Seguidores

Mostrando postagens com marcador ministério esporte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ministério esporte. Mostrar todas as postagens

sábado, 29 de outubro de 2011

Revistas apontam supostas relações do governador do DF com as denúncias do PM que derrubou Ministro dos Esportes



Reportagens das edições deste final de semana das revistas "Época" e "IstoÉ" apontam supostas relações entre o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, e o policial militar do Distrito Federal João Dias Ferreira, que denunciou esquema de desvio de verbas no Ministério do Esporte. A denúncia de Ferreira provocou a crise política que resultou, na última quarta (26), na demissão do ministro Orlando Silva, sucessor de Agnelo no comando do Ministério do Esporte.
O advogado do governador, Luis Carlos Alcoforado, contestou as denúncias divulgadas pelas duas publicações e disse que o cliente não é investigado. O governo do Distrito Federal divulgou notas rebatendo as acusações (leia mais ao final deste texto).

De acordo com a revista "Época", a Polícia Civil do Distrito Federal flagrou diversos telefonemas entre Agnelo e Ferreira durante investigação no ano passado. Nos diálogos, segundo a publicação, os dois tratam nas conversas da produção de documentos que justificassem os gastos de organizações não governamentais (ONGs) administradas pelo policial e que receberam verba do programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte.
G1 DF

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Agnelo, o Arruda do PT: Testemunha afirma que governador do DF era o chefe do esquema no esporte


Reportagem publicada no último fim de semana pela revista Istoé traz o depoimento do auxiliar administrativo Michael Alexandre Vieira da Silva, testemunha-chave da Operação Shaolin da PF, ocorrida no ano passado. A operação investigou irregularidades no programa Segundo Tempo do Ministério do Esporte e terminou com a prisão de cinco pessoas – entre eles, o policial João Dias Ferreira, que agora denuncia a participação de Orlando Silva no esquema. As declarações de Michael são contundentes: ele afirma que o chefe do esquema de corrupção montado no ministério do Esporte era o ex-ministro e ex-comunista baiano Agnelo Queiroz, hoje governador do DF e petista.
Até agora, Agnelo vinha tentando se distanciar do noticiário sobre o ministério que ele comandou do primeiro dia do governo Lula até março de 2006 e entregou a Orlando Silva, seu secretário-executivo na pasta. Como deixou o cargo há mais de 5 anos, Queiroz se defende dizendo que todas as contas de sua gestão foram aprovadas pelo TCU. Não é bem assim: com base em relatório do próprio Tribunal de Contas da União, o Ministério Público Federal entrou com ação contra Agnelo e o Comitê Organizador dos Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro acusando o superfaturamento de obras do Pan-2007. Além disso, Agnelo também já consta como investigado em processo que corre no STJ sobre as irregularidades no Programa Segundo Tempo.

A “vocação” do Partido Comunista do Brasil para gerir os esportes em administrações petistas foi descoberta em 2001, quando Marta Suplicy era prefeita de São Paulo e entregou a secretaria da área ao partido. Quando Queiroz assumiu o ministério, o Esporte era considerada uma espécie de “prêmio de consolação” ao PC do B. Em 2003, a pasta tinha o menor orçamento do primeiro ministério do governo Lula. Com o comando dos esportes em nível federal, enquanto o ministério ainda era considerada praticamente insignificante, os comunistas passaram a centralizar suas indicações em governos e prefeituras Brasil afora na área – quase sempre fazendo parte de coligações onde o cabeça-de-chapa era do PT -, criando as condições para o“esporteduto” do PC do B.

Com os anúncios de que o Brasil seria sede dos dois maiores eventos esportivos do mundo, a Copa-2014 e a Olimpíada-2016, além do Pan-2007, que seria uma espécie de “treinamento” para os dois outros, o ministério dos Esportes ganhou importância e verbas, e Queiroz começou a aparecer. Literalmente. Assim como Orlando Silva, Agnelo também teve lá suas “tapiocas” (escândalos de gravidade menor, mas que dão indícios do caráter do homem público) enquanto comandou o ministério. Dois episódios emblemáticos já entraram para o folclore político e esportivo nacional: a ocasião em que o ministro autografou, junto com ídolos do basquete, uma camisa que homenageava os bicampeões mundiais na modalidade e o episódio da Copa América de 2004, no Peru, quando Agnelo colocou no peito a medalha de ouro que seria entregue ao zagueiro Luisão, que saiu machucado durante a final e foi levado a um hospital antes da cerimônia de premiação. Menos engraçadas foram a festa de aniversário que usou a estrutura do ministério, a hospedagem do ministro em navio de luxo junto com Bill Gates na Olimpíada de Atenas-2004 e as diárias pagas pelo COB em sua viagem à Republica Dominicana (2003), que também havia sido financiada pelo governo brasileiro.

Agnelo saiu do ministério em 2006, para concorrer a uma vaga no Senado pelo DF. Perdeu para Joaquim Roriz. Em 2010, já no PT (ele se desfiliou do PC do B em 2008), conseguiu ser eleito governador depois do escândalo que derrubou seu antecessor José Roberto Arruda, candidato natural à reeleição antes de ser preso, e da cassação dos direitos políticos de Roriz, que foi impedido de concorrer por causa da lei da Ficha Limpa e acabou lançando sua esposa Weslian como candidata na última hora. Sem opções, o eleitor candango viu-se forçado a escolher entre Weslian Roriz e Agnelo Queiroz no segundo turno:
Podia-se argumentar que Weslian era apenas uma Dilma com menos media training e um padrinho político um pouco menos popular, mas o eleitorado do DF, traumatizado com o descalabro da administração anterior, preferiu não arriscar e elegeu o ex-ministro. Durante a campanha, surgiram denúncias de aumento de patrimônio acima da renda e de invasão de terreno público contra Agnelo. Agora, com os indícios de que o “esporteduto” do PC do B começou com Queiroz, que teria continuado chefiando o esquema mesmo quando não era mais ministro, a comparação com Arruda é inevitável. Se Orlando Silva perder o cargo de ministro por ter herdado e dado continuidade ao “esporteduto” do PC do B, como ficará a situação de Agnelo, o mentor, à frente do governo do DF?


implicante.org
http://www.implicante.org/blog/agnelo-o-arruda-do-pt/

João Dias diz ter entregue 13 áudios envolvendo assessores do Ministro do Esporte


O policial militar João Dias Ferreira disse que não possui provas do envolvimento direto do atual ministro do Esporte, Orlando Silva, e de seu antecessor, Agnelo Queiroz, no suposto esquema de desvios de recursos públicos da pasta. O policial militar negou que tenha gravado diálogos de Orlando Silva. "Em nenhuma delas [das gravações] tem a voz do ministro".
Ao prestar novo depoimento nesta segunda-feira (24) à Polícia Federal, João Dias levou 13 arquivos de áudio e 4 ofícios emitidos pelo Ministério que, segundo ele, trazem "informações contraditórias" sobre a fiscalização dos repasses de verbas da pasta a entidades conveniadas. Segundo o policial, o material envolveria assessores da cúpula do ministério.

O policial militar também apontou o nome de sete ONGs que teriam contratos irregulares com o ministério e, de acordo com Dias, utilizavam os serviços de dez empresas fornecedoras indicadas pela pasta.

Em nota divulgada neste sábado (22), o Ministério do Esporte questionou a apresentação da conversa transcrita pela revista "Veja" e diz que pedirá à Polícia Federal para incorporar a gravação à investigação em andamento sobre o suposto esquema de desvio. No texto, a pasta classificou o material como "uma suposta gravação e cita supostos trechos, partes de frases, palavras isoladas, com o intuito claro de induzir os leitores".
G1 DF

sábado, 22 de outubro de 2011

Pastor evangélico diz que Esporte cobrou propina para o PCdoB


O pastor evangélico e fundador da Igreja Batista Gera Vida de Brasília, David Castro, 56 anos, afirmou que foi pressionado a repassar 10% do R$ 1,2 milhão que recebeu do Ministério do Esporte para os cofres do PCdoB, partido que controla a pasta. 
Em 2006, o ministério fechou convênio com a Igreja paradesenvolver atividades esportivas para crianças carentes, dentro do programa Segundo Tempo, segundo informações da Folha de S.Paulo.
O projeto fora apresentado por Castro quando o titular da pasta ainda era o atual governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, hoje no PT, sendo assinado já por Orlando Silva, em novembro do mesmo ano. Castro, que se recusou a citar o nome das pessoas que o procuraram, disse que usavam o nome do ministro e que se recusou a pagar a propina, sofrendo retaliação na hora da prestação de contas. 
O Ministério Público acusa a igreja de ter cometido irregularidade em licitação para comprade merenda - depois que houve a recusa em pagar a propina, segundo o pastor.
Jornal do Brasil

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Orlando ameaça e Dilma não demite

Um certo Dossiê Agnelo manteve no cargo Orlando Silva, ministro do Esporte, por falta de provas contra ele e excesso de provas contra o petista.

fonte blog Coturno Noturno

Documentos mostram que mulher de Orlando recebeu dinheiro do governo por meio de ONG do PC do B


Documentos obtidos pelo Estado mostram que Anna Cristina Lemos Petta, mulher do ministro do Esporte, Orlando Silva, recebeu dinheiro da União por meio de uma ONG comandada por filiados ao PC do B, partido do marido e ministro. A informação sobre negócios da União com a empresa de familiar de Orlando Silva teria preocupado a presidente Dilma Rousseff, que está reunido com o ministro. Ele poderá deixar o Palácio do Planalto na condição de ex-ministro do Esporte.
É a própria Anna Petta quem assina o contrato entre a Hermana e a ONG Via BR, que recebeu R$ 278,9 mil em novembro do ano passado. A Hermana é uma empresa de produção cultural criada pela mulher do ministro e sua irmã, Helena. Prestou serviços de assistente de pesquisa para documentário sobre a Comissão da Anistia.
A empresa foi criada menos de 7 meses antes da assinatura do contrato com a entidade. Pelo trabalho, recebeu R$ 43,5 mil.
A ONG Via Brasil tem em seus quadros Adecir Mendes Fonseca e Delman Barreto da Silva, ambos filiados ao PC do B. A entidade também foi contratada em maio do ano passado pelo Ministério do Esporte, para promover a participação social na 3ª Conferência Nacional do Esporte. No negócio, recebeu mais R$ 272 mil.
Documentos obtidos pelo Estado mostram o curto espaço de tempo transcorrido entre a criação da empresa de Anna Peta e a celebração de convênio da ONG Via BR com o Ministério da Justiça. A Hermana foi criada apenas três meses antes da assinatura do convênio para a produção de documentário sobre a Comissão da Anistia e no mesmo mês em que a Via BR foi contratada pelo Ministério do Esporte.
Estadão.com.br

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Policial depõe na PF e diz que apresentou provas sobre corrupção nos Esportes

 Em depoimento de mais de sete horas à Polícia Federal, o  policial militar João Dias Ferreira, que fez denúncias sobre a existência de um esquema de corrupção no Ministério do Esporte envolvendo o ministro Orlando Silva, disse ao deixar o prédio da PF que confirmou as acusações e apresentou parte das provas que comprovam a participação do ministro e de funcionários do primeiro e segundo escalões no esquema de desvio de dinheiro público.



Em reportagem publicada pela revista Veja no último sábado, Ferreira denunciou um esquema de corrupção noPrograma  Segundo Tempo, que repassa recursos para incentivar a prática de esportes entre crianças de baixa renda. Segundo a denúncia, o próprio ministro teria recebido dinheiro desviado do programa, em troca da liberação de recursos para organizações não governamentais. O esquema teria movimentado mais de R$ 40 milhões em oito anos.

Ferreira adiantou que novos documentos e áudios que comprovam o esquema de corrupção serão entregues na segunda-feira 
Ferreira adiantou que novos documentos e áudios que comprovam o esquema de corrupção serão entregues na segunda-feira 

Ferreira não detalhou as provas que foram apresentadas à Polícia Federal, mas adiantou que novos documentos e áudios que comprovam o esquema de corrupção serão entregues na próxima segunda-feira (24). “Vai ser o nocaute”, declarou. Segundo ele, entre as provas estariam gravações, prestações de contas e relatórios de fiscalização fraudados e com datas falsas.  
O policial disse ainda ter apresentado à PF uma lista com pelo menos 15 pessoas envolvidas no esquema que podem ajudar a comprovar as acusações de desvios do Programa Segundo Tempo. Na lista, estão funcionários do Ministério do Esporte e dirigentes de organizações que recebiam os repasses. Os citados serão convocados a prestar depoimento, segundo Ferreira. A PF não se manifestou sobre o depoimento.
Em entrevistas e depoimentos a parlamentares desde domingo (16), Orlando Silva tem negado as acusações e tentado desqualificar o denunciante. Na terça-feira (18) na Câmara, o ministro chamou Ferreira de “desqualificado”, “criminoso” e “bandido”.
“O ministro diz que eu não tenho provas, mas eu estou muito tranquilo. Quem tem que passar a se preocupar a partir de agora é ele, porque eu estou entregando as provas aqui na Polícia Federal e também vou à Procuradoria-Geral da República”.
Ferreira declarou que pediu proteção policial, mas que não houve negociação de delação premiada. O policial foi preso ano passado pela Operação Shaolin, da Polícia Civil do Distrito Federal, que investigava fraudes no repasse de recursos do Programa Segundo Tempo. Ferreira, que dirigia uma associação de kung-fu é acusado de desviar R$ 2 milhões do programa.
Luana Lourenço
Agência Brasil

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Comissão da Câmara aprova convite a PM que acusou ministro de fraude


A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados aprovou na manhã desta quarta-feira (19) requerimentos que convidam o policial militar João Dias Ferreira e Célio Soares Pereira a dar esclarecimentos sobre denúncias de suposto desvio de verbas no Ministério do Esporte sob o comando do ministro Orlando Silva.
Os dois requerimentos foram protocolados pelo líder do DEM na Câmara, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto. Os convites não obrigam a presença na comissão, ficando a cargo do convidado decidir se comparece.
Nesta quarta, Orlando Silva presta esclarecimentos sobre as acusações no Senado.
Os requerimentos têm como base declarações publicadas em reportagem da "Veja" deste fim de semana. João Dias, como é conhecido, afirmou que o ministro teria comandando um esquema que desviou cerca de R$ 40 milhões da pasta nos últimos oito anos.
O requerimento 213/2011 pede convite a João Dias "a fim de prestar depoimento sobre as denúncias de fraudes no âmbito do Programa Segundo Tempo, de responsabilidade do Ministério do Esporte". O requerimento 2014/2011 pede convite Célio Soares Pereira para mesma finalidade.
Dias foi preso pela Polícia Civil de Brasília em 2010 em razão de supostas fraudes cometidas contra o Segundo Tempo, que visa incentivar a prática esportiva entre crianças e adolescentes.
Célio Soares Pereira, que teria sido um "faz-tudo" no ministério na época da suposta fraude, falou à "Veja" que chegou a entregar dinheiro nas mãos de Orlando Silva. A revista diz que atualmente Célio Pereira trabalha em uma academia de ginástica do policial militar João Dias.
De acordo com o deputado ACM Neto, a ideia é que os depoimentos aconteçam na semana que vem, mas as datas ainda não foram definidas.
"Os governistas dormiram, quase não tinha governista na comissão. E os que estavam não prestaram atenção e acabaram aprovando", afirmou ACM Neto.
Na terça, João Dias disse ter provas da participação do ministro no suposto esquema de fraude. Após reunião com parlamentares da oposição no gabinete da liderança do PSDB, Dias disse que entregou à revista "Veja" o áudio de uma reunião realizada em 2008 para tratar da prestação de contas do programa. Ele não apresentou as supostas provas em público, após a reunião.
Em depoimento na Câmara na terça, Orlando Silva reiterou que não há provas contra ele. "Faça e prove o que diz. Até aqui, esse desqualificado não provou. Não provou porque não tem provas. Quem tem provas do malfeito dele sou eu, que estão aqui", disse o ministro, brandindo, sob os aplausos de deputados, papeis do processo judicial ao qual João Dias Ferreira responde por suposto desvio de verba pública e enriquecimento ilícito.

Policial que denunciou Orlando Silva diz que provas “vão surgir em breve”


O policial militar João Dias Ferreira, que acusou o ministro do Esporte, Orlando Silva, de receber propina, disse nesta terça-feira (18) que “vão surgir em breve” as provas que comprovam a participação do político em um suposto esquema de desvio de verbas do programa Segundo Tempo, gerido pela pasta.

O policial se reuniu hoje com senadores e deputados da oposição ao mesmo tempo em que Orlando Silva prestava esclarecimentos na Câmara dos Deputados.

- Vão surgir, em breve, vários documentos que vão comprovar essa situação. Reafirmo que as provas são naturais. E as provas a que me refiro são os documentos fraudulentos. Eu e minhas duas entidades, que eu administrava, somos a primeira peça do dominó.


Ferreira disse ter encaminhado um ofício ao Ministério da Justiça pedindo proteção por temer um atentado contra a sua vida.



- Estou aqui porque um vizinho do meu condomínio disse que tem percebido intensas movimentações ao redor da minha residência. Tenho sofrido ameaças há mais de dois anos. Se eu me acovardar, como muitos fizeram, as coisas não vão mudar. Não temo, mas não desafio.



De acordo com o policial, existem irregularidades em mais de 300 convênios firmados pelo Ministério do Esporte. Apesar de ter adiado o depoimento que prestaria hoje de manhã à Polícia Federal, Ferreira declarou que está à disposição das autoridades para dar esclarecimentos sobre as denúncias contra o ministro. 



- A verdade é única e ela irá aparecer. Estou à disposição da Polícia Federal, do Ministério Público, desta Casa e dos senhores jornalistas. Não temos nada a temer. As coisas não estão se encerrando com essa audiência pública do ministro [na Câmara]. Tem muita água para rolar e muitas coisas virão.


O policial ressaltou que não está denunciado diretamente o governo nem o PCdoB, mas sim um esquema de corrupção que existe dentro do Ministério do Esporte. - Não estou acusando o governo de nada, denunciando situações vinculadas exclusivamente ao Ministério do Esporte. Quero contribuir. Não estou atacando nem mesmo o atual ministro Orlando Silva. Estou tentando revelar o sistema fraudulento que está no interior do Ministério do Esporte. 


Não vou deixar minha honra e a honra do povo brasileiro se degradarem em virtude dessa situação.


Perguntado por que fez as denúncias somente agora, já que segundo ele mesmo as irregularidades vêm ocorrendo há oito anos, Ferreira disse que o atual momento, em que o Brasil se prepara para receber a Copa do Mundo de 2014, permite atrair uma maior atenção para o caso.- Se fosse em outro momento, talvez não tivesse repercussão.


R7