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quinta-feira, 30 de abril de 2015

domingo, 26 de abril de 2015

Jovem invade companhia da PM em BH, atira contra militar e acaba preso

Um jovem foi preso depois de uma atitude ousada na madrugada deste domingo. O homem, que não teve o nome divulgado, invadiu a 21ª Companhia da Polícia Militar (PM), na Avenida Pedro II, no Bairro Caiçara, Região Noroeste de Belo Horizonte, e atirou contra um policial. A arma falhou e ele acabou contido. 


De acordo com as primeiras informações da PM, o invasor, que tem 19 anos, seria usuário de drogas. Ele chegou no local e chamou pelo policial. Quando o militar apareceu, sacou uma arma e tentou atirar contra ele. Por sorte a arma falhou. 

Os militares entraram em luta corporal com o jovem. Na tentativa de contê-lo, uma porta de vidro acabou quebrando. 

O comandante da companhia convocou uma entrevista coletiva para o início da tarde deste domingo para passar mais detalhes sobre o caso.


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Carta despedida ex-soldado Leandro Montandon pediu baixa 32°BPM Uberlândia - MG

Olá nobres amigas, amigos e colegas.

Penso nestas palavras a muito tempo, elaborei mentalmente diversos modelos desta despedida, refiz falas, já pensei em deixar relatos dos momentos ruins que vivi na esperança de poder de alguma forma evitar que outros também os vivam, já desisti de escrever qualquer coisa, e por fim, aqui estou agora iniciando este texto.
Dia 19/01/2015 será um dia que marcará eternamente minha vida. Foi o dia no qual tomei a iniciativa e procurar a P1 e fazer os procedimentos necessários ao meu pedido de baixa da PMMG.  Vocês, na ativa, não podem calcular o que representa caminhar pelo corredor do 32º BPM às vésperas de completar 7 anos como policial militar, todos vividos nas atividades da 171ª Cia PM, em direção ao ponto final de minha carreira militar.
Sempre fui um militar enquadrado, nunca fui comunicado disciplinarmente, estive até a derradeira data no conceito A. Trabalhei no operacional, no dia, na madrugada, na rodoviária, na intendência, na recepção, em apoio a outros órgãos, e por fim na Patrulha Solidária. Curiosamente esta última atividade a que mais formou uma imagem pública de minha atuação. Para alguns um desperdício de recurso humano, para outros uma atividade que representa a própria imagem que a PMMG deseja para si no futuro, solidária, próxima a população, carismática e diferente da imagem dura e antipática de um militar tradicional.
Vi com meu próprios olhos a dificuldade de se oferecer segurança pública, vivi também na pele a angústia do não reconhecimento da importância do policial, vi inúmeras vezes o quanto o serviço policial é importante para a promoção da paz e do bem social, mas vi também o quanto em muitos casos o militar se torna a fonte de inúmeros problemas.
Parto neste momento com um desejo profundo de iniciar uma nova vida, com novas perspectivas, provavelmente agora com um salário menor, mas com a esperança de mais vida. Com a garantia de meus finais de semana, de meus feriados, de meus horários e de mais paz.
Acredito que tudo em nossa vida tem um propósito. Cada situação, cada pessoa, cada benção e cada problema que vivemos carrega em si uma razão e um objetivo para ser vivido. Eu particularmente vivi nestes meus tempos finais como policial momentos muito difíceis  na corporação. Fui chamado de “chapeleiro”, fui citado em relatórios e sindicâncias, fui indicado para possíveis transferências de região, de Cia, trabalhei em escalas estranhas, tive colegas cumprindo ordens de visita na escola em que trabalho para levantamento de informações, enfim, fui o alvo da vez.
Ser o alvo da vez me ensinou muito e nesta despedida espero poder deixar algumas reflexões que possam servir de registros históricos de problemas que podem ser evitados e podem tornar a PMMG uma instituição melhor para aqueles que nela trabalham. A primeira delas direcionadas a todo militar que ocupar uma posição de comando. Saiba: você influencia a vida daqueles sob seu comando.
Pode parecer óbvio mas tenho certeza em dizer que muito poucos consideram a influencia que suas ações podem ter na vida do outro, subordinado. Ser um policial militar não significa viver um sacerdócio, um sacrifício de vida, ser policial é tão somente um trabalho e isso precisa ser bem entendido. Uma pessoa pode ser um policial militar em seu trabalho o que não exclui a chance de ser marido, mulher, filho, filha, pai, mãe, irmão, irmã, amigo, amiga, vizinho, vizinha, fiel, ateu, entre tantos outros que podemos ser nas mais diversas situações de nossa vida.
Alguns chefes não entendem que o que devem esperar de seu subordinado é simplesmente o seu trabalho e acabam por exigirem sua vida. Já vi quem ameaçasse transferência para aquele que não desejasse participar de festa da cia, vi mudanças de horário de trabalho excessivas, vi chuvas de procedimentos direcionados a militares específicos e eu - dizem - quase parei em outra REGIÃO por ter, inicialmente, ficado doente e licenciado das atividades policiais.
Não exijam de seus subordinados mais que o trabalho, suspeitem daqueles que lhes dão mais do que seu trabalho pois terão nesta pessoa alguém com sérios problemas em sua vida pessoal. E temos tantos colegas assim. Se não há espaço para uma vida pessoal com qualidade não é de se admirar que tantos surtem, suicidem, adoeçam ou cometam desvios em algum momento. Os chefes que ignoram estes sinais de problemas vindouros são cúmplices destes problemas quando ocorrerem, reconheçam.
Adoeci, fui recomendado a não realizar esforço físico, me licenciei na PM tendo comparecido a escola no mesmo dia. Fui por isso questionado de tantas formas que confesso, tive dificuldades de argumentar. São tão óbvias as diferenças da natureza que cada atividade profissional possui e foram tão descabidas todas as consequências que tal licença gerou que ainda estou por entender tudo o que houve. E o mais curioso disso tudo, em pleno Yom Kippur. Em algumas tradições filosófico-religiosas o Yom Kippur, também chamado de Dia do Perdão, representa uma importante data sagrada e comemorativa. Curiosamente nesta data deram-se início todos os procedimentos que culminaram na minha decisão final de não integrar mais as fileiras desta corporação.
Tive um bom tempo de afastamento no qual pude me dedicar a atividades mais revigorantes, refleti muito e percebi que não posso colocar preço em minha dignidade, não posso vendê-la por salário. Obviamente nem todo chefe é problemático mas é certo que é considerado normal no ambiente militar que qualquer um tenha que “engolir sapos” periodicamente. Não me surpreende que as pesquisas apontem tamanha insatisfação pelo militarismo e tantos, especialmente em meio a tropa, são favoráveis a seu fim. Cada chefe incapaz de realizar uma mínima gestão de pessoas tem uma parcela considerável de responsabilidade no fim, cada dia mais possível, deste modelo de polícia militar ainda vivo.
Parto reconhecendo a possibilidade de um prejuízo financeiro mas com a certeza de que não me rendi ao autoritarismo despropositado. Saio com a cabeça erguida por saber que fiz o melhor enquanto pude e na torcida para que os colegas que ficam não sejam as próximas vítimas das intempéries emocionais de um chefe qualquer. Aprendi muito na instituição, especialmente que somos responsáveis por oferecer um tratamento digno e respeitoso, inclusive e principalmente a nós mesmos.
Aos amigos que deixo, meus sinceros votos de sucesso e felicidade. Torço para que sejam prósperos e que tenham seus caminhos livres de injustiças e perseguições. Me perdoem por partir sem despedir-me pessoalmente mas preferi a discrição na busca de uma tranquilidade maior no executar de meu pedido de baixa. Obrigado por tudo que me ensinaram e continuem honrando o modo como os vejo, heróis.
Aos demais outros... repensem seus papeis no mundo, na PM e na vida de todos em seu entorno. Semear discórdias, intolerâncias e ignorâncias não podem gerar frutos positivos. A solidão e o descrédito, é o mínimo que colherão. Triste este fim, e pode ser evitado.
Fiquem com Deus meus irmãos.
Um grande abraço a todos.
Saudações!
Comento: Um amigo pediu baixa da PMMG. Leandro Montandon era lotado em Uberlândia-MG, e tive a honra e o privilégio de trabalhar com ele. Formado em Ciências Sociais, atividade que também exerce nas horas de "descanso", tenho a certeza de que este cidadão tomou a decisão certa, apesar de ter ficado nas fileiras da PMMG por sete anos. Que deus lhe abençoe e lhe dê sabedoria nas próximas missões que virão, pois sei do seu potencial e da capacidade que terás de transpor os obstáculos que por ventura apareçam. Vc foi um GRAANNNDE parceiro!!! Segue abaixo a carta escrita pelo próprio Ex-Sd Montandon, e que nos serve de reflexão...Agora amigo...bata asas...

segunda-feira, 2 de junho de 2014

MG: Projeto de Lei que trata do auxílio, proteção e assistência dos servidores da Segurança Pública


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O deputado Sargento Rodrigues reuniu-se, novamente, com o Subchefe do Estado Maior da Polícia Militar de Minas Gerais, Coronel Adeli Silvio Luiz, com o deputado federal Subtenente Gonzaga e com os representantes das entidades de classe para discutirem as sugestões que serão enviadas ao Projeto de Lei nº 1.353/2011 que dispõe sobre a proteção, o auxílio e a assistência aos policiais e bombeiros militares, policiais civis e agentes penitenciários e socioeducativos do Estado. Sargento Rodrigues foi relator da matéria, em 1º e 2º turno, que já está pronta para votação, em segundo turno, no plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). A reunião ocorreu nesta segunda-feira, 2/6/2014, na Comando-Geral da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves.Continue lendo no sargentorodrigues.com.br

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Minas: Policiais Civis, Militares e familiares protestaram pelo Direitos Humanos e mudança do Código de Processo Penal



















fotos extraídas do facebook do deputado estadual Sargento Rodrigues. Agradecemos ao deputado, aos presentes e nossas condolências às famílias dos policiais assassinados em combate.

sábado, 17 de maio de 2014

Soldado da PM MG, à paisana, é morto a tiros ao impedir assalto em Belo Horizonte

Do R7
Um soldado da Polícia Militar foi assassinado na noite desta sexta-feira (16) ao tentar impedir um assalto na avenida Fleming, no bairro Ouro Preto, na região na Pampulha, em Belo Horizonte. André Luiz Lucas Neves, de 27 anos, será velado neste sábado (17) às 17h no Cemitério da Saudade, na região leste da capital mineira, e o enterro será no domingo (18), às 9h, no mesmo local. Um dos três bandidos envolvidos na ocorrência foram presos, o segundo morreu e outro está foragido.
O militar estava à paisana no local quando percebeu que o trio tentava assaltar uma pessoa, se identificou como policial e entrou em uma luta corporal com os ladrões. Ele levou dois tiros, na cabeça e nas costas, durante a briga. O PM chegou a ser levado ao Hospital Odilon Behrens por uma viatura da polícia, mas faleceu.  
Durante as buscas pela região, os militares prenderam José Henrique da Silva Bento, de 30 anos, que tentava fugir a pé. O suspeito chegou a sacar um revólver calibre 38, mas foi imobilizado pelos PMs.
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O Soldado André Luiz Lucas Neves, 27, será velado no Cemitério da Saudade à partir das 17 horas deste sábado (17/05). O enterro será amanhã, Domingo (18/05), às 9 horas.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

PARABÉNS À CORREGEDORIA DA PM MG RECONHECE LEGÍTIMA DEFESA E AS EXCLUDENTES DE ILICITUDE

Instrução número dois da CPM


Bom dia a todos. Notícia importante. Depois de muitos embates a Corregedoria baixou a Instrução de Corregedoria número 2 que corrobora a tese do Dr. André Mourao, juiz militar.

Esta instrução preve que em casos de ação do policial em legítima defesa, é feito o APF, porém sua prisão não é ratificada reconhecendo a Autoridade de Polícia Judiciária Militar o excludente de ilicitude. Com isso o militar é liberado imediatamente e não como antes em que ele ficava preso aguardando sua liberação pela Justiça Militar.

Prevaleceu o bom senso, a norma legal e a representatividade.
Fineza repassarem a todos, pois eu acompanhei um caso em que o encarregado do APF não tinha conhecimento desta instrução.

Bola dentro da Corro.

Deputado Cabo Julio

Fonte: blog da Renata

domingo, 27 de abril de 2014

CABO PM MORRE EM ACIDENTE



ESTAMOS DE LUTO
Na noite de sábado, 26/04/2014, por volta de 18 horas, uma colisão entre dois veículos vitimou o Cabo PMMG Edson Ferreira Sette, lotado na cidade de Mariana-MG, onde residia com a família. Cabo Edson transitava sozinho em seu veículo, vindo da capital mineira sentido Mariana, onde participava de um curso para formação de Sargentos da Polícia Militar.
O veículo que Cabo Edson dirigia, de marca GM, Modelo Chevette Marajó, placa GPJ-6219, colidiu com o veículo marca Fiat, modelo Siena, placa HZW-7491, Belo Horizonte, que seguia sentido contrário. Equipe do SAMU constatou o óbito do Cabo no local. Guarnição dos Bombeiros Militares também estiveram no local do acidente e cuidaram para que novos acidentes não ocorram, devido ao óleo derramado na pista pelos veículos acidentados. Perito da Polícia Civil também esteve no local e laudo pericial apontará as causas do acidente.
O velório ocorrerá no Cemitério Santana no município de Mariana/MG, na parte da manhã do dia 27 de abril de 2014, localizado na Rua Dona Luci Moraes. O funeral ocorrerá na cidade de Ponte Nova/MG (ainda sem horário, provavelmente na parte da tarde).

domingo, 2 de março de 2014

PMMG cria legislação para restringir Liberdade de Expressão de policiais



Lidar de modo respeitoso com as discordâncias e as críticas é uma das características de organizações de espírito democrático, tolerantes. Com o advento das mídias sociais, atualmente principalmente o Facebook e o WhatsApp, ficou cada vez mais difícil tutelar esse Direito fundamental, mas ainda há instituições e pessoas que insistem na tese da proibição – ineficiente, contraproducente e negativa à imagem corporativa. A “bola da vez” é a Polícia Militar de Minas Gerais, que está tentando reprimir quem se manifestar contrariamente às resoluções sagradas e inquestionáveis do escalão superior.

Blog Abordagem Policial

Observe o item 3, da Portaria Interministerial N° 2, expedida pela Secretaria Especial de Direitos Humanos, do Ministério da Justiça, publicada em 15 dezembro de 2010 e tire suas conclusões...

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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Enterrado sargento morto em combate em Uberaba





Na manhã desta quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014, policiais militares, autoridades, populares e familiares se despediram do amigo e companheiro militar Sargento Regivaldo Alves Ferreira. A comoção tomou conta de todos os presentes por lembrarem de um companheiro de farda amigo, alegre e extramente profissional. O Comandante Geral da Polícia Militar de Minas Gerais, Coronel Márcio Martins Santana, comandou as últimas despedidas ao militar ao lado do Comandante Regional, Coronel Laércio dos Reis Gomes, do Comandante do 4º BPM, Ten. Cel. Waldimir Soares Ferreira, do Prefeito de Uberaba, Paulo Piau, e de vários militares que deram o último adeus ao Sargento Regivaldo com todas as honras militares por ter ao lango de tantos anos realizado bons e relevantes serviços prestados à comunidade. 



Fotos do jornalista Sérgio Teixeira.


Comento: Infelizmente mais um irmão de farda se foi e que deus o abrace na sua misericórdia infinita. Parabéns pela atitude Senhor Comandante Geral PMMG Coronel Santana. O senhor sempre foi um homem de tropa!!!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

PM MG lança novos Batalhões e coloca policiais nas ruas


A Polícia Militar apresentou três novos batalhões da corporação que já vão iniciar as operações. Eles fazem parte do conjunto de ações para reforçar a segurança pública anunciado pelo governador Antonio Anastasia. Ao todo, 800 militares, incluindo oficiais da inteligência da Polícia Militar e da administração, vão integrar os dois batalhões denominados Metrópole. Eles vão atuar na prevenção e repressão nas ruas, realizando um mapeamento das áreas de maior necessidade da atuação policial. Além disso, outros 163 alunos do curso de formação de oficiais vão atuar no Batalhão Acadêmico. Eles realizarão a parte prática do curso no exercício da atividade policial de forma preventiva, atuando em conjunto com os batalhões Metrópole.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Uberaba terá novo batalhão da PM

Piau e Anastasia anúncio de batalhão (Foto: Divulgação/ Wellington Pedro (Agência Minas))
Após reunião na tarde desta terça-feira (11) com o governador Antonio Anastasia, em Belo Horizonte, o prefeito de Uberaba, Paulo Piau, divulgou no perfil dele no Facebook a informação de que a cidade será contemplada com a implantação de um segundo batalhão da Polícia Militar.

Junto com o prefeito, também estava uma comitiva formada por membros do G9 - grupo que reúne nove entidades de classe, políticos e entidades policiais da cidade. O grupo foi para a capital justamente para discutir e reivindicar melhorias na segurança pública
Segundo Piau, a requisição que ocorre desde o primeiro ano da gestão será oficializada durante visita do governador no dia 1º de abril. Sobre o prazo e o valor do empreendimento, ele afirmou que serão anunciados durante a visita.
“Ele também irá inaugurar o Posto de Perícia Integrada (PPI) - conhecido como Instituto Médico Legal (IML), e autorizar a reforma da cadeia do Parque das Américas, além de verificar a implantação do Olho Vivo, que já está sendo instalado”, informou o prefeito em nota enviada pela assessoria nesta tarde.
Piau acrescentou ainda que a obra vem para incrementar o trabalho já realizado por órgãos competentes e é um avanço dentro do Plano de Segura Pública que está em elaboração. “Temos nossa Guarda Municipal e estamos elaborando um Plano de Segurança Pública do município, embora não seja obrigação direta, mas estamos fazendo em face da necessidade vivida em nossa cidade. Então este compartilhamento entre os governos Municipal, Estadual e Federal e também a sociedade tem ocorrido e vamos agir no sentido de enfrentar o banditismo e a criminalidade e colocá-los onde devem estar, ou seja, fora da sociedade, presos nas penitenciárias e sem trazer insegurança à população”, destacou.
Foto: Divulgação/ Wellington Pedro/Agência MinasG1 Triângulo Mineiro

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Deputado Sargento Rodrigues se reúne com Comando Geral sobre irregularidades na escala


AGENDA-COMANDO-PPMGO deputado Sargento Rodrigues reuniu-se na tarde desta segunda-feira, 10/2/2014, com o Comandante-Geral da Polícia Militar de Minas Gerais, Coronel Márcio Martins Sant'Ana para discutir as inúmeras denúncias recebidas em seu gabinete sobre os abusos cometidos no cumprimento das escalas de serviços implantadas no intuito de regulamentar a jornada de trabalho em 40 horas semanais prevista na Lei Complementar 127/2013.
Na ocasião, Sargento Rodrigues externou sua preocupação em relação às reclamações, já que todos os policiais que ligaram para o gabinete ou enviaram mensagens ao e-mail do parlamentar afirmaram que a Lei Complementar 127/2013 é uma grande conquista porém, eles estão denunciando que em várias cidades do interior do Estado de Minas Gerais, comandantes de Pelotões, Companhias, Batalhões e RPM'S não estão cumprindo a carga horária das 40 horas semanais e/ou estão fazendo escalas de serviço que contrariam a Resolução baixada pelo Comandante-Geral da PMMG.
Policiais militares do Grupamento de Trânsito de Contagem relatam: “estamos sendo extremamente prejudicados em nossas escalas, não nas horas trabalhadas, mas sim na forma como estão sendo escalados”.
Os policiais militares da 11ª Região da Polícia militar (RPM): “falam que a escala é rodízio, porém não existe um cumprimento ao rodízio, você nunca sabe o horário que vai trabalhar implicando diretamente na vida social dos PM'S que não podem marcar nenhum compromisso, principalmente com a sua família”.
Em Juiz de Fora, os militares da 269ª CIA do 27º BPM também questionam a aplicação da escala de serviço, “mas só que aqui em Juiz de Fora no 27BPM, somos obrigados a trabalhar calados e ao mesmo tempo ter quer fazer operações onde reclamamos da carga horária com a administração e, os mesmos falam que estamos sempre devendo horas”.

Na 2ª CIA de Missão Especial em Contagem os relatos são: “acontece que com a aprovação da nova jornada de trabalho das 40 horas semanais, tivemos nossa escala de trabalho alterada para 3x2 no final de 2013 sendo obrigados a trabalhar cada dia em um horário diferente, por diversas vezes tentamos argumentar com os oficiais e sargentos responsáveis pela elaboração das escalas a respeito da adequação das escalas para os estudantes mas infelizmente não fomos atendidos”.
Do município de Uberlândia foi feito o seguinte pedido: “gostaria de pedir aos senhor nobre deputado que ajudou no processo de implantação de uma carga horária na pmmg que entrasse em contato com as associações que representam os militares para que fosse feito um estudo junto a tropa à respeito da implantação da carga horária, seus efeitos e se a carga horária esta sendo fielmente cumprida pela pmmg”.
Policiais Militares da 15ª Cia. Independente de Caeté também se manifestaram: “contentes pelas conquistas, porém infelizes da forma que nossos comandantes estão levando as coisas, onde nosso comandante de pelotão em chamada nos disse que os insatisfeitos estavam liberados para solicitar transferência para onde a escala estivesse de acordo consigo e aqueles insistentes ficariam a disposição da região, calando a todos. esta é somente a projeção da escala mensal a surpresa vem dia a dia na escala ordinária que somos obrigados a acompanha-la, nos privando de marcar uma consulta odontológica ou medica e laser com a família”. 
Em ofício 0086/2014, entregue ao Coronel Márcio Martins Santana, Rodrigues pontua como ponto principal do nascedouro desses, em tese, abusos, a não autorização por parte da Unidade de Direção Intermediária e, consequentemente, sem que os Comandantes de UDI façam a aprovação das escalas mediante a devida publicação, é de se supor que não esteja ocorrendo a “ciência ao Chefe do EMPM para controle”, conforme determina o § 1º do artigo 7º da Resolução 4285/13.
A lei em vigor determina que a carga-horária semanal de trabalho dos militares da PMMG, ressalvado o artigo 15 do EMEMG, corresponderá a 40 (quarenta) horas semanais, nesse sentido o artigo 1º do Decreto Estadual 46.346 de 14Nov13 que regulamenta a Lei Complementar 127/13, determina que “os Militares do Estado que estejam no desempenho de atividade policial militar terão a jornada de trabalho estabelecida conforme escala fixada pelos Comandantes-Gerais das Corporações” .
O artigo 7º da Resolução 4285/13 narra que “atendendo às peculiaridades de cada Unidade e modalidade de policiamento, os Comandantes de UEOp encaminharão aos seus respectivos Comandantes de UDI propostas de ciclos e jornadas de trabalho, observados o art. 1º desta Resolução e a estatística de incidência criminal. § 1º – Os Comandantes de UDI farão a aprovação das escalas, mediante publicação e ciência ao Chefe do EMPM para controle”. (grifamos).
Ainda de acordo com o Ofício entregue ao Comandante da PMMG, Rodrigues pontua que o que se tem observado, inclusive, nas viagens por todo o Estado, é que nas unidades onde a escala é divulgada para a tropa em 03 (três) serviços de 08 (oito) horas, por 02 (dois) dias de descanso/folga, os policiais militares estão trabalhando em 04 (quatro) serviços por 01 (um) dia de descanso. O que fica latente é que, em tese, essas unidades estão deixando de manter uma regularidade do conjunto sequencial de dias de empenho do policial militar (ciclo); em um dia o policial militar é escalado em jornada de 08 (oito) horas, no dia seguinte é escalado em jornada de 06 (seis) horas, no terceiro dia é escalado em jornada de 08 (oito) horas. Dessa forma sempre o policial militar estará devendo horas em sua jornada semanal e/ou mensal. Raramente o mesmo terá um ciclo fechando com um dia de descanso, seguido por outro dia de folga. Inclusive, há relatos de que quando questionado o Comandante diz que a atual resolução proíbe qualquer tipo de empenho superior a 08 (oito) horas por dia.
Há notícia de policial militar saindo de serviço ordinário às 07:00 horas e retornado para novo turno ordinário com chamada em horário que varia entre às 10:00 até 17:00 horas, não lhes sendo garantido um tempo mínimo para sua recomposição orgânica, já que passou a noite anterior em claro, trabalhando. Se fosse serviço especial ou extraordinário, ainda poderia se alegar a ressalva do artigo 15 do EMEMG (necessidades de urgência e emergência inerentes às atividades de segurança pública), mas não é o caso, por ser tratar de policiamento ordinário.
Tais fatores sub-reptícios é que tem gerado descontentamento e reclamações por parte de policiais militares, pois principalmente no interior do Estado, continuam não gozando do devido descanso seguido de uma folga.
O deputado Sargento Rodrigues ressaltou, também, que a Corporação estará privando o policial militar de exercer o princípio mais importante do texto constitucional, “a dignidade da pessoa humana”; a persistirem essas ações sem que haja transparência e a devida publicidade das escalas de cada Unidade para conhecimento de todos e balizamento de ações. “ O policial militar sujeito de deveres e direitos, necessita conviver com sua família, sua esposa, seus filhos e participar do convívio social com os membros de sua comunidade. Privar o policial militar deste convívio é isolá-lo do restante da sociedade”, afirmou.
Existem queixas relativas à aplicação das escalas em Patos de Minas, no 15º BPM/156ª CIA, 14ª RPM/3º BPM, 241ª CIA na Cidade de Arcos, 269ª CIA/27BPM Juiz de Fora, 12ª Região, 10ª CIA/5º BPM, 11ªRPM, 50º BP, 30º BPM, 15º BPM/156 CIA, 98ªPMesp Coromandel, 3º Pel/20ªCIA Ind, 9º PEL/3ª RPM, 8ª RPM, 21ªCIA PMIND Ponte Nova, 164 CIA PM, Governador Valadares,CIA IBITURUNA/6º BPM, no Destacamento de São Sebastião do Oeste, 174 CIA.ESP./33º BPM,COPOM/11ª RPM, entre outras unidades.
Após todo o relato feito pelo deputado Sargento Rodrigues, o Comandante-Geral da Policia Militar, Coronel Márcio Martins Santana, entendeu a preocupação e a cobrança que o deputado estava levando, assumindo o compromisso de buscar corrigir, dizendo inclusive, que vai estudar a possibilidade de criar uma ouvidoria para receber reclamações ou sugestões sobre as escalas de serviço.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Viaturas ficam sem manutenção

Há um mês, a frota de viaturas da Polícia Militar (PM) está sem cobertura para reparos e manutenção. É que em janeiro passado se encerrou o contrato que o governo de Minas mantinha, desde 2005, com a empresa Júlio Simões, responsável pela manutenção dos veículos.
Uma fonte da PM ouvida pela reportagem relata que, com isso, em alguns casos, o patrulhamento é feito a pé. Moradores também reclamam da falta de veículos ou do sucateamento dos que restaram. É o caso dos bairros São Luiz e Bandeirantes, na Pampulha. Segundo a Associação Pro-Civitas, que representa os dois bairros, apenas duas viaturas têm feito o patrulhamento.
Antes do encerramento do último contrato, assinado em 2011, o Estado pagava, em média, R$ 3,5 mil por mês por veículo que passava pela manutenção, segundo a Associação dos Praças Policiais e Bombeiros de Minas Gerais (Aspra). O acordo ainda previa o fornecimento de mil veículos a um custo total de R$ 35,4 milhões.
Apesar de a empresa afirmar que os veículos fornecidos não pararam de circular com o vencimento do contrato, pois foram incorporados à frota de 9.000 viaturas de Minas, muitos estão parados nas oficinas da empresa, já que, até o último dia 22, o grupo ainda recebeu carros que estavam nas ruas e sofreram danos. No entanto, antes que a Júlio Simões pudesse concluir a manutenção, o governo mineiro decidiu não renovar o contrato. A assessoria do grupo não soube informar o número de carros que até agora não foram liberados.
A reportagem procurou a 17º Companhia da PM, responsável pela região, mas o comandante não foi encontrado. Para o sociólogo Robson Sávio, especialista em segurança pública, só a presença ostensiva da polícia desestimula a prática de crimes. “Estudos mostram que a baixa vigilância é o principal fato para os roubos. Não adianta anunciar que está comprando viaturas novas se elas não estão nas ruas”, destacou o especialista.
Saiba mais
Flagrantes.  Reportagem publicada por O TEMPO em janeiro mostrou que viaturas deixam de fazer o policiamento para ficar paradas nas delegacias por cerca de sete horas para registrar um flagrante. Isso acontece também na delegacia do Detran.
Demora.  A espera ocorre porque a Central de Flagrantes concentra todos os flagrantes de seis regionais da capital. 

Resposta. Na época, o chefe da Polícia Civil, Cylton Brandão, afirmou que está sendo feito um estudo para minimizar o tempo de espera. O levantamento deve ser concluído neste mês.
Abordagem
Ameaça. A equipe de O TEMPO foi abordada por militares do 5º Batalhão, enquanto fazia a foto de viaturas no pátio. O fotógrafo e o motorista da equipe ficaram retidos no batalhão por 20 minutos. 
Sem combustível para rodar, carros ficam parados em pátio

A falta de combustível para as viaturas fazerem o policiamento na capital foi outra denúncia recebida por O TEMPO. Haveria uma espécie de racionamento para as viaturas que seriam recolhidas quando ultrapassam a cota mensal disponível por batalhão.

Fontes ouvidas pela reportagem informaram que as cotas não seriam suficientes. Em Santa Luiza, na região metropolitana, por exemplo, as viaturas só podem rodar 30 km por turno de oito horas.
Ontem, após denúncias, a reportagem esteve no 5° Batalhão de Polícia Militar, na Gameleira, região Oeste, e constatou a presença de 300 viaturas paradas, muitas sem placas.

A assessoria da PM afirma que são carros que foram comprados e estão sendo transformados em viaturas. De acordo com o major Gilmar Luciano, a presença dos carros no local é normal. Porém, segundo ele, a informação sobre a quantidade exata de carros, quando eles chegaram e como serão utilizados, só será repassada na próxima segunda-feira.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Soldado ameaça pular do 13º andar de prédio no Centro de BH


Um policial militar mobiliza um grande efetivo da corporação na manhã desta terça-feira, no Centro de Belo Horizonte. O soldado Júlio César, do 47º batalhão de Muriaé, Zona da Mata de Minas, está  no 13ª andar de um prédio localizado na Rua São Paulo, nº 390 ( esquina com Caetés), e ameaça pular do edifício. 

Policiais do Gate trabalham na ocorrência e tentam negociar com o militar. A tentativa de suicídio seria motivada por uma uma possível exclusão do policial dos quadros da PM.

Por causa da ocorrência, um trecho da Rua São Paulo está fechado e o trânsito na região central é muito complicado.  


sábado, 25 de janeiro de 2014

Manifestantes jogam bomba em quartel da PM em protesto contra morte de assaltantes (onde vamos parar?)

Um adolescente de 17 anos e um jovem de 28 foram detidos depois de participarem de um protesto que terminou com ato de vandalismo na noite dessa quinta-feira (23), em Tupaciguara, no Triângulo Mineiro. Segundo a Polícia Militar, eles comandavam o grupo que chegou a jogar um coquetel molotov no antigo quartel da PM, no Centro da cidade. De acordo com os militares, cerca de 30 pessoas participaram do protesto, que terminou sem nenhum ferido.

O motivo da manifestação foi a morte de dois jovens, de 18 e 27 anos, que haviam participado de um assalto na noite dessa quarta-feira (22), em Monte Alegre de Minas. A PM informou que quatro indivíduos roubaram uma moto e fugiram por uma estrada de terra que liga Monte Alegre de Minas a Tupaciguara.
Após ser acionada, os policiais fizeram um bloqueio para capturar os suspeitos. Houve troca de tiros e os dois jovens foram atingidos. Eles chegaram a ser socorridos e levados ao Hospital São Lucas, mas não resistiram aos ferimentos. Os outros dois suspeitos continuam foragidos.