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terça-feira, 2 de junho de 2015

Câmara aprova autorização para Executivo utilizar polícias e bombeiros do DF

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou proposta que autoriza o governo federal, por meio de ato do Presidente da República, a utilizar as polícias Civil e Militar e o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal em caso de vigência de estado de defesa, estado de sítio ou de intervenção no Distrito Federal (DF). O ato deverá indicar as subordinações temporárias para fins operacionais.
Foi aprovado o substitutivo do relator, deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), para o Projeto de Lei 4275/93, do Poder Executivo. O texto regulamenta dispositivo constitucional referente à utilização das forças de segurança do DF. A proposta foi aprovada conclusivamente e segue para análise do Senado, a menos que haja recurso aprovado para que seja analisada pelo Plenário.
Autonomia do DF
O relator decidiu aproveitar parcialmente parecer aprovado em 1994 pela extinta Comissão de Defesa Nacional. Fonseca, no entanto, modificou o projeto original e o substitutivo para assegurar que o DF mantenha sua autonomia político-administrativa sobre esses órgãos de segurança.

“A previsão do § 4º do artigo 32 da Constituição permite que a União modifique o comando de operações policiais e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal apenas em situações consideradas anormais, sem, portanto, a interferência na composição, nomeação e em qualquer assunto relacionado à esfera distrital dessas corporações”, explicou o relator.
Pelo texto aprovado, a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros Militar e a Polícia Civil continuarão subordinados ao governador do Distrito Federal, a quem caberá:
- dispor sobre a criação e extinção de unidades, cargos e funções em comissão dessas corporações; além de 
- nomear, dispensar, exonerar, demitir, aposentar e destituir seus servidores.

O relator retirou do texto, por exemplo, o dispositivo que submetia ao ministro da Justiça ou ao ministro do Exército a nomeação de cargos da polícia civil e militar e do corpo de bombeiro militar do DF.
“Acreditamos que o dispositivo fere a autonomia do Distrito Federal, pois a União passaria a restringir ações do governo na tomada de decisões sobre a composição de seus quadros e sobre a montagem de sua estrutura”, ressaltou Fonseca.
Legislação concorrente
O texto aprovado, entretanto, permite que a União e o Distrito Federal legislem concorrentemente sobre organização, garantias, direitos e deveres dos integrantes da Polícia Civil do Distrito Federal.

Por fim, a proposta determina ainda que os órgãos de segurança do DF serão fiscalizados pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal, sem prejuízo da fiscalização feita pelo Tribunal de Contas da União, quando se tratar da aplicação de recursos entregues pela União por meio do Fundo Constitucional do Distrito Federal.


Íntegra da proposta:

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Newton Araújo

sábado, 21 de março de 2015

Pfem é presa por não aceitar ser questionada sobre o porquê não iria ao jantar para o comando


Uma policial militar do 17º Batalhão, de Águas Claras, foi presa por volta das 11h desta sexta-feira (20/3), após não acatar ordem do subcomandante da unidade. A subtenente Cybele Mara, 48 anos, relata ter recebido voz de prisão após discordar da fala do major Alves e deixar a sala sem a permissão dele. O advogado dela promete processar o oficial por abuso de autoridade, prática negada pelo chefe de comunicação social da corporação.


O incidente ocorreu durante reunião convocada pelo major para questionar o porquê de os subordinados não quererem participar do jantar de aniversário do comandante da unidade, tenente-coronel Daniel do Monte. O subcomandante teria questionado a qualidade do serviço do batalhão. "O major disse que não havia ocorrências em Águas Claras porque os PMs dormiam em serviço. Discordei e afirmei que era por conta da qualidade do trabalho", disse Cybele.

Nesse momento, o oficial teria mandado a subtenente ficar quieta pois "não queria mais ouvir dela". Ela teria pedido permissão para sair, ação comum no militarismo quando alguém se dirige ao superior. "Ele negou e mesmo assim saí. Não aguentei ouvi-lo gritar, mandar eu ficar quieta, simplesmente não concordei", disse. Foi quando ele deu voz de prisão.

A conversa da policial com a reportagem aconteceu enquanto ela saía do Instituto de Medicina Legal (IML) e se dirigia para a Corregedoria da Polícia Militar. Até o momento da publicação, ela não tinha sido deslocada para o 19º BPM, unidade do Complexo Penitenciário da Papuda onde ficam os PMs presos. 






Para o advogado de Cybele, o ocorrido no 17º BPM configura abuso de autoridade. "Não tenho dúvidas de que houve abuso de autoridade", disse Marcelo Almeida, que promete processar o major. "Vou fazer o possível para liberá-la antes do fim de semana e, ao conseguir fazê-la sair, vou entrar com uma representação civil por abuso de autoridade", afirmou.


O chefe do Centro de Comunicação Social da Polícia Militar, coronel Márcio Pereira, disse desconhecer que tenha havido abuso de autoridade. "Eles estavam em uma reunião de trabalho e a subtenente discordou de algumas considerações do major sobre o trabalho do batalhão. Ela se exaltou e saiu sem a permissão dele", explicou. "Ela foi alertada três vezes antes de receber voz de prisão. Desconheço que tenha havido abuso de autoridade", continuou.


correiobraziliense

Desabafo da ST Mara: Pessoal, alguém tinha que falar. Não quero ser mártir.  Mas não aguentava mais. Não alterei a voz mas não suportei ele dizer que os policiais de rua ficam dormindo nos postos se eu sei que não é verdade. Dei a minha vida pela Corporação pra ouvir berros e ficar quieta. Não é rebeldia é revolta mesmo. Peço oração pra que eu saia rápido desta situação mesmo pq tenho filho pequeno que precisa de mim. Até quando eu puder estarei do lado da tropa mesmo ele tendo me tirado de onde eu amo trabalhar: AS RUAS. Não façam nada a não ser orar. Já basta uma sendo crucificada.   


ST Mara.

sábado, 1 de março de 2014

50 Policiais e Bombeiros fecharam o Congresso Nacional pela liberdade dos colegas

Policiais militares ocupam entrada da Câmara dos Deputados, em Brasília (Foto: Isabella Formiga/G1)
Policiais militares deixam entrada da Câmara dos Deputados, em Brasília (Foto: Isabella Formiga/G1)

MAIS  UMA RODADA, MUITA CONVERSA E NADA PRÁTICO. OS COLEGAS CONTINUAM PRESOS!

Fonte:HTTP://TENPOLIGLOTA2012.BLOGSPOT.COM.BR/2014/02/MAIS-UMA-RODADA-MUITA-CONVERSA-E-NADA.HTML

Ao contrários do que vem divulgando pseudos lideres sem compromisso com a Categoria, que criticam dizendo que está: "acontecendo muitas conversas e nada de prático". Vale ressaltar para esses senhores que o tempo é senhor da razão. Ocorre ainda que os pseudos passaram 1(um) ano a frente do movimento, fizeram em numeras assembleias e nada resolveram - por fim tentaram emburrar de goela abaixo na Categoria em (13/2), o aumento manipulado pela elite dominante.



PALANQUE - OS PERFEITOS:
Agora que perderam o palanque politico estão a criticar, o que nos parece é que as pseudas lideranças  não cometem erros como os demais seres humanos ou seja são perfeitas.
O conselho que esses pseudos lideres devem seguir é simples, senão posso ajudar, também não tenho o direito de atrapalhar. 


A VITÓRIA DA CATEGORIA:
É uma dicotomia falarmos em vitória no momento em que muitos colegas estão encarcerados e os demais sendo massacrados pelo sistema. Então como falar em vitória? Quando virá? Seremos ou não vitoriosos nesta guerra que travamos?. Ora senhoras e senhores não se vence uma guerra sem muita luta e persistência, apesar de alguns já estarem feridos, não podemos baixar a guarda pois só assim atingiremos nossos objetivos, e para demonstrar que seremos vitoriosos noticiamos a saída de companheiros estavam detidos no 19 BPM senão vejamos:  


LIBERDADE DOS POLICIAIS:

O Tribunal de Justiça do DF concedeu, HC a 8 (oito) dos policiais presos no último dia (22/02/2014), sendo (5) do Bpma e (3) do Bpcães.

Mais 2(dois) devem ganhar liberdade até o final da tarde de hoje que são os companheiros: Halk e Cristiano, tudo fruto da união da Categoria.

PRÓXIMOS PASSOS
Por último, em conversa com o Deputado Patrício o mesmo informou que as investidas seguintes são: A extinção das investigações e o envio da Reestruturação, declarou ainda que não recuará um milimetro enquanto não estiverem todos os policiais soltos e a Reestruturação encaminhada.

SGT JOSENY LOPES 01032014 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

12 policiais são presos devido a operação tartaruga de Brasília (à mando do partido dos "trabalhadores")

A Corregedoria da Polícia Militar prendeu 12 policiais, entre praças e oficiais, entre esta quinta (20) e sexta-feira (21) suspeitos de envolvimento com a operação tartaruga no Distrito Federal.
O grupo foi levado para a corregedoria da corporação. A prisão foi determinada pela juíza da auditoria militar.
G1 procurou o Tribunal de Justiça, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
Os policiais presos são suspeitos de vários crimes militares, incluindo incitação à desobediência, incitação à violência e publicações indevidas. O primeiro deles, preso na noite de quinta, é um soldado suspeito de desacatar ordens de superiores.
Segundo o corregedor-geral da PM, Civaldo Florêncio, os policiais divulgaram postagens em redes sociais e espalharam e-mails sobre a operação tartaruga. "Não se tratam de bandidos ou marginais. Essas medidas visam reestabelecer a ordem e a hierarquia dentro da PM", disse.
A previsão é que os militares fiquem presos por 30 dias, período que pode ser estendido até o fim do inquérito policial.
Foram abertos processos administrativos contra os policiais presos nesta sexta. Os processos podem originar de advertência até a expulsão da corporação, explicou o corregedor. Além disso, os policiais podem pegar até dois anos de prisão caso sejam condenados.
A categoria ficou dividida depois que o GDF encerrou as negociações sobre reajustes salariais publicando, na quarta, dois decretos. Os líderes das associações decidiram em reunião não se posicionar contra a medida, mas anunciaram que vão enviar carta de repúdio a Agnelo Queiroz.
Em um e-mail divulgado na noite de quarta, havia orientações para que a categoria boicote as atividades. Entre elas, está até mesmo dar informações incorretas a turistas estrangeiros durante a Copa do Mundo, orientando-os a ir a lugares a mais de 40 quilômetros do centro de Brasília, onde ocorrerão os jogos.
"[Sobre] informações aos turistas estrangeiros: oriento-os de maneira incorreta (mande-os para o Sol Nascente, Águas Lindas, Planaltina, Vale do Amanhecer etc.), e só os ajudem, claro, de forma incorreta, se ele (estrangeiro) souber falar português (mesmo que o policial saiba falar outra língua)", diz o e-mail que circula entre os PMs. O texto não é assinado.
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Outdoor sobre operação tartaruga instalado por militares do DF  (Foto: Eliomar Rodrigues/Divulgação)
Outdoor sobre operação tartaruga instalado PMs
do DF (Foto: Eliomar Rodrigues/Divulgação)
O grupo criticou a postura do governo e do comandante-geral, coronel Anderson Moura, que disse que a primeira assembleia para votar a proposta do GDF – reajuste de 22% escalonado ao longo de três anos – não foi válida porque a maioria dos presentes tinha pouco tempo na corporação.
A assembleia foi realizada em frente ao Palácio do Buriti na manhã desta terça. "A maioria do efetivo (cerca de 85%) não está satisfeita com a 'esmola' proposta pelo GDF, e também muitos policiais estão sendo perseguidos (inclusive eu) por ser 'novinho'", completou o PM.
Os PMs deflagraram a operação em outubro, por falta de reajuste policial. Com isso, o policiamento ostensivo ficou enfraquecido. O número de mortes em janeiro, por exemplo, cresceu mais de 40% em relação ao mesmo período do ano passado.
O Tribunal de Justiça pôs fim à operação, acatando o pedido do Ministério Público para declará-la ilegal. O descumprimento da decisão tinha como pena multa diária de R$ 100 mil.
"Assunto superado"
O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Anderson Moura, afirmou considerar “superado” o processo de negociações com a categoria, que chegou a fazer operação tartaruga durante três meses para pedir reajuste salarial e reestruturação da carreira. "Para nós está muito tranquilo, esse assunto já está superado", disse.

O coronel também afirmou considerar ter maior validade a segunda reunião, fechada para apenas 70% do efetivo - entre oficiais, subtenentes e sagentos, na qual a proposta foi acatada.
"Temos um grupo de soldados e cabos que estão demonstrando alguma insatisfação. Mas fizemos uma reunião ontem com todos os oficiais, subtenentes e sargentos, que seriam quase 70% do efetivo, que são os grandes beneficiados com o reajuste do governo", disse.
"Todo mundo recebeu reajuste. Mas eles [insatisfeitos] têm que entender que existe uma carreira e a gente tem que privilegiar os mais antigos. Ele vai passar o maior tempo como subtenente, que é o fim da carreira. Soldado é o começo", completou o comandante.
Policiais durante reunião para discutir se acatavam ou não proposta do GDF (Foto: Isabella Formiga/G1)Policiais durante reunião para discutir se acatavam ou não proposta do GDF (Foto: Isabella Formiga/G1)
Segundo Moura, mesmo aberta para todos os militares, a primeira reunião não teve validade "porque reuniu muita gente que não é da corporação". "Não posso deixar que pessoas alheias à corporação falem por nós e tragam prejuízos à polícia. Havia apenas 2 mil pessoas lá, um número insignificante. E a maioria era de candidatos reprovados e que querem entrar na PM."
"Temos um grupo de soldados e cabos que estão demonstrando alguma insatisfação. Mas fizemos uma reunião ontem com todos os oficiais, subtenentes e sargentos, que seriam quase 70% do efetivo, que são os grandes beneficiados com o reajuste do governo", disse.
G1 DF

Comento: Uma tremenda covardia! Mais uma do partido dos "trabalhadores", que usou os que trabalham de verdade para alcançar o poder, roubar a nação, mandar dinheiro pra Cuba construir portos, aliás sem o devido aval constitucional do Congresso. Os políticos mentem e não são presos...os trabalhadores protestam por melhoria salarial, até porque não vivem da corrupção como alguns do governo, que inclusive estão presos, condenados no Mensalão por exemplo. Esse país é uma vergonha!!! 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Comandante da PM de Brasília livra a cara do MST mesmo com 30 policiais feridos — e apenas 2 sem-terra

Integrantes do MST ocupam o gramado do Congresso Nacional (Foto: Felipe Néri / G1)
Integrantes do MST ocupam o gramado do Congresso Nacional (Foto: Felipe Néri / G1)

O que vocês vão ler abaixo é a expressão crua do surrealismo brasileiro; é a evidência mais contundente de que o Brasil passou a flertar com a bagunça, com a desordem. E a gente sabe como isso acaba: em morte. Vejam o caso do cinegrafista Santiago Andrade. Parece, no entanto, que o país não está disposto a aprender nada.
Houve confrontos nesta quarta entre a PM do Distrito Federal e os ditos sem-terra, como já vimos aqui. Nada menos de 30 policiais ficaram feridos — para apenas dois sem-terra. Isso evidencia de que lado estavam os violentos. Os sem-terra atacaram com paus e pedras; os policiais reagiram com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha. Muito bem.
Mesmo diante da brutalidade dos sem-terra, o coronel Florisvaldo Ferreira César disse acreditar que foram pessoas infiltradas no movimento que promoveram a desordem. Afirmou: “Não acredito que tenha sido gente do MST. Foram grupos infiltrados que agem com extrema violência. Trabalho com o MST há 14 anos; esta foi a primeira vez que vi policiais feridos dessa maneira”.
É o fim da picada! Como informa o Globo, “um militante do MST, conhecido como ‘Joba’, foi preso após agredir um policial no rosto. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, foi ao encontro dos manifestantes e marcou uma reunião de representantes do movimento com a presidente Dilma Rousseff, nesta quinta-feira, às 9h, no Palácio do Planalto.”
Os representantes do MST, eles próprios, ao contrário do comandante da PM, não atribuiu a violência a infiltrados, não. Admitiu que era coisa deles mesmo, mas, claro!, culpou a polícia: “Fomos reprimidos pela polícia do Estado. Primeiro em frente ao STF e agora aqui no Planalto. Isso é incabível, inconcebível e inaceitável. É mais uma mostra da incapacidade do governo em atender as demandas do MST”, disse José Ricardo Silva, da direção Nacional do MST.
Entenderam o absurdo da coisa? Os representantes do movimento não acusam “forças infiltradas” pela violência, não! Quem tenta dourar a pílula é um representante da PM. Para encerrar: oito policiais estão em estado grave.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

PMDF: Governador deve anunciar até sexta-feira, dia 14, medidas que atendam as demandas de policiais e bombeiros




Ontem (10) foi realizada a 2ª reunião entre os comandantes da PMDF e CBMDF
 com o Fórum de Associações e o NMU, às 20hs no QCG do CBMDF, dando 
seqüência à primeira reunião onde os comandantes levaram ao governador 
as demandas das categorias e que, segundo eles, foram tratadas durante o 
transcorrer desses dias.

Segundo o Cel Anderson Moura, comandante da PM, hoje (10) ao meio dia,
 foi apresentada a proposta ao governador que foi muito bem recepcionada, e
 que segundo ele próprio (governador) até sexta-feira, dia 14/02, será feito um
 pronunciamento apresentando uma possível solução que irá aquinhoar a Polícia
 Militar e o Corpo de Bombeiros. A proposta salarial está focada diretamente no
 Auxílio Moradia com o objetivo decorrigir as distorções salariais feitas no passado
 e porque no atual momento é a que possibilita ser aplicada diretamente pelo 
governo do Distrito Federal, já que no governo Federal a possibilidade de tramitação
 de qualquer projeto é praticamente nulo. Ainda conforme o Comandante Anderson,
a proposta é muito boa e tem como meta resgatar a dignidade dos militares frente
 aos demais órgãos de segurança pública.

Não foram apresentados valores, mas segundo o comandante esses serão lineares
 e atingirão tantoATIVOS como INATIVOS, valorizando principalmente a classe de
 praças, fazendo que o policial e o bombeiro ao serem promovidos sintam efetivamente
 no bolso a promoção. Essa isonomia, salientou, não será efetivada de uma só
 vez devido ao impacto financeiro que será muito grande pela ousadia do projeto,
 possivelmente sendo dividido em 3 ou 4 vezes, sem especificar início e fim.

Quanto ao projeto de reestruturação, o comandante falou que esse ficará para
 um segundo momento. Solicitado que fosse mais claro se esse segundo momento
 se resumia ao prazo final de 5 de abril para o encaminhamento de qualquer projeto,
 o comandante informou que todos os esforços seriam envidados para tal, porém sem garantias.

Como teremos uma reunião geral na quinta-feira, dia 13/02, questionamos o porque
 desse anúncio não ser efetuado na quarta-feira para que pudéssemos levar à
 apresentação das categorias, e esse foi o maior imbróglio durante a reunião. 
Os comandantes ficaram de levar isso ao conhecimento do governador e 
aguardaremos uma resposta até quarta, já que não fará sentido um anúncio 
pós-reunião, pois com isso as categorias não poderão opinar acerca do assunto.
 No entanto, a REUNIÃO GERAL está mantida para outras deliberações.

Para finalizar, gostaria de tranqüilizar aos colegas que para o dia da REUNIÃO GERAL
 não haverá formaturas que denotem qualquer tipo de retaliação ao 
movimento e à livre manifestação, garantida pelo Excelentíssimo senhor Comandante 
Geral da PM Cel Anderson Moura, principalmente em respeito aos 
direitos e garantias constitucionais. Ao mesmo tempo, a(s) formatura(s) prevista(s) 
no Corpo de Bombeiros para inauguração de quartéis será estudada pelo 
comandante daquela instituição uma solução para que sejam atendidos os
 bombeiros militares que desejem participar da REUNIÃO GERAL do dia 13/02.


Por Tenente Poliglota...

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Policiais de Brasília ameaçam suspender rondas com viaturas para pressionar o governo

CLIQUE AQUI E OUÇA NA RÁDIO CBN

BRASÍLIA: SEM VIATURAS, POLICIAIS NÃO TEM CURSO PARA DIRIGI-LAS

EXTRA: 4º BPM do Guará sem nenhuma viatura no ar. Policiais não têm 

curso específico para condução de veículos de emergência

Policiais do 4º Batalhão de Polícia Militar do Guará que entrariam no turno de
 serviço agora às 19:00 horas resolveram cumprir a Legislação e informaram ao
 comandante do Batalhão, TCel Koboldt, que estavam impedidos de conduzirem
 as viaturas por não dispor do CURSO ESPECÍFICO PARA CONDUÇÃO DE
 VEÍCULOS DE EMERGÊNCIA.

Segundo apurado pelo Blog, os policiais em momento algum se recusaram
 a trabalhar, se prontificando a tirarem o turno de serviço a pé para a sua própria
 proteção e da sociedade em caso de acidente envolvendo as viaturas.

É de se elogiar a postura do comandante do 4º Batalhão, TCel Koboldt, que segundo
 os policiais o mesmo assinou a ficha de autorização de saída das viaturas 
avocando para si a responsabilidade, porém entendeu a atitude dos policiais que
 estão apenas cumprindo o que determina Lei. Um microônibus conduziu os
 policiais para que executassem o serviço de POG (a pé).

O que diz a Lei Código de Trânsito Brasileiro (CTB):

Art. 145 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB): ...ou para conduzir veículo de
 EMERGÊNCIA, o candidato deverá preencher os seguintes requisitos:
Inciso IV - ser aprovado em curso especializado e em curso de treinamento de
 prática veicular em situação de risco, nos termos da normatização do COTRAN 
(Resolução 205/06 cc Res. 168/05 Art. 33 § 4º).

E AINDA:

"RECURSO ESPECIAL. CONDUZIR VEÍCULO AUTOMOTOR SEM
 HABILITAÇÃO. CONTRAVENÇÃO. ATIPICIDADE. INFRAÇÃO ADMINISTRATIVA.
 1. A partir da vigência do novo Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503/97),
 o ato voluntário de dirigir veículo automotor sem possuir habilitação consubstanciada
 fato de mera infração administrativa, sendo definido como crime somente demonstrado
 o perigo de dano concreto, hipótese alheia à versada na espécie. Precedentes. 
2. Recurso provido" (STJ - 6ª Turma - RESP 331304/SP - Relator Ministro
 FERNANDO GONÇALVES, DJU de 25/03/2002, pag. 316).

ART. 309 CTB - dirigir veículo automotor, em via pública, sem a devida Permissão
 para Dirigir ou Habilitação ou, ainda, se cassado o direito de dirigir, gerando perigo
 ou dano:
            Penas - detenção de seis meses a um ano, ou multa.

RECURSO ESPECIAL. PENAL. DIREÇÃO SEM HABILITAÇÃO. ART. 32
 DA LEI DE CONTRAVENÇÃO PENAL E ART 309 DA LEI 9.503/97.
            1. As Cortes Superiores sedimentaram o entendimento no sentido de que
 a direção de veículos automotores sem habilitação, nas vias terrestres, pode
 constituir crime, nos termos do Art 309 do CTB, ou infração administrativa,
 consoante o Art. 162, Inciso I, do CTB, a depender da ocorrência ou não de perigo
 concreto de dano, restando, pois, derrogado o Art. 32 da Lei de Contravenções Penais.

OBS: Conforme citado acima, o simples fato de dirigir veículo automotor sem 
habilitação representa apenas infração administrativa. No entanto, para configuração
 do CRIME previsto no Art. 309 da Lei nº 9.503/1997, é necessário que o guiador do
 veículo, além da falta de habilitação, revele perigo concreto de dano, pela maneira 
anormal de dirigir (exemplos: excesso de velocidade, dirigir sobre uma roda, 
freadas bruscas, trafegar em zigue-zague, subir calçada, invadir cruzamento, 
"fechar" outros veículos, etc). 
Ficha de saída de viaturas constatando as irregularidades
Para variar, a imprensa sempre arruma um jeitinho de desqualificar a LEGALIDADE
 nos atos dos policiais

Da Redação... com informações do Jornal de Brasília

Comento: Qual a polícia do Brasil, polícia ou bombeiro que tem curso para conduzir 
viaturas? Como exigir a legalidade do cidadão se os policiais dirigem de forma ilegal?

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

PMs do DF anunciam recurso à decisão que pôs fim à 'tartaruga'

O vice-presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares do Distrito Federal, sargento Manoel Sansão, afirmou na manhã desta terça-feira (4) que a categoria vai recorrer da decisão do Tribunal de Justiça determinando o fim da operação tartaruga. A associação foi notificada no final da tarde desta segunda.
Segundo o sargento, os militares acatarão a ordem mesmo sem concordar com a decisão e, por isso, continuarão com a mobilização.
Ele afirmou ainda que os policiais "foram esquecidos" pelo governador Agnelo Queiroz. "[Os PMs] querem e vão mostrar a verdadeira cara deste governador que promete mas não cumpre e não honra com seus compromissos", disse Sansão.
Nesta terça, policiais militares favoráveis à operação tartaruga têm uma audiência pública marcada na Câmara dos Deputados com os parlamentares do DF. Na quarta (5), o grupo se reúne com parlamentares na Câmara Legislativa do Distrito Federal.
'Gente do governo'
Na segunda, o vice-presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares do Distrito Federal afirmou que os policiais partirão para outra forma de manifestação após a decisão da Justiça pôr fim à operação tartaruga.

“Vamos acatar, porque a gente respeita a Justiça. Só que aí vamos partir para outras operações. Vamos abordar todo mundo, inclusive gente do governo que a gente sabe que está irregular. Vamos colocar a criminalidade no zero. Vamos encher as delegacias. Não é isso que o governador quer? Então pronto. Então vamos ajudar a sociedade. Já que o governador não tem compromisso com os policiais e bombeiros, nós vamos mostrar que temos com a sociedade”, disse.
Ele não disse quem eram as pessoas que ele chamou de "gente do governo" nem quais eras as irregularidades supostamente cometidas por elas. Na quinta-feira passada, durante reunião do governador com a cúpula da segurança, Agnelo classificou a manifestação dos PMs de "política".
Cartaz afixado em parada de ônibus na área central de Brasília (Foto: Raquel Morais/G1 DF)Cartaz afixado em parada de ônibus na área central de Brasília (Foto: Raquel Morais/G1 DF)
Operação tartaruga
Sem reajuste salarial, PMs do DF deflagraram em outubro a "operação tartaruga", enfraquecendo o policiamento ostensivo para cobrar aumento do salário, reestruturação da carreira e pagamento de benefícios aos que estão em atividade e reformados. Neste fim de semana, o Tribunal de Justiça acabou o pedido do Ministério Público para que a operação fosse declarada ilegal. O descumprimento da decisão tem como pen multa diária de R$ 100 mil.

Na última sexta, o governador Agnelo Queiroz reuniu a cúpula da segurança pública do DF para pedir que eles cobrem da tropa o cumprimento das atividades. Também entre as medidas para diminuir a sensação de insegurança, ficou determinado que os oficiais iriam as ruas, atuando junto à população e fiscalizando as atividades dos praças.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

A verdade que a mídia não mostra – Parte II (o que a imprensa esconde...)


Assista o vídeo acima e o de baixo e compare a diferença do enfoque na manifestação acima e na que foi veiculada pela grande mídia. Parece que foram duas manifestações distintas...a reportagem não entrevistou sequer um manifestante...compare:
Clique aqui no Jornal Hoje
Veja o que a imprensa escondeu. A manifestação apoiou os policiais e foi contra o governador Agnelo Queiroz



Pelo menos 800 pessoas se solidarizaram aos familiares do jovem Leonardo Monteiro Almeida e protestaram em frente a residência oficial do governador do DF, Agnelo Queiroz, para cobrar responsabilidade e segurança, depois da morte do jovem assassinado na porta de casa no bairro de Águas Claras.

Os manifestantes gritavam palavras de ordem como"Onde estava a polícia quando o Leonardo morreu?"e outro coro também se formava defendendo os policiais e sua atuação policial, "A polícia também é vítima dos governantes", diziam. Várias faixas de desagravo ao governador Agnelo foram expostas, numa clara demonstração de que a sociedade já não tolera mais as enganações de quem sejam os co-responsáveis pelo caos na segurança pública. 

Vários policiais amigos do jovem também compareceram e muitos até se emocionaram, sem conterem suas lágrimas.

Nos últimos dias a Polícia Militar e policiais foram duramente criticados, execrados á público e “julgados” por parte da imprensa, que utilizando seu poder midiático vem tentado jogar a sociedade contra esses profissionais respeitados e pais de família, afirmando que policiais estavam comemorando em redes sociais os altos índices de criminalidade alcançados em Brasília. Mais uma irresponsabilidade plantada pela mídia. Alguns foram até expostos sem nenhuma autorização atropelando todo um processo legal e sigiloso e com a conivência de colaboradores inescrupulosos e que não querem o bem da sociedade, onde a única coisa que lhes interessa é a sua conveniência, e se for financeira, melhor ainda.  

A manifestação se encerrou por volta de meio-dia e ao contrário do que alguns segmentos da imprensa, que comprados e prostituídos, salvo melhor juízo, tentam impor à sociedade, como formadores de opinião, uma imagem suja dos integrantes da polícia. Porém essa sociedade atual, moderna e atualizada, sabe o quanto os policiais são importantes em suas vidas e no seu dia-a-dia. Não é um ato isolado e irresponsável que será capaz de manchar toda uma estrutura construída há séculos.

Ao término, a PM colocou ônibus à disposição da população que participou da manifestação demonstrando um gesto nobre daqueles que doam suas vidas pela sociedade e que, infelizmente, hoje são massacrados por alguns formadores de opinião que servem ao dinheiro, dinheiro esse sujo, imundo e vindo dos mais fétidos calabouços espalhados pela nossa cidade, alguns,  acompanhando a modernidade, compostos até mesmo de ar condicionado.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Justiça considera ilegal Operação Tartaruga dos policiais militares do DF


A PMDF NÃO ESTÁ DE GREVE, APENAS MUDOU INICIATIVAS

CIRCULA ESTA MENSAGEM NAS REDES SOCIAIS...

Por
Inter
Interessante.

A PM/DF não está em greve, estamos trabalhando. O que mudou:

1. Deixamos de dirigir em alta velocidade, forçar passagem no trânsito,
 avançar sinal vermelho, correr  risco de capotamento para atender
 ocorrências colocando nossa vida  em perigo para salvar a sua.

2. Deixamos de usar celular pessoal e ligar para vítimas em
 busca de melhores informações, de chegar mais rápido aos criminosos.
 Agíamos assim porque o sistema de rádio  funciona mal e a empresa no 190
 é pior. Pagávamos do nosso bolso para que o que foi roubado do seu seja
 devolvido. 

3. Paramos de correr até acidentes de trânsito. Os "auditores" do Detran
 ganham 3x mais que os PMs pra  isso. 

4. Paramos de ir para local de crimes já ocorridos coletar informações
 e descobrir os culpados. Investigar crimes é obrigação da polícia civil
 que ganha 2x mais que nós. 

5. Quando o rádio avisa um gol prata roubado, por exemplo, paramos de
 abordar cada gol prata e passamos a abordar apenas aqueles de
 quem suspeitamos concretamente. É o que  a lei determina. E paramos de
 abordar os gols pretos também, mesmo sabendo que os atendentes do 190
 vivem 
trocando essas cores. Aliás, quando 
saímos abordando inúmeros
 carros os donos reclamam e nos tratam mal, dizem que não sabemos trabalhar.
6. Reclamam se ficamos olhando dentro dos carros, escaneando cada
 pessoa e então abordando 
se temos a mínima suspeita. Passamos a
 abordar apenas quando temos 
uma suspeita concreta, 
exatamente como
 manda a lei. Todos estão vendo os resultados. A imprensa 
 nos chama de 
mercenários que abandonaram a população. Essa imprensa que joga pedra
 na PM dizendo que se 
deve ter mais medo da polícia que de bandido. Você
 também fala isso? 
A imprensa também 
 diz que somos incompetentes,
 pedem o fim da PM, deputados defendem 
a idéia e até a ONU.

 Falam que temos a melhor escala do Brasil e nunca fala que trabalhamos
 virando noites, em 
feriados, no natal - que raramente passamos com a família.
 Não fala 
que, depois do serviço, 
ainda ficamos horas nas delegacias e,
 na nossa folga, horas e horas esperando 
audiências 
em que juízes
 e promotores nos tratam como se os criminosos fôssemos nós. 
A imprensa e o
 governador dizem que temos o maior salário do país. Na realidade, é o oitavo.
 E Brasília é a capital 
mais cara do país. Também não fala que criminosos
 e pessoas sem 
escrúpulos estão sempre 
fazendo denúncias falsas, nos
 obrigando a pagar advogado e perder mais 
da nossa folga pra 
nos defender 
de bobagens. Se somos incompetentes, por que fazemos tanta 
falta? Pense
 como seria se fizéssemos greve como faz a polícia civil, como fizeram 
os agentes penitenciários 
que há 3 anos ganhavam 1600 reais e agora
 ganham 8 mil, 2x nosso salário. 
Ganhamos metade 
do salário da
 segurança pública, fazendo o nosso serviço e o dos outros. 
Não temos plano
 de saúde, nem assistência jurídica, nem reconhecimento, nem plano
 de carreira (um soldado 
leva mais de dez anos para se tornar cabo e receber
 150 reais de aumento).

O risco que 
você corre com a operação tartaruga é muito menor do que o
 risco que nós 
corremos, 
mesmo na folga: os policiais militares morrem
 800% mais que os demais 
brasilienses. 

Nós sempre lutamos por você, não lute contra nós. Lute contra o Gov. Agnelo,
 o 
responsável pela situação caótica, lute por quem arrisca a vida pra salvar a
 sua e 
merece mais respeito e reconhecimento! ... No post original pediam q
 repassassem, 
como n comungo com correntes, quem achar interessante, 
compartilhe 
 no seu ciclo de
 amizades.