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segunda-feira, 26 de maio de 2014

BOMBEIROS E POLICIAIS MILITARES PRESOS ILEGAIS EM BANGU 1 TOMAM PROVIDÊNCIAS

Prezados leitores, todos que vivenciam o cotidiano do nosso espaço democrático sabem que o governo Cabral encarcerou ilegalmente em Bangu 1, os Bombeiros e os Policiais Militares que lutaram por melhores salários e por adequadas condições de trabalho, violando nossos direitos e prerrogativas.

Os Bombeiros Militares vitimados pelo autoritarismo governamental se reuniram e apresentaram uma queixa-crime sobre o fato contra o Comandante Geral do Corpo de Bombeiros.

Os Policiais Militares não conseguiram agir em conjunto até a presente data, isso fez com que o organizador do blog, Coronel PM Ref Paúl, protocolasse o documento a seguir publicado, solicitando que seja passado em CERTIDÃO informações sobre a referida violação para encaminhamento ao Poder Judiciário e ao Ministério Público.




Tão logo seja recebida a CERTIDÃO os procedimentos serão desenvolvidos.
Os leitores serão informados através do nosso espaço democrático.

domingo, 25 de maio de 2014

Começa a greve dos Policiais Civis sergipanos

Veja as propostas oferecidas pelo Governo aos delegados e demais policiais civis


Desde às 6 horas de hoje, 24/05/2014, sábado, que teve início a greve por tempo indeterminado dos Policiais Civis sergipanos.

O governo do Estado encerrou os trabalhos, impondo aos Policiais Civis a mudança da forma de pagamento de seus salários: de ‘vencimentos e vantagens’ para ‘subsídio’. Com essa mudança, os Policiais Civis deixam de ter direito a perceber valores referentes a horas extras (veja o que disse o Secretário da Casa Civil, Zezinho Sobral), adicional noturno, gratificações (periculosidade e curso) e os adicionais de terço e triênio.

A base da Polícia Civil (Agentes, Agentes Auxiliares e Escrivães), representada pelo SINPOL, recusou a proposta final do governo. Para a base da Polícia Civil, a implantação do SUBSÍDIO somente seria aceita se houvesse uma compensação financeira razoável para a perda de tantos direitos. Os delegados da Polícia Civil, representados pela ADEPOL, aceitaram a mudança e os valores propostos pelo governo.

Para o presidente do SINPOL, Antonio Moraes, não causou nenhuma surpresa a aceitação dos delegados a proposta do governo. Para os delegados de polícia o governo foi bastante generoso financeiramente.

As propostas do governo

No final da tarde de ontem, 23/5, sexta-feira, os delegados Alessandro Vieira e João Batista, respectivamente, representante da SSP na comissão de negociação e Secretário Adjunto da SSP, esmiuçaram TÃO SOMENTE a proposta rejeitada pela base da Polícia Civil.

Por questão de justiça, e para que toda a sociedade saiba de TODAS as informações, apresentamos também a PROPOSTA aceita pelos DELEGADOS DE POLÍCIA. Para os Delegados de Polícia, os valores foram bem mais atraentes, talvez isso tenha os convencido de aceitar tão rapidamente e sem maiores crises o que foi oferecido pelo governo.

Para Agentes, Agentes Auxiliares e Escrivães, esses valores são iguais ou próximos de suas atuais remunerações brutas. Para a base da Polícia Civil, estar-se trocando SEIS por MEIA DÚZIA.

ASCOM SINPOL Sergipe

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Lideranças policiais de treze Estados anunciam paralisação para quarta-feira

Por Pollyane Lima e Silva, na VEJA.com. Volto no post seguinte:

A paralisação nacional de policiais, convocada para a próxima quarta-feira, já tem a adesão de lideranças de metade dos Estados brasileiros. Até o início da tarde desta segunda, agentes de treze unidades da federação aceitaram a convocação feita pela Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol). São eles: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Amazonas, Pará, Alagoas, Paraíba, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Rondônia e Bahia. “Distrito Federal e os demais Estados devem responder até terça-feira se vão também cruzar os braços. Não recebemos nenhuma resposta negativa ainda”, disse ao site de VEJA o presidente da Cobrapol, Jânio Bosco Gandra.
O movimento envolve policiais civis, federais e rodoviários – os militares são proibidos, pelos códigos militares, de fazer greve, apesar de haver algumas mobilizações isoladas. Gandra afirma que em alguns Estados podem ser mantidos de 30% a 70% dos agentes trabalhando. “Vai depender do nível de violência e da demanda de cada lugar”, explica. A medida, de acordo com ele, é para evitar que se repita em escala nacional o caos das ruas de Recife na semana passada, em razão da paralisação da Polícia Militar. “Já fizemos um pedido especial para que os movimentos pernambucano e baiano não envolvam a PM. Não podemos causar o resultado inverso, queremos que realmente melhore a segurança pública no país”, reforçou o presidente da Cobrapol.
O  objeto da paralisação é pressionar o governo federal a criar uma política de segurança pública que se preocupe também em melhorar as condições de trabalho da força policial. “Não existe uma gestão nacional nem investimento adequado. Nesse jogo de empurra, a população fica com a sensação de impunidade. Em alguns Estados, o índice de crimes solucionados não passa de 8%, é baixíssimo”, diz Gandra, acrescentando que não houve sequer treinamento adequado de policiais para a Copa do Mundo. “Esperamos que o governo reagisse, mas ele decidiu treinar só 300 agentes da Força Nacional. Esse número é insuficiente para dar conta de todas as sedes. A gente teme por isso. Pode ser um fiasco”.
Mobilizações
Em Brasília, os agentes farão uma passeata que pode terminar no Ministério da Justiça ou na Praça dos Três Poderes. No Rio, o grupo se encontra às 14h na Cidade da Polícia, Zona Norte da capital, e caminha até o bairro da Tijuca. “Às 19h, faremos uma assembleia para definir os rumos da categoria”, acrescenta Francisco Chao, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindpol).
A categoria paulista programa uma passeata para o sábado, no Centro da capital. O acordo oferecido pelo governo estadual não foi aceito. “Nós pleiteamos uma restruturação de carreira que possa entrar em vigor em 2016, mas o governo nos oferece apenas ajuste salarial e não garante anistia aos grevistas. Por isso, a greve está mantida”, afirmou Alexandre Sally, presidente do sindicato de policiais civis federais do Estado de São Paulo.
Por Reinaldo Azevedo/veja.abril.com.br

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Policiais civis, federais, rodoviários e militares planejam paralisação dia 21 de maio

Policiais de braços cruzados
Os policiais civis, federais, rodoviários federais e militares planejam uma paralisação geral no dia 21 de maio. O objetivo é cobrar do Executivo Federal uma política nacional de segurança pública voltada para defender os cidadãos e também melhorar as condições de trabalho da força policial.

Organização
A atividade é organizada nacionalmente pela Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), em conjunto com a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), a Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), o Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal (Sindipol-DF), o Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF), a Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais (Feneme) e a Associação Nacional dos Praças (Anaspra).

Nos estados
Para organizar a paralisação nos estados, as entidades nacionais convocaram seus sindicatos filiados a organizarem assembleias locais. No caso da Polícia Civil, os estados da Bahia, Pará e Santa Catarina foram os primeiros a aprovarem participação na atividade. O presidente da Coprabol, Jânio Bosco Gandra, informa que os demais estados realizam assembleias ao longo desta semana.

 coluna Ponto do Sevidor, de Millena Lopes
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

domingo, 4 de maio de 2014

Policiais do Rio ameaçam entrar em greve às vésperas da Copa

Outdoor fixado em frente ao prédio chefia de Polícia, no Centro do Rio, anuncia a possibilidade de greve
(Pâmela Oliveira/Veja.com)


O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, tem duas semanas para conter mais uma crise na Polícia Civil. Os agentes, que reclamam do abismo salarial entre os policiais e delegados, exigem a incorporação ao salário de uma gratificação de 850 reais e ameaçam entrar em greve caso não tenham a reivindicação atendida – o valor integra o programa Delegacia Legal, de modernização das delegacias. Na terça-feira, a categoria estabeleceu um prazo: se Pezão não apresentar o projeto de incorporação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) até o dia 15, os agentes farão uma assembleia para votar a possibilidade de greve.
Atualmente, perdem a gratificação policiais grávidas, baleados em dias de folga, aqueles que estão de licença ou férias e os aposentados. “Uma policial que engravida perde a gratificação e precisa recorrer à Justiça para não ter o salário diminuído. Isso é cruel”, disse o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindpol), Francisco Chao.
O governo está pressionado por outra categoria: policiais militares articulam, caso a Polícia Civil obtenha a incorporação, um movimento de greve para também cobrar aumento salarial.
A julgar pela opinião dos cerca de mil policiais que participaram da assembleia realizada na terça-feira, no Clube Municipal, na Tijuca, sem a incorporação da gratificação o risco de paralização é elevado. Uma greve a poucos dias da Copa do Mundo – quando são previstas manifestações e confrontos nas ruas – é uma ameaça capaz de comprometer o governo de Luiz Fernando Pezão, pré-candidato ao governo do Rio.
“A categoria está muito ressabiada. Em dezembro, o governador Sérgio Cabral se comprometeu a incorporar a gratificação Delegacia Legal durante reunião com o sindicato, no Palácio Guanabara. Pezão, assim que assumiu o governo, afirmou que atenderia a reivindicação e nos pediu que esperássemos até o dia 15 de maio. A demora está sendo nociva porque está minando a confiança da categoria”, afirmou Chao ao site de VEJA.
Outro sindicato que representa os policiais fixou outdoors com a ameaça de greve dos agentes. No texto, o Sindicato dos Policiais Civis do Rio de Janeiro (Sinpol) afirma: "Pezão, a bola é sua! Atenda a categoria e evite greve na Copa". 
De acordo com o Sindpol, o salário inicial bruto de um agente é de cerca de 4.500 reais, incluindo a gratificação Delegacia Legal. Com os descontos, o valor líquido cai para 3.500 mil. O ganho de um delegado no início da carreira, segundo planilha do Sindpol, é de 15.000 reais.
“O salário de um agente da polícia civil do Rio não é condizente com a qualificação que é exigida no concurso e com a responsabilidade de um inspetor. O concurso exige terceiro grau, mas a remuneração é uma das mais baixas do país”, afirma Chao.
Delegados – A reivindicação de incorporação da gratificação tem o apoio dos delegados. Em 28 de abril, o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado do Rio de Janeiro entregou uma Moção de Apoio assinado por 365 delegados no Palácio Guanabara.
No texto, os delegados narram as dificuldades enfrentadas pelos agentes e afirmam que a remuneração insuficiente causa estresse e necessidade de busca de complementos de renda que causam "cansaço exacerbado capaz de prejudicar os reflexos e raciocínio". No documento, os delegados afirmam ainda que fazem "coro com as manifestações" dos agentes e dizem que a causa salariam dos policiais deve ser prioritária na instituição. 

sexta-feira, 28 de março de 2014

Policiais Civis do RIO cogitam greve na Copa (será que o Brasil vai parar?!)

Policiais Civis do Rio de Janeiro exigem que o governo cumpra sua promessa de atender às reivindicações salariais da categoria, e levantam a possibilidade de entrar em greve na Copa do Mundo. Em dezembro, o governador Sérgio Cabral anunciou para eles que o pedido de inclusão de uma das gratificações, o da Delegacia Legal, ao salário dos trabalhadores, seria anunciado neste mês de março. A Secretaria de Planejamento já havia inclusive apresentado um plano para esses pagamentos. Em reunião entre governo e categoria na semana passada, no entanto, o vice-governador Luiz Fernando de Souza, o Pezão, que assume o governo no próximo mês, disse que precisaria de tempo para pensar, e que daria um retorno sobre a comprovação do reajuste até junho.
A questão salarial da categoria é antiga, de acordo com Francisco Chao de la Torre, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindpol RJ). Como o salário é baixo, os servidores precisam contar com gratificações especiais que, em caso de licença médica, por exemplo, deixam de cair na conta do trabalhador. O que eles sugeriram para o governo era que uma dessas gratificações, a Delegacia Legal, com o valor de R$ 850, entrasse no vencimento de todos os policiais civis. A gratificação, que só seria totalmente inserida em um prazo de cinco anos, seria extinta com o tempo e o servidor não correria o risco de ver seu salário cair ao se aposentar, acidentar ou tirar uma licença maternidade.
Centenas de Policiais Civis realizaram uma assembleia de mobilização nesta segunda-feira (24) para debater a situação, com a participação de entidades como a Coligação dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Colpol). No dia 29 de abril, o Sindipol-RJ vai promover outra, para decidir se a categoria entra em estado de greve. No último encontro, eles resolveram esperar até 30 de junho pelo reajuste salarial. Francisco reforça que espera um retorno positivo do governo antes do prazo. 
"A sociedade quer uma polícia melhor, é delicado a gente discutir salário na esfera da segurança pública. O Rio viveu uma evasão de empresas, investimentos, que agora teve um retorno, mas até quando? A situação está delicada, ninguém ignora que existe, no mínimo, uma instabilidade. Ninguém quer retrocesso, independentemente da cor política do projeto, a gente quer avanço", declarou Francisco ao JB.
O porta-voz dos policiais civis ressalta que o salário dos delegados de polícia do Rio é o maior da federação, enquanto o dos agentes está na penúltima colocação nacional, de acordo com a Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol). Francisco é inspetor de polícia de terceira classe, duas para chegar ao topo, tem 19 anos de polícia, e seu salário líquido é de R$ 4.500. Na aposentadoria, ele reforça, perderia metade disso, devido às gratificações que o governo oferece por fora.
"Somos 11 mil policiais civis na ativa. Pelo menos 30% têm tempo de profissão suficiente para se aposentar e não se aposenta, para não ter os salários reduzidos." Ele explica que são vários os patamares de gratificação. O Delegacia Legal, por exemplo, não favorece todos os policiais civis, apenas os que trabalham em locais que fazem parte do programa. 
De acordo com Francisco, o secretário de Estado de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame tem sido o principal articulador das pautas da categoria, um "grande avalista da negociação salarial, que agiu altruisticamente".
Além da questão salarial, os policiais civis do Rio ainda se veem agora, acrescenta, com um aumento da demanda pelos seus serviços. Falam ainda das altas taxas de letalidade. 
"Cabral determinou que o nosso pleito fosse atendido, a gratificação fosse dada, o Pezão nos pede tempo, até junho, prazo fatal para conceder aumento aos servidores, devido ao processo eleitoral. A gente sempre tenta construir uma estrada de mão dupla, a gente compreende as dificuldades do estado, mas também precisamos ser valorizados", complementa Francisco.
JB entrou em contato com a assessoria de imprensa do governo do Rio, mas não recebeu retorno até o fechamento desta matéria.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Polícia Civil MG põem Força Nacional para correr



Colaborador Eliomar Araújo

Policias civis em greve fazem protesto em Belo Horizonte

Integrantes da Polícia Civil fazem protesto em Belo Horizonte (Foto: Reprodução/BHTrans)
Do G1 MG

Em greve, integrantes da Polícia Civil fazem manifestação na tarde desta terça-feira (25) emBelo Horizonte. De acordo com a Polícia Militar (PM), por volta das 16h, cerca de 200 pessoas participavam da passeata, que saiu da Assembleia Legislativa de Minas Gerais em direção à Praça Sete, na Região Centro-Sul da capital. Já a assessoria do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil (Sindpol) informou ao G1 que o protesto reunia cerca de mil participantes.
Durante protesto de policiais civis, caixões são incendiados na Praça Sete (Foto: Reprodução/BHTrans)
Durante protesto de policiais civis, caixões são
incendiados na Praça Sete
(Foto: Reprodução/BHTrans)
De acordo com a entidade, antes de percorrer ruas da cidade, policiais realizaram uma assembleia, na qual decidiram pela manutenção da paralisação, iniciada no último dia 10. Ainda segundo o sindicato, a principal reivindicação é a aprovação de um projeto de lei orgânica sobre a Polícia Civil.
Por volta das 16h15, a passeata chegou à Praça Sete. Durante o protesto, caixões foram incendiados.De acordo com a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), o trânsito foi fechados nos dois sentidos das avenidas Amazonas e Afonso Pena e liberado às 17h20, quando manifestantes se dispersaram.

Por meio de nota,  a assessoria da Polícia Civil afimrou que, apesar da greve, o funcionamentoé normal em todas unidades policiais do estado. A corporação disse ainda que "reafirma a estranheza quanto à posição de uma das entidades representativas dos policiais civis, que insiste em um posicionamento de confronto, mesmo diante da disposição do Governo do Estado em negociar ajustes no projeto da nova Lei Orgânica da Instituição".

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Polícia Civil de Uberlândia adere à greve estadual

Inspetor de Polícia Civil de Uberlândia Cezarino ItuassuCerca de 80% dos policiais civis de Uberlândia aderiram à greve estadual que começou nesta segunda-feira (10). De acordo com o diretor do Sindicado dos Policiais Civis do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, Cezarino Ituassu, apenas 30% dos serviços serão oferecidos durante a paralisação. Dentre as reivindicações está a promoção automática de cargo a cada cinco anos. Nesta quinta-feira (13) será feita uma assembleia na praça da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) com policiais civis de todo o estado.
Em nota a Polícia Civil de Minas Gerais informou que nesta terça-feira (11) o trabalho transcorreu dentro da normalidade em 60 das 71 Delegacias Regionais do Estado. Nas outras 11, ou seja 15,5% do total, houve pequenas paralisações esporádicas que não prejudicaram o atendimento ao público.
Segundo Cezarino, mesmo com a paralisação alguns serviços serão oferecidos.“Na cidade 80% dos policiais, investigadores, escrivães, peritos aderiram ao momvimento e 99% dos delegados também. Seguindo à lei, 30% dos serviços serão oferecidos, sendo que os exames de habilitação que foram marcados para essa semana serão realizados, mas a partir da próxima segunda-feira (17) serão somente os 30%, disse.

Policia Civil MG - O que que a Policia quer...(hino da dignidade das polícias)


Fonte: Blog da Renata

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Polícia Civil de Minas entra em greve e prepara ato público em BH

A Polícia Civil de Minas Gerais entrou em greve nesta segunda-feira. A decisão foi tomada em uma assembleia em 24 de maio. A categoria reivindica a revisão da Lei Orgânica da Polícia Civil, que define o plano de carreira da corporação, entregue à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) para avaliação dos deputados estaduais. Ao meio-dia, haverá um ato público da categoria no pátio do prédio, que fica na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.


O Sindicato dos Servidores da Polícia do Estado de Minas Gerais (Sindpol-MG) divulgou uma cartilha orientado os policiais sobre os procedimentos que devem ser adotados durante a greve. A escala mínima de atendimento será mantida, de acordo com a lei de greve. De acordo com as determinações, somente serão formalizados os procedimentos de flagrante e Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs). Será feita a confecção do Registro de Eventos de Defesa Social (Reds) em 30% do total que normalmente é feito nas delegacias.

Também de acordo com a cartilha, durante a greve não serão instaurados inquéritos policiais por portaria, diligências preliminares, nem serão despachadas ocorrências policias. Também não serão feitas oitivas, intimidações, acareações, reconhecimentos e nem investigações. As viaturas caracterizadas só serão usadas em casos de extrema necessidade. Não serão realizadas operações para cumprimentos de mandados de prisão e busca e apreensão domiciliar, somente em casos inadiáveis ou que coloquem a vida de pessoas em risco. No Detran, serão feitos somente 30% de alguns serviços, entre eles, o emplacamento de veículos. 

Segundo o sindicato, o governo do estado já sinalizou uma nova discussão para uma possível reformulação do texto da Lei Orgânica e propondo abertura de concurso público para o cargo de investigador. Na quinta-feira, dia 13, haverá uma reunião na ALMG para um ajuste do documento com o apoio das entidades de classe.


terça-feira, 4 de junho de 2013

POLÍCIA CIVIL DE MINAS, PODE ENTRAR EM GREVE DIA 10 DE JUNHO

COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS DA POLÍCIA CIVIL DE MINAS , DIA 10 DE JUNHO PRÓXIMA SEGUNDA FEIRA COMEÇA NOSSO MOVIMENTO GREVISTA DE 2013 , BEM COMO A NOSSA AGE (ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA ) , SEGUNDO CONSTA ESTÁ AGENDADA UMA REUNIÃO DOS PRESIDENTES DAS ENTIDADES REPRESENTATIVAS DA POLÍCIA CIVIL DE MINAS COM A CHEFIA DE POLÍCIA PARA O DIA 07 JUNHO DE 2013 , NÃO ACEITAREMOS MAIS ENROLAÇÃO , MAIS PRAZO , POR PARTE DO GOVERNO DE MINAS , NOSSOS DEBATES E NEGOCIAÇÃO ESTÁ MADURO , BASTA O GOVERNO ENVIAR O SUBSTITUTIVO DISCUTIDO E DEBATIDO ENTRE TODAS AS ENTIDADES DE CLASSE , CUMPRINDO COM SUA PALAVRA DE AVANÇAR NO PROJETO QUE REALMENTE VALORIZE O POLICIAL CIVIL E MODERNIZE A INSTITUIÇÃO , NÃO COMO O PROJETO QUE O GOVERNO ENVIOU PARA ENVIAR GOELA ABAIXO DA CATEGORIA , UM RETROCESSO DE CEM ANOS NA POLÍCIA CIVIL , E AINDA PIOR RETIRA DIREITOS E BENEFÍCIOS CONQUISTADOS PELOS POLICIAIS CIVIS NA LEI COMPLEMENTAR 84-2005 , LEI COMPLEMENTAR 113 -2010 , QUE GEROU A GREVE DE 2013 A SER INICIADA NA PRÓXIMA SEGUNDA FEIRA , SERÃO DISPONIBILIZADOS NOS PRÓXIMOS DIAS A CARTILHA DE GREVE 2013 PELO SINDPOL , QUE DEVERÁ SER CUMPRIDO INTEGRALMENTE PELA CATEGORIA , BEM COMO O SETOR JURÍDICO DE PLANTÃO PARA ANALISES E ENCAMINHAMENTOS DE EVENTUAIS ASSÉDIO MORAL POR PARTE DAS CHEFIAS , POIS O DIREITO DE GREVE É SOBERANO E CONSTITUCIONAL , CONFORME JÁ DECIDIU STF , INCLUSIVE PROIBINDO O CORTE DOS DIAS PARADOS PELOS SERVIDORES ; DIA 05 DE JUNHO ÁS 09:00 HORAS REUNIREI COM OS POLICIAIS CIVIS DE JUIZ DE FORA E REGIONADAS NA DELEGACIA REGIONAL PARA A MOBILIZAÇÃO DOS MESMOS , A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO E ADESÃO DE CADA POLICIAL CIVIL PARA O NOSSO SUCESSO E PARA O NOSSO FUTURO , BEM COMO PARA LEVARMOS O MAIOR NÚMERO DE POLICIAIS CIVIS PARA AGE , UM DIREITO CONSTITUCIONAL DO POLICIA CIVIL , DE IR A ASSEMBLÉIA DE SUA CATEGORIA , BASTA ASSINAR A LISTA DE PRESENÇA DA AGE , QUE TERÁ SEU DIREITO GARANTIDO E RESPALDADO PARA AÇÕES JURÍDICAS FUTURAS , CONTRA QUALQUER ARBITRARIEDADE DA CHEFIA QUE ATENTE CONTRA O DIREITO CONSTITUCIONAL DE GREVE DO POLICIAL CIVIL , DE TER O DIREITO DE PARTICIPAR DA AGE DE SUA CATEGORIA , BEM COMO NESTE PRIMEIRO DIA DE GREVE VAMOS LOTARMOS A AGE NA ALMG MOSTRANDO A ADESÃO EM MASSA DOS POLICIAIS CIVIS DE MINAS , BEM COMO TRAÇARMOS ESTRATÉGIAS DE MOBILIZAÇÃO E ATOS PÚBLICOS DURANTE A REALIZAÇÃO DE JOGOS DO EVENTO DA COPA DAS CONFEDERAÇÕES NO MINEIRÃO , MOSTRANDO AO MUNDO O DESCASO E ABANDONO DO GOVERNO DE MINAS PARA COM SEUS POLICIAIS CIVIS , A MÍDIA DO MUNDO TODO VAI ESTAR NESTE EVENTO E COBRIR NOSSOS PROTESTOS PELA FALTA DE COMPROMISSO E DA PALAVRA DO GOVERNO DE MINAS COM A CATEGORIA , VAMOS NOS UNIRMOS , NOS MOBILIZARMOS E FAZERMOS AQUELA CORRENTE , TRABALHO FORMIGUINHA DE CONVENCIMENTO DO COMPANHEIRO DE ADERIR A NOSSA GREVE , BEM COMO CADA UM POLICIAL CIVIL QUE PARTICIPAR DA AGE LEVAR PELO MENOS MAIS DOIS POLICIAIS CIVIS , PARA INTERIOR E CAPITAL MAIS UMA VEZ JUNTOS E MOBILIZADOS FAZERMOS A MAIOR GREVE DE 2013 DA POLÍCIA CIVIL QUE ESTE ESTADO JÁ PRESENCIOU E JÁ VIU , NÃO SE ILUDA , NÃO SE ENGANE, O MOMENTO É AGORA , OU VAI OU RACHA , CHEGA DE HUMILHAÇÃO , QUEM FAZ A HORA , NÃO ESPERA ACONTECER , VAMOS SAIR DA ZONA DO CONFORTO E IR PARA AS RUAS , PARA AS MOBILIZAÇÕES , PARA AS LUTAS ENCAMPADAS PELO SINDPOL , POIS SINDICATO SOMOS TODOS NÓS , E A UNIÃO FAZ A FORÇA , E GARANTE QUE NÃO TEM NENHUMA CLASSE SATISFEITA COM OS RETROCESSOS DO PROJETO ENCAMINHADO PELO GOVERNO , POIS NÃO ATENDE AS DEMANDAS DE NENHUMA CARREIRA , AGORA É O MOMENTO DO SINDPOL , JUNTAMENTE COM O SINDEPOMINAS , SINDIPECRI E DEMAIS ENTIDADES REPRESENTATIVAS DA PC SE UNIREM EM PROL DA VALORIZAÇÃO DE TODOS OS POLICIAIS CIVIS DE MINAS , PENSAR POLÍCIA COMO UM TODO , NA VALORIZAÇÃO DE TODAS AS CLASSES DA PC , BEM COMO NA MODERNIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO , A LUTA CONTINUA COMPANHEIROS , JUNTOS SOMOS MAIS FORTES , ATÉ A AGE DO DIA 10 QUE ACONTECE NO NOSSO PRIMEIRO DIA DE GREVE !
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