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domingo, 3 de fevereiro de 2013

Nasce mais um partido: PRFM - Partido da Representação da Família Militar


Partido de Representação da Família Militar – PRFM
Partido de Representação da Família Militar (PRFM) nasce no seio da família militar e tem como objetivo principal mobilizar e integrar os membros das Forças Armadas, seus familiares, os integrantes das forças de segurança pública, servidores públicos e a sociedade em geral no cenário e nas decisões políticas do nosso querido Brasil.
O dever do PRFM como partido político é o de propiciar ao povo brasileiro uma opção de resgate da ética, da moral, da honestidade e do amor à Pátria, valores tão cultuados por nossos militares – mas tão banalizados pelos atuais profissionais da política – dando à sociedade a oportunidade de eleger políticos compromissados com o fortalecimento do nosso país e comprometidos com a realização da Cidadania, da Dignidade Humana e da Soberania Nacional.
Por isso, o PRFM assume com a sociedade brasileira o compromisso de lutar: pela integração, defesa e soberania nacional; pelo direito à vida, à liberdade, à igualdade; pelo direito à dignidade da pessoa humana; pelo direito à cidadania; pela redução das desigualdades sociais; pela garantia e defesa das instituições democráticas; pelo direito ao pluralismo político; pela transparência dos atos da Administração Pública nas esferas Federal, Estadual e Municipal; pelo direito à segurança pública de qualidade; pela preservação e proteção do meio ambiente; pela proteção e defesa dos animais; pela plenitude dos direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição da República Federativa do Brasil, bem como pelo resgate dos sentimentos de nacionalismo e patriotismo do povo brasileiro.Para saber mais, clique aqui>

sábado, 16 de junho de 2012

O partido dos militares

Claudio Dantas Sequeira

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Oficiais, soldados e mulheres de integrantes das Forças Armadas e das polícias militares criam uma nova legenda para tentar voltar ao poder agora pelo voto.

A presidente Dilma Rousseff foi homenageada com a maior das condecorações militares, a Grã Cruz. Diante dos comandantes das Forças Armadas, ela fez uma referência aos anos de chumbo da ditadura, ao ressaltar que o Brasil soube corrigir seus caminhos e alcançou a maturidade institucional. O País vive dias de democracia plena e houve, sem dúvida, importantes mudanças nas casernas. Tanto assim que militares planejam agora voltar à política, mas sem truculência. Até o fim do mês será criado o Partido Militar Brasileiro, legenda que antes mesmo do registro oficial já conta com 17 mil pré-filiados, entre oficiais da reserva do Exército, da Marinha e da Aeronáutica e integrantes da Polícia Militar e dos Bombeiros.
Há diretórios sendo criados em 27 Estados, site na internet e até hino, gravado no YouTube, em que um coro entoa palavras de ordem como soberania, democracia, igualdade e segurança pública. O novo partido terá como bandeira o combate à violência e à corrupção. Não aceitará filiação de fichas-sujas e nem fará coligações majoritárias se não for cabeça de chapa. “Os políticos não têm coragem para combater o crime organizado e estão mais interessados em se servir do poder”, diz o presidente do PMB, Augusto Rosa, que é capitão da PM em Ourinhos (SP). Ele afirma que o partido é de centro-direita, apesar de defender a política econômica e os programas sociais do governo.
Rosa faz um mea-culpa: “O golpe de 1964 foi um erro”. Mas sua posição não é majoritária. Também devem aderir à legenda vários generais da reserva, inclusive dirigentes dos clubes militares, tradicionais redutos do conservadorismo. Além disto, o PMB pretende lançar co­mo candidato a presidente da República em 2014 o general Augusto Heleno, que na semana passada foi proibido pelo comando do Exército de fazer uma palestra intitulada “A contrarrevolução que salvou o Brasil”. Rosa e seus companheiros de farda defendem posições tão polêmicas como as do deputado federal Jair Bolsonaro (DEM-RJ). “Somos contra o casamento gay, a legalização do aborto e da maconha, e a favor da redução da maioridade penal”, afirma.
Apesar das restrições legais à atuação política de militares, Rosa, graças a providenciais licenças, concorreu a deputado federal nas eleições de 2002 pelo PDT, nas de 2006 pelo PV e, finalmente, em 2010 pelo PSB. A presidente do diretório do PMB no Distrito Federal, Ivone Luzardo, mulher de militar, também foi candidata a deputada distrital no ano passado pelo DEM. Apesar da frustração nas urnas, tanto Rosa como Ivone acham que o PMB não terá dificuldade em reunir as 500 mil assinaturas para o registro oficial.

domingo, 27 de maio de 2012

NASCE O PARTIDO DA DEFESA SOCIAL, (ajude a construí-lo)

Em 10 de Abril do ano de 2012, Aos 190 anos da proclamação da independência do Brasil, e aos 123 anos da proclamação da República Brasileira, 

Aos concidadãos brasileiros, 

Nosso PARTIDO DA DEFESA SOCIAL se levanta hoje para falar com o país e com seus concidadãos! 
Queremos nos colocar - e colocar nossas palavras e propostas - sob julgamento da história e da opinião pública, com dignidade, com clareza, com coragem, com determinação e com legitimidade, a serviço da República Brasileira. 

Nosso país vive momentos graves, momentos de crise e de verdadeira preocupação. São tempos difíceis, onde os cidadãos e cidadãs honestos e cumpridores de seus deveres estão sendo acuados com suas famílias. A violência grassa nas pequenas, médias e grandes cidades. A mídia retrata os fatos cotidianos que fazem corar e temer o homem de bem. O infrator da ordem e da lei prossegue destemido e impune sua carreira de males. Onde falta a política chame-se a polícia. 

Na política eleitoral e partidária os escândalos se acumulam e se sucedem a cada dia, com as novas denúncias soterrando as denúncias de ontem. Atordoados os brasileiros não refletimos sobre as causas. Não prendemos com os erros. Os fatos são encarados como mera disputa entre partidos, de maneira maniqueísta, divisionista. Denúncias são brandidas como tacapes, como clavas, reduzindo os contendores a homens de um passado não civilizado, condenados a não evoluir. O Brasil se imobiliza com estes. A tentação autoritária e centralizadora se faz sentir em setores partidários do país: calar e censurar a imprensa; fazer mordaça aos movimentos sindicais e populares; concentrar poderes como alternativa de mudanças como em alguns países da América latina. Modelos perigosos e escorregadios são apontados como algo a ser imitado. Até quando? 

No campo da educação sem perspectiva, estudantes, professores e famílias seguem sem um projeto de Educação, necessário para a construção de um grande país. Rejeita-se assim a alternativa da caminhada em direção ao futuro. Gente sem tino e sem senso alterna-se na condução da Escola Brasileira, mas são guias cegos. Aonde chegaremos? 

Na análise das políticas públicas no Estado Brasileiro enxergamos o real retrato do Brasil: os responsáveis pelos governos deitam em berço esplêndido em seus cargos bem remunerados enquanto o povo brasileiro se afoga em lágrimas e sangue, nas escolas, nas unidades de saúde, nas repartições públicas, nas filas dos 
bancos ou nas portas das delegacias. E haja tributos e impostos! O cidadão só é lembrado como contribuinte. Raras vezes como sujeito de direitos. 

E quando as políticas falham, é constante a acusação de que o servidor é omisso, o policial nada faz, o professor não ensina, a enfermeira não comparece, o médico é um insensível. O verdadeiro responsável fica diluído, fica apagado da memória do comum dos brasileiros. E se aproveita do escondimento para ser 
perpetuar demagogicamente e espertamente no poder. Basta! 

Nós do Partido da Defesa Social, nós sentimos mais que chamados, convocados a participar da luta renhida da política brasileira e vimos por este manifesto dizer: “presentes!”. Somos servidores públicos nos sentido amplo do termo. Somos policiais, agentes das forças de segurança, professores, médicos, contadores, analistas de políticas públicas, garis e militares. Somos também da sociedade civil organizada e que reconhece a importância das políticas públicas para a construção da cidadania plena. Queremos fazer do Brasil uma grande nação e não apenas um país grande de dimensões continentais. Evitamos os excessos do marxismo leninismo ateu com seus desvios e violência antidemocrática e totalitária. Combatemos o materialismo e o hedonismo da acumulação de capitais e a busca desvairada de lucro e luxos. Trilhamos o caminho da República e da Democracia. Sem convulsões sociais, mas com firmeza de pensamentos e ações. 

Os debates das idéias, a vivência pacífica (mas mobilizada) da liberdade, as necessárias revolução moral e educacional, o exercício correto do direito, postos ao serviço da nossa sincera convicção, nos bastam e nos levarão, cremos, a vitória, mais que pessoal, de nossa causa, que é a causa única do progresso e da grandeza do Brasil. Temos propostas, identidade e temos razão de ser, mas não temos medo da interlocução, visto não sermos adoradores do partido único, do modelo exclusivo de ser e de fazer política. Colocamos então nossas idéias sob o olhar popular, sob o exame da mídia e a crítica dos possíveis adversários. Vemos um caminho novo ao revisitar os velhos problemas e as antigas questões. Provaremos nosso valor na História brasileira. Venha trilhar conosco. 

Quem for brasileiro, adiante-se e siga-nos! 


Sérgio Oliveira Veterano SECRETÁRIO  
Edmar Washington Xavier Pereira PRESIDENTE 

Contatos: EDMAR WASHINGTON XAVIER PEREIRA

IDEALIZADOR DO PDS - PARTIDO DA DEFESA SOCIAL
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(33) 9199-8074 begin_of_the_skype_highlighting            (33) 9199-8074      end_of_the_skype_highlighting (TIM) -   (33) 8826-2040 begin_of_the_skype_highlighting            (33) 8826-2040      end_of_the_skype_highlighting (OI)
Site: www.pds.org.br em construção
MSN: edmarwashington@hotmail.com
E-mail: edmarwashington@bol.com.br

domingo, 23 de outubro de 2011

Criado o diretório do PSPC de Uberlândia, Triângulo e Alto Paranaíba

           Numa reunião simples, mas muito objetiva, foi criado neste 22/10/2011, o diretório do PSPC - Partido da Segurança Pública e Cidadania, que abrangerá o Triângulo e Alto Paranaíba. Com lideranças de vários segmentos, o encontro selou a união de membros da diretoria do Sindicato dos Vigilantes - Cosmo e Ronaldo, o advogado Fabiano, Cabo PM Araújo, Cabo Anastácio e a esposa Rúbia, Renato Goulart, Cabo BM Cleomar (presidente estadual do partido), veio de BH e o Tenente Faria do DF (presidente nacional da comissão provisória).

          Na ocasião os membros se apresentaram, demonstrando as expectativas perante ao partido, bem como os desafios que advém, diante da necessidade de coletar as assinaturas, visando deixar o PSPC em condições de lançar candidatos nos mais diversos cargos para 2014.

          O Presidente

         Tenente Farias da PM DF contou como surgiu a ideia de criar o PSPC, divulgou a agenda com as datas de inauguração dos novos diretórios e afirmou que o partido já está presente em 16 estados, e que está   dialogando com mais 6 outros, visando levar o projeto para todo o país.

       Os presentes deliberaram que a pessoa em condições de assumir a regional provisória do PSPC de Uberlândia, Triângulo e Alto Paranaíba é o senhor Renato Goulart, civil ligado aos assuntos da segurança pública com longa experiência e trabalho comprovado pelo breve currículo:

           Pequeno empresário no ramo de seguros;
           Formado em Direito com duas pós em Marketing e Administração; 
           Presidiu o Conselho Municipal de Segurança Pública, atualmente é vice;
           Membro do Conselho Estadual Anti-Drogas;
           Presidente da Associação das Tradições Gaúchas em Uberlândia.

        O evento foi um momento cívico muito importante, onde se discutiu vários temas relevantes da política nacional, desde intermináveis escândalos, passando pela sobrecarga vivida pelos profissionais da segurança, consequência do meio social não ter o apoio necessário, até a questão do assédio moral e total desrespeito de alguns militares a Constituição Federal, seja ignorando procedimentos, leis e tentando administrar a segurança em cima de resoluções em total confronto à Carta Magna. Por isso, precisamos de um partido forte, composto por aqueles que vivem os problemas, e que terão vez e voz para lutar por uma sociedade mais justa e cidadã.
            
     Parabéns a todos que compareceram e que a partir de agora vivem sob o lema do PSPC: construindo a nossa cidadania.


           Marcelo Anastácio, 
           fotos: Rúbia Kele
           Blog No Q.A.P 

                                          CB Cleomar BH, Renato Goulart Udi, Ten. Farias DF
            CB Araújo, Dr Fabiano, CB Cleomar, Anastácio (ao fundo), Ten. Farias, Cosmo e Ronaldo (ao fundo)

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O que é ser comunista, segundo o PCdoB


Crise de identidade comunista
Na página de internet do PCdoB, um texto resume a essência do que é ser militante do partido, segundo a teoria fundamentada por Marx e Engels para transformação do mundo. Registra o texto:
– Militar no Partido Comunista significa atuar organizadamente com outras pessoas que objetivam a transformação revolucionária da sociedade.
A oposição, crente na implosão do Ministério do Esporte, ironiza a definição comunista de militância. Para Sérgio Guerra, o PCdoB enfrenta grave crise de identidade ao se definir comunista, de esquerda, mas frequentar as páginas de jornais pelos mais condenáveis pecados do capital. Questiona Guerra:
– Por que o PCdoB é diferente do PR, se os dois operam da mesma forma?
Na lógica de Guerra, Marx e Engels estariam mais do que atormentados com o Programa Segundo Tempo dos comunistas.

Por Lauro Jardim
Veja online


Comentário do blog: Se o partido não age como os outros partidos, ainda sim, peca ao continuar apoiando um grupo de governo na sua maioria corrupto. Comunista, comuns como qualquer outro comum...nada diferenciado, a não ser a tentativa de querer parecer ser o que não é...

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Novo partido: TSE defere registro do Partido Pátria Livre (PPL)

Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deferiram, na noite desta terça-feira, o pedido de registro do Partido Pátria Livre (PPL), que utilizará o número 54. A decisão foi unânime - todos os ministros seguiram o voto da relatora, ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha. Com a decisão, o PPL poderá participar das eleições municipais do próximo ano.

Este é o 29º partido com o registro no TSE, o que provocou comentário crítico do presidente da Corte, ministro Ricardo Lewandowski, no sentido de que o Brasil está inovando na ciência política. "Estamos indo além do pluripartidarismo, estamos ingressando no hiperpartidarismo. É uma novidade que criamos no Brasil", afirmou.

De acordo com o voto da ministra Cármen Lúcia, o PPL cumpriu todas as exigências legais para o deferimento do registro. Não houve pedidos de impugnação. Ainda segundo o voto condutor da ministra, o PPL coletou o número suficiente de assinaturas, com o apoio de 482.811 eleitores, conforme certificado pelos tribunais regionais eleitorais dos Estados. A PGE atestou o caráter nacional do partido.
 
A legenda organizou e encerrou a coleta de mais de 1,2 milhão de assinaturas em 22 unidades do País. O partido obteve o Registro de Órgão de Partido Político em Formação (ROPPF) junto aos TREs de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Ceará, Distrito Federal, Pará, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Santa Catarina e Mato Grosso, totalizando 11 Estados e, novamente, superando o mínimo exigido pela legislação eleitoral.

O partido obteve o registro a três dias do fim do prazo para criação de legenda que esteja a participar das eleições municipais de 2012. O prazo termina em 7 de outubro de 2011, um ano antes das eleições.
 
Jornal do Brasil