonial do coronel Fontenelle e de outros PMs. Com o oficial havia lista de pagamento de propina de R$ 27 mil. Extratos bancários ainda estão sendo analisados.


Tráfico: Outra fonte de renda
O tráfico de drogas seria outra fonte de renda montada pelo grupo do coronel Alexandre Fontenelle, que segundo as investigações agia desde de 2010. Segundo relato do colaborador, quando Fontenelle estava à frente do 41º BPM (Irajá), somente os traficantes da favela de Acari pagavam R$ 20 mil ao comando da unidade. Os valores eram arrecadados semanalmente pelos policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAT).



Coronel Alexandre Fontenelle Ribeiro de Oliveira (cabeça raspada), comandante do COE, foi preso na manhã desta segunda, em sua casa, no Leme, Zona Sul



Na ocasião, os policiais que trabalhavam na ronda de trânsito eram os responsáveis por trazer das ruas propina de R$ 15 mil a R$ 18 mil. Desses valores, apenas uma pequena parte, o equivalente a R$ 750, ficava com os praças, chamados de ‘assalariados’ porque, independe dos valores recolhidos, a parte deles era determinada pelos oficiais. 

No esquema montado para cobrar propina, que começou no 24º BPM (Itaguaí), o 41º BPM (Irajá) e o 14º BPM (Bangu) e pode ter ido até o COE, os policiais não deixavam de fora nem as pessoas que faziam frente de supermercado. Esses pagavam, assim como mototaxistas e táxis piratas, a quantia de R$ 600, por semana, na região de Bangu. Empresários de empresas de ônibus e caminhões da Zona Oeste também eram alvos. 

Para fortalecer o esquema, o major Edson Góes queria promover o delator a comandante da patrulha de trânsito no 14º BPM. O objetivo era recolher mais dinheiro de motoristas de caminhões e vans da Cooperativa Rio da Prata. O pagamento deveria ser fixo e periódico.

PMs elegiam os ‘melhores’ batalhões
Cinco unidades operacionais são eleitas pelos maus policiais como as mais rentáveis. Segundo o PM colaborador da Justiça, na visão dos corruptos os “melhores” batalhões são Bangu, Irajá, Rocha Miranda, São Gonçalo e Duque de Caxias.

No caso de Bangu, quando Alexandre Fontenelle estava à frente do comando, os policiais que mais arrecadavam propina ganhavam o status de fazer parte do “círculo de confiança” do oficial. Eles tinham que “bater”, intensificar a fiscalização nos comerciantes do Ceasa, os resistentes ao pagamento.

Até policial que estava de licença recebia “salário” da propina por ordem do coronel Fontenelle, com quem tinha amizade desde a época do Batalhão de Policiamento de Vias Especiais. Mas havia discórdia entre o grupo porque um capitão exigia que os policiais pagassem a ele R$ 150 independente da arrecadação da propina.

O delator descreve Fontenelle como um homem discreto, que evitava ostentar vaidade, o que no jargão policial era apelidado de “Bill”. Porém, os subordinados faziam questão de deixar em evidência o patrimônio. Os majores Edson Góes e Nilton Neto exibiam cordões e pulseiras, além de carros importados como um Dodge Journey, avaliado em R$ 112 mil.

Patrimônio é principal alvo
O patrimônio dos policiais se transformou no maior alvo das novas investigações. Em depoimento, o colaborador revelou que recebia do major Edson Góes quantias entre R$ 7,5 mil a R$ 13 mil, para serem depositadas uma vez por semana em contas pessoais do oficial, em dois bancos diferentes.
“O dinheiro seria do tráfico em virtude do forte cheiro de maconha que estava impregnado nas cédulas”, afirmou ele. Em função do esquema, policiais tinham negócios diversificados como depósito de gás (onde eram escondidas cervejas, fruto de propina), agência de veículos, casas e apartamentos.



Fonte: O DIA 23/09/2014/rvchudo.blogspot.com.br

sexta-feira, 6 de junho de 2014

POLICIAIS DO RIO COMEÇAM TOLERÂNCIA ZERO DIA 09 DE JUNHO


Foto
O dia da tolerância zero!
Há tempos o povo brasileiro e conhecido como o "povo do jeitinho, o jeitinho brasileiro", ouço isso desde que me entendo por gente! Pois bem; e esse "jeitinho" que nos faz corromper uma autoridade, faz com que uma autoridade aceite ser corrompida e esse "jeitinho" que leva nossos políticos a gastarem 40 bilhões em uma copa, contratando empreiteiras de "amigos", para quem me conhece ou já trabalhou comigo, sabe que há 14 anos eu pratico a TOLERÂNCIA ZERO", não tolerando a corrupção, o acerto, ou qualquer conduta que mais a frente vai matar, ferir ou prejudicar alguém... sonho com o dia em que esse país inteiro irá praticar a tolerância zero com nossos políticos e para com todos àqueles que direita ou indiretamente prejudicam o seu semelhante com qualquer conduta errada! Sonho com o dia em que a LEI voltará a ser o norte seguro da sociedade e não apenas um monte de rascunhos!

quinta-feira, 29 de maio de 2014

A FARRA DAS VIATURAS SUPERFATURADAS NO RIO


Prezados leitores, hoje publicamos o terceiro vídeo sobre as acusações feitas pelo Ministério Público contra o Secretário de Segurança Pública Beltrame da prática de improbidade administrativa e de superfaturamento dos contratos de compra, gestão e manutenção de viaturas da Polícia Militar.
Solicitamos que os interessados assistam os dois primeiros vídeos, eles são importantes para a compreensão de todo o escândalo.
- Vídeo 1 (Link).
- Vídeo 2 (Link).
O atual vídeo trata dos valores absurdos pagos pela população fluminense nos referidos contratos.
Ao longo da narrativa o Coronel PM Paúl forneceu dois valores diferentes (R$ 39.014,85 e R$ 39.014,65).
Embora a diferença seja de R$ 0,20 optamos por tanscrever os valores constantes na denúncia do Ministério Público.

Contrato de 2007:
- Preço de cada viatura: R$ 39.014,85.
- Número de viaturas compradas: 729 (R$ 39.014,85 x 729 = R$ 28.441.832,75).
- Preço da manutenção e da gestão para cada viatura: R$ 77.879,40.
PREÇO TOTAL DE CADA VIATURA: R$ 116.894,25.

Contrato de 2008:
- Preço de cada viatura: R$ 51.151,63.
- Número de viaturas compradas: 799 (R$ R$ 51.151,63 x 779 = R$ 39.847.120,44)
- Preço da manutenção e da gestão para cada viatura: R$ 100.163,10.
PREÇO TOTAL DE CADA VIATURA: R$ 151.314,73.

Apesar dessas gravíssimas acusações, o Governador Pezão não exonera o Secretário Beltrame e a imprensa faz o mais completo silêncio.


Caso ocorra algum problema com vídeo, acesse pelo link (Clique aqui).

Juntos Somos Fortes!

domingo, 25 de maio de 2014

Vídeo: Bandidos ameaçam a PM em São Gonçalo - RJ (welcome...)

CAIO BARBOSA
Rio - Um grupo de jovens criminosos da favela da Coruja, em São Gonçalo, enviou ao O DIA neste sábado um vídeo fazendo ameaças à Polícia Militar. Um dos bandidos, que se apresentou como FP da Coruja e seria o líder do grupo, disse não temer a ação dos policiais.

Outro criminoso, também armado, disse que a Polícia Militar será recebida à bala se fizer algum tipo de operação na comunidade.

"Se tentar entrar na favela a bala vai comer mesmo. Vai morrer polícia, vai morrer bandido e o crime não vai parar porque, se morrer nós (sic), vai entrar outro. Aqui é tudo cria da comunidade", avisou. Os criminosos do vídeo aparentam ser menores de idade.


Policiais Militares do Rio protestaram contra as mortes de policiais


Parabéns Coronel Paúl, parabéns vereador e Major BM Marcio Garcia, parabéns meu amigo Bombeiro " Pantanal ". JUNTOS SOMOS FORTES. E o meu desejo que essa manifestação de hoje gere novas manifestações. E isso que eu li e copie de um POLICIAL MILITAR, demonstra que é possível ainda os POLICIAIS MILITARES despertarem e se unirem. " Nilson Torres Guimarães" POLICIAIS MILITARES...

SIM, NÓS SOMOS OS PRIMEIROS E PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS PELA NOSSA SOBREVIVÊNCIA INSTITUCIONAL!

DEPOIS NÃO ADIANTA QUERER TERCEIRIZAR NOSSAS RESPONSABILIDADES, CULPANDO SÓ OS OUTROS... 

JUNTOS SOMOS FORTES.

Att: Subtenente BM Valdelei Duarte.

Assista trechos do evento no G1





Fotos extraídas do facebook.com/celprpaul

sábado, 24 de maio de 2014

PM prende soldado que furtava armas de dentro dos batalhões

rocio
Lotado no Batalhão de Policiamento em Grandes Eventos (BPGE), o soldado Rodrigo Ferreira Rocio, 27 anos, foi preso em flagrante ao tentar pegar uma arma utilizando o nome de outro policial militar. Há pouco mais de dois anos na corporação, o soldado é suspeito de ter furtado pelo menos sete armas em quatro unidades diferentes.
A prisão foi efetuada no 9º BPM (Rocha Miranda), na manhã desta sexta-feira, dia 23 de maio, quando o PM – que estava de folga – se apresentou na Reserva Única de Material Bélico do Batalhão (RUMB) dizendo que estava escalado para trabalhar no Regime Adicional de Serviço (RAS) e dando o nome e registro de outro policial.
No entanto, o policial coincidentemente estava de serviço e já havia se apresentado e recebido o armamento que lhe era destinado. Desconfiado, o sargento responsável pediu a identidade dele e descobriu a armação. Além disso, o soldado Rocio tinha adulterado a placa de seu veículo – um Astra prata que estava com a placa LAN 7861, que pertence a um Fiat Tipo cinza – para dificultar sua identificação.
Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Unidade Prisional da Polícia Militar (UP/PMERJ), em Benfica, na Zona Norte do Rio.
A Polícia investiga a informação de que o soldado já teria levado uma pistola do 14º BPM (Bangu), duas do 41º BPM (Irajá) e quatro fuzis – sendo três do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) e um do Regimento de Polícia Montada Coronel PM Enyr Cony dos Santos (RCECS ou RPMont/CECS). Cada pistola .40 e cada fuzil 556 podem ser vendidos, no mercado negro, em média, por R$ 5 mil e R$ 30 mil, respectivamente.
Será feito um levantamento de todas as unidades onde houve registro de sumiço de armamento e haverá investigação de cada caso para apurar se houve a participação do soldado – que já responde por falsificar uma papeleta médica, quando lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Providência, para ficar de licença durante dez dias.
Soldado PM Rodrigo Ferreira Rocio, 27 anos
Roberta Trindade/blog robertatrindade.com.br

quinta-feira, 15 de maio de 2014

SECRETÁRIO DE SEGURANÇA DO RIO, BELTRAME; ACUSADO DE IMPROBIDADE E SUPERFATURAMENTO - REPERCUSSÃO









Prezados leitores, não assistimos em nenhum jornal da Rede Globo notícia sobre o escândalo que se abateu sobre a gestão do secretário de segurança Beltrame, parece que a blindagem continua, mas o fato está repercutindo.

Beltrame sempre afastou os Policiais Militares e Civis quando foram acusados de práticas criminosas, vamos ver se solicitará demissão, mantendo-se fiel ao seu modo de agir.

1) "JORNAL O DIA
14/05/2014 00:10:08 
Ministério Público acusa Beltrame de improbidade
TCE observa ‘indícios claros de superfaturamento de preços’ em contratos de aluguel e manutenção das viaturas da PM, assinados pela Secretaria de Segurança
FLAVIO ARAÚJO E JOÃO ANTONIO BARROS
Rio - Um presente de grego. No dia que completou 57 anos, o secretário de Segurança José Mariano Beltrame ganhou mais uma dor de cabeça. O Ministério Público ajuizou ação na 7ª Vara de Fazenda Pública com o pedido da condenação por improbidade administrativa do secretário e de sua ex-colaboradora Susy das Graças Almeida Avelar, além dos gestores da empresa Júlio Simões Logística S/A. 
Os dois foram os responsáveis por contratos de aluguel e manutenção das viaturas da Polícia Militar, em que técnicos do Tribunal de Contas do Estado observaram ‘indícios claros de superfaturamento de preços’. 
Além da condenação por improbidade, o promotor Rogério Pacheco Alves, da 7ª Promotoria da Tutela Coletiva, pede à Justiça o bloqueio dos bens do secretário, da ex-subsecretária de Gestão Estratégica e da empresa Julio Simões, além da invalidação de contratos e o ressarcimento dos R$ 134 milhões gastos pelo estado nos contratos. Contra Beltrame e Susy, o promotor pede a perda da função pública e da suspensão dos direitos políticos por oito anos (Leia mais)". 

2) "JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO 
Beltrame é acusado de improbidade administrativa por gasto com veículos
Segundo denúncia, contratos de aluguel e manutenção de veículos firmados em 2007 e 2008 pelo valor de R$ 134 milhões foram superfaturados
14 de maio de 2014 | 23h 27
Fábio Grellet - O Estado de S. Paulo
RIO - O secretário estadual de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, é acusado pelo Ministério Público fluminense de praticar improbidade administrativa ao firmar dois contratos de aluguel e manutenção de veículos para a Polícia Militar.
Segundo denúncia apresentada nesta quarta-feira, 14, à 7ª Vara da Fazenda Pública pelo promotor Rogério Pacheco Alves, da 7ª Promotoria da Tutela Coletiva, os contratos firmados em 2007 e 2008 pelo valor de R$ 134 milhões foram superfaturados. De acordo com a denúncia, com o dinheiro gasto com o aluguel e a manutenção de cada veículo por 30 meses seria possível comprar três carros daquele modelo. Além disso, o serviço de manutenção era pago mesmo sem haver controle sobre a realização dele, afirma a denúncia (Leia mais)".

3) "JORNAL EXTRA
Berenice Seara
Ministério Público acusa Beltrame de improbidade e pede que ele perca a função pública
Por: Fabiana Paiva em 14/05/14 15:45
No dia do seu aniversário de 57 anos, o secretário de Segurança José Mariano Beltrame ganhou um problema para resolver. O Ministério Público (MP) ajuizou ação na 7ª Vara de Fazenda Pública pedindo a condenação por improbidade administrativa dele e da sua ex-colaboradora Suzy das Graças Almeida Avelar, além dos gestores da empresa Júlio Simões Logística S/A.
O promotor Rogério Pacheco Alves, da 7ª Promotoria da Tutela Coletiva, pede ainda à Justiça o bloqueio dos bens do secretário, além da invalidação de contratos da Secretaria de Segurança e o ressarcimentos aos cofres públicos de R$ 134,8 milhões gastos pelos estado em contratos. O promotor quer ainda que o Xerife perca a função pública e que seus direitos políticos sejam suspensos por oito anos.
O MP aponta que Beltrame e Suzy foram responsáveis por contratos de aluguel e manutenção das viaturas da Polícia Militar, nos quais técnicos do Tribunal de Contas do Estado observaram "indícios claros de superfaturamento de preços".
No Plenário da Assembleia do Rio, na tarde desta quarta-feira, os deputados aproveitam a acusação do MP para criticar a política de segurança do estado ou defender Beltrame.
- Estão tratando a Segurança Pública do Rio de Janeiro como negócio, onde se faz contratos de locação de forma vergonhosa - disparou o deputado Geraldo Pudim (PR), após ler a acusação do MP (Leia mais)". 

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Policiais militares do RJ preparam operação "Marcha Lenta" durante a copa


Policiais militares do Rio de Janeiro preparam para o dia 15 de Junho de 2014, o início da operação batizada como "Marcha Lenta". O objetivo da operação é reivindicar mudanças no regulamento da PM, que é arcaico e não dá direitos aos policiais, só deveres; como também reivindicar que o governo do estado e o comando da corporação cumpra o Decreto Estadual nº. 43.538 (RJ), de 03 de abril de 2012, que versa sobre a jornada de trabalho para o Policial Militar do Estado do Rio de Janeiro, a fim de ser cumprida a carga horária de 144 horas mensais para Policiais Militares da atividade fim (jornadas de 24x72 horas OU 12X48 horas) e 40 horas semanais para os Policiais Militares da atividade meio, conforme O Art. 3º, §§ 1º e 2º do supracitado Decreto; Além de melhores salários para a categoria. 

Também é reivindicado melhores salários para os policiais militares.
Esta informação esta sendo difundida nas redes sociais e tem ganhado bastante adesão da tropa. 99,9% da tropa apoia esta ideia. Só o comandante geral e seus capachos, que não.
Chega! O tempo da escravidão acabou. Esse é o pensamento dos policiais militares de hoje em dia. O governo do estado e o comando da corporação acham que o policial de hoje é o mesmo de décadas atrás, os quais eram semi-analfabetos e mal sabiam ler e escrever e aceitavam todo tipo de covardia, quietos. A PM mudou. O policial de hoje sabe ler, sabe escrever muito bem, é formado em diversas áreas, sabe seus direitos e quer brigar para que tais direitos sejam cumpridos. Mas, o governo do estado e os coronéis que comandam a instituição fecham os olhos e ainda não se deram conta disso, pois, insistem com este tratamento desumano e políticas que só levam o policial ao descontentamento. Como exemplo, temos este Regime de Trabalho Escravo, intitulado de RAS Compulsório, onde policiais são OBRIGADOS a trabalhar em suas folgas e nem o dinheiro da passagem o governo tem a coragem de pagar. Acabou!
Ou atendem as reivindicações dos policiais militares, que não são absurdas, é o mínimo que se pode fazer por estes profissionais, ou a situação vai ficar cada vez pior.
Uma coisa que antes não víamos na corporação, hoje vemos; ou seja, diversos oficiais da instituição, que em sua maioria são bitolados e não enxergam que também sofrem como os praças, abriram os olhos e estão compartilhando da ideia de se fazer esta operação "Marcha Lenta". Pois, nem os mesmos estão mais suportando tamanho descaso com os policiais, pois, sabem que podem se tornar vítimas deste modelo de segurança pública falido, que só desmotiva a tropa e leva o policial à morte.
O bandido, quando vem pra matar o policial, não repara antes se o policial tem estrela no ombro ou não... "senta o dedo" e tira a vida do policial, sem pena.
Quarta-feira mesmo, um tenente da PM foi assassinado por bandidos, após sair do trabalho, em Duque de Caxias. Com certeza, sua família vai receber como pensão a mixaria de salário que ele ganhava, sem as gratificações.
Chega ! Ou dão as condições mínimas, como salário digno, escalas dignas e um regulamento descente, ou vão sentir o poder que uma tropa inteira tem.
Impedir os policiais de irem ao hospital, o comando não pode. Pois, eles não são médicos. Então, melhor o senhor governador sentar com o comandante da PM e começar a pensar melhor nas reivindicações da tropa, pois, tem tudo para adesão ser total e as ruas do estado ficarem sem polícia. Aí, queremos ver qual será a solução.
Não queremos as ruas sem os policiais militares. Mas, do jeito que a situação dos PMs está, não pode ficar.
Damos nosso total apoio à operação "Marcha Lenta".

quinta-feira, 8 de maio de 2014

TENENTE DA PM É ASSASSINADO EM DUQUE DE CAXIAS

Um tenente da polícia militar do Rio de Janeiro, identificado como tenente João, lotado no 15°BPM em Duque de Caxias, foi assassinado quando chegava em casa, após bandidos tentarem roubar seu carro. O policial reagiu e acabou sendo baleado, mas, não resistiu aos ferimentos. As informações são da jornalista Roberta Trindade.


Pois bem, amigos... mais um policial militar assassinado covardemente por bandidos... e o que será feito por parte das autoridades e da imprensa? Será que no proximo domingo este policial terá um programa de televisão inteiro em sua homenagem? Sera que as autoridades vão fazer o mesmo esforço que fez no caso do dançarino DG e do Amarildo, para encontrar e punir os culpados? Sera que só os policiais merecem morrer assassinados? Nossa solidariedade à família de mais este policial assassinado covardemente aqui no Rio de Janeiro.


sexta-feira, 25 de abril de 2014

RIO: Confronto entre policiais e moradores (Brasil à beira da guerra civil)


Depois do enterro de Douglas da Silva, o DG, no cemitério São João Batista, parentes, amigos e muitos outros indignados voltaram para a comunidade protestando pelas ruas de Copacabana em repúdio à morte do jovem e à política de pacificação das UPP's.

No fim do trajeto, num dos acessos ao morro do Pavão-Pavãozinho, moradores e policiais militares se enfrentaram e a polícia dispersou o grupo com muitas bombas de gás lacrimogêneo. Algumas pessoas saíram feridas.

Coletivo Tatu

sexta-feira, 28 de março de 2014

sábado, 15 de março de 2014

NO RIO "PACIFICADO" 19 POLICIAIS MILITARES FORAM ASSASSINADOS EM 2014

PM morre em tentativa de assalto em Duque de Caxias, RJ


Um policial militar morreu em uma tentativa de assalto na Rodovia Washington Luís, na Altura de Santa Cruz da Serra, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, na madrugada deste sábado (15). Segundo informações do 15º Batalhão da Polícia Militar (Duque de Caxias), cerca de oito homens tentavam arrombar um caixa eletrônico com um maçarico quando foram abordados pela PM em torno de 01h30.
Ainda de acordo com o batalhão, os suspeitos atiraram contra o cabo Alexandre da Costa Pereira, de 35 anos, que chegou a ser levado para o Hospital de Clínicas Saracuruna, também em Duque de Caxias. O batalhão não informou se houve troca de tiros e se algum suspeito ficou ferido.
Policiais do 15º BPM informaram também que o policial estava havia cerca de oito anos na corporação. O caso foi registrado na 62º DP (Imbariê) e encaminhado para a Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).
Agora o número de Policiais Militares assassinados no RJ em 2014 chega a 19, lembrando que estamos na 11ª semana do ano.

Comentário extraído da página FACEBOOK.COM/SOSPMERJ