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sábado, 16 de maio de 2015

Deputado Federal Cabo Daciolo é expulso do PSOL


" ELE GRITOU FORA CABRAL ! E O PSOL GRITOU, FORA DACIOLO!!! "

Rio - Por 54 votos 1, o deputado federal Cabo Daciolo, do Psol-RJ, está oficialmente expulso do partido por decisão do Diretório Nacional, realizada neste sábado, que acatou o relatório unânime da Comissão de Ética. O político deixa o Psol por infidelidade partidária, por descumprir reiteradamente o programa e o estatuto do partido. Na reunião do Diretório participaram, entre outros dirigentes, Luciana Genro e Chico Alencar, que votaram a favor da expulsão.

O partido ainda não decidiu se vai brigar pelo mandato de Daciolo, o que faria com que o suplente Renato Cinco assumisse o cargo. Em discurso neste sábado, a ex-deputada estadual Janira Rocha acusou o Psol de perseguição, mas reconheceu que Daciolo cometeu erros e que boa parte da militância queria a saída do político do partido.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Que se aplique os Direitos Humanos para os policiais do caso Amarildo


    Brasil vive suas idiossincrasias e diferenças sociais na aplicação quesito Direitos Humanos, quando falta celeridade da justiça e desproporção em alguns casos, onde a mesma justiça ao invés de ser ferramenta, o instrumento de aplicação imediata das garantias consagradas na Constituição de 1.988; ao contrário; permite que a mesma justiça seja a mantenedora da violação dos direitos; seja pela inércia, seja pela pressão da mídia, seja pelo excesso de processos ou recursos processuais.

    Qual a diferença na investigação de um juiz que é assassinado ou um policial que morre em confronto ou da morte de olheiros do tráfico, como era o Amarildo? (dito aliás, pelo Ministério Público). E aqui não faço nenhum juízo de valores sobre se há culpa dos policiais tanto na morte de Amarildo ou nas mortes dos policiais. O que deve ser examinado é o tempo de investigação em ambos casos. Um país que "pensa" no seu cidadão deveria tratar tanto o policial assassino como tal, desde que houvessem provas cabais contra estes; mas, também deveria condenar o juiz que se apropria de bens, em tese, ilícitos como no caso do empresário Eike Batista.

    No caso dos policiais arrolados no processo que apura o sumiço de Amarildo, (fato que ganhou repercussão internacional), mas, que apesar disso, tem suas investigações lentas, superficiais e até por isso mesmo, amarradas e mantendo os policiais presos preventivamente por mais de um ano, sem nada concreto que efetivamente justifique tal violação de direitos. 

   Ninguém deve ser condenado sem sentença transitada ou julgada. Ninguém deve ser condenado por sua imagem ter sido veiculada num jornal de tv. Ninguém deve continuar preso esperando por meses e meses a justiça encontrar provas contundentes contra os suspeitos ou indiciados. 

     Por isso apoio a postura do deputado federal Cabo Daciolo, que protocolou um pedido de Habeas Corpus em favor dos militares presos há mais de um ano, (Clique e leia a matéria no blog sospoliciaismilitares)

  O STF se posicionou sobre a razoabilidade da prisão preventiva
  
Sobre tal matéria, o Supremo Tribunal Federal também se posicionou, asseverando que:

“Nada pode justificar a permanência de uma pessoa na prisão, sem culpa formada, quando configurado excesso irrazoável no tempo de sua segregação cautelar, considerada a excepcionalidade de que se reveste, em nosso sistema jurídico, a prisão meramente processual do indiciado ou do réu. O excesso de prazo, quando exclusivamente imputável ao aparelho judiciário - não derivando, portanto, de qualquer fato procrastinatório causalmente atribuível ao réu - traduz situação anômala que compromete a efetividade do processo, pois, além de tornar evidente o desprezo estatal pela liberdade do cidadão, frustra um direito básico que assiste a qualquer pessoa: o direito à resolução do litígio, sem dilações indevidas (CF, art. 5º, LXXVIII) e com todas as garantias reconhecidas pelo ordenamento constitucional, inclusive a de não sofrer o arbítrio da coerção estatal representado pela privação cautelar da liberdade por tempo irrazoável ou superior àquele estabelecido em lei.  A duração prolongada, abusiva e irrazoável da prisão cautelar de alguém ofende, de modo frontal, o postulado da dignidade da pessoa humana, que representa - considerada a centralidade desse princípio essencial (CF, art. 1º, III) - significativo vetor interpretativo, verdadeiro valor-fonte que conforma e inspira todo o ordenamento constitucional vigente em nosso País e que traduz, de modo expressivo, um dos fundamentos em que se assenta, entre nós, a ordem republicana e democrática consagrada pelo sistema de direito constitucional positivo. Constituição Federal (Art. 5º, incisos LIV e LXXVIII). EC 45/2004. Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Art. 7º, ns. 5 e 6). Doutrina. Jurisprudência. - O indiciado e o réu, quando configurado excesso irrazoável na duração de sua prisão cautelar, não podem permanecer expostos a tal situação de evidente abusividade, sob pena de o instrumento processual da tutela cautelar penal transmudar-se, mediante subversão dos fins que o legitimam, em inaceitável(e inconstitucional) meio de antecipação executória da própria sanção penal. Precedentes” (BRASIL, 2008, s.p.).

sexta-feira, 20 de março de 2015

CABO DACIOLO, deputado e líder dos Bombeiros pode ser expulso do Psol

     
    Pessoal está evidente que esse casamento não iria longe...um partido que organiza grupos para atacar prédios, manifestantes e apedrejar policiais, como os Black Blocs, jamais engoliria um militar entre seus parlamentares. Um partido que mata um cinegrafista e acusa a PM de ser o autor do crime...jamais aceitaria um militar entre os seus parlamentares. Sobre os fatos ou atitudes do Benevenuto Daciolo, analisemos: querer um militar para chefiar o ministério da defesa é mais do que óbvio. Se todos os militares são fascistas como o partido alega, então todos os que defendem o aborto naquele partido também deveriam ser, em tese, criminosos. Toda generalização é burra! Quanto ao suposto projeto de que "todo poder emana de deus", de fato o Estado é laico. Sobre o caso Amarildo, não é porque não são réus confessos da morte e ocultação do cadáver do Amarildo, que por esse motivo tenham que ser execrados, discriminados. Já estão presos, serão condenados. Qual o problema em receber a visita de um colega de farda? Isso não seria um pressuposto inscrito nos Direitos Humanos? Aliás, quando mataram o cinegrafista da Band, os militantes do Psol os abandonaram na cela, ou providenciaram ajuda, advogados, apoio psicológico? Dois pesos duas medidas? De fato um parlamentar com formação cristã não deveria sequer ter se lançado candidato num partido que defende o aborto. Torço por você Daciolo e espero que procure um partido condizente com suas crenças e atitudes. (Clique e leia no O DIA, Psol quer expulsar Cabo Daciolo)

   Sobre o Psol é piada seus discursos sobre Direitos Humanos...quantos policiais morrem ou são alvejados todos os dias, especialmente no Rio de Janeiro? Quantas vezes esses militantes de boteco levantaram a voz para questionar o governo? Tenho que usar uma gíria antiga, mas, bem atual para o momento: "fala sério"...

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

TV PINÓQUIO: REDE GLOBO DE TELEVISÃO E SUAS MENTIRAS...

Abaixo, mais uma mentira da Rede Globo de Televisão, que JAMAIS teve autorização judicial para grampear os telefones dos líderes da greve e muito menos dos deputados federais e estaduais que falavam nos celulares com os líderes militares Daciolo do Rio e Prisco da Bahia.

A última mentira foi acusar a Polícia Militar de ter jogado rojões contra o cinegrafista da BAND. 

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

MPF pede ressarcimento de R$ 15,8 mi a PMs envolvidos em greve na BA

Órgão acusa entidade de militares de atuar como sindicato em paralisação de 2012, o que é proibido pela Constituição; líder grevista preso durante o movimento também é alvo de ação
por Mateus Coutinho e Fausto Macedo
O Ministério Público Federal (MPF) na Bahia entrou com uma ação contra os líderes policiais e a associação de PMs envolvida na greve da categoria realizada em 2012 no Estado. Na ação o MPF pede a dissolução da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares no Estado da Bahia (Aspra) e o ressarcimento dos R$ 15,8 mi gastos pela União com o envio das Forças Armadas para o Estado durante os doze dias de paralisação.
Também são alvos da ação o diretor coordenador-geral, da Aspra, Marcos Prisco Caldas Machado e os ex-coordenadores administrativo e jurídico da entidade, Zenilton Ferreira dos Santos e Fábio da Silva Brito. O objetivo do MPF é encerrar as atividades da Aspra que, no entendimento do órgão, atuou ilegalmente como sindicato durante os protestos. A Constituição proíbe os militares de formar sindicatos e realizar greve.
Durante a greve, Marcos Prisco, que foi expulso da PM em 2002, chegou a ser preso após a imprensa divulgar gravações telefônicas feitas pela Justiça em que ele era ouvido planejando supostos atos de vandalismo em Salvador. No mesmo ano, Prisco se candidatou à Câmara de Salvador pelo PSDB e foi o quarto vereador mais votado na cidade , liderando a coligação PSDB-DEM.
Associação sindical. No entendimento do MPF, a Aspra, “a pretexto de defender os interesses de seus associados, constitui-se verdadeira entidade sindical de militares” ao deflagrar a greve geral dos servidores da PM e Bombeiros na Bahia, em janeiro de 2012. Entre as reivindicações da associação estavam a criação de plano de carreira e melhorias das condições de trabalho – pleitos característicos de um movimento sindical.
Segundo o MPF, a Aspra, por meio de seus associados, patrocinou inúmeros atos de vandalismo cometidos durante a greve, como depredação e incêndio a veículos da rede de transporte público municipal e a viaturas. O estado de insegurança gerado pelos associados fez com que as Forças Armadas fossem para a Bahia, com um efetivo de 49 militares da aeronáutica e mais de 4 mil militares do exército. Segundo o MPF, a operação custou cerca de R$ 15,8 mi, em valores atualizados.
Na ação, assinada em 19 de dezembro, o Ministério Público ainda cita a denúncia proposta pelo órgão em 2013 que relaciona a greve dos policiais militares e a pressão para a aprovação da PEC 300, que tramita no Congresso Nacional  e prevê, dentre outros, a criação de um piso para todos os policiais do País.
Foto: G1
Comento: É simples demais...como a Rede Globo fez escutas telefônicas desautorizadas, portanto ilegais, haja visto que até hoje não foi apresentado o mandado judicial, autorizando a emissora a grampear os telefones dos líderes da greve. Inclusive grampearam telefones de deputados, igualmente sem autorização. Mais um crime! Manda a conta pra Globo!

domingo, 7 de abril de 2013

Debate: PEC do PSOL para trabalhadores da Segurança Pública


Amigos (as),

nessa segunda-feira será realizado um debate sobre a PEC que o PSOL vai propor no Congresso Nacional refletindo a pauta de reivindicações dos trabalhadores da Segurança Pública. Nosso encontro será realizado às 18:30h na sede do SINDISPREV, na rua Joaquim Silva 98A na Lapa, Centro do Rio. 

Entre os temas da PEC (Proposta de Emenda Complementar) a serem debatidos no encontro estão:
  • Piso Salarial Unificado Nacional; 
  • criação de uma polícia única desmilitarizada; 
  • direito de greve e de constituir sindicatos para o pessoal da segurança pública; 
  • transformação dos agentes penais em policiais penais 
  • e um Plano de Carreira Nacional Único.

COMPAREÇA AO DEBATE!
DEBATE: PEC do PSOL para trabalhadores da Segurança Pública
DIA: 08/04/2013 - Segunda-feira
HORÁRIO: 18:30h
LOCAL: Sede do SINDISPREV
Rua Joaquim Silva 98A, Lapa (Centro do Rio)


JUNTOS SOMOS FORTES!

Fonte: Blog do  

terça-feira, 2 de abril de 2013

quarta-feira, 13 de março de 2013

Movimento pela PEC 300 busca apoio do Senado pela aprovação


O grupo de bombeiros e policiais militares, mobilizados por seus líderes e pelo deputado federal Mendonça Prado (Democratas/SE), decidiram procurar o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros, para pedir que ele agilize a votação da PEC 446-A, proposta de sua autoria, na qual se institui o piso salarial para os servidores policiais.
Atualmente, a PEC 300/2008 tramita apensada a esta proposta. Aprovada pelo plenário da Câmara Federal em primeiro turno em 2010, a proposta acabou engavetada porque obrigaria a União a contribuir com os salários dos policiais. A ideia partiu durante a reunião que acontece no auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados, na tarde desta terça-feira (12). O Mendonça Prado presidiu a mesa e vários parlamentares participaram do encontro, principalmente aqueles que estiveram envolvidos nas manifestações iniciais, tais como Pasto Eurico, Lourival Mendes, Chico Alencar, Átila Lins, Major Fábio, João Campos, Arnaldo Faria de Sá, entre outros. Mendonça Prado anunciou os itens que serão apresentados pelos parlamentares para tramitação legislativa, os quais resultaram dos debates e demandas relembradas no evento. "Criaremos um quadro que será apresentado na internet para que a sociedade e os interessados possam acompanhar os votos de cada deputado", afirmou Mendonça Prado. Entre os representantes dos bombeiros e policiais militares, se fizeram presentes o cabo Benevenuto Daciolo, um dos principais líderes do Rio de Janeiro; Sargento Edgar, líder do movimento em Sergipe; o Tenente D. Lima (PM/RJ); Adriana Borgo, líder do movimento em São Paulo; entre outros. A intenção do Movimento pela Aprovação da PEC 300 é exigir a votação de projetos importantes que tramitam no Congresso Nacional, assim como um melhor planejamento por parte do Governo Federal para as questões relacionadas ao setor. Entre as reivindicações da categoria estão: criação de uma polícia estadual única, desmilitarizada, e com direito a sindicalização e greve, compartimentada por especializações, de forma a manter as características de cada órgão de segurança do Estado; criação de um plano de carreira nacional único; criação de uma Lei Complementar para aplicar penas mais duras para crimes contra trabalhadores da segurança pública; e a criação de um fundo nacional de segurança pública, alimentado por verbas oriundas dos tributos municipais, estaduais e federal, a fim de pagar o piso de subsídio nacional. O grupo pretende promover em Brasília uma grande manifestação nos dias 23 e 24 de abril.

Texto: Izys Moreira
Foto: Sidney Lins Jr.
Assessoria de Imprensa deputado federal Mendonça Prado

domingo, 7 de outubro de 2012

EFEITO PEC 300: Major, apoiado por PRAÇAS BM EXCLUÍDOS, É ELEITO NO RIO




 Amigos, FOI ELEITO nosso candidato a Vereador do RIO, Marcio Garcia do Sos Bombeiros, o representante dos BOMBEIROS EXCLUÍDOS por Sérgio Cabral e que lutará pelo POVO CARIOCA!!!


Agradeço a todos que nos apoiam, podem ter certeza de que faremos valer a pena o seu VOTO!!!

Comentário nosso: Com apoio dos Bombeiros Militares que foram excluídos arbitrariamente pelo governador do Rio, o major Márcio Garcia foi eleito vereador, com votação acima dos 13 mil votos. Parabéns, e torcemos para que esses guerreiros sejam reintegrados em breve.

segunda-feira, 26 de março de 2012

URGENTE!: DIVULGAÇÃO DE CONTA CORRENTE PARA OS PMs e BMs EXCLUÍDOS NO RIO

DIVULGAÇÃO DA CONTA - CORRENTE!

AMIGOS,

ENQUANTO NÃO TEMOS, UMA CONTA DE PESSOA JURÍDICA PARA ARRECADAR DOAÇÕES EM BENEFÍCIO DOS POLICIAIS MILITARES, QUE FORAM EXCLUÍDOS DA PMERJ, ESTAMOS USANDO ESTA CONTA DE UM DOS POLICIAIS EXCLUÍDOS. 

 BANCO ITAÚ

AGENCIA: 0337

C/CORRENTE: 618318

THYAGO RODRIGUES DOS REIS

 OBRIGADA, DESDE JÁ, NÃO ESTPULAMOS VALORES, FAÇA O QUANTO VOCE PUDER E TIVER DISPONÍVEL.

 Mari Torres!

domingo, 25 de março de 2012

Comissão de Deputados Federais vão ao Rio para investigar ilegalidades contra PMs e BMs

CONVOCAÇÃO aos PMs, BMs e família militar do RIO

 COMISSÃO DE DEPUTADOS FEDERAIS, JUNTAMENTE COM A COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA VEM AO RJ DIA 29/03 PARA INVESTIGAR ILEGALIDADES E EXCESSOS COMETIDOS PELO GOVERNO CONTRA BOMBEIROS E PMs GREVISTAS.

Na próxima quinta feira, dia 29/03, uma Comissão composta por Deputados Federais, Representantes do Ministério da Justiça e da Secretaria Nacional de Direitos Humanos virá ao Rio de Janeiro ouvir Bombeiros, PMs, Advogados, Familiares e Parlamentares Estaduais sobre a repressão e todas as ilegalidades cometidas pelo Governo Cabral quando da Greve destas categorias.

A proposta é convocar e reunir todos os Bombeiros e PMs que tenham sido presos, processados, transferidos arbitrariamente, expulsos e que estejam respondendo a processos disciplinares, sejam soldados ou oficiais, para discutirmos uma forma coordenada de defesa destas pessoas tanto na esfera política, quando na jurídico-institucional.

O local deste encontro será na Sede do SINDSPREV-RJ, na Rua Joaquim Silva, 98A na Lapa. O horário confirmaremos na 2ª feira, pois aguardamos a marcação dos vôos dos Parlamentares para poder organizar aqui.

Pedimos a todos que divulguem esta convocatória, que a compartilhem nos blogs de acesso a categoria para que possamos garantir a presença de todos. Será um momento importante na luta pela defesa de todos. Qualquer dúvida entrar em contato com 25881582 ou 1284.( GABINETE DA DEPUTADA JANIRA ROCHA)

Muito importante que os companheiros que comparecerem tragam cópias de seus procedimentos disciplinares para análise da Comissão.
 DEPUTADA ESTADUAL  JANIRA ROCHA

terça-feira, 20 de março de 2012

OAB está muito preocupada com crise que envolve policiais e bombeiros

Brasília, 20/03/2012 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, afirmou hoje (20) após receber uma comissão de parlamentares e representantes de policiais e bombeiros, que a crise nessas forças, em função da baixa remuneração e das más condições de trabalho, está longe de ser solucionada no País, o que só acontecerá com uma política nacional de Segurança Pública coordenada envolvendo União e Estados. "Ela (a crise)  pode voltar a eclodir a qualquer momento, pois a situação hoje, como se apresenta, é como uma tampa de plástico numa panela de pressão", alertou ele durante entrevista.

Ophir Cavalcante afirmou também que "preocupa muito à OAB" casos de ilegalidades denunciados pelos visitantes, que estariam sendo cometidos nas apurações sobre os recentes movimentos de policiais e bombeiros, como os da Bahia e Rio de Janeiro."A Ordem exige que essas apurações sejam feitas dentro do princípio da legalidade, sob pena de macularem a própria lógica do Estado democrático de Direito", cobrou o presidente nacional da OAB, destacando que há denúncias de que advogados não estão tendo acesso aos processos e de que Defensorias Públicas estão alegando falta de condições para defender os acusados - quando estão obrigadas por lei a fazê-lo se eles não têm como pagar advogado.

Participaram da reunião com Ophir Cavalcante, na Presidência do Conselho Federal da OAB, os deputados federais  do PSOL Ivan Valente (SP), Chico Alencar (RJ) e Jean Wyllys (RJ); a deputada estadual do PSOL do Rio de Janeiro, Janira Rocha; o presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados, Mendonça Prado (DEM-SE), e o sargento Walace, do Corpo de Bombeiros-RJ. Também o diretor tesoureiro do Conselho Federal da OAB, Miguel Cançado, participou do encontro.

Seguem as declarações do presidente nacional da OAB,durante entrevista, após a reunião com parlamentares:

"A Ordem dos Advogados do Brasil, após essa visita, mantém o seu estado de vigilância e de alerta a respeito dessa questão. A cries nas polícias militares em corpos de bombeiros, em função da baixa remuneração de seus integrantes, não está resolvida ou solucionada no Brasil. Ela pode voltar a eclodir, a qualquer momento, pois a situação hoje, como se apresenta, é como uma tampa de plástico numa panela de pressão. Esse sentimento de descontentamento pelas condições de trabalho e condições remuneratórias pode levar a outras  crises, em diversos estados da Federação. É necessário que os governos comecem a pensar nessa questão de uma forma maior e não de uma forma superficial como pensada hoje. A cada crise, busca-se solucioná-la com paliativos ou mesmo com a criminalização dos movimentos sociais daqueles que defendem melhores condições de trabalho e de remuneração dos policiais e bombeiros do País. Portanto, é necessário que a União e os Estados se unam em torno de uma solução que passa, certamente, por uma coordenação nacional dessa situação e por uma solução que envolva a Segurança Pública como uma política de Estado em todo o País - e nisto está incluída a questão remuneratória.

Preocupa muito também à OAB as ilegalidades que vem sendo cometidas nas apurações sobre envolvimento de militares e bombeiros nesses movimentos. Tivemos noticiais  de que os advogados, em muitos Estados, não estão tendo acesso aos autos para poder defender seus clientes, além de outros obstáculos. A Defensoria Pública do Rio de Janeiro, por exemplo, declarou que não tem condições de defender os policiais militares, quando é obrigação do Estado proceder à defesa de quem não tem condições de pagar advogado. Preocupa à OAB todas essas denúncias referindo a casos que não observam o devido processo legal. Até para os militares, há uma legislação. Em que pese haver uma legislação específica para os militares muito mais dura do aquela em relação aos civis, mas o fato é que há todo um procedimento que tem que ser obedecido. Mas a denúncias que nos chegam é de que tais procedimentos não estão sendo observados. Por isso, a Ordem exige que essas apurações sejam feitas dentro do princípio da legalidade, sob pena de macularem sob pena de macularem a própria lógica do Estado democrático de Direito".

Fonte: OAB.ORG.BR

quarta-feira, 14 de março de 2012

Após expulsão, líder grevista dos bombeiros fala em injustiça e diz que vai recorrer

Expulso do Corpo de Bombeiros ao lado de mais doze companheiros grevistas, sob acusação de “articulação em manifestações de caráter político-partidário”, o cabo Benevenuto Daciolo se sente injustiçado pelo comando-geral da corporação. Embora a notícia ainda não tenha sido integralmente digerida, ele já iniciou o processo para entrar com recurso e acredita que a decisão possa ser revista.
- Tenho provas de que não tive envolvimento com partidos políticos e que também não incitei a violência em nenhuma ocasião. Nós temos um prazo de cinco dias para recorrer e vamos fazer isso. Acredito que posso voltar para a corporação.
Apesar da esperança, Daciolo tem plena consciência de que o caso não é simples. Por isso, caso a posição inicial seja mantida, ele ameaça abandonar a esfera militar.
- Se isso [reversão da decisão] não aconteça, vou recorrer na Justiça comum. Só vai restar esse caminho.
Daciolo foi preso dia 9 de fevereiro, depois de ser flagrado em escutas telefônicas supostamente negociando estratégias grevistas com líderes do movimento na Bahia e no Rio. A paralisação, que englobava bombeiros, policiais militares e civis, foi anunciada oficialmente no dia seguinte, em uma assembleia na Cinelândia, no centro da capital fluminense. O movimento exigia melhores salários e condições de trabalhos para as categorias.
- Não anexaram todas as escutas ao processo. Se fossem ouvidas na íntegra, o processo não teria terminado com a expulsão. Na verdade, eu fui até a Bahia para negociar a rendição do líder de lá [Marcos Prisco, presidente da Associação dos Policiais, Bombeiros e dos seus Familiares do Estado Bahia].
Daciolo explicou ainda que sua visita à Bahia tinha como um dos objetivos evitar que a greve no Rio tomasse rumos violentos.
- Temia que esse movimento radical da Bahia se instalasse da mesma forma no Rio. Por isso, procurei encher o nosso movimento de legalidade, com apoio de parlamentares, magistrados.
Corpo de Bombeiros diz ter provas indiscutíveis
O Comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Sérgio Simões, disse nesta terça-feira (13) que a decisão sobre a expulsão foi tomada com base em documentos, gravações telefônica, vídeos e fotografias que comprovam o intuito do grupo em paralisar o serviço e incitar a greve de forma violenta na semana que antecedeu o Carnaval.

terça-feira, 13 de março de 2012

A VERDADE SOBRE A VIAGEM DO CABO DACIOLO À BAHIA

Abaixo leia documento sobre AS REAIS CONDIÇÕES e PROPÓSITOS da viagem do Cabo Daciolo à Bahia. 
        CLICK NA IMAGEM PARA AUMENTÁ-LA    

"EM TERRA DE CEGO, QUEM TEM OLHO É DACIOLO"

        Eis que acontece o óbvio: a exclusão do Cabo Daciolo e mais outros doze participantes do movimento reivindicatório dos Bombeiros cariocas, lutando por dignidade salarial. Isso era previsível (Click aqui e veja) e foi criminosamente articulado. Num primeiro momento quando a "rede lobo" de televisão divulgou escutas sem autorização judicial, depois quando o Daciolo foi preso no aeroporto voltando da Bahia, prisão feita sem nenhuma fundamentação legal, (a não ser a edição criminosa feita pelo jornal nacional), além do argumento de que o líder dos Bombeiros teria ido a Bahia sem o consentimento do comando geral, o que seria outra farsa, haja vista que Daciolo foi convidado por um juíz federal para intermediar a greve da PM baiana. Depois ocorreu outro absurdo jurídico, o de trancafiar os militares em Bangu I. 

      Recapitulando, a prisão de Daciolo se deu dia 8/02/12, porque a assembléia dos militares cariocas seria dia 9/02/12, no intuito claro de tentar sabotar a manifestação. Novamente a derrota do governo, que errônea, arbitrária e criminosamente resolve excluir os militares, como se pudesse arrancar o câncer que já está ramificado pela administração dele, com a insatisfação dos policiais do BOPE, dos Bombeiros e PM's que não foram excluídos. O fato de que a adesão a greve não aconteceu na sua maioria, não significa que o apoio a ela não exista. O impacto das gravações criminosas feitas pela rede lobo foi pior do que uma bomba atômica, pois, além de desmobilizar os PMs baianos, ainda respingou nos militares do Rio.

        Porém, nada melhor do que um dia após o outro, e gradativamente a verdade vem a tona, como a de que o Prisco, líder da Bahia, ao contrário do que o jornal nacional divulgou, não incentivou o incêndio das carretas, (click AQUI e veja a matéria). E sobre o nosso amigo Daciolo, seu retorno é garantido, um a mais ou a menos, apesar que sinceramente queria vê-lo deputado lutando pela classe, articulando sem medo, sem a perseguição da corja, com a mesma imunidade deles. Porque quem sabe através da liderança de Daciolos, Assumções, consigamos definir o que somos, cidadãos que salvam vidas, mas, que pensam, questionam e lutam por uma sociedade melhor, ou simplesmente somos meros paus-mandados, sem direito a voz, manifestação, pensamento...verdadeiros bonecos de marionete na mão de políticos, na sua maioria corruptos,    falsos, desumanos e que fazem obras e compram viaturas superfaturadas, manqueiam estatísticas, orçamentos, vencem licitações fraudulentas...e depois ainda se acham capazes de julgar os militares: "De acordo com nota publicada nesta tarde no Boletim Interno da corporação, eles foram considerados "culpados por articulação em manifestações de caráter político-partidário, nas quais incitaram ostensivamente a tropa à prática de ilícitos de natureza disciplinar e penal militar, além da adoção de conduta incompatível com a missão de Bombeiro-militar". 

       Quem sabe não tenhamos olhos através das novas lideranças militares. Em terra de cego (ou alienados), quem tem olho é Daciolo...