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Frase de Ruy Barbosa

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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Maldição da PEC 300: Vacarezza é flagrado enviando mensagem de apoio ao governador do Rio



Inimigo nº 1 da PEC 300 é pego no flagra

A reportagem do SBT flagrou, durante a CPI do Cachoeira, nesta quinta-feira (17), o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), inimigo nº 1 da PEC 300, enviando uma mensagem de texto pelo celular para o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Na mensagem, Vaccarezza tranquiliza Cabral: "A relação com o PMDB vai azedar na CPI. Mas não se preocupe, você é dos nossos e nós somos dos teu [sic]".

Fonte: Blog Capitão Assumção

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Maldição da PEC 300 ronda Governador Sérgio Cabral

       
    Já diziam os mais antigos: "aqui se faz aqui se paga"...e o governador do Rio de Janeiro é um grande exemplo de que a sabedoria popular sempre tem razão. Primeiro foi a sacanagem que fez a um ano atrás, quando prendeu pela primeira vez os Bombeiros do Rio, que lutavam por dignidade salarial, naquela noite em que estes foram acusados de "invadir" o quartel. Depois, vieram várias outras prisões, principalmente às lideranças dos Bombeiros, até que o movimento ganhasse corpo com a adesão dos policiais militares e civis, daí  a covardia se confirmou com a prisão dos líderes, entregues em Bangu I.

             Agora fotos comprometedoras, mostram o governador Sérgio Cabral e seus cúmplices, posando de farofeiros, num restaurante francês, ao lado de funcionários da DELTA, empresa suspeita de contratos fraudulentos com o governo federal e o agenciador Cachoeirinha. (Leia mais no Blog ALERTA TOTAL)

              Gente, se isso não foi a maldição da PEC 300, o que mais seria?

terça-feira, 13 de março de 2012

Maldição da PEC 300: Dilma destitui Vaccarezza da liderança do governo na Câmara


 Isabel Braga Cristiane Jungblut - O Globo
Dilma comunicou a decisão ao líder nesta manhã desta terça-feira (13) - DivulgaçãoBRASÍLIA – O petista Cândido Vaccarezza (SP) foi destituído do cargo. Ele foi comunicado pessoalmente na manhã desta terça-feira pela presidente Dilma Rousseff sobre a mudança na liderança do governo na Câmara.

Ela só me disse que não sou mais eu. Mas não me disse quem será o novo líder - disse Vaccarezza.

Ele teve uma conversa com a presidente às 9h, e mesmo demitido fez questão de participar da sessão do Congresso em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Vaccarezza ficou sentado ao lado do senador Romero Jucá (PMDB-RR), que sai também da liderança do governo no Senado. O petista deixou a sessão para dar uma coletiva ainda quando a presidente Dilma discursava.

Fonte: extra/globo 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Paulo Sant'ana - A rebelião policial

A greve dos policiais militares e bombeiros na Bahia, que ameaçou se alastrar sobre o Rio de Janeiro e outros Estados, é um dos fatos mais graves da sociologia brasileira e traz profundas reflexões.

Em primeiro lugar, há que se saber se categorias fundamentais para a existência do Estado, como os juízes, os policiais e os médicos, podem fazer greve.

Evidentemente, se não puderem, por lei, fazer greve, ficarão para sempre à mercê de seus mentores, como acontece há séculos com os policiais, que têm recebido salários aviltantes desde a proclamação da República.


O que tem acontecido é o seguinte: vítimas seculares de terrorismo salarial, os policiais partem agora para uma espécie de terrorismo reivindicatório, alguns até incorrendo no deslize de graves atos atentatórios à ordem pública.


Não por coincidência, a greve dos policiais se iniciou na Bahia, cujo governador é do Partido dos Trabalhadores.


Esse fato, conjugado à realização, nos próximos dias, do Carnaval baiano, uma das manifestações socioculturais brasileiras com repercussão mundial, favorece os grevistas e os incita a conquistas salariais respeitáveis.


Também é evidente que a lei precisa regulamentar as greves, escalando, por exemplo, quando elas se instalarem, que parte do efetivo das forças grevistas permaneçam em trabalho: porque o Estado deixa de funcionar a contento e entra em colapso se todos os policiais entrarem em greve.


Outra coisa importante é que de um tempo para cá o Congresso Nacional vem concedendo a determinadas categorias pisos nacionais de remuneração, como aconteceu com o magistério.


Muito justo, mas o Estado do Piauí não tem recursos como São Paulo para pagar os mesmos salários a seus professores.


O mesmo acontece com os policiais, que lutam agora por um piso nacional. Mas como todos os policiais ganharem igual aos policiais de Brasília, que são pagos pelos cofres abarrotados da União, enquanto os Estados vivem com orçamentos precários e dramáticos?


A União arrecadou no ano passado em impostos R$ 1 trilhão. Ela pode pagar com facilidade ótimos salários para seus professores e policiais.


Mas como igualar a União à Paraíba? Como?


E a federação obrigar Estados pobres a pagar o mesmo piso nacional pago a funcionários da União e de Estados ricos é um contrassenso monumental.


Claro que na raiz de tudo está a injusta distribuição dos impostos nas três esferas. A União fica com a parte do leão e transforma os Estados e os municípios em seus mendigos de recursos.


Essa questão primacial é de difícil, se não impossível, solução.


Deus queira que, com essa rebelião, os policiais consigam em todo o Brasil salários mais justos.


E não deixa de ser salutar que policiais lutem por melhores salários. Policial que luta por melhores salários não tem como auferir ganhos extras em corrupção.

E os que se corrompem não estão nem aí para essas reivindicações salariais. 

fonte: Blog Conteúdo Livre

domingo, 12 de fevereiro de 2012

A GUERRA DA PROPAGANDA NA CRISE DA SEGURANÇA PÚBLICA

Observem como se joga a sociedade contra a PM,eles se dizem preocupados com a sociedade,mas na verdade a preocupação é com os lucros do carnaval.Milhões,quiça bilhões,em contratos televisivos,entre outros,foram postos em riscos,ameaçando os lucros dos poderosos,inclusive daqueles que patrocinaram campanhas políticas.Essa é a real preocupação!


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

“Pai” da PEC 300 é homenageado em reunião do PSPC

Com 71 anos de idade, o subtenente reformado da Polícia Militar de São Paulo Clóvis de Oliveira ainda é um militante político. Ele inspirou e idealizou a PEC 300, que é a Proposta de Emenda Constitucional que tramita na Câmara Federal e prevê isonomia salarial entre os policiais militares  e bombeiros militares de todo o País.

Na abertura dos trabalhos da reunião do PSPC, o subtenente Clóvis recebeu uma homenagem dos dirigentes do partido, com um diploma. O subtenente entrou na Polícia Militar em 1960 e foi para a reserva remunerada em 1975. Atualmente, é diretor de Relações Públicas da Associação dos Policiais Civis, Militares e Funcionários Públicos dos Estados Federativos do Brasil (Asbra).

Ele ajudou os congressistas brasileiros a elaborar duas PECs: a 195, que prevê isonomia de tratamento na Lei de Anistia, e a 300.

“Como militar estadual, nós fomos legalistas. Ou seja, respeitamos e cumprimos as leis durante os anos em que durou o regime militar no Brasil. Depois do fim do regime militar e com a Lei da Anistia, muitos de nós passamos a ser perseguidos e prejudicados, pois deixamos de ser promovidos”, disse o subtenente Clóvis.

Ele fica frustrado pelo fato de até hoje a PEC 300, que deu entrada no Congresso Nacional em 2008, não ter sido aprovada em definitivo. A PEC 300 foi aprovado em primeiro turno; falta agora ir à votação em segundo turno:

“Se os parlamentares aprovarem a isonomia salarial entre todos os policiais, quem vai ganhar é a sociedade. Com uma melhor remuneração, os policiais não precisarão mais fazer bico”, acredita o subtenente Clóvis. 

Blog Eli Cortes 

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

PEC 102 – Unificação das Polícias e Piso Salarial Nacional. Seria a morte da PEC 300?

 
Blog Abordagem Policial – No vácuo da Proposta de Emenda Constitucional Número 300, a PEC 300, que visa estabelecer um piso salarial nacional para as polícias e bombeiros brasileiros, o Senador Blairo Maggi (PR-MT) emitiu uma nova proposta no Congresso Nacional, que se envolve com a questão salarial das polícias, ao tempo em que visa autorizar aos estados a unificação de suas polícias, ou seja, tornar a Polícia Militar e a Polícia Civil uma única corporação.

A PEC 102, que já está em debate em alguns fóruns policiais brasileiros, possui em seu corpo as seguintes propostas centrais:
- Criação de piso salarial nacional para a polícia rodoviária federal, polícia ferroviária federal, polícias civis, polícias militares e corpos de bombeiros militares, mediante subsídio fixado em parcela única;
- Designação de um fundo nacional (vinculando percentuais do orçamento), com participação da União, dos Estados e dos municípios, visando a suplementação do Piso Salarial;
- Faculta União e Estados a adoção de polícia única, cujas atribuições congregam as funções de polícia judiciária, apuração de infrações, polícia ostensiva, administrativa e preservação da ordem pública;
- Organização das polícias únicas com base na hierarquia e disciplina, e estruturação em carreiras, sendo os delegados das polícias civis e os oficiais das polícias militares transpostos para o cargo de delegados de polícia;
- Criação de um Conselho Nacional de Polícia;
- Autorização às guardas dos Municípios o exercício de atividade complementar de policiamento ostensivo e preventivo, mediante convênio com o Estado.
A proposta parece surgir acompanhado de um oportunismo político, uma vez que policiais e bombeiros de todo o país estão acompanhando atentamente os passos dados pela PEC 300, projeto mais antigo e semelhante à PEC 102 em relação à política salarial. É um retrocesso aliar a discussão salarial a tema tão espinhoso como a mudança do modelo de polícia, algo que mexe com vaidades corporativas hipersensíveis (principalmente nos altos escalões).

Sobre este tópico, a unificação, cabem muitas discordâncias, embora a maioria dos policiais militares da base da pirâmide (cerca de 61%, segundo pesquisa conduzida pelo Ministério da Justiça) vejam na medida um horizonte de melhoria – a maioria destes como uma espécie de “fuga” do ambiente hierárquico-disciplinar das PM’s. Embora se possa concordar parcialmente com esta orientação, não se pode acreditar que os policiais civis se sintam tão respeitados e valorizados assim.

Administrativamente há pouca viabilidade em uma unificação, pois se já há dificuldades de gestão governamental nas atuais polícias, boa parte delas já hiperdimensionadas, o que dizer de uma estrutura com cerca de 150.000 homens, como uma possível polícia única em São Paulo? Como estabilizar as culturas distintas, antípodas? Com a tendências das especializações, com os BOPE’s, COE’s, GATE’s e outras unidades, que efetividade teria a tal unificação? E as guardas municipais citadas no texto da PEC, passariam a compor as megapolícias em algum momento (já que a lógica é unificar)?

Como disse recentemente o sociólogo Marcos Rolim sobre uma possível redução de custos com a unificação das polícias, “o que duplica os custos não é a existência de duas polícias, mas o fato de que ambas se envolvem com os mesmos temas”. Ou seja, PM’s e PC’s são, ambas, meias polícias: não no sentido estrutural, de composição de meios, mas no sentido da competência, da missão. Por isso é sedutor (e um imperativo de eficiência) que as polícias civis realizem a atuação ostensiva na rua, e que a polícia militar realize a investigação através dos seus serviços reservados. A unificação que se necessita é dos ciclos (quem patrulha e prende, investiga!), não das burocracias.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A maldição da PEC 300 volta atacar: MP pede ao TSE cassação de Vacarezza


COMPANHEIROS DO BRASIL DEUS REALMENTE EXISTE ,OLHA A MALDIÇÃO DA PEC

300 ATACANDO DE NOVO EM BRASÍLIA COMO DIZ O SALMO 91 MIL CAIRÃO AO SEU
LADO E DEZ MIL A SUA DIREITA E TU NÃO SERÁS ATINGIDO, E COM FÉ EM DEUS
TODOS ELES VÃO CAIR UM Á UM SGT WAGNER COORDENADOR DE COMUNICAÇÃO DA
PEC 300 DO ESTADO DE SÃO PAULO.





MP pede ao TSE cassação do líder do governo na Câmara Cândido Vaccarezza é acusado de arrecadação ilícita durante a campanha de 2010.


O Ministério Público Eleitoral em São Paulo (MPE-SP) interpôs na  sexta-feira (4) recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo a 
cassação do deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP) por suposta 
arrecadação ilícita durante a campanha eleitoral de 2010.



O petista, que é também líder do governo federal na Câmara dos 
Deputados, teria recebido R$ 350 mil advindos de uma concessionária de 
serviço público e de uma entidade de classe. O MPE-SP lembra no 
recurso que a Lei das Eleições, nº 9.504/1997, veda doações 
provenientes dessas fontes e prevê como penalidade máxima a cassação  
o mandato.



O deputado federal teria recebido recursos da UTC Engenharia S/A no 
valor de R$ 200 mil, e da Associação da Indústria Farmacêutica de 
Pesquisas (Interfarma), no valor de R$ 150 mil. O Tribunal Regional 
Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) decidiu em favor do parlamentar 
petista após concluir que a Associação da Indústria Farmacêutica de 
Pesquisas (Interfarma) não recebe recursos públicos e tem patrimônio 
particular.



A Justiça Eleitoral de São Paulo também considerou que a UTC 
engenharia S/A não é concessionária ou permissionária de serviço 
público, o que possibilita que as duas empresas doem recursos à 
campanha eleitoral do parlamentar petista.



No recurso, o MPE-SP argumenta, contudo, que a Associação da Indústria 
Farmacêutica de Pesquisas (Interfarma) reúne características de 
entidade de classe, um vez que representa entidades associadas perante 
quaisquer entidades públicas ou privadas, além de atuar junto às 
autoridades competentes na certificação de produtos farmacêuticos. O 
MPE-SP lembra ainda que o Supremo Tribunal Federal (STF) já se 
manifestou sobre o tema ao considerar que uma entidade de classe é 
aquela que congrega associações regionais. "A fim de perseguirem, em 
todo o País, o mesmo objetivo institucional de defesa dos interesses 
de uma determinada classe", destaca.



O MPE-SP alega ainda que, no caso da UTC Engenharia S/A, a empresa é 
uma concessionária de serviço público ao atuar na exploração de 
petróleo e gás natural. "Uma atividade de titularidade exclusiva da 
União, a qual somente pode ser delegada mediante concessão ou 
permissão", ressalta. O MPE-SP alega ainda que o valor doado ao 
deputado federal pelas duas empresas teve repercussão no contexto da 
campanha, o que teria poder de desequilibrar a eleição. "(Ele) foi 
eleito com expressiva quantidade de votos, o que contribuiu para o 
aumento do quociente do partido e da coligação pelo qual disputava a 
eleição." A relatora do recurso é a ministra do Tribunal Superior 
Eleitoral (TSE), Nancy Andrighi.



fonte: Blog da Folha

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

PEC 300 e a crise internacional

          Editorial do blog No Q.A.P/Anastácio 

          Nesse momento em que policiais e bombeiros do Brasil a cada dia se mostram mais unidos, fazendo pressão para aprovar a PEC 300, que tráz isonomia salarial entre esses profissionais no país, o governo engana, mente, dissimula. E no momento mais do que oportuno, se aproveita da turbulência internacional para justificar o seu engodo. Nada melhor do que uma crise...é o que muitos deles pensam. Porém já havia essa crise quando no início de 2011 esses mesmos políticos se autoreajustaram seus salários em mais de 60%. E daí, não havia crise? O impacto desse aumento não traria danos a economia? A presidente Dilma, mal tinha entrado no governo e já cobiçava o reajuste. Multipliquem senhores 26 mil, fora a verba de gabinete, por mais de 500 deputados...e veja o quanto dá...a educação também sofreu corte no seu orçamento, nas obras da Copa tentaram criar o "sigilo absoluto" para que gastassem infinitamente livres da fiscalização da opinião pública. Agora me vem com essa de "faxina" nos ministérios. Sinceramente, para nós policiais, isso é uma simples contra-inteligência ou contra-informação como queiram. Apagam um escândalo através do fomento de outro. O pior é que não temos oposição! No Brasil tem uns na direita, outros na esquerda do cofre...o povo sempre estará no centro dos cambalachos, atônico, rindo, sambando ou vendo um jogo do Brasil. Esse país está em crise, desde o seu nascimento...crise de identidade. de carácter, moral, ética. Algúem disse um dia: "cada povo tem o governo que merece"...e polícia também...no paradoxo que não é manchete: políticos são eleitos para lutarem contra os anseios do povo.

sábado, 27 de agosto de 2011

Maldição da PEC 300 volta a atacar


 blog Capitão Assumção


O Presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marco Maia (PT/RS) tentou sair pela tangente (mentir mesmo) mas não teve jeito. Foi mais um a ser alcançado pela maldição da PEC 300. Nos últimos quatro meses Maia utilizou-se, em quatro viagenzinhas, jatinhos da empresa UNIMED. Segundo o parlamentar ele teria pago todas as viagens. Vamos fazer as contas. As viagens teriam custado cerca de R$ 60 mil reais. Mas ele ganha R$ 20 mil líquido. Que conta estranha, não?

outro enigma. Na última quarta (24) o deputado que se recusa a colocar na pauta a PEC 300 teria jurado de pé junto que teria fretado apenas um voo. No final do dia recuou afirmando que também teria voado no dia 4 de junho. Mas que teria sido uma viagemzinha rápida. Coisa trivial, que todo o brasileiro faz quando está entediado de voar em linhas comerciais. Vocês entendem, não é?

Síndrome de Pinóquio.
O Estadão desvendou a "pequena mentira". mais duas viagens aconteceram: 29 de abril, entre Concórdia, Passo Fundo e São Paulo, e 24 de junho, de Brasília para Porto Alegre. Não restou outra alternativa ao protelador da PEC 300 senão deixar o nariz crescer. Haja óleo de peroba. Quem será o próximo?

(Foto ao lado mostra provável aeronave "fretada" por Maia)