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domingo, 25 de maio de 2014

Governo vai tentar barrar na Justiça greve de PMs na Copa

Governo Federal vai tentar barrar na Justiça greve de PMs na Copa: o Advogado Geral da União disse que a segurança é a única área na qual a União pode ser obrigada a indenizar a Fifa por danos causados por eventuais distúrbios. A norma, que não cita valores, é prevista na Lei Geral da Copa, acordo internacional aprovado pelo Brasil para a realização do Mundial. Ele disse ainda que: Como a União tem que indenizar a Fifa em caso prejuízo por distúrbios, logo tem o interesse de avocar para si o poder de atuar contra a greve nos Estados. Adams também quer que líderes grevistas e as próprias associações que organizarem eventuais greves devolvam aos cofres públicos todo o dinheiro gasto pelo governo federal caso uma paralisação leve ao emprego da Força Nacional de Segurança para compensar a ausência de policiamento nos Estados. Despesas como deslocamento, alimentação, diárias e equipamento utilizado deverão ser ressarcidas por parte dos responsáveis pelo movimento. "Não vamos tolerar a baderna. Por isso decidimos mexer no bolso do movimento grevista". Para ver a matéria completa acesse AQUI



Comento: É incrível como o PT, ironicamente chamado "Partido dos Trabalhadores", alugou o Brasil para a FIFA, ao mesmo tempo em que mudou o seu discurso em relação aos movimentos sociais, criminalizando todos que lutam por dignidade. Como o poder corrompe, como o poder distorce, deforma. E eu, assim como a maioria dos brasileiros que um dia acreditou nessas criaturas, imagem e semelhança do conservadorismo, oportunismo, e que são iguais a maioria dos partidos, pois não têm projeto de Estado, apenas lutam para chegar ao poder. É o poder pelo poder, o povo é um detalhe...Porque o PT ao invés de criminalizar os movimentos sociais e os trabalhadores da segurança pública, não votam a regulamentação da lei de greve para os serviços essenciais? Isso dá mais trabalho...então é melhor reprimir os trabalhadores, mesmo que para isso seja necessário usar o "Partido dos Trabalhadores" contra os trabalhadores...entendeu?

Começa a greve dos Policiais Civis sergipanos

Veja as propostas oferecidas pelo Governo aos delegados e demais policiais civis


Desde às 6 horas de hoje, 24/05/2014, sábado, que teve início a greve por tempo indeterminado dos Policiais Civis sergipanos.

O governo do Estado encerrou os trabalhos, impondo aos Policiais Civis a mudança da forma de pagamento de seus salários: de ‘vencimentos e vantagens’ para ‘subsídio’. Com essa mudança, os Policiais Civis deixam de ter direito a perceber valores referentes a horas extras (veja o que disse o Secretário da Casa Civil, Zezinho Sobral), adicional noturno, gratificações (periculosidade e curso) e os adicionais de terço e triênio.

A base da Polícia Civil (Agentes, Agentes Auxiliares e Escrivães), representada pelo SINPOL, recusou a proposta final do governo. Para a base da Polícia Civil, a implantação do SUBSÍDIO somente seria aceita se houvesse uma compensação financeira razoável para a perda de tantos direitos. Os delegados da Polícia Civil, representados pela ADEPOL, aceitaram a mudança e os valores propostos pelo governo.

Para o presidente do SINPOL, Antonio Moraes, não causou nenhuma surpresa a aceitação dos delegados a proposta do governo. Para os delegados de polícia o governo foi bastante generoso financeiramente.

As propostas do governo

No final da tarde de ontem, 23/5, sexta-feira, os delegados Alessandro Vieira e João Batista, respectivamente, representante da SSP na comissão de negociação e Secretário Adjunto da SSP, esmiuçaram TÃO SOMENTE a proposta rejeitada pela base da Polícia Civil.

Por questão de justiça, e para que toda a sociedade saiba de TODAS as informações, apresentamos também a PROPOSTA aceita pelos DELEGADOS DE POLÍCIA. Para os Delegados de Polícia, os valores foram bem mais atraentes, talvez isso tenha os convencido de aceitar tão rapidamente e sem maiores crises o que foi oferecido pelo governo.

Para Agentes, Agentes Auxiliares e Escrivães, esses valores são iguais ou próximos de suas atuais remunerações brutas. Para a base da Polícia Civil, estar-se trocando SEIS por MEIA DÚZIA.

ASCOM SINPOL Sergipe

quinta-feira, 15 de maio de 2014

PMs são uma bomba-relógio por causa da PEC 300. E o que Dilma fez no passado…

A greve da Polícia Militar de Pernambuco é política, sim, porquanto toda paralisação do trabalho, especialmente de servidores, tem essa característica. Mas é política também porque se sabe que o Estado pretende ser uma das vitrines de Eduardo Campos, candidato do PSB à Presidência da República. Se a bagunça se instaura por lá, como é o caso, e se o governo federal, como também é o caso, é obrigado a intervir com a Força Nacional de Segurança, é evidente que o ex-governador sai mal da fita. Afinal, aquela é a Polícia Militar que seu sucessor herdou. Certamente as lideranças grevistas farejaram que esse era um bom momento para aplicar uma espécie de chantagem.

As PMs do Brasil inteiro são uma bomba-relógio desde que foi apresentada a PEC 300, com a qual a então candidata à Presidência, Dilma Rousseff, se comprometeu. E o que diz essa Proposta de Emenda Constitucional? Que o salários dos policiais militares do Brasil inteiro serão igualados aos do Distrito Federal, os mais altos do pais. Um policial tem um salário-base na faixa de R$ 4.200.
A pressão em favor da equiparação começou em 2008, quando Lula editou uma Medida Provisória elevando bastante o salário da PM do DF. Atenção! Na capital federal, é a União que arca com os custos da corporação. Fez-se, então, uma grande solenidade, num estádio de futebol, com o Apedeuta falando pelos cotovelos, na buliçosa presença do então governador, José Roberto Arruda — sim, aquele mesmo do saco de dinheiro; pouco tempo depois, ele cairia em desgraça. O gesto demagógico criou uma pressão Estados afora. Surge, então, a PEC 300. Como boa parte dos estados quebraria, deu-se um jeito: o texto estabelece que, caso um estado não consiga arcar com equiparação dos salários, a União o fará.
Reitero: a campanha eleitoral de Dilma acusou o tucano José Serra de não se comprometer com a sua aprovação. De olho nas contas, Serra não se comprometeu mesmo. Ficou subentendido que Dilma, se eleita, lutaria pela PEC 300. Até Michel Temer, então candidato a vice, entrou na parada, recebendo lideranças dos policiais. Eleita, Dilma deixou o assunto pra lá.
Em Pernambuco, PMs e bombeiros pedem aumento salarial de 50% para praças (soldados a subtenentes) e de 30% para oficiais. Atualmente, um soldado da PM recebe salário de R$ 2.409, enquanto um coronel tem remuneração de R$ 13.600.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

AGORA É PERNAMBUCO: POLÍCIA MILITAR ENTRA EM GREVE (no país da Copa)

Governo, deputados e PMs vão se reunir para negociar reivindicações


Uma comissão de deputados estaduais vai participar da negociação entre o governo do estado e a comissão independente de policiais e bombeiros militares, que anunciou paralisação da categoria, na noite de terça-feira (13). A decisão foi tomada após encontro realizado na tarde desta quarta (14) entre um grupo de grevistas e os parlamentares Guilherme Uchôa (PDT, presidente da Casa), Waldemar Borges (PSB, líder do governo), Alberto Feitosa (PR), Isaltino Nascimento (PSB) e Augusto César (PTB), na sede da Assembleia Legislativa de Pernambuco, no Recife.
A pauta de reivindicações da categoria, que contava inicialmente com 18 itens, foi reduzida para quatro: aumento de 50% no salário-base, aumento do vale-refeição,  estruturação do plano de cargos e carreira e reestruturação do Hospital da Polícia Militar.
Uma nova assembleia deve ser realizada pelos grevistas para definir os rumos da paralisação, após a apresentação da proposta do governo. O que a coordenação do movimento informa é que praticamente 100% dos batalhões de polícia do Grande Recife estão de braços cruzados; no interior do estado, esse número seria de 90%.
O comando da PM não precisa o percentual de adesão, mas já se sabe que soldados da Companhia Independente de Operações Especiais (Cioe) e da Companhia Independente de Operações e Sobrevivência em Área de Caatinga (Ciosac) estão reforçando o policiamento.
A comissão do governo do estado formada para atender os PMs conta com representantes das secretarias da Casa Civil, Defesa Social, Administração, Casa Militar e do comando da Polícia Militar.
O que os manifestantes querem
O grupo de manifestantes está reunido na Praça da República, em frente ao Palácio do Campo das Princesas, sede do governo, desde o começo da manhã. Com carro de som e cartazes, os cerca de 1,5 mil policiais e bombeiros militares - de acordo com a organização do movimento - gritaram palavras de ordem e informaram que praticamente 100% dos batalhões de polícia do Grande Recife ficaram paralisados; no interior do estado, o numero seria de 90%.

Em relação ao reajuste, o movimento pede 50% de aumento no salário dos praças, categoria que compreende os cargos de soldado a primeiro tenente; e 30% para oficiais, que vai de segundo tenente a coronel.Continue lendo no G1 Pernambuco

domingo, 4 de maio de 2014

Policiais do Rio ameaçam entrar em greve às vésperas da Copa

Outdoor fixado em frente ao prédio chefia de Polícia, no Centro do Rio, anuncia a possibilidade de greve
(Pâmela Oliveira/Veja.com)


O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, tem duas semanas para conter mais uma crise na Polícia Civil. Os agentes, que reclamam do abismo salarial entre os policiais e delegados, exigem a incorporação ao salário de uma gratificação de 850 reais e ameaçam entrar em greve caso não tenham a reivindicação atendida – o valor integra o programa Delegacia Legal, de modernização das delegacias. Na terça-feira, a categoria estabeleceu um prazo: se Pezão não apresentar o projeto de incorporação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) até o dia 15, os agentes farão uma assembleia para votar a possibilidade de greve.
Atualmente, perdem a gratificação policiais grávidas, baleados em dias de folga, aqueles que estão de licença ou férias e os aposentados. “Uma policial que engravida perde a gratificação e precisa recorrer à Justiça para não ter o salário diminuído. Isso é cruel”, disse o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindpol), Francisco Chao.
O governo está pressionado por outra categoria: policiais militares articulam, caso a Polícia Civil obtenha a incorporação, um movimento de greve para também cobrar aumento salarial.
A julgar pela opinião dos cerca de mil policiais que participaram da assembleia realizada na terça-feira, no Clube Municipal, na Tijuca, sem a incorporação da gratificação o risco de paralização é elevado. Uma greve a poucos dias da Copa do Mundo – quando são previstas manifestações e confrontos nas ruas – é uma ameaça capaz de comprometer o governo de Luiz Fernando Pezão, pré-candidato ao governo do Rio.
“A categoria está muito ressabiada. Em dezembro, o governador Sérgio Cabral se comprometeu a incorporar a gratificação Delegacia Legal durante reunião com o sindicato, no Palácio Guanabara. Pezão, assim que assumiu o governo, afirmou que atenderia a reivindicação e nos pediu que esperássemos até o dia 15 de maio. A demora está sendo nociva porque está minando a confiança da categoria”, afirmou Chao ao site de VEJA.
Outro sindicato que representa os policiais fixou outdoors com a ameaça de greve dos agentes. No texto, o Sindicato dos Policiais Civis do Rio de Janeiro (Sinpol) afirma: "Pezão, a bola é sua! Atenda a categoria e evite greve na Copa". 
De acordo com o Sindpol, o salário inicial bruto de um agente é de cerca de 4.500 reais, incluindo a gratificação Delegacia Legal. Com os descontos, o valor líquido cai para 3.500 mil. O ganho de um delegado no início da carreira, segundo planilha do Sindpol, é de 15.000 reais.
“O salário de um agente da polícia civil do Rio não é condizente com a qualificação que é exigida no concurso e com a responsabilidade de um inspetor. O concurso exige terceiro grau, mas a remuneração é uma das mais baixas do país”, afirma Chao.
Delegados – A reivindicação de incorporação da gratificação tem o apoio dos delegados. Em 28 de abril, o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado do Rio de Janeiro entregou uma Moção de Apoio assinado por 365 delegados no Palácio Guanabara.
No texto, os delegados narram as dificuldades enfrentadas pelos agentes e afirmam que a remuneração insuficiente causa estresse e necessidade de busca de complementos de renda que causam "cansaço exacerbado capaz de prejudicar os reflexos e raciocínio". No documento, os delegados afirmam ainda que fazem "coro com as manifestações" dos agentes e dizem que a causa salariam dos policiais deve ser prioritária na instituição. 

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Greve PM Amazonas: Grupo de policiais bloqueia via ao lado de estádio da Copa em protesto

Ms bloquearam via durante protesto na manhã desta segunda (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
Um grupo de policiais militares bloqueou a Avenida Lóris Cordovil, na Zona Centro-Sul de Manaus, na manhã desta segunda-feira (28). Eles protestam desde a madrugada, quando anunciaram a paralisação das atividades no Amazonas até que sejam negociadas melhorias trabalhistas.Segundo a Associação dos Praças do Estado do Amazonas (Apeam), cerca de 1 mil PMs participam do movimento que se concentra na Arena Amadeu Teixeira, que fica ao lado da Arena da Amazônia, estádio de Manaus para a Copa do Mundo. O governador José Melo deve ser reunir com uma comissão do movimento na manhã desta segunda.

O protesto teve início na madrugada desta segunda, quando mais de 500 PMs se concentraram em frente à Arena da Amazônia. Horas antes, o Comando-Geral da PM-AM, havia descartado a paralisação durante coletiva com a imprensa local.
Ainda na madrugada, os manifestantes tiveram acesso à área interna da Arena Amadeu Teixeira. "Vamos permanecer aqui até o governador [José Melo] vir conversar conosco", disse o presidente da Apeam, Platiny Soares Lopes.
Segundo Lopes, o total 8, 5 mil policiais aderiram ao movimento. "Entre eles há cabos, sargentos e subtententes", afirmou.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Policiais e Bombeiros iniciam paralisação por tempo indeterminado Rio Grande do Norte

Policiais Militares do RN fazem protesto nesta terça (22) (Foto: Sérgio Costa)
A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte iniciaram na manhã desta terça-feira (22) uma paralisação por tempo indeterminado. As duas categorias estão acampadas no Centro Administrativo do Estado, em Natal, e decidiram permanecer no local até que o governo do estado garanta o cumprimento das reivindicações. Eles também ameaçam parar durante os jogos da Copa do Mundo.
Pauta de reivindicações da PM e Corpo de Bombeiros
Lei de Promoções de Praças
Reajuste de subsídio (congelamento) e inclusão de data base
Pagamento das férias
Pagamento de promoções (promovidos sem receber promoção)
Revisão da lei e reajuste da diária operacional Fim das quentinhas
Incluir alimentação no salário
Revisão do estatuto da PM
Fim do regulamento disciplinar e criação de um código de ética
Complementação do efetivo de acordo com o que está previsto em lei
Assistência à saúde
Reestruturação do Hospital da PM e apoio psicológico imediato
Fonte: Associação dos Cabos e Soldados da PM
Parte dos oficiais das duas corporações aderiu ao movimento. Além de melhorias estruturais, os militares exigem o envio da Lei de Promoções de Praças para a Assembleia Legislativa e os bombeiros ainda cobram a abertura de concurso público. Uma assembleia deve acontecer até o final da manhã, quando será decidido pelo fim ou manutenção da paralisação.
Sobre os boatos que circularam nas redes sociais de que os ônibus também iriam parar nesta terça em Natal, o presidente do Sindicato dos Profissionais de Transporte do Rio Grande do Norte (Sintro), Nastagnan Batista,, disse que o serviço de transporte público na capital e na região metropolitana segue funcionando normalmente. "Vamos trabalhar normalmente. Só vamos parar se acontecer algo que atinja diretamente algum trabalhador ou se eles ficarem em risco, como trabalhar à noite sem policiamento nas ruas", explicou ele.
Segundo o secretário estadual da Segurança Pública Eliéser Girão, o governo garantiu o envio da referida lei para a Assembleia Legislativa até o dia 1º de maio. O Projeto de Lei, ainda de acordo com o secretário, está em análise na Casa Civil e deve ser encaminhado para a Consultoria Geral do Estado ainda nesta terça, o que também deve acontecer com um projeto para majoração da diária operacional da PM, a autorização para concurso público do Corpo de Bombeiros e a Lei de Segurança e Combate a Incêndio e Pânico.
Em reunião realizada na tarde desta segunda-feira (21), a Associação de Cabos e Soldados apresentou ao procurador geral do Estado detalhes da pauta de reivindicação. A resposta foi o compromisso de se formar uma mesa de negociação com a governadora na manhã desta terça.
De acordo com Roberto Campos, presidente da associação, "a expectativa é de uma grande participação de praças vindos também do interior para somar à luta que só tem um motivo: garantir ao cidadão um melhor serviço de segurança pública".

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Policiais Federais aprovam indicativo de greve


Arquivo
Representantes de sindicatos dos policiais federais de todo o País aprovaram nesta quarta-feira (29) indicativo nacional de greve para 9 mil servidores, incluindo agentes, escrivães e papiloscopistas. 

O calendário de paralisações para fevereiro foi aprovado, será gradativo e já está sendo planejado o direcionamento político de todos os atos públicos. 

"Não estão sendo planejadas simples paralisações, pois queremos verdadeiras campanhas de conscientização da sociedade. Sempre buscamos o debate com o Governo Federal, mas a situação se tornou insuportável, pois somos os únicos servidores públicos da história do Brasil com sete anos de congelamento salarial, e é evidente que a Polícia Federal está sendo sucateada como forma de castigo pelas operações que fez", afirmou José Carlos Nedel, diretor de estratégia sindical da federação. 

A federação nacional dos policiais federais anuncia que a agenda de paralisações será confirmada em assembleias estaduais nos próximos dias 4 e 5.


sábado, 6 de julho de 2013

27 categorias podem parar dia 11/07, Dia Nacional de Luta (maldição da PEC 300)

País em protestoAo menos 27 categorias profissionais ligadas a oito centrais sindicais já informaram que vão participar das manifestações, greves e paralisações marcadas para a próxima quinta-feira, dia 11.

Apesar de o número de trabalhadores que devem participar de passeatas e paralisações (parciais ou previstas para durar 24 horas) não ser estimado pelas entidades, alguns sindicalistas comentam nos bastidores que esperam mais de 300 mil nas ruas.

Motoristas de ônibus, metroviários e motoboys são categorias do setor de transporte que prometem parar em vários Estados do país.

No setor industrial, metalúrgicos, químicos, trabalhadores da alimentação, têxteis, costureiras, operários da construção civil, entre outros, já realizaram assembleias em várias cidades para cruzar os braços na mesma data.

Em São Paulo, no ABC e em São José dos Campos, os metalúrgicos também preparam manifestações nas rodovias Dutra e Anchieta que devem reunir operários de montadoras dessas localidades.

"As adesões crescem com a proximidade do dia 11. Empregados da Ceagesp, do setor de asseio e conservação e os terceirizados são algumas das categorias que decidiram parar", diz Ricardo Patah, presidente da UGT.

Entre os sindicatos ligados à CSP-Conlutas (PSTU, PSOL e outros), os de petroleiros de Sergipe e Alagoas, funcionários dos Correios de Pernambuco e operários da construção pesada do Pará (de obras como as da Usina Hidrelétrica de Belo Monte) também prometem adesão às greves.

Chamado de Dia Nacional de Luta, o protesto já causa reação do empresariado. Em carta aberta aos associados, o Sindimaq, que reúne as indústrias de máquinas do país, classifica o movimento como "absurdo" e "inoportuno".

"Querem parar o Brasil, parar a produção, parar hospitais e serviços essenciais, parar portos e aeroportos, sem se preocupar com o enorme preço que pagaremos se essa ideia vingar", diz a publicação "A voz do emprego".

Para a entidade, a greve é um direito legítimo dos trabalhadores, "mas que precisa ser usado com responsabilidade". No comunicado, o sindicato patronal destaca que "uma greve geral é ilegal, incomoda todo o mundo, interrompe as atividades produtivas, é prejudicial ao Brasil. Não entre nessa".

CLAUDIA ROLLI
DE SÃO PAULO

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

MALDIÇÃO DA PEC 300

         Por Rúbia Kele

        Para muitos foi uma grande frustração, não ver a proposta do piso nacional ser aprovada para os policiais do Brasil. Mas, por outro lado, principalmente para aqueles que foram, participaram e puderam ver de perto a sucessão de lambanças, mentiras, e principalmente puderam descobrir o quanto a  (in)segurança pública é mera especulação eleitoreira, que sempre reaparece com força em época de eleição como foi no caso da presidente Dilma Rousseff. 

      Até o passado recente, no começo do ano, os governos federal e alguns estaduais se viram envolvidos nesta discussão, mesmo contra a vontade de seus governantes, que agiram de maneira tirana prendendo policiais e bombeiros, excluindo outros tantos, trancafiando alguns deles inclusive em presídios de segurança máxima.

            Pois bem, passado essa onda de terrorismo oficial, vários fatos demonstram o quanto a classe política é despreparada para lidar com o assunto (clique aqui e você vai entender melhor o que falo), além de ser sempre retardatária na sua relação com o crime. Se não vejamos, o Brasil tem algum plano nacional de segurança pública? Nosso país tem sequer definido em lei o que é terrorismo, mesmo estando na iminência de sediar dois dos maiores eventos mundiais? O Brasil é tão atrasado que nem lei definindo e normatizando o emprego de algemas existe.

          Agora, pela letargia estatal e social estamos vivendo esse momento de matança de policiais e profissionais da segurança pública. Se o governo achou que reprimindo o Movimento PEC 300 conseguiria abafar a crise na segurança, definitivamente "o tiro saiu pela culatra", pois nunca ficou tão claro e exposto o quanto este setor é falido enquanto sistema de prevenção e repressão, enquanto mecanismo de ressocialização, enquanto promotor das garantias e direitos fundamentais. Só não é falido na compra de equipamentos superfaturados, ou de viaturas, ou da supressão dos direitos que a classe da segurança tem. Nisso, temos que admitir, o governo é muito bom! Ficar sem pagar a periculosidade num Estado em que se mata um policial praticamente todos os dias...é o "óbvio ululante" como diria o grande escritor Nelson Rodrigues.

        A maldição da pec 300 continua, e desejamos sinceramente que ela não atinja a família dos políticos ou eles próprios, como estão atingindo ao policiais e seus entes. Apesar que se isso acontecesse, talvez a guerra civil que hoje é velada, pudesse ser declarada, oficializada. Será que teremos que chegar nesse patamar para que as coisas mudem?

          Rúbia Kele - administradora do blog

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

MALDIÇÃO DA PEC 300: POLICIAIS CONTRA A COPA DO MUNDO, "TURISTA, SUA VIDA ESTARÁ EM JOGO"

CLIQUE AQUI E ASSISTA O VÍDEO
Vídeo de policiais que retratam a violência no país.

Um video forte que cabe a cada um, dentro de sua sanidade, avaliar.

Através deste vídeo podemos verificar que o as forças armadas e o governo não falam a mesma língua. É claro que precisamos de uma reformulação no sistema imediatamente.

Os comentários do jornalista são também bem fundamentadas quando ele questiona sobre as intenções da presidenta.

Não é só o vídeo, clique aqui e leia a matéria na Folha sobre o excesso de seguranças privados


A lógica é simples, se nem os policiais estão seguros, e constantemente são caçados e assinados, imagem o turista? Há uma grande maquiagem da realidade brasileira, e muitos países árabes estão mais seguros que o Brasil. Isso são as manchetes de jornais que mostram...

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Maldição da PEC 300: Vacarezza é flagrado enviando mensagem de apoio ao governador do Rio



Inimigo nº 1 da PEC 300 é pego no flagra

A reportagem do SBT flagrou, durante a CPI do Cachoeira, nesta quinta-feira (17), o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), inimigo nº 1 da PEC 300, enviando uma mensagem de texto pelo celular para o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Na mensagem, Vaccarezza tranquiliza Cabral: "A relação com o PMDB vai azedar na CPI. Mas não se preocupe, você é dos nossos e nós somos dos teu [sic]".

Fonte: Blog Capitão Assumção

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Maldição da PEC 300 ronda Governador Sérgio Cabral

       
    Já diziam os mais antigos: "aqui se faz aqui se paga"...e o governador do Rio de Janeiro é um grande exemplo de que a sabedoria popular sempre tem razão. Primeiro foi a sacanagem que fez a um ano atrás, quando prendeu pela primeira vez os Bombeiros do Rio, que lutavam por dignidade salarial, naquela noite em que estes foram acusados de "invadir" o quartel. Depois, vieram várias outras prisões, principalmente às lideranças dos Bombeiros, até que o movimento ganhasse corpo com a adesão dos policiais militares e civis, daí  a covardia se confirmou com a prisão dos líderes, entregues em Bangu I.

             Agora fotos comprometedoras, mostram o governador Sérgio Cabral e seus cúmplices, posando de farofeiros, num restaurante francês, ao lado de funcionários da DELTA, empresa suspeita de contratos fraudulentos com o governo federal e o agenciador Cachoeirinha. (Leia mais no Blog ALERTA TOTAL)

              Gente, se isso não foi a maldição da PEC 300, o que mais seria?

terça-feira, 13 de março de 2012

Maldição da PEC 300: Dilma destitui Vaccarezza da liderança do governo na Câmara


 Isabel Braga Cristiane Jungblut - O Globo
Dilma comunicou a decisão ao líder nesta manhã desta terça-feira (13) - DivulgaçãoBRASÍLIA – O petista Cândido Vaccarezza (SP) foi destituído do cargo. Ele foi comunicado pessoalmente na manhã desta terça-feira pela presidente Dilma Rousseff sobre a mudança na liderança do governo na Câmara.

Ela só me disse que não sou mais eu. Mas não me disse quem será o novo líder - disse Vaccarezza.

Ele teve uma conversa com a presidente às 9h, e mesmo demitido fez questão de participar da sessão do Congresso em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Vaccarezza ficou sentado ao lado do senador Romero Jucá (PMDB-RR), que sai também da liderança do governo no Senado. O petista deixou a sessão para dar uma coletiva ainda quando a presidente Dilma discursava.

Fonte: extra/globo 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Paulo Sant'ana - A rebelião policial

A greve dos policiais militares e bombeiros na Bahia, que ameaçou se alastrar sobre o Rio de Janeiro e outros Estados, é um dos fatos mais graves da sociologia brasileira e traz profundas reflexões.

Em primeiro lugar, há que se saber se categorias fundamentais para a existência do Estado, como os juízes, os policiais e os médicos, podem fazer greve.

Evidentemente, se não puderem, por lei, fazer greve, ficarão para sempre à mercê de seus mentores, como acontece há séculos com os policiais, que têm recebido salários aviltantes desde a proclamação da República.


O que tem acontecido é o seguinte: vítimas seculares de terrorismo salarial, os policiais partem agora para uma espécie de terrorismo reivindicatório, alguns até incorrendo no deslize de graves atos atentatórios à ordem pública.


Não por coincidência, a greve dos policiais se iniciou na Bahia, cujo governador é do Partido dos Trabalhadores.


Esse fato, conjugado à realização, nos próximos dias, do Carnaval baiano, uma das manifestações socioculturais brasileiras com repercussão mundial, favorece os grevistas e os incita a conquistas salariais respeitáveis.


Também é evidente que a lei precisa regulamentar as greves, escalando, por exemplo, quando elas se instalarem, que parte do efetivo das forças grevistas permaneçam em trabalho: porque o Estado deixa de funcionar a contento e entra em colapso se todos os policiais entrarem em greve.


Outra coisa importante é que de um tempo para cá o Congresso Nacional vem concedendo a determinadas categorias pisos nacionais de remuneração, como aconteceu com o magistério.


Muito justo, mas o Estado do Piauí não tem recursos como São Paulo para pagar os mesmos salários a seus professores.


O mesmo acontece com os policiais, que lutam agora por um piso nacional. Mas como todos os policiais ganharem igual aos policiais de Brasília, que são pagos pelos cofres abarrotados da União, enquanto os Estados vivem com orçamentos precários e dramáticos?


A União arrecadou no ano passado em impostos R$ 1 trilhão. Ela pode pagar com facilidade ótimos salários para seus professores e policiais.


Mas como igualar a União à Paraíba? Como?


E a federação obrigar Estados pobres a pagar o mesmo piso nacional pago a funcionários da União e de Estados ricos é um contrassenso monumental.


Claro que na raiz de tudo está a injusta distribuição dos impostos nas três esferas. A União fica com a parte do leão e transforma os Estados e os municípios em seus mendigos de recursos.


Essa questão primacial é de difícil, se não impossível, solução.


Deus queira que, com essa rebelião, os policiais consigam em todo o Brasil salários mais justos.


E não deixa de ser salutar que policiais lutem por melhores salários. Policial que luta por melhores salários não tem como auferir ganhos extras em corrupção.

E os que se corrompem não estão nem aí para essas reivindicações salariais. 

fonte: Blog Conteúdo Livre

domingo, 12 de fevereiro de 2012

A GUERRA DA PROPAGANDA NA CRISE DA SEGURANÇA PÚBLICA

Observem como se joga a sociedade contra a PM,eles se dizem preocupados com a sociedade,mas na verdade a preocupação é com os lucros do carnaval.Milhões,quiça bilhões,em contratos televisivos,entre outros,foram postos em riscos,ameaçando os lucros dos poderosos,inclusive daqueles que patrocinaram campanhas políticas.Essa é a real preocupação!


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

“Pai” da PEC 300 é homenageado em reunião do PSPC

Com 71 anos de idade, o subtenente reformado da Polícia Militar de São Paulo Clóvis de Oliveira ainda é um militante político. Ele inspirou e idealizou a PEC 300, que é a Proposta de Emenda Constitucional que tramita na Câmara Federal e prevê isonomia salarial entre os policiais militares  e bombeiros militares de todo o País.

Na abertura dos trabalhos da reunião do PSPC, o subtenente Clóvis recebeu uma homenagem dos dirigentes do partido, com um diploma. O subtenente entrou na Polícia Militar em 1960 e foi para a reserva remunerada em 1975. Atualmente, é diretor de Relações Públicas da Associação dos Policiais Civis, Militares e Funcionários Públicos dos Estados Federativos do Brasil (Asbra).

Ele ajudou os congressistas brasileiros a elaborar duas PECs: a 195, que prevê isonomia de tratamento na Lei de Anistia, e a 300.

“Como militar estadual, nós fomos legalistas. Ou seja, respeitamos e cumprimos as leis durante os anos em que durou o regime militar no Brasil. Depois do fim do regime militar e com a Lei da Anistia, muitos de nós passamos a ser perseguidos e prejudicados, pois deixamos de ser promovidos”, disse o subtenente Clóvis.

Ele fica frustrado pelo fato de até hoje a PEC 300, que deu entrada no Congresso Nacional em 2008, não ter sido aprovada em definitivo. A PEC 300 foi aprovado em primeiro turno; falta agora ir à votação em segundo turno:

“Se os parlamentares aprovarem a isonomia salarial entre todos os policiais, quem vai ganhar é a sociedade. Com uma melhor remuneração, os policiais não precisarão mais fazer bico”, acredita o subtenente Clóvis. 

Blog Eli Cortes 

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

PEC 102 – Unificação das Polícias e Piso Salarial Nacional. Seria a morte da PEC 300?

 
Blog Abordagem Policial – No vácuo da Proposta de Emenda Constitucional Número 300, a PEC 300, que visa estabelecer um piso salarial nacional para as polícias e bombeiros brasileiros, o Senador Blairo Maggi (PR-MT) emitiu uma nova proposta no Congresso Nacional, que se envolve com a questão salarial das polícias, ao tempo em que visa autorizar aos estados a unificação de suas polícias, ou seja, tornar a Polícia Militar e a Polícia Civil uma única corporação.

A PEC 102, que já está em debate em alguns fóruns policiais brasileiros, possui em seu corpo as seguintes propostas centrais:
- Criação de piso salarial nacional para a polícia rodoviária federal, polícia ferroviária federal, polícias civis, polícias militares e corpos de bombeiros militares, mediante subsídio fixado em parcela única;
- Designação de um fundo nacional (vinculando percentuais do orçamento), com participação da União, dos Estados e dos municípios, visando a suplementação do Piso Salarial;
- Faculta União e Estados a adoção de polícia única, cujas atribuições congregam as funções de polícia judiciária, apuração de infrações, polícia ostensiva, administrativa e preservação da ordem pública;
- Organização das polícias únicas com base na hierarquia e disciplina, e estruturação em carreiras, sendo os delegados das polícias civis e os oficiais das polícias militares transpostos para o cargo de delegados de polícia;
- Criação de um Conselho Nacional de Polícia;
- Autorização às guardas dos Municípios o exercício de atividade complementar de policiamento ostensivo e preventivo, mediante convênio com o Estado.
A proposta parece surgir acompanhado de um oportunismo político, uma vez que policiais e bombeiros de todo o país estão acompanhando atentamente os passos dados pela PEC 300, projeto mais antigo e semelhante à PEC 102 em relação à política salarial. É um retrocesso aliar a discussão salarial a tema tão espinhoso como a mudança do modelo de polícia, algo que mexe com vaidades corporativas hipersensíveis (principalmente nos altos escalões).

Sobre este tópico, a unificação, cabem muitas discordâncias, embora a maioria dos policiais militares da base da pirâmide (cerca de 61%, segundo pesquisa conduzida pelo Ministério da Justiça) vejam na medida um horizonte de melhoria – a maioria destes como uma espécie de “fuga” do ambiente hierárquico-disciplinar das PM’s. Embora se possa concordar parcialmente com esta orientação, não se pode acreditar que os policiais civis se sintam tão respeitados e valorizados assim.

Administrativamente há pouca viabilidade em uma unificação, pois se já há dificuldades de gestão governamental nas atuais polícias, boa parte delas já hiperdimensionadas, o que dizer de uma estrutura com cerca de 150.000 homens, como uma possível polícia única em São Paulo? Como estabilizar as culturas distintas, antípodas? Com a tendências das especializações, com os BOPE’s, COE’s, GATE’s e outras unidades, que efetividade teria a tal unificação? E as guardas municipais citadas no texto da PEC, passariam a compor as megapolícias em algum momento (já que a lógica é unificar)?

Como disse recentemente o sociólogo Marcos Rolim sobre uma possível redução de custos com a unificação das polícias, “o que duplica os custos não é a existência de duas polícias, mas o fato de que ambas se envolvem com os mesmos temas”. Ou seja, PM’s e PC’s são, ambas, meias polícias: não no sentido estrutural, de composição de meios, mas no sentido da competência, da missão. Por isso é sedutor (e um imperativo de eficiência) que as polícias civis realizem a atuação ostensiva na rua, e que a polícia militar realize a investigação através dos seus serviços reservados. A unificação que se necessita é dos ciclos (quem patrulha e prende, investiga!), não das burocracias.