Seguidores

Mostrando postagens com marcador presidencia da república. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador presidencia da república. Mostrar todas as postagens

sábado, 5 de outubro de 2013

Marina se filia ao PSB e sairá candidata a vice presidente do Brasil




A ex-senadora Marina Silva decidiu se filiar ao PSB e sair como candidata a vice na chapa do governador Eduardo Campos (PE). A decisão foi tomada após conversas iniciadas na noite de ontem e concluídas na manhã deste sábado (5).

Até então, Marina era, assim como Campos, virtual candidata à Presidência da República nas eleições de 2014.

Segundo a Folha apurou, Marina está discutindo com aliados a melhor maneira de explicar publicamente as razões pelas quais seria vice na chapa. Em 2010, ela concorreu à Presidência e foi o "fator surpresa" ao conseguir 19,6 milhões de votos e ficar em terceiro lugar.

Para ampliar a força do grupo contra a polarização PT-PSDB, o PPS está sendo chamado a integrar a coalizão. O partido foi uma das legendas que ofereceu abrigo a Marina após o veto da Justiça Eleitoral ao partido que ela tentou organizar, a Rede Sustentabilidade.
A união tem o objetivo de formar uma consistente terceira via na corrida ao Planalto, em contraposição à candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) e à postulação do oposicionista Aécio Neves (PSDB).

FÁBIO ZAMBELI
EDITOR-ADJUNTO DE PODER
NATUZA NERY
RANIER BRAGON
DE BRASÍLIA

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Pré-candidata à presidência da República defende desmilitarização e aprovação da PEC 300



“Fico muito agradecida pela homenagem recebida, pois sei que ela não se dirige a mim apenas como indivíduo, mas representa toda a luta em prol das causas sociais”, diz a ex-deputada federal Luciana Genro, do Rio Grande do Sul, que recebeu na última segunda-feira (20) o título de cidadã natalense na Câmara Municipal de Natal. A pré-candidata à presidência da República pelo PSOL tem acompanhado há anos as ações dos policiais e bombeiros militares por melhorias nas condições de trabalho e valorização da categoria. Ainda quando era deputada, Luciana constatou a situação de repressão na qual vivem os profissionais para reivindicar seus direitos.

“Desde 1997, com a greve dos policiais militares no Rio Grande do Sul, defendo que a militarização é um aspecto negativo, pois a coerção vivida por eles em todo o Brasil reflete na maneira como lidam com a população. Desse modo, para se ter policiais cidadãos, a desmilitarização é o caminho”, argumenta. A ex-deputada ainda defende a aprovação da PEC 300, que estabelece um piso remuneratório nacional para policiais e bombeiros militares, pois afirma que só assim haverá igualdade salarial entre todos os policiais do país. “Hoje em dia, em Brasília se ganha bem, mas no Rio Grande do Sul, por exemplo, a categoria recebe uma das menores remunerações do Brasil. Precisamos mudar essa realidade para valorizar os que trabalham diariamente pela segurança pública”, finaliza.

A sessão solene de entrega do título de cidadã natalense a Luciana Genro foi de iniciativa do vereador Sandro Pimentel. Os subtenentes e sargentos militares estaduais estavam representados pelo presidente da ASSPMBM/RN, Eliabe Marques e pelo sargento Ivonaldo Marreiro, diretor jurídico da entidade. 

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

BRASIL PRECISA LANÇAR UM CANDIDATO MILITAR À PRESIDÊNCIA

     Por MARCELO ANASTÁCIO - BLOG NO Q.A.P  

 Há tempos vemos os desmandos na pátria amada, constantemente desonrada. Rimou, mas, foi sem nenhuma pretensão poética. Os civis no poder provaram que não conseguem vencer tanta corrupção, tanta obra  superfaturada, tanto descaso com o povo brasileiro, tanta violência, falta de regras e limites. Na verdade não existe governo perfeito, isso é utópico, mas, será que um governo militar seria mais corrupto que os da atualidade?

  Já vimos muita lama, gente incompetente com poder demais, sem saber o que efetivamente vai fazer, titubeando nas tomadas de decisões, submissos completamente a especulação, por exemplo. Paralelamente, vemos vários segmentos amadurecendo como os militares estaduais e federais, os funcionários públicos federais, professores e que estão a deriva buscando sentido para tanto abandono para suas respectivas carreiras. Neste sentido, usando o discurso clichê do ídolo nacional "Tiririca", por quê não apostarmos num candidato militar à presidência da república? "Pior que tá num fica"... Obviamente alguns torcem o nariz para a ideia, contudo, bem diferente do passado, os militares precisam participar do jogo "democrático", assim como os terroristas e ladrões de banco puderam, alçando o posto máximo da república, por quê temos que ficar com esse complexo da ditadura, nos amordaçando política e moralmente até hoje? A geração que lutou contra a luta armada no Brasil, já está no mínimo aposentada, outros já morreram, e os que estão vivos com certeza não participaram da ditadura militar.

    Por isso temos que lançar ao menos um candidato militar para a presidência do Brasil, seja General Heleno, seja o Bolsonaro, seja algum militar de outra força ou policial militar, o que não podemos é ficar resmungando, reclamando, fazendo protesto, que na maioria das vezes sequer tem a devida cobertura da imprensa, por questões óbvias. Aglutinar os votos da família militar é mais fácil que aturar Dilma e sua cúpula. 

   Os motivos não seriam apenas salariais, mas, as reformas de base que foram tão prometidas por FHC e Lula e que nunca saíram do papel. E para aqueles que disseram sobre a ditadura o argumento é mais fácil ainda: "- Não queremos entrar pela porta dos fundos, queremos entrar pelo voto. Se os políticos civis ignoram nossa categoria, também temos que fazer o mesmo quando formos as urnas".

    Qualquer coisa ou ato fora disso é proselitismo (embromação) política, dissimulação, rodeio e engodo. Pensar na família militar é votar em militar, é apoiar militar, é se candidatar sendo militar. Só conhece a nossa realidade quem vive nela, o resto é teoria, é sofismo e a tentativa de fazer da família militar uma escada eleitoral.

     MARCELO ANASTÁCIO - BLOG NO Q.A.P

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Construindo a nossa cidadania: PSPC lançará candidato próprio a Presidência, vote 56

Desde de 1988, com a criação da nossa última Carta Magna, que os militares ficaram preteritos, (para não dizer discriminados) em vários aspectos, como na questão política, sem direito a filiação partidária, seja no comportamento, onde a categoria ainda não reconhece o assédio moral como crime (mesmo sendo “seguidora” dos Direitos Humanos), seja na liberadade de expressão, pois indicia os militares que se expressam.
Especialmente as forças armadas, muito mais até do que alguns militares estaduais, sofreram grande corte no orçamento, sendo determinante para a diminuição do contingente, diminiução do horário de funcionamento dos quartéis, e, sucateamento dos equipamentos.
Desde o fim da ditadura não tivemos candidato militar concorrendo, por exemplo, a presidência, o  que seria quase um afronta. Associar a imagem a essa categoria, seria suicídio eleitoral. Contudo, devido as constantes manifestações de policiais e militares, desde de 88, algumas culminando em greves e até morte. Porém a força eleitoral que o segmento chamado segurança pública agrega, com quase 10% do eleitorado, somados aos parentes é um fato. Aliado ao descaso dos sucessivos governos junto a categoria, somado ao despertar da cidadania em geral, e especialmente dos militares, surge a ideia de criação de um partido político, capaz de aglutinar militares, civis e interessados em combater a corrupção e ao velho modelo político brasileiro, eis que surge o PSPC – Partido da Segurança Pública e Cidadania.
Por enquanto estamos na fase de coleta de assinaturas, aumento dos diretórios pelo país. Com certeza, em 2014, estaremos lançando candidatos para os mais diversos cargos, inclusive para Presidência do Brasil. Sem medo ou vergonha de ser feliz. Essa geração de militares e civis que apoiam o projeto, não está associada ao passado, pois, queremos chegar ao poder pelo voto, única arma aceitável numa democracia.
Para os que duvidam, saibam que a única categoria que transita em todos os níveis sociais, do medingo ao médico, do advogado ao sem-terra, do aluno ao professor somos nós policiais militares estaduais. Por isso conhecemos os dois lados da moeda, dos bastidores do estado falacioso, as demandas de uma sociedade ávida por mudanças sociais. Bem vindo a cidadania, façam parte do PSPC, ajude a contruí-lo, ele é nosso: www.pspcbrasil.com.br ou www.pspcmg.com. Então VOTE 56.
Editorial do blog No Q.A.P
Por Marcelo Anastácio

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

PROCURA-SE CANDIDATO MILITAR À PRESIDÊNCIA DO BRASIL (republicada)

     
              Então veio a imediata indignação e revolta contra a candidatura da Dilma, e, alguns companheiros chegaram a sugerir que algum militar deveria lançar a candidatura a presidência da república. Não só para dar força ao movimento dos militares que sempre servem de massa de manobra dos políticos, mas, para que os votos que seriam eventualmente jogados fora, agora possam ser canalizados para algum militar e que esteja realmente envolvido com as demandas da categoria. Estranhamente, muitos civis, não votaram nem em Serra e nem na Dilma, pois vêem os mesmos vícios políticos, então por quê não termos um candidato militar a presidência da república? Se não me engano, desde do final da ditadura militar nunca mais tivemos algum candidato militar para presidente. E digo mais, esse candidato poderia ser o Major Fábio, o Capitão Assunção, Capitão Tadeu, ou qualquer Praça de algum estado. Temos que ignorar esses dois candidatos a presidência. Somos quase um milhão de profissionais da Segurança Pública, entre policiais militares, bombeiros, agentes penitenciários, policiais civis, guardas municipais dentre outros, isso considerando o voto direto, agora imaginem os parentes, amigos...etc...chegaríamos a números próximos a casa dos cinco milhões. Uma candidatura que fosse capaz de agregar as forças da segurança nesses níveis, mudariam todo esse paradigma eleitoral de hoje. É claro que não devemos sonhar com a vitória, pois eles roubam e se escondem em panetones, imaginem quanto irão jogar nas suas campanhas presidências? Mas, talvez seja o início de uma conscientização coletiva para a verdadeira transformação que não só a sociedade, mas os militares brasileiros querem. Chega de ver dinheiro em cuecas, sem que ninguém faça nada!!! Pensem nisso e estejam "no q.a.p".
                             A conclusão foi óbvia: vamos votar em quem?

                            Marcelo Anastácio 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

KD VC MARINA DA SILVA? Só vai lembrar da segurança pública na hora da eleição?


           Que vergonha senhora Marina Silva...e pensar que a grande maioria dos policias e bombeiros desse país lhe ajudaram a ser a terceira melhor candidata mais votada últimas eleições presidenciais...a sua assessoria sabe disso. Que vergonha!!! No momento em que a categoria mais precisa, a senhora, junto com muitos pseudo-líderes, agora políticos profissionais, subiram literalmente "em cima do muro", e não dão entrevistas sobre a greve, parece que nem existem...verdadeiros "anonimous"...no pior sentido da palavra...

           É por essas e outras que temos que amadurecer uma candidatura militar para a próxima eleição presidencial, seja o General Heleno, seja de algum outro militar capacitado, para demonstrar nas urnas a força da nossa categoria, que anda subjugada por parte de uma esquerda conhecidamente criminosa. A direita é morta, é uma verdadeira "oposição de cemitério", pois não denuncia, não fiscaliza, não participa do jogo democrático. Nós, militares vivemos a ditadura das incoerências, com ex-assaltantes de bancos no poder, políticos compravadamente flagrados pegando dinheiro sujo de propinas, serem liberados por um Congresso corporativista e conivente. Então, não nos restará outra saída...militares no poder, já! Chega de humilhação, enquanto essa corja rouba a nação!

domingo, 25 de setembro de 2011

Construindo a cidadania: PSPC lançará candidato próprio à Presidência do Brasil

               
                Editorial do blog No Q.A.P
                Por Marcelo Anastácio
              
            Desde de 1988, com a criação da nossa última Carta Magna, que os militares ficaram preteritos, (para não dizer discriminados) em vários aspectos, como na questão política, sem direito a filiação partidária, seja no comportamento, onde a categoria ainda não reconhece o assédio moral como crime (mesmo sendo "seguidora" dos Direitos Humanos), seja na liberadade de expressão, pois indicia os militares que se expressam.             

           Especialmente as forças armadas, muito mais até do que alguns militares estaduais, sofreram grande corte no orçamento, sendo determinante para a diminuição do contingente, diminiução do horário de funcionamento dos quartéis, e, sucateamento dos equipamentos.

            Desde o fim da ditadura não tivemos candidato militar concorrendo, por exemplo, a presidência, o  que seria quase um afronta. Associar a imagem a essa categoria, seria suicídio eleitoral. Contudo, devido as constantes manifestações de policiais e militares, desde de 88, algumas culminando em greves e até morte. Porém a força eleitoral que o segmento chamado segurança pública agrega, com quase 10% do eleitorado, somados aos parentes é um fato. Aliado ao descaso dos sucessivos governos junto a categoria, somado ao despertar da cidadania em geral, e especialmente dos militares, surge a ideia de criação de um partido político, capaz de aglutinar militares, civis e interessados em combater a corrupção e ao velho modelo político brasileiro, eis que surge o PSPC - Partido da Segurança Pública e Cidadania.

          Por enquanto estamos na fase de coleta de assinaturas, aumento dos diretórios pelo país. Com certeza, em 2014, estaremos lançando candidatos para os mais diversos cargos, inclusive para Presidência do Brasil. Sem medo ou vergonha de ser feliz. Essa geração de militares e civis que apoiam o projeto, não está associada ao passado, pois, queremos chegar ao poder pelo voto, única arma aceitável numa democracia.

             Para os que duvidam, saibam que a única categoria que transita em todos os níveis sociais, do medingo ao médico, do advogado ao sem-terra, do aluno ao professor somos nós policiais militares estaduais. Por isso conhecemos os dois lados da moeda, dos bastidores do estado falacioso, as demandas de uma sociedade ávida por mudanças sociais. Bem vindo a cidadania, façam parte do PSPC, ajude a contruí-lo, ele é nosso: www.pspcbrasil.com.br ou www.pspcmg.com

                Marcelo Anastácio