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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

LÓGICA DO MEU VOTO PARA PRESIDENTE


Enquanto o PT abandonou a segurança pública, seja pela falta de um Fundo Nacional de Segurança condizente, seja pela falta da Reforma do Código Penal, (apesar do PT ter a maioria no Congresso e junto com o PMDB no Senado). Aécio é a única opção para sairmos do marasmo, da inércia, da corrupção desenfreada. Só Aécio pode garantir as mudanças que a segurança pública anseia, seja para os profissionais, seja para o cidadão de bem que sofre com as condições precárias dela. Eu estive em Brasília mais de 20 vezes sonhando, lutando, suando pela criação do Piso Nacional da Segurança Pública, que na época o piso inicial seria de aproximadamente R$3.500,00 (três mil e quinhentos reais). Em 2015 o soldado mais novato; aquele que vai entrar na corporação já terá um piso de 4 mil e cem reais. Então amigos, não titubeie na escolha: VOTE AÉCIO 45! O resto é mentira, atraso, promessas, ilusão, corrupção.

  Quantos policiais ainda terão que morrer para que a legislação penal seja modificada?

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Colisão: Greves das PM X Direitos Sociais


* Marcelo Anastácio

O Brasil vive paradoxos típicos de uma democracia em construção. E essa imaturidade pode ser facilmente constatada ainda no exame da jovem Constituição de 1988, quanto à regulamentação da lei de greve para os serviços essenciais. Os equívocos na interpretação da lei comprometem tanto a segurança jurídica, quanto em determinados casos chegam às raias do absurdo de vermos o Estado, representado através de suas instituições; violarem os Direitos Sociais de quem participa das greves, mesmo sendo um trabalhador da segurança pública, e mais, viola-se em nome de um “status quo”, o acesso à liberdade e aos Direitos Humanos, como no caso da prisão arbitrária, ilegal e desumana do líder da greve da Polícia Militar da Bahia, e também vereador eleito Marco Prisco, no exercício do pleito, ser preso num presídio de segurança máxima em nome da segurança “padrão FIFA” da Copa 2014.
Omissão Política - A Constituição Federal de 1988 consagrou no seu artigo 9°, § 1º que: “A lei definirá os serviços ou atividades essenciais e disporá sobre o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade”. Passados exatos 25 anos de vigência, da considerada “Constituição Cidadã”, os legisladores se mostraram lenientes, irresponsáveis diante das possíveis conseqüências de greves nos serviços essenciais. E neste aspecto a displicência não tem cor ou bandeira partidária, mesmo com ampla no Congresso, não quiseram enfrentar o problema.
Criminalização dos Movimentos Sociais na Segurança Pública - Os policiais civis além da sindicalização, que é vedada aos policiais militares, gozam do mesmo direito à greve em relação às outras categorias. O impasse e confusão entre as missões constitucionais e direitos inerentes, começa com o erro crasso de confundir as nomenclaturas: militares e policiais militares que têm funções diferentes. Usando um exemplo da própria segurança, como se validassem a arma letal do simulacro. Vários juízes, inclusive da esfera federal reconheceram o direito à greve aos policiais militares, que só teriam esse direito vedado caso o Brasil estivesse em estado de guerra declarada, e nesse caso, os policiais militares de acordo com o Artigo 144, § 6º, CF/88, ficam subordinados às diretrizes das Forças Armadas, não só administrativa, mas, disciplinarmente.
Revolta da Chibata à PEC 300 - Desde 1997 com a greve da Polícia Militar de Minas Gerais que teve um dos seus líderes, Cabo Valério, assassinado, vários estados têm se manifestado na busca da criação do Piso Nacional da Segurança, através da proposta de emenda constitucional, chamada PEC 300/08; aprovada em primeiro turno foi praticamente esquecida no Congresso, a mando do Planalto que alega não ter orçamento para pagá-la. A relação do Estado com os militares sempre foi é historicamente “sui generis” em não a chega a ser novidade na república brasileira, quando em 1910 marinheiros liderados pelo soldado João Cândido, que ficou conhecido como “Almirante Negro”, apontaram os canhões contra o Rio de Janeiro, então Capital do Brasil, para dar um basta nos castigos físicos, movimento que ficou conhecido como a Revolta das Chibatas.  
No ano de 2012 as polícias do Rio de Janeiro e Bahia foram às ruas de maneira mais contundente, organizada. No Rio os Bombeiros fizeram manifestação dentro do quartel enquanto os policiais se recusaram a cumprir a ordem para prender muito dos policiais manifestantes. Mesmo assim vários destes militares foram presos e levados, contrariando mais uma vez seus Direitos Humanos e militares, esses foram encaminhados para o presídio de segurança máxima Bangu I, de que haveria a ameaça de resgate dos presos por parte dos demais militares manifestantes. Todos sabem que os militares têm direito a prisão especial, devido à situação peculiar em razão da profissão. Muitos desses presos foram excluídos sem qualquer direito ao contraditório, numa nova grave violação aos Direitos Humanos. Na Bahia os policiais invadiram e acamparam na Assembléia daquele estado, às vésperas do carnaval, onde permaneceram por exatos dez dias. O movimento foi encerrado depois de uma escuta telefônica, dita “autorizada”. Inclusive grampeou parlamentares, mas a tal autorização judicial até hoje não foi encontrada.

Em abril de 2014 policiais militares da Bahia fizeram nova greve, liderados por Prisco, que foi preso apesar de ter sido anistiado, mesmo com a greve findada. Segundo o MPF, o líder da polícia militar baiana, foi denunciado pela prática de crimes contra segurança nacional, e não teve o direito ao contraditório, teve o Hábeas Corpus negado pelo STF e durante uma rebelião de outros presos na Papuda, Prisco sofreu infarto. Diante de tais arbitrariedades fazemos alguns questionamentos: Qual a eficácia da anistia criminal recebida em 2013? Qual o valor da liberdade na relação de mais-valia do Direito Social à greve, do direito à manifestação versus espetáculo e lucro com a segurança da Copa 2014?

foto extraída da web

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Lideranças policiais de treze Estados anunciam paralisação para quarta-feira

Por Pollyane Lima e Silva, na VEJA.com. Volto no post seguinte:

A paralisação nacional de policiais, convocada para a próxima quarta-feira, já tem a adesão de lideranças de metade dos Estados brasileiros. Até o início da tarde desta segunda, agentes de treze unidades da federação aceitaram a convocação feita pela Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol). São eles: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Amazonas, Pará, Alagoas, Paraíba, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Rondônia e Bahia. “Distrito Federal e os demais Estados devem responder até terça-feira se vão também cruzar os braços. Não recebemos nenhuma resposta negativa ainda”, disse ao site de VEJA o presidente da Cobrapol, Jânio Bosco Gandra.
O movimento envolve policiais civis, federais e rodoviários – os militares são proibidos, pelos códigos militares, de fazer greve, apesar de haver algumas mobilizações isoladas. Gandra afirma que em alguns Estados podem ser mantidos de 30% a 70% dos agentes trabalhando. “Vai depender do nível de violência e da demanda de cada lugar”, explica. A medida, de acordo com ele, é para evitar que se repita em escala nacional o caos das ruas de Recife na semana passada, em razão da paralisação da Polícia Militar. “Já fizemos um pedido especial para que os movimentos pernambucano e baiano não envolvam a PM. Não podemos causar o resultado inverso, queremos que realmente melhore a segurança pública no país”, reforçou o presidente da Cobrapol.
O  objeto da paralisação é pressionar o governo federal a criar uma política de segurança pública que se preocupe também em melhorar as condições de trabalho da força policial. “Não existe uma gestão nacional nem investimento adequado. Nesse jogo de empurra, a população fica com a sensação de impunidade. Em alguns Estados, o índice de crimes solucionados não passa de 8%, é baixíssimo”, diz Gandra, acrescentando que não houve sequer treinamento adequado de policiais para a Copa do Mundo. “Esperamos que o governo reagisse, mas ele decidiu treinar só 300 agentes da Força Nacional. Esse número é insuficiente para dar conta de todas as sedes. A gente teme por isso. Pode ser um fiasco”.
Mobilizações
Em Brasília, os agentes farão uma passeata que pode terminar no Ministério da Justiça ou na Praça dos Três Poderes. No Rio, o grupo se encontra às 14h na Cidade da Polícia, Zona Norte da capital, e caminha até o bairro da Tijuca. “Às 19h, faremos uma assembleia para definir os rumos da categoria”, acrescenta Francisco Chao, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindpol).
A categoria paulista programa uma passeata para o sábado, no Centro da capital. O acordo oferecido pelo governo estadual não foi aceito. “Nós pleiteamos uma restruturação de carreira que possa entrar em vigor em 2016, mas o governo nos oferece apenas ajuste salarial e não garante anistia aos grevistas. Por isso, a greve está mantida”, afirmou Alexandre Sally, presidente do sindicato de policiais civis federais do Estado de São Paulo.
Por Reinaldo Azevedo/veja.abril.com.br

quinta-feira, 15 de maio de 2014

PMs são uma bomba-relógio por causa da PEC 300. E o que Dilma fez no passado…

A greve da Polícia Militar de Pernambuco é política, sim, porquanto toda paralisação do trabalho, especialmente de servidores, tem essa característica. Mas é política também porque se sabe que o Estado pretende ser uma das vitrines de Eduardo Campos, candidato do PSB à Presidência da República. Se a bagunça se instaura por lá, como é o caso, e se o governo federal, como também é o caso, é obrigado a intervir com a Força Nacional de Segurança, é evidente que o ex-governador sai mal da fita. Afinal, aquela é a Polícia Militar que seu sucessor herdou. Certamente as lideranças grevistas farejaram que esse era um bom momento para aplicar uma espécie de chantagem.

As PMs do Brasil inteiro são uma bomba-relógio desde que foi apresentada a PEC 300, com a qual a então candidata à Presidência, Dilma Rousseff, se comprometeu. E o que diz essa Proposta de Emenda Constitucional? Que o salários dos policiais militares do Brasil inteiro serão igualados aos do Distrito Federal, os mais altos do pais. Um policial tem um salário-base na faixa de R$ 4.200.
A pressão em favor da equiparação começou em 2008, quando Lula editou uma Medida Provisória elevando bastante o salário da PM do DF. Atenção! Na capital federal, é a União que arca com os custos da corporação. Fez-se, então, uma grande solenidade, num estádio de futebol, com o Apedeuta falando pelos cotovelos, na buliçosa presença do então governador, José Roberto Arruda — sim, aquele mesmo do saco de dinheiro; pouco tempo depois, ele cairia em desgraça. O gesto demagógico criou uma pressão Estados afora. Surge, então, a PEC 300. Como boa parte dos estados quebraria, deu-se um jeito: o texto estabelece que, caso um estado não consiga arcar com equiparação dos salários, a União o fará.
Reitero: a campanha eleitoral de Dilma acusou o tucano José Serra de não se comprometer com a sua aprovação. De olho nas contas, Serra não se comprometeu mesmo. Ficou subentendido que Dilma, se eleita, lutaria pela PEC 300. Até Michel Temer, então candidato a vice, entrou na parada, recebendo lideranças dos policiais. Eleita, Dilma deixou o assunto pra lá.
Em Pernambuco, PMs e bombeiros pedem aumento salarial de 50% para praças (soldados a subtenentes) e de 30% para oficiais. Atualmente, um soldado da PM recebe salário de R$ 2.409, enquanto um coronel tem remuneração de R$ 13.600.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

AGORA É PERNAMBUCO: POLÍCIA MILITAR ENTRA EM GREVE (no país da Copa)

Governo, deputados e PMs vão se reunir para negociar reivindicações


Uma comissão de deputados estaduais vai participar da negociação entre o governo do estado e a comissão independente de policiais e bombeiros militares, que anunciou paralisação da categoria, na noite de terça-feira (13). A decisão foi tomada após encontro realizado na tarde desta quarta (14) entre um grupo de grevistas e os parlamentares Guilherme Uchôa (PDT, presidente da Casa), Waldemar Borges (PSB, líder do governo), Alberto Feitosa (PR), Isaltino Nascimento (PSB) e Augusto César (PTB), na sede da Assembleia Legislativa de Pernambuco, no Recife.
A pauta de reivindicações da categoria, que contava inicialmente com 18 itens, foi reduzida para quatro: aumento de 50% no salário-base, aumento do vale-refeição,  estruturação do plano de cargos e carreira e reestruturação do Hospital da Polícia Militar.
Uma nova assembleia deve ser realizada pelos grevistas para definir os rumos da paralisação, após a apresentação da proposta do governo. O que a coordenação do movimento informa é que praticamente 100% dos batalhões de polícia do Grande Recife estão de braços cruzados; no interior do estado, esse número seria de 90%.
O comando da PM não precisa o percentual de adesão, mas já se sabe que soldados da Companhia Independente de Operações Especiais (Cioe) e da Companhia Independente de Operações e Sobrevivência em Área de Caatinga (Ciosac) estão reforçando o policiamento.
A comissão do governo do estado formada para atender os PMs conta com representantes das secretarias da Casa Civil, Defesa Social, Administração, Casa Militar e do comando da Polícia Militar.
O que os manifestantes querem
O grupo de manifestantes está reunido na Praça da República, em frente ao Palácio do Campo das Princesas, sede do governo, desde o começo da manhã. Com carro de som e cartazes, os cerca de 1,5 mil policiais e bombeiros militares - de acordo com a organização do movimento - gritaram palavras de ordem e informaram que praticamente 100% dos batalhões de polícia do Grande Recife ficaram paralisados; no interior do estado, o numero seria de 90%.

Em relação ao reajuste, o movimento pede 50% de aumento no salário dos praças, categoria que compreende os cargos de soldado a primeiro tenente; e 30% para oficiais, que vai de segundo tenente a coronel.Continue lendo no G1 Pernambuco

domingo, 4 de maio de 2014

Policiais do Rio ameaçam entrar em greve às vésperas da Copa

Outdoor fixado em frente ao prédio chefia de Polícia, no Centro do Rio, anuncia a possibilidade de greve
(Pâmela Oliveira/Veja.com)


O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, tem duas semanas para conter mais uma crise na Polícia Civil. Os agentes, que reclamam do abismo salarial entre os policiais e delegados, exigem a incorporação ao salário de uma gratificação de 850 reais e ameaçam entrar em greve caso não tenham a reivindicação atendida – o valor integra o programa Delegacia Legal, de modernização das delegacias. Na terça-feira, a categoria estabeleceu um prazo: se Pezão não apresentar o projeto de incorporação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) até o dia 15, os agentes farão uma assembleia para votar a possibilidade de greve.
Atualmente, perdem a gratificação policiais grávidas, baleados em dias de folga, aqueles que estão de licença ou férias e os aposentados. “Uma policial que engravida perde a gratificação e precisa recorrer à Justiça para não ter o salário diminuído. Isso é cruel”, disse o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindpol), Francisco Chao.
O governo está pressionado por outra categoria: policiais militares articulam, caso a Polícia Civil obtenha a incorporação, um movimento de greve para também cobrar aumento salarial.
A julgar pela opinião dos cerca de mil policiais que participaram da assembleia realizada na terça-feira, no Clube Municipal, na Tijuca, sem a incorporação da gratificação o risco de paralização é elevado. Uma greve a poucos dias da Copa do Mundo – quando são previstas manifestações e confrontos nas ruas – é uma ameaça capaz de comprometer o governo de Luiz Fernando Pezão, pré-candidato ao governo do Rio.
“A categoria está muito ressabiada. Em dezembro, o governador Sérgio Cabral se comprometeu a incorporar a gratificação Delegacia Legal durante reunião com o sindicato, no Palácio Guanabara. Pezão, assim que assumiu o governo, afirmou que atenderia a reivindicação e nos pediu que esperássemos até o dia 15 de maio. A demora está sendo nociva porque está minando a confiança da categoria”, afirmou Chao ao site de VEJA.
Outro sindicato que representa os policiais fixou outdoors com a ameaça de greve dos agentes. No texto, o Sindicato dos Policiais Civis do Rio de Janeiro (Sinpol) afirma: "Pezão, a bola é sua! Atenda a categoria e evite greve na Copa". 
De acordo com o Sindpol, o salário inicial bruto de um agente é de cerca de 4.500 reais, incluindo a gratificação Delegacia Legal. Com os descontos, o valor líquido cai para 3.500 mil. O ganho de um delegado no início da carreira, segundo planilha do Sindpol, é de 15.000 reais.
“O salário de um agente da polícia civil do Rio não é condizente com a qualificação que é exigida no concurso e com a responsabilidade de um inspetor. O concurso exige terceiro grau, mas a remuneração é uma das mais baixas do país”, afirma Chao.
Delegados – A reivindicação de incorporação da gratificação tem o apoio dos delegados. Em 28 de abril, o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado do Rio de Janeiro entregou uma Moção de Apoio assinado por 365 delegados no Palácio Guanabara.
No texto, os delegados narram as dificuldades enfrentadas pelos agentes e afirmam que a remuneração insuficiente causa estresse e necessidade de busca de complementos de renda que causam "cansaço exacerbado capaz de prejudicar os reflexos e raciocínio". No documento, os delegados afirmam ainda que fazem "coro com as manifestações" dos agentes e dizem que a causa salariam dos policiais deve ser prioritária na instituição. 

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Greve PM Amazonas: Grupo de policiais bloqueia via ao lado de estádio da Copa em protesto

Ms bloquearam via durante protesto na manhã desta segunda (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
Um grupo de policiais militares bloqueou a Avenida Lóris Cordovil, na Zona Centro-Sul de Manaus, na manhã desta segunda-feira (28). Eles protestam desde a madrugada, quando anunciaram a paralisação das atividades no Amazonas até que sejam negociadas melhorias trabalhistas.Segundo a Associação dos Praças do Estado do Amazonas (Apeam), cerca de 1 mil PMs participam do movimento que se concentra na Arena Amadeu Teixeira, que fica ao lado da Arena da Amazônia, estádio de Manaus para a Copa do Mundo. O governador José Melo deve ser reunir com uma comissão do movimento na manhã desta segunda.

O protesto teve início na madrugada desta segunda, quando mais de 500 PMs se concentraram em frente à Arena da Amazônia. Horas antes, o Comando-Geral da PM-AM, havia descartado a paralisação durante coletiva com a imprensa local.
Ainda na madrugada, os manifestantes tiveram acesso à área interna da Arena Amadeu Teixeira. "Vamos permanecer aqui até o governador [José Melo] vir conversar conosco", disse o presidente da Apeam, Platiny Soares Lopes.
Segundo Lopes, o total 8, 5 mil policiais aderiram ao movimento. "Entre eles há cabos, sargentos e subtententes", afirmou.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Policiais e Bombeiros iniciam paralisação por tempo indeterminado Rio Grande do Norte

Policiais Militares do RN fazem protesto nesta terça (22) (Foto: Sérgio Costa)
A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte iniciaram na manhã desta terça-feira (22) uma paralisação por tempo indeterminado. As duas categorias estão acampadas no Centro Administrativo do Estado, em Natal, e decidiram permanecer no local até que o governo do estado garanta o cumprimento das reivindicações. Eles também ameaçam parar durante os jogos da Copa do Mundo.
Pauta de reivindicações da PM e Corpo de Bombeiros
Lei de Promoções de Praças
Reajuste de subsídio (congelamento) e inclusão de data base
Pagamento das férias
Pagamento de promoções (promovidos sem receber promoção)
Revisão da lei e reajuste da diária operacional Fim das quentinhas
Incluir alimentação no salário
Revisão do estatuto da PM
Fim do regulamento disciplinar e criação de um código de ética
Complementação do efetivo de acordo com o que está previsto em lei
Assistência à saúde
Reestruturação do Hospital da PM e apoio psicológico imediato
Fonte: Associação dos Cabos e Soldados da PM
Parte dos oficiais das duas corporações aderiu ao movimento. Além de melhorias estruturais, os militares exigem o envio da Lei de Promoções de Praças para a Assembleia Legislativa e os bombeiros ainda cobram a abertura de concurso público. Uma assembleia deve acontecer até o final da manhã, quando será decidido pelo fim ou manutenção da paralisação.
Sobre os boatos que circularam nas redes sociais de que os ônibus também iriam parar nesta terça em Natal, o presidente do Sindicato dos Profissionais de Transporte do Rio Grande do Norte (Sintro), Nastagnan Batista,, disse que o serviço de transporte público na capital e na região metropolitana segue funcionando normalmente. "Vamos trabalhar normalmente. Só vamos parar se acontecer algo que atinja diretamente algum trabalhador ou se eles ficarem em risco, como trabalhar à noite sem policiamento nas ruas", explicou ele.
Segundo o secretário estadual da Segurança Pública Eliéser Girão, o governo garantiu o envio da referida lei para a Assembleia Legislativa até o dia 1º de maio. O Projeto de Lei, ainda de acordo com o secretário, está em análise na Casa Civil e deve ser encaminhado para a Consultoria Geral do Estado ainda nesta terça, o que também deve acontecer com um projeto para majoração da diária operacional da PM, a autorização para concurso público do Corpo de Bombeiros e a Lei de Segurança e Combate a Incêndio e Pânico.
Em reunião realizada na tarde desta segunda-feira (21), a Associação de Cabos e Soldados apresentou ao procurador geral do Estado detalhes da pauta de reivindicação. A resposta foi o compromisso de se formar uma mesa de negociação com a governadora na manhã desta terça.
De acordo com Roberto Campos, presidente da associação, "a expectativa é de uma grande participação de praças vindos também do interior para somar à luta que só tem um motivo: garantir ao cidadão um melhor serviço de segurança pública".

sábado, 19 de abril de 2014

Após prisão de Marco Prisco, associação sugere mobilização nacional em defesa do líder militar

Assessoria de Imprensa da AMEP



A Associação dos Militares Estaduais da Paraíba (AMEP) recebeu com repúdio e
 indignação a informação de que o vereador e líder dos militares estaduais da 
Bahia, Marco Prisco, foi preso na tarde desta sexta-feira (18), após conseguir,
 com muita luta e coragem, importantes conquistas para os policiais daquele 
estado.

As informações publicadas em portais de notícia da Bahia informam que a prisão
 de Prisco é referente à greve que ele liderou no início de 2012, mas estranha
mente veio ser efetuada logo agora, depois que ele liderou um novo movimento.

Na avaliação do presidente da AMEP, cabo Sérgio Rafael, nenhuma das
 duas manifestações deveria ser motivo para prender Prisco. “Quem já viu
 professor ser preso no Brasil por causa de greves? Quem já viu médico ser 
preso no Brasil por causa de greve? 

Por que, então, um policial militar tem que ser preso quando faz a mesma 
coisa que tantos outros cidadãos brasileiros? 

Que espécie de justiça é essa? 

Que tipo de democracia é essa?”, protestou Sérgio.

Ele disse que as associações militares de todo o Brasil devem se unir e
 pressionar para que essa prisão de Marco Prisco seja revogada, sob pena
 de as polícias de todo o país fazerem o mesmo que os guerreiros militares
 baianos acabaram de promover naquele estado.

“Prisco está sofrendo perseguição por ter tido a coragem de enfrentar um
 sistema corrupto que não tem compromisso nenhum com a segurança pública. 

Nós, policiais e bombeiros militares do Brasil, não podemos nos acovardar
 diante dessa retaliação covarde e mesquinha. Vamos nos unir e mostrar a força
 que nós temos!”, disse Sérgio Rafael.

A AMEP já está programando uma Assembleia Geral com os militares da Paraíba,
 para tratar de reivindicações que também ainda não tiveram resposta por parte
 do governo. 

“Vamos ouvir a tropa e fazer exatamente o que ela decidir”, concluiu Sérgio 
Rafael.

O que está por trás da prisão ilegal de Prisco, líder da PM Bahia?

Eu estava lá, não foi ninguém que me contou. Todos os policiais, bombeiros e servidores públicos que foram presos até  02 de agosto de 2013, por reivindicar salários, participar de atos públicos, ou que tenham sofrido prisão em função desses, foram anistiado conforme documento acima e link oficial LEI 12848. Na verdade o que o governo teme é que o movimento baiano se alastre por todo o Brasil. Em plena Copa do Mundo seria vergonha internacional, e mais, em ano de eleição ficaria mais evidente a falta de autoridade do governo. Governo aliás que sempre se mostrou não se preocupar com os trabalhadores da segurança pública, seja quando não vota a reforma do Código Penal que é anterior a 2ª Guerra Mundial, desde 1940. O Estado brasileiro também não tem um Fundo Nacional da Segurança Pública; não tem lei que regulamente o uso de algemas, coisa tão primária. Ou seja o governo do "Partido dos Trabalhadores" está contra os trabalhadores da segurança pública. E mais, em 2012 fizeram um teatro danado quando a mesma polícia baiana estava de greve, forjaram inclusive um tal mandado que teria autorizado escutas telefônicas aos líderes e deputados envolvidos naquele movimento. Até o momento não apareceu o mandado. Militares presos em Bangu I tiveram suas cabeças raspadas e tratados como criminosos, justamente por acreditar que viviam na democracia do Partido dos Trabalhadores. Agora me vem outra mentira, quando a presidente Dilma concede expressamente a Anistia Criminal até 2013 e o Ministério Público Federal ignora e manda prender o líder e vereador da PM Bahia, Marcos Prisco. Em quem devemos acreditar? Qual será a postura da categoria? É tudo tão bem orquestrado que chegaram a dizer que Prisco teria conversado, mesmo depois de preso no presídio de segurança máxima; de que não era para os policiais retomarem o movimento. Isso seria o mesmo que acreditar no papai noel, ou nas promessas de campanha do "Partido dos Trabalhadores"...a atitude que os brasileiros esperam do dito partido...é que votem imediatamente o segundo turno do piso nacional dos policiais e bombeiros, a chamada PEC 300. Para isso eles leram o projeto, mas, para ler as cláusulas abusivas da refinaria de Pasadena não conseguiram ler...

sexta-feira, 18 de abril de 2014

MILITARES DA BAHIA VOLTAM A GREVE DEPOIS DA PRISÃO ILEGAL DE PRISCO

Por conta da prisão do vereador Prisco (PSDB) na tarde desta sexta-feira (18), o deputado estadual Capitão Tadeu (PSB) convocou os Policiais Militares da Bahia a retomarem a greve em entrevista na Rádio Sociedade. Para o socialista, a prisão do líder do movimento grevista foi uma traição do governo Wagner e ele próprio decidiu assumir a liderança convocando todo os policiais a pararem as atividades. Circula também um comunicado de policiais com a mesma conclamação.
 




Leia íntegra de alguns comunicados:

Urgência solicitando a paralisação dos PM’s. Leia íntegra dos comunicados:
Moção de Repúdio ao governo pela traição aos Policiais Militares.  Após P risco ter feito um acordo com o governo para o final da greve, mesmo contrariando parte da tropa , o governo trai a boa vontade dos policiais militares e manda prender Prisco um dia após o acordo que pôs fim à greve, caracterizando um ato de traição do governo contra os policiais militares. Dessa forma ,neste momento, por exigência dos policiais militares, saiu da condição de moderador e assumo a liderança do movimento. Dessa forma ,  conclamo toda a tropa para suspender as atividades imediatamente até que o governo providencie a soltura de Prisco. Ssa , 18/4/2014. Cap Tadeu.


quinta-feira, 17 de abril de 2014

Maldição da PEC 300: Mais um estado vai parar atividades policiais, agora Rio Grande do Norte


PM's decidem paralisar atividades dia 22
Acampados há mais de uma semana em frente a Governadoria, os policiais e bombeiros militares do RN decidiram por paralisar as atividades a partir da próxima terça-feira, 22.

Cansados de esperar uma atitude do Governo e do descaso enfrentado diariamente, os militares estaduais resolveram confeccionar uma pauta de reivindicações, incluindo, além da Lei de Promoção de Praças, assuntos relevantes como:
* o pagamento dos níveis do subsídio e das férias;
* implantação de um auxílio alimentação – vez que muitos PM’s estão passando mal com as quentinhas fornecidas;
* fornecimentos de equipamentos adequados – muitos PM’s são flagrados empurrando viaturas e com coletes em péssimas condições;
* reajuste de 15% no subsídio – no acordo feito entre a categoria em 2011, até o ano de 2014 os Soldados estariam com o subsídio inicial de R$ 3,4 mil, tendo reuniões anuais para fixar o reajuste. Atualmente, os Soldados recebem R$ 2,2 mil;
* Convocação dos 824 candidatos aprovados na segunda fase do último concurso realizado pela PM – atualmente a Polícia Militar do RN tem um déficit de mais de 4 mil policiais.
Entre outras reivindicações, a principal pauta segue a Lei de Promoção de Praças, a qual irá garantir a perspectiva de ascensão do policial e bombeiro militar. Atualmente, muitos militares vão para a reserva remunerada (aposentadoria) ainda como Soldados, o que vem gerando insatisfação entre a categoria.
Comento: É uma pena que o governo federal trate a segurança pública com tamanho desprezo, como se o Brasil vivesse um estado de paz. Como ficará a segurança pública na Copa 2014, com o povo querendo ir às ruas se manifestar e as polícias militares em greve? Dizem que o Exército irá substituí-las, mas, o efetivo do Exército representa 1/4 do efetivo total das polícias do Brasil. Então, como diria o personagem mexicano Chapolim Colorado: "quem poderá nos salvar?".