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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Policial Militar morre em treinamento em Alagoas

Sergipano de Itabaiana morre em treinamento da PM de Alagoas
Foto: Polícia Militar de Alagoas

A família miliciana da Polícia Militar de Alagoas, com pesar, informa o falecimento do soldado Alex Junio da Silva, vinte e um anos na madrugada de hoje (28), na Unidade de Pronto Atendimento de Coruripe (UPA).

O militar participava na manhã de ontem de um treinamento na cidade de Penedo, no 11º BPM, para o grupamento de Rocam (Rondas ostensivas com apoio de motocicletas), quando numa atividade física que consistia numa corrida entre a sede da Unidade e o local da instrução (SESI), passou mal, vomitando e entrando em convulsão, perdendo os sentidos. Foi socorrido pela Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros Militar e encaminhado para a UPA da cidade. Contudo, no local a equipe médica decidiu que o militar fosse transferido para a UPA de Coruripe. O helicóptero do Samu (Arcanjo) permaneceu de prontidão, todavia os médicos optaram pelo transporte terrestre, considerando que seria o mais adequado para a estabilização do paciente. O soldado Alex Silva permaneceu internado até a madrugada de hoje, quando veio a falecer.

Lamentamos profundamente que após o árduo e intenso treinamento de sete meses no Curso de Formação de Praças (CFP), num treinamento de rotina em sua Unidade, o policial tenha sentido complicações e tendo o resultado trágico que ora noticiamos.

A Polícia Militar irá abrir procedimento administrativo para investigar a morte do soldado, bem como o Inquérito Sanitário de Origem (ISO), para o processo de promoção post-mortem, ao tempo em que está prestando toda a solidariedade e o suporte necessário para a família do soldado Alex Silva, envidando de todos os recursos disponíveis para ampará-los nesse momento doloroso.

Fonte: Polícia Militar de Alagoas

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

PMs convocados para ato público pedindo solução para morte de PMs

Dois dos quatro candidatos da polícia militar que passaram mal na segunda-feira (16) durante um Teste de Habilidade Específica (THE), no quartel do Batalhão de Polícia de Choque, em Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador, morreram.

Na tentativa de buscar uma resposta imediata em relação aos fatos ocorridos desde a última segunda-feira, a Aspra convoca toda a tropa e seus familiares, trajando camisa preta, para um ato público que deixará a praça municipal, em frente a Câmara Municipal ds Salvador, amanhã, às 14 horas, com destino ao Ministério Público Estadual onde entregarão um documento solicitando ações imediatas.

"Não vamos tolerar este tipo de tratamento. Estes crimes não podem ficar impunes!", reclamou o coordenador-geral da Aspra, o soldado Prisco.

Entenda o caso

O curso realizado avaliou a aptidão de 67 policiais militares candidatos a participarem do Curso de Operações Policiais Especais (COPES). Durante uma das provas, na corrida de 10km, quatro candidatos, que pertencem a 81° CIPE (Companhia Independente de policiamento Especializado do Cerrado), apresentaram sintomas de náusea.

Os PMs foram atendidos pela coordenação e pelas equipes médicas de plantão e encaminhados para o Hospital Menandro de Farias. Dos quatro candidatos, apenas um PM conseguiu concluir a prova dois morreram.

 

Morre segundo soldado que passou mal em teste físico para curso da PM

soldado  Manoel dos Reis Freitas Júnior (Foto: Ruan Melo/G1)Morreu na noite desta quarta-feira (18), no Hospital do Aeroporto, em Salvador, o segundo soldado da Polícia Militar que passou mal no Teste de Habilidade Específica (THE), para o Curso de Operações Policiais Especiais (Copes).
Ele estava com estado de saúde considerado gravíssimo e precisava de bolsas de sangue. O militar sofreu falência de órgãos como o fígado e do rim.
Em nota, a PM lamentou a fatalidade. O corpo dele foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). Ainda não há informações sobre o sepultamento do soldado, que tinha 29 anos e atuava no 12º BPM, em Camaçari.
Um tenente está internado no Hospital São Rafael, com saúde grave, e também precisa de sangue. Segundo a Aspra, ele está inconsciente. Um outro soldado está no Hospital do Aeroporto e não corre risco de morte, informa a assessoria de comunicação da PM. Ele deve receber alta na quinta-feira (19), aponta a PM.
Um quarto soldado, Manoel Reis Freitas, 34 anos, morreu. A avaliação física foi realizada no quartel do Batalhão de Polícia de Choque, em Lauro de Freitas, com participação de 67 policiais.
Ainda não há informações sobre o que teria causado o mal-estar dos participantes. A PM informa que aguarda conclusão do inquérito que apura as causas do mal-estar dos quatro policiais.
O Copes é um curso destinado a capacitar policiais às atividades de operações especiais de alto risco. Segundo a Polícia Militar, "todo candidato se inscreve voluntariamente e é obrigado por força de edital a realizar uma bateria de exames médicos de ordem laboratorial e cardíacos, e ainda apresentar atestado médico indicando estar apto para a realização de testes de esforço físico".
Família lamenta

"Nós não entendemos o que aconteceu, queremos saber o que houve. Ele estava em plena forma física, não tinha problemas de saúde, não bebia, não fumava. Como um homem vai morrer em uma corrida de 10 km?", afirmou o irmão do soldado morto, Toni Moreno. "Ele era um menino instruído. Era um sonho dele entrar para o batalhão, mas o sonho dele foi acabado", lamenta a tia Maria das Neves.

O soldado chegou a terminar o teste, que consistia em uma corrida de 10 km, mas apresentou sintomas como náuseas e foi levado para o Hospital Menandro de Farias. Ele foi transferido para o Hospital Aeroporto, onde morreu na noite de terça-feira (17). Nesta quarta-feira (18), familiares foram até o Instituto Médico Legal (IML) liberar o corpo do soldado. Ele será sepultado na quinta-feira (19), às 10h, na cidade de Valença, Baixo Sul do estado.
"Meu irmão teve convulsão e chegou no hospital já respirando com a ajuda de aparelhos. No hospital fizeram teste toxicológico e não deu nada. É muito estranho", afirma Toni Moreno. A PM informou que o soldado que morreu "apresentou quadro de insuficiência renal, sendo acometido de uma parada cardíaca".
Manoel deixa filha e esposa. Ele era lotado da 4ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) - Macaúbas. "Em Macaúbas, todo mundo do batalhão estava feliz por ele. Era importante para o batalhão que alguém de lá estivesse fazendo o teste. Era uma honra", acredita a tia Maria das Neves.
Os familiares contam ainda que Freitas tinha nível superior e sonhava entrar para o batalhão. "Nós sabemos do risco dele morrer por causa de tiros, mas morrer por causa de uma corrida de 10 km nós não entendemos. Ele estava muito contente, feliz por ter passado nas outras fases do teste. Ele queria crescer dentro da polícia", afirma Toni Moreno.

Comandante da PMERJ pede a Secretária de Segurança que suspenda investigação sobre tortura no CFAP


Coronel enviou, no último dia 4, um ofício à delegada solicitando a “suspensão temporária” do inquérito
Um pedido do comandante geral da PM José Luís Castro Menezes à chefe de Polícia Civil Martha Rocha causou atrito entre as duas corporações. O coronel enviou, no último dia 4, um ofício à delegada solicitando a “suspensão temporária” do inquérito aberto pela 33ª DP que investiga a prática de tortura durante treinamento no Curso de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap) no dia 12 de novembro. Na ocasião, 33 alunos deram entrada na enfermaria com insolação e queimaduras, entre eles Paulo Aparecido, que morreu dez dias depois.


No texto, Castro argumenta que os fatos investigados são de “indubitável caráter penal militar, eis que indiciados e vítimas ostentam condição de militares, além de terem sido praticados no exercício da função militar”.

O pedido não foi bem recebido pela chefe de Polícia. Em nota, Martha Rocha afirmou que “jamais determinaria a suspensão de qualquer investigação policial”.

A chefe de Polícia informou que as investigações vão prosseguir e que “os delegados estão submetidos somente aos ditames da lei. Ao final das investigações, o delegado da 33ª DP (Realengo) enviará o inquérito ao MP, que decidirá pelo oferecimento ou arquivamento da denúncia”.

Segundo o titular da 33ª DP, Carlos Augusto Nogueira, o objetivo da investigação é concluir se o que aconteceu no treino se configura como tortura, com pena máxima de oito anos. Dois Inquéritos Policiais Militares (IPMs) investigam o crime militar de maus tratos seguidos de morte, com pena de até dez anos.

Procurada, a PM alegou que a suspensão do inquérito não poria em xeque a transparência da investigações, já que “os depoimentos colhidos nos IPMs estão sendo realizados no MP, sob acompanhamento de promotores”.

Depoimentos


Após o ofício chegar ao gabinete de Martha Rocha, os procedimentos investigativos continuaram na 33ª DP. No dia 12, em depoimento na distrital, a suboficial Márcia de Fátima Nunes, enfermeira do Cfap, afirmou que não havia médicos nem ambulâncias na unidade na ocasião. No relato, ela também contou que alguns alunos chegaram molhadas na enfermaria. Ao MP, os recrutas disseram que os oficiais jogavam água gelada nos alunos que não suportavam os exercícios.

Ontem, os oficiais que participaram da sessão de treinamento compareceram na 33ª DP para prestar depoimento. O capitão Renato Martins Leal da Silva e os tenentes Sérgio Batista Viana Filho, Jean Carlos Silveira de Souza, Gerson Ribeiro Castelo Branco e Paulo Honésimo Cardoso da Silva já foram afastados do Cfap.

Leia, na íntegra, a nota da PM sobre o episódio:

"1- O pedido de suspensão temporária do procedimento na delegacia ocorreu depois de específica manifestação da 2ª Promotoria de Justiça, junto à Auditoria de Justiça Militar.

2- No entanto, o Comando da Corporação se encontra à total disposição da Polícia Civil, bem como do Ministério Público para colaborar prontamente, se entenderem pela imperativa necessidade de prosseguimento do aludido Inquérito Policial instaurado no âmbito da 33ª DP.

3- O pedido foi feito porque os fatos têm caráter penal militar, haja vista que, tanto indiciados como vítimas ostentam a condição de militares, além de terem ocorrido em local sujeito à administração militar, havendo, portanto, previsão expressa nos artigos 9º, II, a e b, e 213, parágrafos 1º e 2º do Código Penal Militar.

4- Quanto ao questionamento sobre a transparência, cabe destacar que os depoimentos colhidos no bojo dos citados Inquéritos Policiais Militares estão sendo realizados no âmbito do próprio Ministério Público em exercício na AJMERJ, sob acompanhamento direto dos Promotores em exercício naquele juízo."


Rafael Soares Jornal Extra

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Deputados da Comissão de Direitos Humanos visitam Centro de Treinamento da PMERJ

Rio - Membros da Comissão de Direitos Humanos da Alerj visitaram na manhã desta quinta-feira o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap) da Policia Militar, em Sulacap, na Zona Oeste. Estiveram no local os deputados Marcelo Freixo (Psol), Inês Pandeló (PT) e Flávio Bolsonaro (PP), presidente e membros da comissão, respectivamente.

Eles investigam as circunstâncias dos treinamentos no local após no último dia 12 o aluno Paulo Aparecido Santos de Lima, de 27 anos, dar entrada em estado grave no Hospital Central da PM com queimaduras nas mãos e nádegas, além de insolação aguda, adquiridas durante um treino.

Paulo teve morte cerebral na última segunda-feira. Outros 24 alunos tiveram queimaduras nas mãos e nádegas, enquanto outros nove quadro de insolação, hipoclicemia e dores de cabeça. Mais de 490 alunos participavam do treinamento, em um dia que as temperaturas bateram recordes no Rio. 
Participaram da reunião o diretor-geral de ensino da PM, coronel Antônio Carballo, o diretor do Hospital Central da PM, Portocarrero, e Nélio Campos, comandante do Cfap. Marcelo Freixo condenou as condições que os alunos enfrentam durante o treinamento.

"Não é dificil concluir que o treinamento foi muuito inadequado, já que uma pessoa morreu e outras 33 passaram mal. Não é possível que não haja um protocolo que impeça que um treinamento com uma temperatura tão elevada seja realizado. Não pode funcionar na base do bom senso", relatou. Freixo pediu o diagnóstico dos 33 alunos que deram entrada na enfermaria e o cronograma das atividades do dia.

O comandante do centro de treinamento se defendeu das acusações. "Os objetivos dos treinamento físico são a defesa pessoal, técnicas de abordagem, além de exercícios de educação física. Esses exercícios duram no máximo 50 minutos", disse. Ele também ressaltou que os alunos tem acompanhamento médico e casos mais graves são levados para a enfermaria do Cfap. "Foi um dia atípico e os fatores além do forte calor estão sendo apurados". Nélio Campos disse que será providenciado um protocolo para impedir treinamentos em dias com temperaturas mais elevadas.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Mais um Militar morre em treinamento de tropa de elite.


Ontem (24/01/2013) os noticiários nacionais informaram a “fatalidade” ocorrida com um jovem militar do exército em um treinamento. Como de costume, foi informado que será aberto um inquérito policial para apuração. Veja: Segundo a assessoria de comunicação da brigada, Kevin Alexandre Vaz dos Anjos de 20 anos se afogou durante uma instrução no complexo aquático do local. Algumas declarações indicam que o militar participava de uma partida de polo aquático, ou seja, um treinamento relativamente leve para os padrões das forças armadas.      
kenin alexandre soldado afogado
  O afogamento ocorreu por volta das 17h. Ele chegou a ser levado para o Hospital Santa Genoveva, mas não resistiu, e morreu às 18h40.  Por meio de nota oficial, o Exército informou que abriu um inquérito policial para apurar o caso. O oficial de relações públicas do exército declarou que a equipe médica estava presente, porém não conseguiram salvar o jovem ainda que “todas as medidas de primeiros socorros possíveis no momento tenham sido realizadas". Segundo ele o EB está prestando toda a assistência a família do jovem militar.
Caso semelhante há alguns anos. Marinha condenada.
Há alguns anos ocorreu caso semelhante em Belém, um soldado chamado Magno Alves faleceu em um treinamento em piscina. Ao final do processo movido pela família a justiça condenou a Marinha (União) a pagar uma indenização de R$ 140 mil de indenização por danos morais.  Marcelo Magno Alves Almeida morreu no dia 30 de março de 2006, quando participava de treinamento na piscina do Centro de Instruções Almirante Brás de Aguiar (Ciaba). A sentença, de 20 laudas, é da juíza federal Hind Ghassan Kayath, da 2ª Vara.
Veja: “depoimentos prestados em juízo e no IPM, bem como nas conclusões do laudo do IML, dão conta de que o soldado, ainda que portador de moléstia cardíaca antecedente à sua entrada para a Marinha, sofreu de fato agressões durante o treinamento a que foi submetido na data de seu falecimento, as quais, a teor dos elementos carreados aos autos, excederam a mera disciplina militar inerente ao serviço militar e foram determinantes para sua morte”.
Ao final a união foi condenada, a juiza declarou o seguinte:
“ a conduta perpetrada pelos agentes da União apresenta altíssima reprovabilidade social, devendo, portanto, ser considerada gravíssima, uma vez que atentou contra o bem maior do ser - humano, isto é, a vida”.
Com dados de G1, R7. HojeemDia, Montedo.com e Aperoladomamoré.