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terça-feira, 9 de junho de 2015

A MÃO INVISÍVEL DO BNDES NA AMÉRICA LATINA

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Por Brio Watchdog

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está na boca do povo, mesmo que pouca gente saiba muito sobre ele. Nos protestos pelas ruas do Brasil, no Congresso Nacional, na selva amazônica do Peru ou nas terras baixas da Bolívia, em Buenos Aires ou nas reuniões das maiores empresas nacionais e estrangeiras, o dinheiro que sai dos cofres de um dos mais importantes financiadores do mundo está na pauta. Todos querem saber o que acontece com as verbas do contribuinte brasileiro usadas para bancar projetos em outros países. 
Para jogar luz no assunto, BRIO convidou 17 profissionais — entre repórteres, fotógrafos, infografistas e cineastas — na Argentina, Bolívia, Equador, Panamá, Peru e Venezuela, países nos quais foi possível levantar documentos e dados de interesse público, em meio a uma cultura de sigilo. Engenheiros, advogados, diplomatas, economistas, cientistas políticos, antropólogos, entre outros, foram convidados para analisar os dados. Uma equipe de filmagens viajou mais de 9.000 quilômetros para registrar o trabalho dos jornalistas e especialistas.
Nas próximas páginas, as descobertas são relatadas em seis capítulos, um para cada país. Primeira constatação. Alguns dos projetos com financiamento do BNDES seguem primeiro critérios políticos, mas não levam em conta estudos sobre custos, impactos sociais e ambientais. Na definição de um documento do Itamaraty obtido por BRIO por meio da Lei de Acesso à Informação: "Conviria revisar cuidadosamente os parâmetros para a aprovação dos financiamentos".Continue lendo no portal Brio

segunda-feira, 13 de abril de 2015

DILMA E A RAZÃO PARA O PEDIDO DE IMPEDIMENTO

Para os que não acreditam na falta de indícios para o pedido de impedimento de Dilma. Assista o vídeo e leia a LEI Nº 1.079, DE 10 DE ABRIL DE 1950, Artigo 4°, VII - A guarda e o legal emprego dos dinheiros públicos.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Com BNDES empreiteira Odebrecht erque "império" em Angola, de 1Bi por ano


Maior empregadora privada do país africano, com 20 mil funcionários, companhia mantém negócios com autoridades e investimentos anuais de mais de R$ 1 bilhão.

Terça, 18 de Setembro de 2012, 06h30
João Fellet
Amparada por vultosos empréstimos do governo brasileiro, a Odebrecht, maior empreiteira do país, construiu em Angola um império empresarial que inclui negócios com autoridades e investimentos anuais de mais de R$ 1 bilhão. 

Maior empregadora privada do país africano, com 20 mil funcionários, a companhia atua em Angola nos setores de imóveis, hidrelétricas, diamantes, supermercados, petróleo, biocombustíveis e aeroportos. 

A empresa, porém, é criticada por ativistas angolanos, que a acusam de manter "relações promíscuas" com o alto escalão do governo angolano, chefiado há 33 anos pelo presidente José Eduardo dos Santos. Em agosto, Dos Santos venceu as eleições presidenciais e estenderá seu mandato até 2017. 

Desde 2006, o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) ofereceu US$ 3,2 bilhões (R$ 6,4 bilhões) em empréstimos a companhias brasileiras em Angola. Dados obtidos pela BBC Brasil com base na Lei de Acesso à Informação revelam que as linhas de crédito financiaram 65 empreendimentos, dos quais 49% foram ou são executados pela Odebrecht. 

A Andrade Gutierrez, segunda empresa da lista, é responsável por menos da metade dos projetos da Odebrecht (18%), seguida por Queiroz Galvão (14%) e Camargo Corrêa (9%). 

A Odebrecht conta com parte de uma nova linha de crédito do banco, de US$ 2 bilhões, para manter o ritmo de investimentos em Angola, hoje entre US$ 500 milhões e US$ 600 milhões anuais (de R$ 1,1 bilhão a R$ 1,2 bilhão). 

Generais e vice-presidente 

Num de seus investimentos prioritários em Angola, o projeto Biocom, a Odebrecht tem como sócia uma empresa controlada por autoridades angolanas. 

Ao custo de cerca de US$ 400 milhões (R$ 812 milhões), o projeto - que não é financiado pelo BNDES - visa produzir açúcar, etanol e eletricidade a partir de cana de açúcar. O complexo agroindustrial, que deve ser inaugurado em 2013, será gerido em sociedade entre a Odebrecht, a petrolífera estatal Sonangol e a empresa Damer. 

A Damer foi fundada em 2007, meses antes da celebração do negócio, pelo vice-presidente eleito angolano, Manuel Vicente, e pelos generais Leopoldino Fragoso do Nascimento (Dino) e Manuel Hélder Vieira Dias Júnior (Kopelipa). 

A Odebrecht não quis comentar o papel das autoridades na joint-venture. Em nota à BBC Brasil, a empresa diz que a Biocom "é um projeto de grande relevância para Angola e tem por objetivo diminuir a dependência de importação de açúcar, criando riqueza e empregos". 

Em outro investimento, a Odebrecht associou-se a filhos do presidente angolano. 

Iniciado em 2005 e com licença para operar até 2012, o consórcio Muanga foi formado para prospectar diamantes na província de Lunda-Norte em sociedade entre a Odebrecht, a estatal diamantífera Endiama, a SDM - associação entre a Odebrecht e a Endiama - e a Di Oro. 

A Di Oro é uma sociedade entre Welwitschea José dos Santos, José Eduardo Paulino dos Santos - ambos filhos do presidente - e Hugo André Nobre Pêgo, genro do mandatário angolano. 

"Relação especial" 

Segundo o ativista Rafael Marques de Morais, criador do movimento anti-corrupção Maka Angola, a Di Oro tinha como objeto social, até a assinatura do contrato, "a alta costura, modas e confecções", além de serviços "para casamentos, coquetéis, aniversários e brindes". 

A Odebrecht diz que a sociedade já foi extinta. 

"Tirando as petrolíferas, a Odebrecht é a multinacional mais bem sucedida em Angola. Esse sucesso, num país extremamente corrupto, deve-se à relação especial que ela mantém com o presidente da República", diz Marques à BBC Brasil. Continue lendo no jornal Estadão 

Comentário nosso: Poderíamos chamar esse fato como PAC - Programa de Aceleração do Crescimento 3, agora se expandindo no continente africano?

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Dilma privatizou aeroportos com dinheiro do BNDES (tem dinheiro pra tudo...só não tem pra PEC 300...)

Atenção para o que ela diz a partir de 1 minuto e 58 segundos...


Na campanha eleitoral de 2010, Dilma acusou os tucanos de entregarem patrimônio brasileiro para estrangeiros, com dinheiro do BNDES, nas privatizações. Pois bem. O BNDES vai financiar até 80% das privatizações dos aeroportos feitas ontem, pelo governo petista. Em Brasília, o vencedor foi o consórcio Inframérica, formado por Engevix (50%) e Casa (50%), operadora argentina com 49 aeroportos no mundo, entre eles o de São Gonçalo do Amarante (RN), o primeiro brasileiro privatizado.Em Campinas, a vencedora da licitação foi o consórcio Aeroportos do Brasil, formado pelas construtoras TPI e UTC (90%) e a operadora francesa Egis Airport (10%).Em Guarulhos, O vencedor da licitação, o consórcio Invepar-Acsa, é formado pela brasileira Invepar (com 90%) e com a operadora sul-africana Acsa (10%).Como se vê, o BNDES está financiando multinacionais francesas, sul-africanas e argentinas nas suas "privatarias". E aí, Dilma Rousseff? Em homenagem à mentira de 2010, desmascarada três vezes no dia de ontem, estamos publicando três vezes o mesmo vídeo com a "presidenta". 


Fonte: blog Coturno Noturno


Comentário do blog: Essa é a marca do PT...na oposição tem um discurso, no poder é igualzinho aos outros partidos...com atos de corrupção, desvios...privatizações...vergonhoso!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

TCU abre a caixa preta do BNDES, mas vai esconder o resultado da auditoria

O Tribunal de Contas da União (TCU) está realizando uma auditoria em todos os benefícios financeiros e creditícios concedidos pelo Tesouro Nacional, incluindo os subsídios ao Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O assunto está sendo apurado no âmbito do processo 022.684/2010-7. Até o seu encerramento, o acesso ao processo ficará restrito às partes interessadas, de acordo com norma do TCU.

O objetivo da fiscalização, segundo o TCU, é "conhecer e examinar o rol, as fontes de informação e os cálculos referentes aos benefícios financeiros e creditícios concedidos pela União, inclusive para financiamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)". Após essa auditoria, o país poderá ter uma ideia mais clara do custo efetivo dos empréstimos do Tesouro ao BNDES, que já ultrapassam R$ 240 bilhões.

A auditoria do TCU foi iniciada em agosto de 2010, mas até agora não foi concluída. Não houve, portanto, julgamento. Ela abrange a fiscalização de uma enormidade de programas de equalização de taxas de juros feitas pelo Tesouro Nacional, que resultam em pagamento de subsídios. Aqui serão abordadas apenas as questões relacionadas aos empréstimos do Tesouro ao BNDES e às operações subsidiadas do PSI.

Leia na íntegra aqui>>>>
 
Fontes: Valor econômico/blog Coturno Noturno