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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Porque a PEC 300 não é aprovada...

Antes de mais nada, como mostra o gráfico abaixo, nos falta representação política. Sequer foram mencionados os raríssimos deputados ligados à Segurança Pública. Enquanto não tivermos representantes...seremos preteridos, esquecidos. Tem um ditado que diz: "Quem não é visto, não é lembrado"...



Poder econômico investe no Congresso e pode encolher bancada de trabalhadores

Diap alerta sobre movimentação de empresários, ruralistas, evangélicos e celebridades para ocupar cadeiras no Parlamento; e para o risco de bancada dos trabalhadores encolher


Brasília – Os próximos 12 meses são de observação e cautela por parte dos representantes dos trabalhadores no Legislativo.

Será necessearia uma forte articulação entre partidos e entidades diversas (como os sindicatos), com apoios aos parlamentares que representam os trabalhadores, para que o tamanho dessa bancada não fique cada vez menor na Câmara dos Deputados e no Senado.

As bancadas dos evangélicos e do empresariado se preparam para voltar renovadas e em número bem maior no pleito de 2014.

A partir de avaliações preliminares de um estudo que ainda está sendo elaborado, o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) estima que a Câmara nas próximas pode passara por uma renovação só vista anteriormente em 1990, da ordem de 61% dos seus componentes.

No caso do Senado, a renovação também acontecerá, mas não de forma tão expressiva – uma vez que é levado em conta o mandato de oito anos dos senadores.

Esse percentual de mudança da Câmara na próxima legislatura seria decorrente de vários fatores. Um deles é o fato de costumar ser de, em média, três a quatro legislaturas o período de mandatos consecutivos dos parlamentares – e muitos já estão concluindo este período.

Em segundo lugar, porque muitos dos deputados e senadores da atual legislatura que são mais empenhados em defender os trabalhadores foram justamente os que tiveram dificuldades de obter votos suficientes nas últimas eleições, ficando em suplências e assumindo suas vagas depois do afastamento de algum outro parlamentar.

Há, ainda, os deputados que tendem a realizar uma campanha difícil em 2014 e podem não mais voltar – uma vez que não obtiveram boa quantidade de votos nas últimas eleições.

Reforma política

Na avaliação do líder do PT no Senado, Wellington Dias (PI), o diagnóstico do Diap “só realça o quanto é importante uma reforma política e eleitoral no país”.

“Tivemos, nos últimos anos, uma tentativa de fazê-la, mas é difícil a população entender a diferença de uma reforma política, inclusive para que possam ser feitas as outras reformas. Temos um modelo que permite a compra de mandatos, especialmente para o legislativo”, critica o ex-governador do Piauí, com origem no movimento sindical bancário.

“Por conta disso não se valorizam os programas de cada legenda. Esse modelo é autofágico, do ponto de vista dos partidos. Um candidato do mesmo partido cria uma disputa violenta com o seu correligionário e precisa enfrentar, ainda por cima, a distorção do financiamento de empresas que escolhem os parlamentares que vão ajudar a eleger.” Continue lendo no site: viomundo.com.br

quarta-feira, 29 de maio de 2013

A “EVOLUÇÃO” DA POLÍTICA REALIZADA PELOS MILITARES em busca da Bancada Militar

Os militares brasileiros tem sido representados há bastante tempo pelo senhor Jair Bolsonaro, que ao contrário do que se poderia imaginar, vem sendo mais bem votado a cada pleito. Lembramos que Bolsonaro começou como vereador em 1988. Em 1990 se elegeu deputado federal. Nas últimas eleições ele recebeu mais de 120 mil votos, se consagrando como o 11º entre os 46 deputados eleitos pelo Rio de Janeiro. Eu mesmo vi o jovem Bolsonaro em frente ao Quartel de Marinheiros no Rio, em sua campanha de 1990, fazendo o corpo-a-corpo.
    De algum tempo para cá o senhor Bolsonaro parece ter conquistado um novo público, as pessoas que se identificam com suas posições em relação à família, e isso praticamente lhe garante uma posição consolidada em Brasília, mesmo que os militares não estejam tão satisfeitos com sua atuação.
Poucos estados da federação são tão “propícios" para o início da formação de uma bancada militar no Congresso como o estado do Rio. Lá se concentra a maior parte do efetivo das forças armadas. O Rio de Janeiro é densamente povoado por militares e familiares, podemos citar várias cidades metropolitanas e localidades periféricas onde residem milhares de militares e familiares. São Gonçalo, Duque de Caxias, São Pedro da Aldeia e o próprio município do Rio de Janeiro são cidades em que já deveriam existir vários vereadores oriundos das forças armadas.
   Muitos membros das forças armadas que vão para a reserva, mesmo tendo migrado para o Rio por conta de transferências a serviço, permanecem residindo no estado. Deveria ser de se estranhar que Jair Bolsonaro tenha permanecido desde 1990 como único que representa a família militar. Os militares estão demorando muito a se unir em prol de eleger representantes para o congresso. Será que muitos não têm ainda consciência dessa necessidade, ou simplesmente agem desleixadamente nesse sentido?
O eleitorado tem que fazer sua parte, não adianta colocar todos os candidatos na cesta dos possíveis corruptos e desistir de tentar mudar. Mesmo os militares que vão para a reserva hoje, e até os que não concordam com o sistema representativo, tem que se importar com a questão, pois permanecerão - junto com suas famílias - dependendo das políticas do governo para as forças armadas pelo resto de suas vidas.
   Aos candidatos e suas equipes cabe um planejamento sério, a avaliação das possibilidades e a apresentação de uma proposta de trabalho também séria. Mesmo os candidatos a vereador e a deputado estadual podem, e devem, apresentar para a família militar uma proposta de trabalho. Afinal, muitos dos grandes políticos desse país começaram como vereadores. Continue lendo na Sociedade Militar

terça-feira, 23 de outubro de 2012

ATENÇÃO PMs E BMs DO BRASIL ! PRECISAMOS ELEGER 1 OU 2 DEPUTADOS FEDERAIS POR ESTADO EM 2014


"Sem representação política forte em Brasília, continuaremos sendo massacrados por estes que estão no poder hoje em dia, e que nos odeiam." Jorge Lauro Bittencourt - um dos Gestores do BlogDaVerdadeRJ. Olá amigos policiais militares e bombeiros militares de todo o Brasil! Novamente, diante dos constantes ataques sofridos por nossas instituições em todo o país, feitos por políticos que estão no poder e que cada vez mais estão tirando nossa força - no caso das polícias - e travando projetos como a PEC 300 na câmara dos deputados, nós do BlogDaVerdadeRJ tocamos, mais uma vez, no assunto REPRESENTAÇÃO POLÍTICA. Pois bem, enquanto não elegermos nossos representantes em massa na câmara dos deputados, continuaremos nas mãos destes governantes que nos odeiam e a mercê do que eles querem para nós, ou seja, que continuemos nos fudendo e ganhando "merréca" de salário. A idéia desta vez é a seguinte: Somos 28 estados nesta federação. Se em cada estado, a polícia militar, em conjunto com o corpo de bombeiros, conseguir eleger em 2014, 1 ou 2 deputados federais, teremos uma bancada forte, com forçar suficiente para brigar por nossas classes e instituições. O total de deputados federais que temos na câmara dos deputados é de 513. Se conseguirmos eleger pelo menos 1 deputado federal em cada estado, teremos 28 deputados federais; Se conseguirmos eleger 2 deputados federais por estado, teremos 56. Ou seja, o suficiente para fazer barulho naquela porra e exigir que projetos em nossos benefícios, como a PEC 300, sejam desengavetados e colocados em pauta e aprovados. Com representação política tudo pode mudar em nosso favor. Os políticos fazem o que fazem conosco hoje em dia, justamente porque não temos uma bancada forte lá em Brasília para bater de frente com eles e evitar as covardias que são feitas conosco em todo o Brasil. Mais uma vez, como exemplo, cito o movimento GLBTS. Antes de elegerem seus representantes, não tinham força. Eram considerados a escória da sociedade, sofriam preconceitos e nada acontecia. Hoje em dia a coisa mudou. Xinga um gay na rua ou bate em um, para ver o que lhe acontece... Os senhores acham mesmo que se os gays não tivessem se mobilizado para eleger seus deputados e senadores, eles teriam conquistado os direitos que já conquistaram e que estão por conquistar? Duvido! Então, amigos policiais militares e bombeiros militares, se quisermos conqsuitar um pouco mais de respeito e os benefícios que tanto almejamos, temos que eleger nossos representantes, de preferência PRAÇAS das duas corporações em todo o país. Chega de ser subjulgado, subtraído por estes que estão no poder. Elegendo pelo menos 1 ou 2 deputados federais por estado, a coisa muda completamente. Aí sim, teremos força para brigar por nossos direitos e o tão sonhado salário digno para todos os PMs e BMs do Brasil! JUNTOS SOMOS FORTES! Vamos provar isso nas urnas em 2014. Se mobilizem a partir de agora, fazendo reuniões desde já com os colegas de farda, para escolher desde já, quem tem o perfil para se candidatar e nos representar em Brasília. Espero que esta idéia dos policiais militares e bombeiros militares elegerem 1 ou 2 deputados federais em 2014 se espalhe por todo o país e que os companheiros abrassem com toda força. Lembrem-se: Sem representação política, continuaremos se fudendo, sendo mal-tratados e ganhando pouco. NEHUMA OUTRA INSTITUIÇÃO TEM O PODER DE ELEGER UMA BANCADA DE 56 DEPUTADOS FEDERAIS NA CÂMARA DOS DEPUTADOS ASSIM COMO A POLÍCIA MILITAR E O CORPO DE BOMBEIROS MILITARES DE TODO O BRASIL TEM. BASTA ABRAÇAR A IDÉIA ACIMA E MOSTRAR NOSSA FORÇA. Tá falado!

ELEIÇÕES 2014 E A "BANCADA DA BALA"

       
    Na última eleição para vereador e prefeito, muitos municípios conseguiram ter representantes eleitos, ligados à segurança pública. Em algumas cidades elegeram prefeitos, noutras o vice, e na grande maioria das cidades não foi eleito ninguém para representar os profissionais da segurança pública. Seja pela desunião, seja pelo excesso de candidatos, seja pela dispersão na hora de procurarem os partidos. Se saísse 40 candidatos militares ou ligados à a segurança pública, e estes conseguissem a utopia, o "milagre", de saírem candidatos pelo mesmo partido, o mais votado seria alguém ligado a nossa classe. O problema é a ingenuidade de alguns, a falta do mínimo conhecimento político de outros, e assim um vai pra direita, outro pra esquerda (e aqui não faço nenhuma ligação ideológica, apenas geográfica mesmo...).

         Outro fator que prejudica as eleição de colegas ligados à segurança pública é o grande número de policiais, bombeiros, agentes penitenciários e sócio-educativos e policiais civis que sequer transferem seus títulos, ficando impossibilitados de votar em nossos representantes.

      Passada as eleições, começa o "chororô", seja com reclamações que vão da escala estressante, a falta de efetivo, a cobrança por melhores salários, a falta de um plano habitacional voltado exclusivamente para a classe, a falta do pagamento da periculosidade, culminando nas tragédias, cada vez mais rotineiras de policiais sendo caçados seja no serviço, ou no horário de descanso.

          As leis não mudam sozinhas, a sociedade não tem piedade nem dela, quanto mais de nós...se não pensarmos em nossos familiares, votarmos em gente nossa, que sofre o dia-a-dia e conhece a "cruz" de ser policial ou profissional da segurança, essa piedade não virá do Estado, da imprensa, das ongs, das c-omissões de Direitos Humanos. O lema é POLÍCIA VOTA EM POLÍCIA! Regularize e transfira seu título, para que tenhamos o maior número de policiais eleitos em 2014, como deputados estaduais ou federais. Seja que nome for, bancada militar, bancada da bala, temos que estar representados para que o rolo compressor não seja ainda maior sobre quem trabalha e quem depende do trabalho desses profissionais da segurança pública. Pense nisso...   

       Marcelo Anastácio -  Blog No Q.A.P

sábado, 8 de setembro de 2012

Candidatos militares x financiamento de campanha

     Por Marcelo Anastácio - Blog No Q.A.P

     A chamada democracia brasileira pode ser posta em dúvida já na essência, pois, se o modelo tem como base a participação popular através do sufrágio universal, mais conhecido como voto, a obrigatoriedade deste já começa ruir o argumento de Estado democrático, pois, se sou obrigado, não há democracia no ato. O segundo ponto controverso são os financiamentos de campanha. Como dizer se as igualdades nas chances de candidatos pobres e ricos serem eleitos? Uns declaram mais do que vão receber de salários, se eleitos forem, enquanto a grande maioria vive a benevolência, do voto amigo, da simpatia. E ninguém é tão carismático assim que consiga, por exemplo, 40 mil votos numa campanha para deputado. Num país onde dentadura, caminhão de terra, saco de arroz são moedas de troca pelo voto, temos um quadro bem difícil pela igualdade democrática.  

    Vejam os policiais e militares de todo o Brasil, a maioria amadurecidos, colocando seus nomes visando representação política, como forma, de num segundo momento buscar melhorias que vão desde a regulamentação da carga horária, passando pelo reconhecimento (tão óbvio), de direitos trabalhistas como o pagamento da periculosidade/insalubridade, questão judicial na mudança de leis que podem minorar o desgaste no trabalho. Mas, sinceramente, é possível um candidato sem dinheiro pra fazer campanha ter a mesma chance de ser eleito do que aquele que tem capital?

    Apesar da dificuldade óbvia, a falta de recursos, ainda existe uma luz no fim do túnel, cuja opção parece simples, mas esbarra do ego, daí a torna mais difícil e complexa de ser aceita: colocar os todos os candidatos militares num único partido. Afinal, se os votos não servirem pra um, servirá para o outro e assim sucessivamente. É claro, nesta chapa não poderá haver nenhum candidato muito mais capitalizado do que o outro, nem candidato civil. A chapa deve ser composta só de militares, principalmente aqueles que querem fazer campanha de fato. Os aventureiros, os que pegam apenas os três meses para campanha, estes devem ser banidos.

     Somente com esse nível de organização é que teremos chances reais, de minimizar o impacto pela falta de recursos para o financiamento de campanha, até que surja um avatar  e consiga aprovar o financiamento público de campanha, dando a todos as mesmas possibilidades financeiras de concorrer nas eleições. Caso contrário, um candidato militar vai pra direita, outro pra esquerda, outro nem sabe o que é o centro, e estamos reproduzindo esse sistema injusto, onde até hoje somos cavalos eleitorais, que municiam as urnas para os candidatos civis, que têm recursos, que tem promessas, mas que de longe desconhecem a realidade da caserna nossa de cada dia. Militar que vota em candidato civil, não militar...é qualquer coisa, menos militar...

         Por Marcelo Anastácio - Blog No Q.A.P

     

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Desembargador é parado em blitz e dá voz de prisão a PM no Rio


Após ter seu carro oficial parado por agentes de uma blitz da Lei Seca em Copacabana (zona sul do Rio), o desembargador Cairo Ítalo França David, do Tribunal de Justiça do Estado, deu voz de prisão a um tenente da PM alegando que, por ser uma autoridade, não deveria ser fiscalizado. A informação foi divulgada pelo governo do Estado.

O desembargador, da 5ª Câmara Criminal, estava em carro oficial que era conduzido por Tarciso dos Santos Machado. Ao ser parado pelos policiais, o motorista se recusou a estacionar na baia de abordagem e parou o veículo no meio da rua. Além disso, se negou a fazer o teste do bafômetro e a entregar os documentos do carro.

David, então, desceu do veículo e disse aos agentes que não deveria ser fiscalizado por ser uma autoridade e deu voz de prisão para um dos integrantes da operação.

O carro do magistrado foi rebocado, e o motorista foi multado por se recusar a fazer o teste e a entregar os documentos.

Os envolvidos foram levados para a 13ª DP, em Ipanema (zona sul), onde o caso foi registrado.

Os agentes da Operação Lei Seca também foram à delegacia prestar depoimento como testemunhas. Após ouvir as declarações, o delegado Sandro Caldeira concluiu que não houve abuso de autoridade por parte dos agentes da operação e liberou o policial.

A Folha procurou a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça para tentar entrar em contato com o desembargador. Ele, no entanto, ainda não foi localizado pela assessoria.

MARIANA LESSA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DO RIO


Fonte: FOLHA.COM

quarta-feira, 11 de julho de 2012

TROPA DE ELITE DA PEC 300 VOLTA AO CONGRESSO: MAJOR FÁBIO E CAPITÃO ASSUMÇÃO

Capitão Assumção pode voltar à Câmara dos Deputados

Deputada Iriny só vai se licenciar do mandato depois do recesso

BRASÍLIA AGENCIA CONGRESSO - A deputada federal e pré canditada do PT a prefeitura de Vitória, Iriny Lopes, admitiu ontem que deve se licenciar do mandato para cumprir sua agenda de campanha. 

Com a decisão dela, passa para 12 o número de deputados federais candidatos que pediram licença à Câmara devido as eleições de outubro. 

Caso Iriny saia de fato, assumirá sua vaga o ex-deputado capitão Assumção (PSB). 

Ele é o segundo suplente da coligação PT/PMDB/PSB, que elegeu cinco dos dez deputados federais do ES nas eleições de 2010. 

Ontem o primeiro suplente da coligação, Camilo Cola (PMDB), assumiu a vaga deixada por Adifax Barcelos (PSB), que se licenciou porque concorre a prefeitura da Serra. 

Iriny fez a revelação ontem na Câmara, antes de se reunir com a bancada capixaba (foto m.rosetti) no gabinete da vice presidente da Câmara Rose de Freitas (PMDB). 

A bancada se reuniu com diretores do hospital das Clínicas e o reitor da Ufes, para discutir a crise no hospital de Vitória que já desativou 40% dos seus leitos devido a falta de pessoal e material. 

"Estou discutindo com minha equipe o que é melhor. Eles ( a equipe) estão divididos. Uns acham que devo me licenciar. Outros acham que não. Mas vou decidir logo", disse Iriny. 

Pela legislação, os políticos candidatos que vão participar as campanhas eleitorais não são ibrigados a se licenciarem dos cargos. 

A licença para tratar de assuntos particulares concedida pela Câmara dos Deputados vale por 120 dias e a Constituição Federal determina que o suplente só assume o cargo quando o titular fica fora por período superior. Mesmo que seja um dia. 

Assim, muitos deputados emendam a licença para tratar de assuntos particulares com pelo menos um dia de dispensa médica para que o suplente tenha direito a ser alçado ao posto. 

Os suplentes só recebem a ajuda de custo equivalente a um salário extra caso fiquem pelo menos 30 dias no exercício do mandato. 

Figuras conhecidas do Parlamento já optaram pela licença porque é inviável conciliar a campanha política com o trabalho em Brasília. Manuela Dávila (PC do B) foi uma das primeiras. 

Ela disputa a prefeitura de Porto Alegre. O tucano Zenaldo Coutinho e o socialista Danilo Cabral fizeram o mesmo. 

Confira quais são os suplentes que assumem as vagas dos deputados que se licenciaram na Câmara 

Quem entra Quem sai 
Vicente Selistre (PSB- RS) Manuela D’Ávila (PcdoB-RS) 
João Caldas da Silva (PSDB-AL) Rui Palmeira (PSDB-AL) 
Telma Pinheiro (PSDB-MA) Pinto Itamaraty (PSDB-MA) 
Paulo Marinho Júnior (PMDB-MA) Alberto Filho (PMDB-MA) 
Ricardo Archer (PMDB-MA) Cléber Verde (PRB-MA) 
Armando Abílio (PTB-PB)* Benjamin Maranhão (PMDB-PB) 
Professor Victorio Galli (PMDB-MT) Carlos Bezerra (PMDB-MT) 
Camilo Cola (PMDB-ES)* Audifax (PSB-ES) 
Severino Ninho (PSB-PE)* Danilo Cabral (PSB-PE) 
Major Fábio (DEM-PB) Romero Rodrigues (PSDB-PB) 
Valry Morais (PRP-PA) Zenaldo Coutinho (PSDB-PA) 
capitão Assumção (PSB-ES) Iriny Lopes (PT-ES) 

*Não receberão a ajuda de custo única de R$ 26,7 mil, pois já assumiram o posto como suplentes no decorrer da atual legislatura 

Foto M.Rosetti/Assumção e Iriny, com Camilo e Casagrande

Fonte: Blog do Capitão Assumção