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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Vereador de Uberlândia é condenado e outro é denunciado por improbidade administrativa


Norberto responde por desviar função de  servidora de Gabinete (Foto: Cleiton Borges 04/06/2014)  O vereador Norberto Nunes (PSDB) foi condenado pela Justiça mineira, em primeira instância, por improbidade administrativa. A acusação é que o vereador tenha desviado a função de uma servidora que trabalhou no Gabinete dele durante cerca de 2 anos e quatro meses, entre março de 2007 e julho de 2009. A tese levantada pela promotoria pública é baseada em uma ação movida anteriormente pela ex-servidora, Angela Aparecida Arantes, no Juizado Especial.

Segundo ela afirmou inicialmente na primeira ação, o combinado seria que ela ficaria em casa, durante esse período em que trabalhou na Câmara, mas que receberia o salário e que usaria parte do ordenado para fazer salgados e bolos para festas de aniversário em Unidades de Atendimento Integrado (UAIs) da rede municipal de saúde. Após a ação não ter prosseguimento no Juizado Especial, a confeiteira negou a versão ao Ministério Público de que não cumpria a carga horária no Gabinete.

 Outro caso
 
juliano-modesto-cleitonborges Vereador Juliano Modesto também é acionado pela promotoria
O promotor Luiz Henrique Borsari também ingressou ação civil contra outro vereador por improbidade administrativa. O vereador Juliano Modesto (SD) é citado no processo movido pelo Ministério Público por suposta apropriação de parte dos salários de assessores parlamentares, que seriam funcionários “fantasmas” da Câmara Municipal de Uberlândia. “Constatou-se ainda que o primeiro requerido (Juliano Modesto) nomeou assessores para o exercício de cargos em comissão, mas que não prestam qualquer serviço, comparecendo à Câmara Municipal apenas para registrarem seus pontos”, menciona trecho da ação movida pelo promotor. Procurado ontem pela reportagem, o promotor Borsari estava em viagem, informou a assessoria do Gabinete. O vereador Juliano Modesto também foi procurado pelo CORREIO, nesta quinta-feira à tarde, mas não atendeu aos telefonemas.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Absurdo!! Vereador Militar sendo agredido dentro do quartel do Rio


Vejam que embaraçados os chefes ficam...


Vejam só que curioso, o Cel Simões através do corregedor interno , determina que os agentes da B2 impeçam a todo custo a entrada do vereador Bombeiro Marcio Garcia nas unidades do CBMERJ; tudo na sugestão, pois ninguém apresenta nada por escrito ou registra a autoria da determinação. Mas, quando eles próprios e que estão de frente, não cumprem a própria determinação e dizem: - porque que você não se identificou?


É aquela velha história: Façam o que eu mando, mais eu mesmo, não faço. 



OS CHEFES NÃO MUDAM; A HISTÓRIA É SEMPRE A MESMA. O PIOR É QUE POR MIGALHAS, MUITOS BOMBEIROS SE SUJEITAM A TUDO. LAMENTÁVEL...

Isso porque falam que a ditadura acabou, portanto vivemos na "democradura"...

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

MILITAR DE UBERLÂNDIA PODERÁ ASSUMIR CADEIRA NA CÂMARA DE VEREADORES

Cabo Emidio
Cabo Emídio foi candidato a Vereador e ficou como suplente nas eleições de 2012, em Uberlândia pelo PRTB na coligação Força Verde Amarela. Obteve 1.023 votos (0,30%). Segundo os bastidores políticos, a vaga a ser preenchida viria da vereadora Michele Bretas, que até a presente data não conseguiu prestar contas junto a justiça eleitoral. Por esse motivo, seria remanejada para alguma secretaria, abrindo vaga então, para o militar reformado Cabo Emídio. 

Vamos torcer para que a segurança pública tenha um representante à altura dos problemas e demandas que Uberlândia apresenta. Agora é aguardar pra ver...

domingo, 26 de maio de 2013

Vereador de Uberlândia é encontrando morto, suspeita de autoextermínio


Vereador morreu na madrugada deste sábado em Uberlândia (Foto: Reprodução / Divulgação)
Morreu durante a madrugada deste sábado (25), em Uberlândia, o vereador Paulo Roberto Corrêa Bouças, conhecido como doutor Paulo Bouças. O político, do Partido Social Cristão (PSC), estava no primeiro mandato e foi eleito em 2012 com 2.067 votos. Paulo Bouças, 56 anos, era médico na cidade e exercia a profissão há mais de 30 anos. Ele era irmão do deputado estadual Leonídio Bouças.

O corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) e depois liberado para a funerária. Paulo Bouças foi velado na Paz Universal, no Bairro Brasil. Por volta das 15h, ocorreu o sepultamento no Cemitério Municipal São Pedro.
De acordo com a Pollícia Militar (PM), o corpo do vereador foi encontrado com marca de tiro e suspeita-se de suicídio.
A assessoria da Câmara Municipal de Uberlândia informou que o suplente é Celso Santos (PSC), que obteve 1.479 votos na eleição de 2012. Ele tem 57 anos e é natural de Uberlândia. A posse será marcada pelo presidente da Câmara, vereador Marcio Nobre, e comunicada na próxima segunda-feira (27).
G1

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Entrevista do vereador Coronel Telhada: " - na política fala-se muito"...



Coronel Telhada não é um homem que foge de perguntas e muito menos das polêmicas. “Elas me perseguem”, diz o quinto vereador mais votado de São Paulo. Telhada admitiu que ainda não está totalmente à vontade na atividade política, e diz que sua prioridade no mandato será combater o que ele chama de “desordem pública”. 

O vereador também comentou a polêmica envolvendo o repórter André Caramente, deu uma nota para a segurança pública e passou sua opinião a respeito do apelido “bancada da bala”, apelido recebido por seu grupo na Câmara dos Vereadores. Confira abaixo os principais trechos da entrevista: 

Como está sendo sua adaptação ao ambiente da política?

Eu sou policial militar, mas estou vereador em São Paulo. Eu aprendi a ser policial, a trabalhar com planejamento, e no meio político fala-se muito e faz-se pouco, e isso me incomoda.  

Ainda estou me sentindo um pouco “perdido” na Câmara.  Eu sou um cara de ação, que gosta de chegar e resolver. Na política você tem que conversar com um, com outro, o negócio não sai e eu fico desesperado. 

Estava pensando: caramba, será que eu vou me dar no meio político? É muito cedo pra falar se eu sirvo ou não [para a política], tenho que tatear, conhecer e pesquisar.  
Por outro lado, temos ajudado muito as pessoas e isso têm sido muito gratificante. Mas, para mim, isso ainda é pouco. Tenho pretensões de marcar reuniões, porém sinto muita dificuldade neste negócio de partidos. A gente foi eleito para atender o povo, mas é complicado fazer isso. 

Meu partido é o PSDB, mas a minha preocupação, o meu modo de trabalhar é a Polícia Militar. Jamais vou compactuar com coisas erradas. 

Por exemplo, eu critico essa “mancada” que a prefeitura deu na Operação Delegada, já que eles não estão pagando o pessoal. Mas eu também critico o governo estadual, que cassou mais de 10.000 pessoas que tinham direito adquirido. 

O senhor pensa em algum momento em fazer como o Tiririca, que já declarou em pensa em deixar a política?

Eu não vou fazer como o Tiririca. Eu acho que ele tem todo o direito de não querer se eleger novamente, mas eu não sou um cara de desistir fácil não. 

Como o senhor avalia a polêmica envolvendo seu nome e a comissão de Direitos Humanos na Câmara [houve um movimento para desmembrar a comissão, a fim de vetar o nome dele no grupo]?

Quando você fala em Direitos Humanos, você tem que falar em todos os direitos. E a violência que o policial sofre não deve ser analisada pelos direitos humanos? 

[Dizer que ele não é adequado para a comissão] é uma hipocrisia de pessoas mal-intencionadas e que visam simplesmente se promover criticando as forças de segurança e não trabalhando. 

Em relação às pessoas que criticam muito a polícia, queria saber o que elas fazem de bem. Falar até papagaio fala. 

Qual o principal problema na segurança pública de São Paulo?

A segurança é um problema terrível. Vivemos atualmente uma crise de segurança. Normalmente quando se pensa em segurança se fala no crime, no bandido, no homicídio, no roubo. Quando ocorre um homicídio ou roubo, isso atinge aquela família. Quando ocorre um pancadão, um churrasco inadequado (o que eu chamo de desordem urbana), isso atinge toda a rua. 

E para combater isso, não é necessário criar uma nova lei. Nossa pretensão é criar uma frente parlamentar de segurança municipal, que envolva todos os partidos. 
Queremos envolver toda a sociedade para que os bailes sejam feitos em locares fechados, com segurança.  Não vou reinventar a roda, quero que a lei seja cumprida. 

O grupo na Câmara que trata de segurança já foi apelidado de “bancada da bala”. O que o senhor acha disso?

É um apelido infeliz, pois faz referência a caras violentos. Não somos nada disso. Temos uma postura firme, então somos vistos como radicais, loucos, insensíveis. Uso as palavras do meu colega [vereador] Conte Lopes: ‘melhor ser bancada da bala do que ser bancada da mala’. 

O nome pegou e eu sei que vou ser chamado por isso, então a melhor coisa é aproveitar né?

Gostaria que o senhor comentasse o episódio envolvendo o repórter André Caramente, da Folha de SP [o jornalista ficou três meses fora do país após publicar reportagem sobre Telhada].

Aquilo lá foi uma infelicidade por parte daquele cidadão. Ele sempre teve uma atitude tendenciosa. Aquele cidadão sempre falou mal da polícia, principalmente enquanto eu estava no comando da Rota. Respeito a opinião dele, mas em um momento ele começou a falar alguns absurdos da minha vida particular. 

Não gostei, fiz um email de repúdio à Folha [de São Paulo], e isso faz com que algumas pessoas, levadas pela emoção, fizessem ameaças. Eu mesmo nunca fiz qualquer ameaça. Não o conheço pessoalmente, se ele passar do meu lado não sei quem é. 

Ele está querendo pegar uma carona na minha fama, e por isso se fez de vítima. Acabou saindo de país, gozado, deve ganhar bem como repórter, porque até onde consta estava morando na Europa.  Em parte a polêmica foi boa, porque acabou me promovendo. 

Estou muito tranquilo, porque não fiz estas ameaças, sou um homem da lei. Estou tomando providências a respeito do fato. Busco os meus direitos, já que o prejuízo muito grande, tenho família. Eu só posso dizer uma coisa: que cada um corra atrás do seu prejuízo. 

Se o senhor fosse dar uma nota para a segurança pública, qual seria?

Você quer me ferrar né? [Risos]. Segurança tem o nível estadual, municipal, é tão complicado analisar segurança....ela precisa mudar muito, ser apoiada principalmente pelos governos  e não pode ficar atendendo favores políticos. O Brasil colonizado por bandidos, degredados, então já começou errado. 

Nota? Eu vou dar um cinco para todo mundo [país e São Paulo], e estou sendo bonzinho. Há muita coisa para fazer e muito para aprender. 

A polícia tem que aprender a divulgar seu trabalho, e não pode se corromper. Não pode ser violenta e sim que saber responder à violência à altura. 

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Militar de Uberlândia assumirá cadeira como vereador


 A primeira notícia de 2013 é especialmente voltada para os militares e servidores da segurança pública de Uberlândia, que na última eleição para vereador, não conseguiu eleger nenhum policial. Apenas os militares Cabo Emídio e Capitão Duque ficaram como primeiro suplentes em seus respectivos partidos. Segundo informações do G1/Triângulo Mineiro, o Capitão Duque irá assumir a vaga como vereador, no lugar da titular da cadeira, a vereadora Jerônima Carlesso, que pediu afastamento de 35 dias.


  Segundo a lei eleitoral, o servidor público que se afastar da função para exercer cargo eletivo por mais de 30 dias, automáticamente será reformado. Segundo o grupo do deputado Tenente Lúcio, o Capitão Duque, após esses 35 dias como vereador, provalmente deva assumir algum cargo auxiliando a Secretaria de Defesa Social.

  Para a tropa é importante a representação, mesmo sendo provisória, mesmo sendo em âmbito municipal, pois várias demandas estão latentes na caserna, como a mudança da escala de serviço, que atualmente funciona no sistema três serviços uma folga, três serviços duas, onde o policial tem que trabalhar até 60 dias para ter direito a gozar um final de semana com sua família. Além de plano habitacional, cobrança junto ao governo do Estado de maior efetivo, criação da Guarda Municipal e criação do Colégio Tiradentes.

   É claro que um vereador sozinho, e por tão pouco tempo não conseguirá fazer tais articulações, mas, já é um começo, fazendo parte da base do governo, tanto no município, quando no Estado; as coisas hão de ficar mais fáceis, quiçá...

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

CABO CLEOMAR, O MEU CANDIDATO A VEREADOR EM BH


Anastácio, muito obrigado por postar o baner da minha candidatura a vereador em BH, no seu Blog.
É motivo de muito orgulho, contar com sua confiança, pois, sei o tamanho da sua responsabilidade em oferecer pro seus leitores e seguidores o melhor em termos de noticias e atualizações, de assuntos de interesse da família militar e todos os agentes de Segurança Publica dos vários cantos de Minas e Brasil.

Apresento minha candidatura como alternativa de renovação e efetiva participação, na "verdadeira política", aquela sem os vícios da corrupção. Ninguém mais suporta a velha forma de fazer política,  que só servem aos noticiários, e nos envergonha de viver nesse País grandioso e contraditório, pelas praticas políticas desavergonhadas que repetem a cada dia.
Não acredito em “soluções mágicas”, simplesmente acredito na garra e boa fé do povo, em mudanças reais e possíveis, e em projetos audaciosos, capazes de melhorar a qualidade de vida das pessoas.
Pretendo contribuir no resgate da dignidade dos agentes aplicadores da Lei, com ações efetivas de Segurança Pública, que garantam a dignidade dos seus agentes, bem como uma remuneração adequada, condizente com qualificação profissional e os riscos da profissão, que são base de todas as outras ações sociais, proporcionando à sociedade uma Política de Segurança Pública moderna, que garanta a PAZ, preserve a VIDA e ponha um ponto final na BANALIZAÇÃO DA VIOLÊNCIA URBANA.
Basta de iludir e alienar o povo!
Anastácio sabe que tenho um respeito enorme por você, e isso não é de agora. Continuo com o mesmo pensamento de que você é uma liderança natural dos militares em Minas.
Também espero muito em breve vê-lo nos plenários das Casas Legislativas, nos defendendo.

Amigo, 

Meus sinceros agradecimentos pela confiança.
Conte sempre comigo!
Forte abraço!

CLEOMAR

segunda-feira, 4 de junho de 2012

VEREADOR É FLAGRADO EM ROUBO DE CARGA


O presidente da Câmara de Vereadores da cidade de Elias Fausto (SP), Valdenir Lucas da Silva (PTB), de 46 anos, eleito pela 3ª vez, foi preso na madrugada deste domingo em flagrante num assalto a uma empresa de produtos de limpeza, em Paulínia (SP).


Dimas Lucas, como é conhecido, um de seus filhos e outros três assaltantes foram presos pela Polícia Civil quando faziam o carregamento de um caminhão.Eles vão responder por formação de quadrilha, furto e corrupção de menores.

A carga está avaliada em R$ 700 mil e, segundo a polícia, Lucas já era investigado em sua cidade por suposto envolvimento com o roubo de cargas. A polícia de Paulínia informou que a quadrilha fazia o roubo com a ajuda de seguranças da empresa que podem ter recebido propina para facilitar a ação.

No local do furto, a empresa K&M, foram apreendidos também duas carretas, de propriedade do vereador, que eram usadas para o transporte da carga roubada. A polícia de Paulínia investiga quem seriam os receptadores da carga que seria furtada.

Em Elias Fausto, onde o vereador já foi eleito três vezes, a notícia teria revoltado os moradores e um princípio de confusão foi registrado na frente da casa do presidente da Câmara. A participação de um segundo filho do parlamentar na ação também é alvo de investigação.

A reportagem não conseguiu contado com a família do vereador para comentar o assunto. Segundo a polícia, ele será levado para a cadeia do 2º Distrito Policial, em Campinas.

Fonte: Blog do Patrício Nunes/Blog da Força Tática

terça-feira, 22 de maio de 2012

Câmara abre sindicância contra vereador suspeito de assédio em MG

Os vereadores membros da Comissão de Ética da Câmara Municipal de Uberaba, no Triângulo Mineiro, Marcelo Borjão, do PMDB, José Severino, do PT e Almir Silva, do PR instauraram uma sindicância nesta segunda-feira (21) para apurar a denúncia de assédio sexual contra o vereador Jorge Ferreira, do PMN.

O Diretor Geral da Câmara, Rodrigo Souto, informou que a ata de abertura da sindicância foi lavrada e será publicada. Serão expedidas as notificações para as pessoas envolvidas, ou seja, o vereador, a adolescente e o pai da menor. A partir dos depoimentos a comissão fará um relatório que será entregue oficialmente ao presidente. Continue lendo no G1

domingo, 25 de março de 2012

DIGA NÃO À RECONVOCAÇÃO de MILITARES DA RESERVA

Gratificação não é salário - Militar aposentado e advogado encontra erro na lei que prevê gratificação e não salário para o policial da reserva reconvocado para o serviço ativo

Uma polêmica veio à tona este mês quanto à remuneração dos militares da reserva para o serviço ativo da PMMG. O artigo 3º do parágrafo 136 da Lei Estadual nº 5.301/69, prevê gratificação mensal pró-labore correspondente a 1/3 (um terço) dos proventos da inatividade.

Um ofício destinado à Assembleia Legislativa de Minas(ALMG) escrito por um advogado e policial militar aposentado sugere isonomia salarial entre os militares da ativa e os militares da reserva reconvocados. No texto o militar mostra o equívoco da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) ao pagar apenas um terço do provento da inatividade ao militar reconvocado, quando determina o pagamento de gratificação. Segundo o dicionário da Língua Portuguesa – Aurélio, o termo gratificação “é a remuneração acima do normal por serviço bem executado”.

Portanto, para o advogado, o militar aposentado deveria receber o provento integral (100%) pelo serviço prestado como reconvocado, e ainda, faria jus a uma gratificação pelo serviço bem executado, equivalente a 30%.

Direitos e obrigações idênticas

Ao decidir pela volta ao trabalho ativo, o militar reconvocado estará sujeito aos mesmos direitos e obrigações dos militares da ativa, além de todas as comunicações legais, conforme parágrafo 5º do artigo 136 da lei 5.301/69 do Estatuto dos Militares de Minas Gerais.

Porém, a declaração universal dos direitos humanos, editada em 1948, em seu artigo 23, estabelece que "toda pessoa tem direito, sem nenhuma discriminação, a um salário igual para um trabalho igual". Por sua vez, o artigo 7º, inciso XXX, estabelece que “são direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: proibição de diferença de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil”.

E, mais, a CLT, que regulamenta as relações individuais e coletivas do trabalho no Brasil, prevê, em seu artigo 461 que: "Sendo idêntica a função, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo empregador, na mesma localidade, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, nacionalidade ou idade".

Considerando todos os dispositivos que garantam os direitos do trabalhador, sobretudo, do militar reconvocado, o advogado sugere um “projeto de lei” que corrija o erro.

Imposto de Renda

Além da questão do entendimento sobre “gratificação”, nos últimos dias, a polícia militar vem publicando na intranet, mensagens de reconvocação de militares da reserva para o serviço ativo da instituição. Depois das publicações neste BLOG, quanto à reconvocação, alguns policiais questionaram se financeiramente valeria a pena. Muitos concordaram que o desconto do Imposto de Renda (IR) é o grande vilão. 

Para retornar ao serviço ativo, o militar está sujeito a todos os princípios militares, inclusive ao Treinamento Policial Básico (TPB), recebe 1/3 do salário descontados o Imposto de Renda (IR) com alíquota proporcional aos vencimentos de cada policial.

Fonte: Assessoria Vereador CABO JÚLIO

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Cabo Julio ataca vereadores por votar contra

A pressão da população falou mais alto e o prefeito Marcio Lacerda (PSB) decidiu vetar o reajuste de 61,8% para os 41 vereadores a partir de 2013. A decisão foi comunicada na manhã dessa segunda-feira aos parlamentares e, conforme antecipou com exclusividade o Estado de Minas na edição de sexta-feira, o prefeito se valeu de argumentos técnicos. A Procuradoria Geral do Município entende que os termos do projeto são inconstitucionais e, juridicamente, o salário da Câmara não pode ser estabelecido em percentuais diretamente vinculados aos vencimentos dos deputados estaduais.
O veto, que vai representar uma economia de R$ 14.129.526,60 aos cofres públicos nos próximos quatro anos, foi construído em meio a 38 dias de uma forte pressão popular, marcada por queixas, protestos nas ruas, correntes virtuais e até ligações de populares para gabinetes da PBH. Em ano eleitoral, um erro técnico foi o artifício usado pelo prefeito para driblar o abacaxi que caiu em suas mãos: escolher entre agradar os vereadores ou a população.
Pré-candidato à reeleição, Lacerda poderia perder votos se optasse, como antigos prefeitos, por lavar as mãos sobre o aumento. Responsáveis pelas manifestações atribuíram diretamente ao chefe do Executivo a responsabilidade de barrar a “farra” dos vereadores. Chegaram a anunciar, em tom de ameaça, que se ele permitisse o reajuste fariam campanha para ele não continuar à frente da prefeitura. Diante de tanta polêmica, Lacerda, que no início chegou a cogitar não examinar o texto e deixar para a própria Câmara decidir, foi obrigado a mudar de posição. O prefeito comunicou o veto ao presidente em exercício da Casa, vereador Alexandre Gomes (PSB), ao secretário-geral Cabo Júlio (PMDB) e ao líder do governo, Tarcísio Caixeta (PT).
Segundo análise do Executivo, é inconstitucional o artigo que fixa o salário “à expressão financeira decorrente da multiplicação do valor do subsídio dos deputados estaduais de Minas Gerais pelo percentual de 75%”. Decisão recente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) em uma ação direta de inconstitucionalidade entende que, apesar de a Constituição limitar o salário dos vereadores em função do que é praticado na Assembleia, não pode haver “pura e simples vinculação”. Outro ponto considerado inconstitucional no texto é o segundo artigo, que prevê revisão anual do salário dos vereadores conforme variação do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M).
Convencidos

Os três vereadores que participaram da reunião saíram convencidos de que o veto é a melhor opção, para evitar possíveis questionamentos futuros do salário na Justiça. “Eu me dei por vencido. O veto não foi puramente por vetar, foi uma decisão técnica e entendo perfeitamente”, afirmou Alexandre Gomes. Um dos maiores defensores do reajuste até então, Gomes admite que a pressão popular pesou e, pelo argumento técnico, agora entende que o veto se tornou incontestável. “Eu me rendo”, disse.

Gomes, Cabo Júlio e Caixeta vão defender a manutenção da decisão do Executivo. As opiniões de vereadores pela legalidade do aumento continuam, segundo o presidente, e caberá a cada vereador decidir. Os parlamentares admitiram que outro projeto fixando o salário para a próxima Legislatura deve ser apresentado. No entanto, a tendência agora é congelar o valor atual de R$ 9.288,05.
O reajuste de 61,8% elevaria o contracheque para 15.031,76 (75% da remuneração dos deputados estaduais), custando mais R$ 3.532.382,40 por ano aos cofres municipais. Apesar de contrariar a votação dos vereadores, Tarcísio Caixeta garante que as relações entre Executivo e Legislativo não sofrerão abalo. “Caberia simplesmente ao prefeito se posicionar e publicar. A antecipação nessa reunião com o Legislativo é uma demonstração cabal de que o diálogo permanece”, afirmou.
Ou não
O secretário da Mesa, Cabo Júlio indica que tal harmonia não é compartilhada por todos. O peemedebista acusa a prefeitura de orquestrar uma ação para desgastar a imagem da Câmara. Segundo ele, os vereadores Bruno Miranda (PMDB) e Daniel Nepomuceno (PSB), vice-líderes do governo, se encarregaram de, depois da aprovação do aumento, criticar publicamente a atitude dos colegas e pedir o veto, deixando o ônus para o Legislativo. “É uma tentativa de enfraquecer a Câmara e isso não é bom porque já votamos muita loucura para a prefeitura, como o aumento do IPTU”, ameaçou.
Também defensor do aumento, Cabo Júlio diz agora que só cabe manter o veto. “Do jeito que está a repercussão temos que abrir mão do aumento. Vamos para um embate judicial para ver qual das procuradorias está certa? Não vamos nos digladiar por isso”, afirmou, se referindo ao fato de a Procuradoria da Câmara considerar o reajuste legal. Para ele, foi um erro deixar margem para questionamento jurídico no projeto e agora restará congelar os salários. “Até porque as ruas estão dando seu recado.”

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Contrato de publicidade da Câmara de Belo Horizonte está na mira do MP

O Ministério Público (MP) de Minas Gerais investiga o indício de improbidade administrativa supostamente praticada pela Câmara de Belo Horizonte e por seu presidente, vereador Léo Burguês (PSDB), que teria causado um dano de R$ 3,75 milhões aos cofres públicos no ano passado. Segundo o inquérito, o tucano teria favorecido a empresa de publicidade que presta serviços para a Casa ao assinar aditivos irregulares ao contrato.


Originalmente, a Perfil Promoções e Publicidade Ltda. - que tem nome fantasia de Perfil 252 - venceu licitação em abril de 2010 e foi contratada para prestar serviços de publicidade e propaganda para a Câmara durante um ano, pelo valor de R$ 3 milhões. Na época, a Casa era presidida pela hoje deputada estadual Luzia Ferreira (PPS).



Em 29 de março do ano seguinte, já na gestão de Burguês e próximo ao vencimento do contrato, o novo presidente assinou um termo aditivo de 25%, ou seja, o valor do serviço subiu para R$ 3,75 milhões.Continue lendo no Jornal O Tempo online:>>>>>

sábado, 24 de dezembro de 2011

Político de Uberlândia xinga servidores que protestavam contra o aumento para 15 mil dos vereadores



Na última sessão da Câmara de Vereadores de Uberlândia, em 22 de dezembro 2011, enquanto os servidores municipais protestam, contra os 15% de aumento, enquanto os vereadores além de proibirem o acesso ao plenário na parte do térreo, votaram em causa própria, e aprovaram o reajuste de salário para R$15 mil. Como se não bastasse a desproporção e imoralidade, o presidente da mesa, vereador Vilmar Rezende, xingou os servidores. Veja o vídeo...por isso DIGA NÃO A REELEIÇÃO!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Vereador de MG é suspeito de usar diárias para cursar faculdade no RJ

Um vereador de Pouso Alegre, na Região Sul de Minas Gerais, está sendo investigado pela Câmara de Vereadores e pelo Ministério Público por supostas irregularidades no uso de diárias. Conforme a denúncia, o vereador Fabrício Machado (PT) teria usado cerca de R$ 9 mil de verbas do Legislativo para viagens particulares ao Rio de Janeiro. Ele teria viajado à capital carioca para cursar faculdade de fisioterapia, que foi concluída no ano passado.
Na noite desta terça-feira (13), uma liminar da Justiça impediu a leitura do relatório da Comissão de Ética. Na sessão da Câmara, também estava prevista a apresentação de outra denúncia contra o vereador, feita por um cidadão, sobre as mesmas diárias. A determinação judicial impediu que as denúncias fossem apresentadas e que uma comissão processante fosse criada para dar continuidade às investigações.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Vergonha: Vereadores de Campinas aprovam aumento de 126% e fogem da Câmara


Os vereadores de Campinas aprovaram na surdina na noite desta segunda-feira (12) um aumento salarial de 126% no próprio salário: passarão a ganhar R$ 15.031,76 por mês na próxima legislatura. Atualmente, recebem R$ 6.636,24 mensais. A votação foi realizada com uma manobra  que tirou a atenção para este, que era o sétimo item a ser votado, com os parlamentares gritando na bancada sobre o Projeto da Macrozona 5.
Dos 33 parlamentares, apenas dois votaram contra o aumento: O Politizador do Brasil (PMN) e o Professor Alberto (DEM).
Carlos Signorelli (PT), que estive presente na Casa e que inclusive estive na bancada, se ausentOU na hora de votar o aumento. Dr. Sebastião dos Santos (PDT) não foi à sessão alegando problemas de saúde e Pedro Serafim (PDT), autor do projeto, não votou porque é o presidente da Câmara – de onde os parlamentares saíram fugidos faltando ainda oitoprojetos para serem votados.Continue lendo no PAVABLOG:>>>>>>>>

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Vereadores de Uberlândia se dão aumento de 54%, cuja inflação anual não chegou a 10%; e novo salário será R$15 mil


Salário dos vereadores foi aprovado em R$ 15 mil
Dezesseis dos 21 vereadores de Uberlândia votaram a favor do projeto que elevou o salário de R$ 9.755 para R$ 15.031,62, que passa a valer para a próxima legislatura. O valor representa 75% dos vencimentos pagos aos deputados estaduais. Apenas quatro vereadores, todos da oposição, foram contra o aumento. O presidente da Câmara só vota em caso de desempate.
O novo salário é 54% maior do que o vigente. Com a inclusão de seis cadeiras em 2013, a despesa mensal com salários de vereador terá um acréscimo de R$ 142,4 mil e chegará à casa de R$ 405,8 mil. Hoje, o gasto mensal com 21 vereadores é de R$ 204 mil. Sem o reajuste, e com o acréscimo de seis cadeiras, o impacto no orçamento da Câmara seria 41% menor, o que representaria R$ 58.530.
Os vereadores contrários ao projeto apresentaram uma emenda oral que propunha um salário de R$ 11.218,25, calculado com base no aumento de 14% previsto para os servidores públicos municipais em 2012. A emenda, que não chegou a ser discutida, recebeu 16 votos contrários e foi derrubada. “Aqueles que se manifestam contrário a um aumento sempre se beneficiam, são demagogos. Mesmo quando abdicam do salário, voltam tempos depois querendo ser ressarcidos”, disse Hélio Ferraz, o Baiano (PP).Continue lendo no Correio de Uberlândia:>>>>>>>>>>>

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Vereadores acusados de propina são afastados do cargo pela Justiça de Minas

A Justiça determinou o afastamento do cargo e o bloqueio de bens dos vereadores de Belo Horizonte Hugo Thomé (PMN) e Carlos Lúcio Gonçalves (PR), o Carlúcio, pela prática de improbidade administrativa. Eles são acusados de intermediar as negociações para cobrança de propina para aprovar o Projeto de Lei 1.600/2008, que autorizava a ampliação da área de construção do Boulevard Shopping, na Região Leste da capital mineira, conforme revelou com exclusividade o Estado de Minas. O juiz da 3ª Vara da Fazenda Municipal, Alyrio Ramos, ainda decretou a quebra do sigilo fiscal deles e dos outros oito vereadores e ex-vereadores, denunciados no mesmo esquema pelo Ministério Público estadual.

O magistrado justificou o afastamento de Hugo Thomé, em sua decisão que será publicada hoje, que o vereador pode “exercer influência sobre os demais réus e sobre as testemunhas prejudicando a instrução processual”. Embora afastados, eles continuam recebendo o salário. Pelo mesmo motivo, Ramos determinou que Carlúcio e Sérgio Balbino (PRP), na qualidade de suplentes, estão impedidos de assumir uma vaga na Câmara, em caso de vacância. O fato é que o republicano Carlúcio já assumiu este ano a cadeira de Carlos Henrique (PRB), eleito deputado estadual no pleito de 2010. Sobrou também para o ex-vereador Sérgio Balbino, que delatou o esquema de compra de voto para beneficiar projeto do shopping. Ele teve decretado o bloqueio dos seus bens, além de estar entre os 10 denunciados que terão o sigilo fiscal quebrado, para apuração dos atos de improbidade administrativa.


Além de Carlúcio e Hugo Thomé, estão denunciados pelo mesmo crime os atuais vereadores Geraldo Félix (PMDB), Maria Lúcia Scarpelli (PCdoB) e Alberto Rodrigues (PV). Também estão incluídos os suplentes na atual legislatura Valdivino Pereira (PTC), Vinicius Dantas (PT), Valdir Vieira (PTN) e o ex-vereador Reinaldo Lima (PV) (veja quadro). De acordo com a denúncia do MP, eles se uniram para criar um grupo suprapartidário, com o propósito de obter vantagem e benefícios pessoais, usando o mandato. A extorsão dos políticos foi confirmada pelo empresário responsável pelo empreendimento, Nelson Gouveia Rigotto, em depoimento ao Ministério Público, e também pelo ex-vereador Reinaldo Lima.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

DOCUMENTO PUBLICADO HOJE NO JORNAL HOJE EM DIA COMPROVA PALAVRAS DE CABO JÚLIO


POLICIAIS ESTIVERAM NA CÂMARA MUNICIPAL, EM FEVEREIRO, PARA INICIAR UMA INVESTIGAÇÃO MOTIVADA POR UMA DENÚNCIA "SOBRE TRÁFICO DE DROGAS" NO GABINETE DO VEREADOR JOÃO DA LOCADORA.

IMAGENS MOSTRAM ENTRADA DOS POLICIAIS CIVIS NA CMBH.
câmara
Imagens do circuito interno mostram três policiais na portaria da presidência

FONTE: JORNAL HOJE EM DIA - 07 DE NOVEMBRO DE 2011


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