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terça-feira, 7 de abril de 2015

"Direitos dos Mano Browns" e as liberdades da libertinagem...

 Foto: Luiz Cláudio Barbosa / Futura Press
Foto: Luiz Cláudio Barbosa / Futura Press


       Mano Brown abraça os amigos após ser liberado pela polícia.
   É incrível como as distorções vão se tornando a cada dia, o padrão de comportamento daqueles que se dizem progressistas e idealizadores de um país utópico para se viver.
     O cantor de rap conhecido como Mano Brown, líder do grupo Racionais Mc, teria ido à farmácia comprar remédios, porém sua carteira de habilitação estaria vencido, bem como o licenciamento do veículo atrasado. Para a sorte do contribuinte, Mano teve seu carro abordado e teria dito aos policiais que não tocassem nele. Chega ser hilário, sujeito não paga imposto e ainda quer pagar de "bichão", tenta dificultar o trabalho da polícia. E mais grave ainda é a postura do senador derrotado Eduardo Suplicy, nomeado recentemente como secretário de "direitos dos manos", dar apoio a postura anticidadã de Mano Brown. 
     O que é preocupante são os Estado paralelos criados dentro do Estado. A famosa ética da conveniência, cujo lema é: quando for com os outros, de preferência da oposição, vamos criticá-los, mas, quando for com um de nós, vamos vitimizá-lo, mesmo que isso vá de encontro ao que está escrito na letra da lei.
    Ora, o primeiro fato ato de alguém que se diz cidadão é pagar seus impostos, respeitar as leis. E se for um artista renomado, aliás, renomado justamente por criticar o trabalho policial; aí fica mais feio ainda. Mano Brown, quer falar mal da polícia, pague primeiro o imposto do seu carro, renove sua carteira. E mesmo assim, a sua adimplência não lhe dará imunidade. Você será abordado a qualquer hora do dia em que houver fundada suspeita. Pare de mimimi! Isso não combina com o estilo machão que você tenta aparentar. Ser macho é ser cidadão; não apenas da boca pra fora, não apenas na capa de um cd, num show. Ser cidadão é pagar imposto, é reconhecer as instituições do seu país. Se não vai morar e Marte...lá ainda não tem lei...
    E aos policiais que fizeram a abordagem nosso total apoio e respeito. Se falam mal da polícia tem que ter fundamento. Falam tanto em preconceito, mas, são os primeiros a discriminarem, a zombarem do Estado e por conseguinte dos cidadãos que o sustentam através dos tributos.

        Aliás, nunca é demais lembrar: quantos policiais morreram nos últimos anos, e não vimos nenhuma atitude do partido do senhor?! Quantos projetos ou leis o senador aprovou mesmo? Policial morrer em confronto é normal? Policial não é humano mesmo...acabei de crer...como diria Mano Brown: "pode crer"...
       Ex-senador Eduardo Suplicy, já está na hora de se aposentar. O senhor está confundindo liberdade com libertinagem...  

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Família Militar de São Paulo organiza "ROLEZINHO" dia 05/02

  
APPMARESP - Associações e a Comissão dos direitos Humanos dos Policiais de São Paulo convida familiares, viúvas, pensionistas de policiais para a caminhada no dia 05 de fevereiro, concentração às 13 horas, em frente a Escola Superior de Sargentos da Polícia Militar de São Paulo. A organização pede que os presentes venham com camisas pretas, como luto aos policiais que estão sendo assassinados e os militares que cometeram autoextermínio, pelo abandono social. Compareça, participe! Quem gosta de polícia é polícia! Conheça a página do evento no Facebook; clicando aqui>>>

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Vídeo: Polícia Civil divulga imagens da morte de militar em Campinas - SP

Ricardo Brandt - O Estado de S. Paulo
CAMPINAS - A Polícia Civil divulgou na tarde desta terça-feira, 14, imagens do assassinato do policial Aride Luis dos Santos, de 44 anos, horas antes das morte em série de 12 homens entre a noite do domingo e a madrugada desta segunda-feira, 13.
"A polícia divulgou as imagens do latrocínio do policial para pedir à população que, pelo disque-denúncia, aponte os responsáveis pelo crime. Pelo perfil das pessoas, quem as conhece poderá identificar", afirmou o secretário estadual de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira.
Em entrevista coletiva em Campinas, ele afirmou que 15 pessoas serão ouvidas entre terça e quarta-feira pela força-tarefa de policiais destacada para investigar o caso e defendeu a atuação da PM no Estado, apesar de não descartar o envolvimento de policiais nas chacinas.
A Polícia Civil tem como principal suspeita o envolvimento de policiais militares nos assassinatos, como represália à morte do colega no posto de combustível. Testemunhas da maioria dos crimes relataram ter visto os assassinos com toca ninja na cabeça e sobretudo escuro e coturno.
"Nenhuma hipótese está descartada. A Polícia Militar tem relevantes serviços prestados à comunidade e cerca de 90 mil homens. Portanto, uma instituição com esse tamanho, pode sim eventualmente ter pessoas que tenham desvios", afirmou o secretário.
"Por ora é muito cedo para afirmar algo. A polícia não vai descansar enquanto esse caso não for esclarecido, é compromisso de governo."

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Carta de um policial nos protestos de São Paulo

Carta de um policial nos protestos de São Paulo LamacSer policial e andar com uma lupa de análise política no bolso quase sempre é trágico. Leva-nos a conflitos internos, terremotos morais, furacões éticos. Sim: estou falando da atuação da Polícia Militar do Estado de São Paulo, digo, estou falando da minha atuação nos protestos em favor da redução das tarifas de transporte público em São Paulo.

No front, companheiros, sabemos todos nós policiais (caso este texto seja publicado), no front não há raciocínio. “A determinação é desocupar a Avenida”. Um sentimento de dever nos une, e a determinação será cumprida. Deve ser cumprida. Por nós, que pegamos ônibus e metrô, e somos pouquíssimos partidários dos governos: são eles, afinal, que nos submetem a condições de trabalho questionáveis, que nos pagam salários inadequados com a natureza da função que exercemos, que incita a polícia a agir, mas que degola o primeiro que parecer abusivo à opinião pública. Afinal, soldado morto, farda noutro.
http://abordagempolicial.com/2013/06/carta-de-um-policial-nos-protestos-de-sao-paulo/

Ser policial e andar com uma lupa de análise política no bolso quase sempre é trágico. Leva-nos a conflitos internos, terremotos morais, furacões éticos. Sim: estou falando da atuação da Polícia Militar do Estado de São Paulo, digo, estou falando da minha atuação nos protestos em favor da redução das tarifas de transporte público em São Paulo.

No front, companheiros, sabemos todos nós policiais (caso este texto seja publicado), no front não há raciocínio. “A determinação é desocupar a Avenida”. Um sentimento de dever nos une, e a determinação será cumprida. Deve ser cumprida. Por nós, que pegamos ônibus e metrô, e somos pouquíssimos partidários dos governos: são eles, afinal, que nos submetem a condições de trabalho questionáveis, que nos pagam salários inadequados com a natureza da função que exercemos, que incita a polícia a agir, mas que degola o primeiro que parecer abusivo à opinião pública. Afinal, soldado morto, farda noutro.

Vi baderneiros e atos descontrolados de manifestantes: danos desnecessários, resistências à ação policial, incitação à violência. Cá para nós, coisa natural em protestos e manifestações contra os governos. Diferentemente de tropas militares, manifestantes civis em reivindicações não possuem controle central, determinação uniformizada de ordens. Diferentemente da polícia, que quando é violenta com certeza acata a um interesse específico, a população em protesto pode tender à irresponsabilidade de uns poucos. E isto não deslegitima  a causa.

Vi policiais assumindo a lógica “nós contra eles”, como se na guerra estivessem, vi colegas ingenuamente assumindo-se engrenagem de uma máquina que está longe de ter como fim “a manutenção da ordem pública”. Vi o despendimento de uma estrutura militar significativa para calar a voz de cidadãos, para evitar sua permanência no espaço público, para negar a insatisfação que, lá em nosso âmago, faz parte de cada policial militar (salvo alguns que, certamente, estão bem privilegiados nos altos escalões de poder).

Cumprimos ordens, é verdade, mas elas pelo menos devem ser investigadas quanto às suas naturezas, quanto ao que representam politicamente, quanto a seus desdobramentos sociais. Ouço colegas dizerem que, “se os baderneiros são violentos, não podemos nos omitir, a repressão deve ocorrer, a violência tem que ser devolvida”. Obviamente, permitir-se apanhar é absurdo: tão absurdo que não sei se alguém acha mesmo que pedir respeito à manifestação popular significa pedir para apanhar. Mas a violência institucional policial, que, repito, é organizada e obedece a um comando central, é uma contradição do ponto de vista dos fins da própria instituição, que está sustentada (a princípio) na produção da paz.

Policiais são profissionais, têm deveres, modo de atuação especificado, direitos a garantir, deveres a fazer cumprir. A sociedade, neste momento se reconhecendo enquanto corpo político reivindicatório, tem um elemento que vez ou outra surge, sempre incomodando bastante quem quer as coisas do modo que elas estão: ideal, coragem política e insatisfação coletiva. Como deveria ser a relação entre esses dois setores da mesma sociedade?

Sou a favor do que defendem os manifestantes. Sou a favor da ação policial que evite ações violentas de manifestantes. Sou a favor de ações policiais não violentas. Sou a favor que cada policial militar paulista reflita sobre o que representa seu bastão erguido, seu espargidor acionado, seu tiro de borracha disparado. Trabalhamos para sobreviver, sem nossa profissão, não sustentaríamos nossas famílias, mas não é pequeno o conflito existencial de quem percebe que está jogando, porque é obrigado a jogar, o jogo de uns poucos, encerrados em seus gabinetes, presos afetiva e ambiciosamente à cadeira do poder. Lamento, tristeza e vergonha.


terça-feira, 11 de junho de 2013

Oficiais da PM/SP vãos às ruas protestar por melhores salários (agora só faltam os Praças...)


Acostumada a correr na avenida Paulista atrás de manifestantes das mais diversas causas, desde a legalização da maconha até a redução das passagens de ônibus, a Polícia Militar terá amanhã seu dia de caça.

A Associação dos Oficiais da Polícia Militar de São Paulo confirmou presença na manifestação marcada para 15h desta terça-feira no vão livre do Masp, avenida Paulista, da qual vão participar outros sindicatos de servidores estaduais contra a política salarial do governo Geraldo Alckmin. A Associação dos Cabos e Soldados da PM também deve participar do evento. 

Segundo as entidades, não existe contradição no fato de policiais, responsáveis por dispersar protestos, participarem da manifestação desde o ato seja ordeiro e pacífico. O fato inusitado, no entanto, tem rendido piadas na internet.
“Alckmin contrata maconheiros para fazer o policiamento”, provocou um usuário do twitter em referência à já tradicional Marcha da Maconha, cuja edição de 2011 foi duramente reprimida pela PM. Além das piadas, a participação da PM no protesto gera apreensão. O motivo é outro protesto marcado para a avenida Paulista, às 17h, pela redução do aumento das tarifas de ônibus. Na semana passada uma manifestação do mesmo tipo transformou a avenida em um cenário de guerra entre policiais e manifestantes. 
A organização da marcha dos servidores promete tomar precauções para impedir atritos. Do Masp, os funcionários públicos e PMs vão direto para a Assembleia Legislativa de São Paulo, no Ibirapuera, evitando um encontro entre as duas manifestações.
Os policiais militares reivindicam 15% de reposição salarial este ano e outros 11% no ano que vem. No dia 23 representantes da corporação entregaram um ofício ao secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, com uma lista de reivindicações. O secretário ainda não respondeu o pedido.
Além disso, os policiais rejeitam a proposta do governo estadual de criar um bônus salarial vinculado à redução da violência. Em nota, a Associação dos Oficiais da PM qualificou o bônus como um “monstro” que vai causar “desequilíbrio, desmotivação e descontentamento”, na corporação. A Secretaria de Segurança Pública do Estado e Polícia Militar foram procuradas para comentar a participação da PM no protesto mas não se manifestaram.
Fonte: Portal IG/Foto Anastácio Q.A.P



quarta-feira, 22 de maio de 2013

São Paulo terá candidato PM ao governo do estado


Deputado Major Olimpio (PDT) fala na Assembleia Legislativa de São PauloEm meio ao aumento nos indicadores de criminalidade no Estado e a críticas à sua gestão no setor de Segurança Pública, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), terá um adversário de farda na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes no próximo ano. Em reunião realizada na manhã dessa segunda-feira (20), o PDT oficializou a pré-candidatura do deputado estadual Major Olímpio e já se articula para ser a terceira via nas eleições governamentais de 2014.
"Faz 20 anos que o PSDB está no poder e nada foi feito para solucionar esses problemas (de segurança). O PT, em âmbito nacional, também não apresentou soluções. Hoje, a insegurança é o que mais aflige o cidadão paulista, e minha candidatura vem ao encontro dos interesses do povo por mais segurança e dignidade", afirmou o major.
Em seu segundo mandato como deputado, Olímpio apoia-se na bandeira de combate à criminalidade para tentar levar seu nome a toda população do Estado. Membro da Comissão de Segurança e da Frente Parlamentar de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, Olímpio Gomes teve 135 mil votos na última eleição e diz acreditar que com alianças "programáticas" e "muito trabalho" poderá alcançar os votos necessários para chegar ao segundo turno das eleições.
O deputado já se coloca como o candidato que vai acabar com a polarização entre PSDB e PT em São Paulo."Diante dessa crise na segurança pública e com a experiência conquistada ao longo de minha vida pública, vou me colocar como uma 3º via para a população do Estado, como o verdadeiro candidato da mudança."
UOL conversou, por telefone, com o deputado estadual e, agora, pré-candidato ao Governo de São Paulo, Major Olímpio.
UOL: Deputado, a candidatura é pra valer?
Major Olímpio: Tudo que me dediquei a fazer na vida foi pra valer, por isso eu garanto que vou até o final. Toda candidatura tem nascimento. Podem até achar que é uma aventura, mas vou demonstrar que tenho viabilidade política e posso ser um bom gestor para o Estado de São Paulo.
UOL: O senhor é conhecido por atuar no campo da Segurança Pública. Essa será sua principal bandeira?
M.O.: O tema central será a segurança, mas não serei um candidato monotemático. Há muitos anos venho estudando, viajando o Estado e tenho feito diagnóstico dos diversos setores de atuação do poder público. Sei que é preciso trabalhar ao lado do funcionalismo público, sei da necessidade de descentralizar o orçamento e as decisões políticas e conheço o que aflige a população paulista, que á falta de segurança.
UOL: Como deixar de ser um candidato apenas das Polícias e ser conhecido por toda população em cerca de um ano e cinco meses?
M.O.: Esse é meu grande desafio. Preciso sair dos cerca de 135 mil votos que possuo e superar os 5 milhões para chegar ao segundo turno. Para alcançar essa meta vou, a partir de hoje, intensificar minhas viagens, meus estudos, minhas conversas com o único objetivo de criar musculatura política e apresentar um plano de gestão compatível com os anseios do povo paulista.
UOL: É uma quantidade enorme de votos, o senhor acho possível alcançar esse objetivo?
M.O.: É uma corrida contra o tempo. Ninguém tem a pedra filosofal para fazer isso, mas vou trabalhar 24 horas por dia para chegar em 2014 sendo conhecido por toda população de São Paulo.
UOL: A segurança pública é hoje um problema para o governo Alckmin  Nesse cenário, o senhor vê esse tema como um trunfo da sua candidatura?
M.O.: Dizer que a insegurança é um trunfo seria errado de minha parte. Esse descaso com a segurança no Estado gerou essa sensação de insegurança que hoje é o que mais aflige nosso povo. Faz 20 anos que o PSDB está no poder e nada fez para solucionar esse problema. Com tudo isso, é claro que vou trazer esse debate como tema principal de minha campanha, mas não focarei só isso. Como disse, não serei um candidato monotemático.
UOL: Como o PDT decidiu pelo lançamento da sua pré-candidatura?
M.O.: O partido realizou na manhã de ontem (20) uma reunião da executiva nacional. Presente ao encontro, o nosso presidente nacional, Carlos Luppi, falou sobre as expectativa de crescimento da sigla e ponderou sobre o fato de São Paulo ser um dos carros chefes para esse crescimento. Dentro desse cenário, de forma unânime, os membros presentes decidiram que minha candidatura seria o caminho para alavancar o crescimento do partido no Estado e uma alternativa esse modelo de gestão que ai está.
UOL: Além da questão partidária, qual o motivo da candidatura?
M.O.: É claro que existe uma polarização na disputa em São Paulo, de um lado PSDB, e do outro, PT. O PSDB está há 20 anos no poder e há um desgaste visível, já o PT tenta alcançar o comando do Estado depois de conseguir a prefeitura. Diante dessa crise na segurança pública e com a experiência conquistada ao longo de minha vida pública, vou me colocar como uma terceira via para a população do Estado.
Fabio Serapião Do UOL

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Major Olímpio - convoca policiais de São Paulo para grande manifestação


Deputado Major Olímpio convoca toda a Polícia de São Paulo e seus familiares, para a mobilização que acontecerá no dia 11/06/2013, às 14h, no vão livre do MASP.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Servição: PM detém dupla após assalto em lotérica de Araçatuba - SP




Duas pessoas, sendo um menor de idade, tentaram assaltar uma casa lotérica na manhã desta quarta-feira (15) em Araçatuba. A tentativa de roubo ocorreu na rua Aguapeí, no bairro Vila Nova, por volta das 7h. Segundo a polícia, a dupla, que não foi identificada, teria abordado o gerente da lotérica no momento em que ele chegava ao estabelecimento. Após anunciar o roubo, os bandidos entraram no local e renderam outros funcionários. O total de pessoas rendidas também não foi fornecido.

Uma testemunha teria notado a ação e ligado para a Polícia Militar, que surpreendeu os assaltantes no momento em que eles fugiam com cerca de R$ 20 mil da lotérica. Ainda conforme a polícia, um dos bandidos estava armado com um revólver. Eles foram levados à Central de Flagrantes da Polícia Civil de Araçatuba, de onde o menor seria apresentado à Vara da Infância e Juventude e o maior de idade conduzido à cadeia de Penápolis, onde deve ficar à disposição da Justiça.


quarta-feira, 15 de maio de 2013

(Ululante) Justiça decide que PMs podem prestar socorro a vítimas em SP


O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu nesta terça-feira (14) resolução da Secretaria da Segurança Pública (SSP) que impedia policiais militares de socorrerem vítimas com lesões corporais graves, resultantes de tentativa de homicídio, latrocínio e de extorsão mediante sequestro.
A decisão de suspender a resolução é do juiz Marcos Pimentel Tamassia, da 4ª Vara da Fazenda Pública Central, com base em ação civil pública movida pelo Ministério Público de São Paulo. A assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública foi procurada peloG1, mas até as 20h50 não havia se pronunciado sobre o assunto.
De acordo com a resolução da SSP, de 7 de janeiro deste ano, apenas as equipes de resgate do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) ou do serviço local de emergência poderiam prestar socorro às vítimas.
Em sua decisão, o juiz argumenta que "o objetivo primordial da edição da Resolução SSP 05/2013 não foi criar melhores condições de socorro a vítimas de crimes, mas sim estabelecer regras para preservação do local, com vistas à investigação criminal, valor esse secundário relativamente ao direito à vida”. E completou: “No entanto, como é evidente, o caso não pode aguardar a chegada do SAMU, sob pena de perecimento da vida".Leia mais no G1 SP

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Estado de SP prepara pacote contra aumento da criminalidade

Diante da piora contínua dos principais indicadores da violência no Estado, o governo paulista prepara para os próximos dias um pacote de medidas que incluirá a criação de cargos na polícia e a redução do tempo de formação de PMs para acelerar a ida deles para as ruas.


O objetivo é dar uma resposta à opinião pública devido ao aumento da criminalidade, com ações que podem colocar mais policiais em atividade e melhorar a investigação a médio prazo, além de atenuar as críticas previstas no próximo ano de eleições.

Para aumentar a visibilidade nas ruas, o Estado também divulgou um reforço de policiamento noturno desde ontem na região metropolitana de São Paulo, com a utilização de equipes administrativas de 50 batalhões para atuar em blitze e bloqueios.

Entre as medidas futuras do pacote preparado estará a criação de mais de 2.000 cargos para a Polícia Científica, como peritos e médicos legistas, elevando em mais de 50% a quantidade atual de funcionários do órgão.

A Secretaria da Segurança Pública não informou quando houve a última ampliação desses quadros, mas, de acordo com peritos ouvidos pela reportagem, isso ocorreu nos anos 1980.

Outra mudança prevista pelo governo Geraldo Alckmin (do PSDB, partido que está no poder no Estado desde 1995) é a redução, de quatro para três anos, no tempo de formação de oficiais da Polícia Militar. A medida deve colocar mais cedo nas ruas cerca de 200 oficiais todos os anos.

A PM havia elevado de três para quatro anos seu curso para oficiais em 1996 --ano em que contratou a Fuvest para fazer seus vestibulares.

Na prática, a mudança deve reduzir a duração do estágio dos futuros oficiais nos batalhões --para antecipar a entrada deles em atividade.

BÔNUS
O governo também já começou a reduzir a quantidade de companhias da PM e de delegacias (no interior, algumas já foram fechadas).

A justificativa é diminuir a máquina administrativa e ampliar os operacionais.
Deve ser criado ainda um bônus a policiais que conseguirem cumprir metas de redução de índices de violência. Uma empresa trabalha com o governo para definir como será essa bonificação.

O aumento de homicídios no Estado e na capital se repete há oito meses seguidos. Os latrocínios (roubos seguidos de morte) tiveram expansão de 24,7% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2012.


quinta-feira, 2 de maio de 2013

MAIOR APREENSÃO DE DROGAS JÁ OCORRIDA EM CAMPOS DO JORDÃO - SP

MAIOR APREENSÃO DE DROGAS JÁ OCORRIDA EM CAMPOS DO JORDÃO  

Na noite do dia 1º de maio, a Polícia Militar de Campos do Jordão apreendeu a maior quantidade de drogas já vista na cidade. Foram 7279 pinos de crack, 1684 “trouxinhas” de maconha e 12.612 papelotes de cocaína. A droga veio de São Paulo e seria distribuída em toda a cidade.
A polícia militar recebeu a informação de que estariam retirando embalagens suspeitas de um veículo com placas de São Paulo. 
Passaram a monitorar o local e quando o veículo deixou a casa passaram a acompanhar esse veículo que embora tivesse deixado a cidade em alta velocidade conseguiram abordá-lo no posto da Polícia Rodoviária e ao proceder uma vistoria foi localizado em seu interior um compartimento secreto contendo entorpecentes.
Retornaram então ao local de origem, na residência de onde o veículo havia saído e ao vistoriar o interior da casa foi localizado o restante do entorpecente.
Foram presos dois homens, sendo o motorista do veiculo e o proprietário da residência.
A ocorrência esta sendo apresentada na Delegacia de Policia de Campos do Jordão, onde os indivíduos serão autuados em Flagrante por Trafico de Entorpecentes.

Na noite do dia 1º de maio, a Polícia Militar de Campos do Jordão apreendeu a maior quantidade de drogas já vista na cidade. Foram 7279 pinos de crack, 1684 “trouxinhas” de maconha e 12.612 papelotes de cocaína. A droga veio de São Paulo e seria distribuída em toda a cidade.
A polícia militar recebeu a informação de que estariam retirando embalagens suspeitas de um veículo com placas de São Paulo. 

Passaram a monitorar o local e quando o veículo deixou a casa passaram a acompanhar esse veículo que embora tivesse deixado a cidade em alta velocidade conseguiram abordá-lo no posto da Polícia Rodoviária e ao proceder uma vistoria foi localizado em seu interior um compartimento secreto contendo entorpecentes.

Retornaram então ao local de origem, na residência de onde o veículo havia saído e ao vistoriar o interior da casa foi localizado o restante do entorpecente.

Foram presos dois homens, sendo o motorista do veiculo e o proprietário da residência.
A ocorrência esta sendo apresentada na Delegacia de Policia de Campos do Jordão, onde os indivíduos serão autuados em Flagrante por Trafico de Entorpecentes.

Quinto Bpmi Campos Do Jordão Pmesp

sexta-feira, 22 de março de 2013

Corpo de PM é encontrado em porta-malas de carro na zona sul de SP



Policiais observam corpo de soldado da PM encontrado morto no porta-malas de um carro abandonado na zona sul de São PauloO corpo de um soldado da Polícia Militar foi encontrado no porta-malas de um carro abandonado na rua Luciano Silva, na Vila das Belezas, zona sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (21), após denúncia ao 190.

Os moradores da região desconfiaram de um cheiro forte que vinha de um Renault Kangoo abandonado desde o dia 16 no local.

Quando os militares abriram o porta-malas do carro encontraram o corpo do soldado Genivaldo Carvalho Ferreira, 44, que estava algemado, e havia levado um tiro na cabeça. Ele estava desaparecido há pelo menos uma semana.

Ao lado do corpo, que estava em avançado estado de decomposição, foram encontrados a farda e os documentos do soldado. Segundo a PM, o carro pertencia ao policial morto.
Câmeras de segurança de um condomínio próximo flagraram o momento que um homem abandonou o carro e fugiu com um motociclista que o esperava.

O caso será investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).

MARTHA ALVES
DE SÃO PAULO

Comento: Em 2012 foram duzentos profissionais da segurança pública assassinados. Mudou o secretário de segurança pública, virou o ano e as mortes continuam...será que só irão tomar atitude quando começar a matar promotores, juízes ou políticos? Esse é o país da copa...esta é a segurança que vocês terão...turistas estrangeiros...

quinta-feira, 14 de março de 2013

Policial é lançado de viaduto após acidente na Marginal Tietê



Um acidente deixou dois policiais militares feridos na manhã desta quinta-feira (14) em São Paulo. O veículo atingiu a viatura policial na pista expressa da Marginal Tietê, no sentido Ayrton Senna. Com o impacto, um policial foi lançado para fora do carro e caiu no canteiro entre a pista local e expressa da marginal.

Ele foi socorrido pelo helicóptero águia da Polícia Militar e foi levado para o hospital Santa Marcelina, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O outro PM que estava no carro sofreu uma parada cardiorrespiratória e foi encaminhado para o hospital do Tatuapé, na zona  leste.


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Vereador quer isenção de rodízio para policiais militares na capital


O vereador Coronel Camilo (PSD) apresentou projeto de lei na Câmara que pretende excluir do rodízio municipal os veículos de propriedade dos policiais militares e civis, agentes penitenciários e guardas-civis metropolitanos, desde que moradores da cidade de São Paulo. O objetivo é contar com o rápido atendimento dos agentes de segurança em casos de necessidade.
“Nosso trabalho é de enfrentamento da desordem urbana e de valorização das pessoas que trabalham na área de segurança. Muitas vezes, policiais são chamados para o trabalho e ficam impedidos de se locomover depois de atendidas as emergências, porque estão no rodízio (municipal de veículos)”, afirmou o coronel Camilo, que foi ex-comandante da Polícia Militar de São Paulo.
Com a liberação do rodízio, a população contaria com uma pronta resposta policial, pois, no entender do vereador, quando acionado, o agente poderá se deslocar imediatamente e sem restrição de horário. O mesmo acontecerá quando o agente se envolver em um flagrante e ultrapassar o horário de saída.
De acordo com ele, os carros dos policiais seriam identificados com um selo como os que identificam os carros de médicos, mas sem revelar a identidade policial para evitar que sejam alvos de ataques. Os interessados, neste caso, teriam de fazer um cadastro. Para virar lei, o projeto tem de ser aprovado pelos veradores em duas sessões distintas e ser sancionado pelo prefeito Fernando Haddad (PT).
Roney DomingosDo G1 São Paulo

SP anuncia criação de centro de inteligência policial integrado


 Um decreto publicado no "Diário Oficial" do Estado nesta quarta-feira (27) anunciou a criação de um centro de inteligência integrado das polícias de São Paulo.

O Ciisp (Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública do Estado de São Paulo) servirá para agrupar os órgãos de inteligência da Secretaria da Segurança Pública, com informações das polícias Civil e Militar, e da SAP (Secretaria de Administração Penitenciária). A intenção é acumular informações de diferentes órgãos para combater o crime organizado.
A Ciisp será presidida pelo secretário da Segurança Pública, Fernando Grella, que deve definir as normas para a implantação em 30 dias. Os secretário da SAP, adjuntos da PM e da Polícia Civil, o delegado geral da Polícia Civil, o comandante Geral da PM e um coordenador técnico também farão parte da chefia do órgão.

O Ciisp será instalado na sede da Secretaria Segurança Pública. Ele chegou a funcionar como um Gabinete de Crise em fevereiro de 2007, onde foram concentradas as informações de ocorrências de grande clamor público.

Fonte: FOLHA