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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Escândalo no Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais


O deputado Sargento Rodrigues denunciou, mais uma vez, na tribuna da Assembleia Legislativa de Minas Gerais nesta quarta-feira, 18/12/2013, as irregularidades ocorridas no Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais (TJMMG).
No dia 9 de outubro de 2013, a pedido do Ministério Público, o Juiz da 2ª Auditoria da Justiça Militar Estadual (AJME), Paulo Tadeu Rosa, encaminhou autos de procedimento investigatório do Ministério Público à Corregedoria da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), determinando a instauração de Inquérito Policial Militar (IPM), com o prazo de 40 dias para conclusão, tendo como investigado o Cel Dilmar Fernandes Crovato pela prática, em tese, dos crimes de prevaricação (art. 319 do CPM) e condescendência criminosa (art. 322 do CPM).
Art. 319. Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra expressa disposição de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal:
Pena - detenção, de seis meses a dois anos.
Art. 322. Deixar de responsabilizar subordinado que comete infração no exercício do cargo, ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente:
Pena - se o fato foi praticado por indulgência, detenção até seis meses; se por negligência, detenção até três meses.
Em cumprimento à determinação judicial da 2ª AJME, o Cel Hebert Fernandes Souto Silva, Corregedor da PMMG, instaurou o IPM, cuja portaria foi publicada em 22/11/2013, em boletim interno reservado.
Em 09/12/2013, um habeas corpus foi distribuído à Primeira Câmara do Tribunal de Justiça Militar (2ª Instância), sendo o Relator o Juiz Cel Rúbio Paulino Coelho. Neste habeas corpus, figura como beneficiado o Cel Dilmar Fernandes Crovato, investigado no referido IPM, e como Impetrante o Cel Hebert Fernandes Souto Silva, Corregedor da PMMG. Em pedido liminar requereu a suspensão do trâmite do IPM até o julgamento do mérito da ação, que busca, efetivamente, o trancamento do Inquérito instaurado. A liminar foi concedida, suspendendo o trâmite do IPM, sendo a decisão publicada no Diário Judicial Eletrônico do TJMMG em 12/12/2013.
O Cel Rúbio Paulino Coelho, Juiz-Relator do habeas corpus, assim se manifestou na decisão:
A questão que ora gravita em torno do presente writ, levantada após decorridos 11 (onze) anos, certamente causa constrangimentos ao paciente, à medida que o indicia em IPM, pelo cometimento, em tese, dos crimes previstos nos artigos 319 (prevaricação) e 322 (condescendência criminosa), ambos do Código Penal Militar, quando na realidade, não passam de transgressões disciplinares prescritas, cujas providências já foram todas esgotadas pela Administração Militar.
O Juiz-Relator do habeas corpus afirmou também que o fato pelo qual o Ministério Público solicitou a instauração de IPM “certamente causa constrangimentos” ao Cel Crovato.
De acordo com o deputado Sargento Rodrigues a conduta do Corregedor da PMMG pode configurar, em tese, o crime de advocacia administrativa, previsto no art. 321 do Código Penal.
Art. 321 - Patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário:
Pena - detenção, de um a três meses, ou multa.
Segundo Sargento Rodrigues, causa estranheza, o fato de que o Impetrante Cel Hebert Fernandes Souto Silva, Corregedor da PMMG, seja a mesma autoridade que instaurou o Inquérito que investiga o Cel Crovato. “O que se discute aqui é o fato do Coronel Corregedor figurar como Impetrante no habeas corpus em favor do beneficiado Coronel Dilmar Fernandes Crovato, investigado em um Inquérito Policial Militar instaurado pelo próprio Coronel Corregedor”, afirma.
Estes fatos ocorreram, pois o Cel Crovato completará 30 anos de efetivo serviço na PMMG em 1 de fevereiro de 2014. Conforme previsto no art. 393, do Código de Processo Penal Militar, “o oficial processado, ou sujeito a inquérito policial militar, não poderá ser transferido para a reserva, salvo se atingir a idade-limite de permanência no serviço ativo”.
Para Sargento Rodrigues, essa denúncia é gravíssima. “Nós não podemos permitir que situações como esta continuem acontecendo nas nossas barbas, debaixo dos nossos olhos. Temos que acabar com esse tribunal que é um escândalo. As coisas são muito escancaradas neste lugar”, explica. Segundo o parlamentar, a esposa do Corregedor da PMMG é Cabo da Polícia Militar da ativa e ocupa um cargo no TJMMG.
Sargento Rodrigues explicou, ainda, que o Corregedor da PMMG é o responsável, por parte do Estado, em apurar o desvio de conduta de todos os policiais militares. O Corregedor não pode, em hipótese nenhuma, ser o Impetrante de um habeas corpus a favor de qualquer acusado. Viola, flagrantemente, o Código de Ética dos Militares ao qual está subordinado.
Foi aprovado requerimento, de autoria do deputado Sargento Rodrigues e deputado Durval Ângelo, para realização de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos em conjunto com a Comissão de Administração Pública para debater a inviabilidade da existência do TJMMG, tendo em vista as graves denúncias realizadas em desfavor do tribunal, em especial por este fato. Sargento Rodrigues também denunciará este escândalo ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e solicitará ao Comandante-Geral da PMMG para apurar o desvio de conduta por parte do Corregedor.
Veja abaixo o Habeas Corpus:
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Comento: Parabéns Deputado Sargento Rodrigues! A ética se constrói com fatos, não se faz com alarde, se faz com exemplos. Depois eu sou problemático...

sábado, 14 de dezembro de 2013

OFICIAIS DO 32º BPM PRESTAM ESCLARECIMENTOS NA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS

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A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais realizou nesta quinta-feira, 5/12/2013, a requerimento do deputado Sargento Rodrigues, audiência pública para discutir os atos de perseguição, abuso de autoridade e grave violação dos Direitos Humanos cometidos por oficiais do 32º Batalhão da Polícia Militar, localizado na cidade Uberlândia, em desfavor do Cabo Marcelo Anastácio de Rezende.
O Cabo Marcelo Anastácio de Rezende encontra-se licenciado pelo período de seis meses por motivos psiquiátricos, retomando suas atividades, segundo ele, em março de 2014.
Durante a reunião, o policial militar relatou que vem sendo perseguido desde que entrou de licença, recebendo em sua casa as chamadas “visitas tranquilizadoras”. Em uma das ocasiões, foi comunicado pelo 1° Tenente Emerson Sócrates Gonçalves Paiva por não se encontrar em casa na condição de licenciado.
DSC04379Ainda de acordo com o Cabo Marcelo Anastácio, o 1º sargento Pedro Omar, escrivão do Processo Administrativo Disciplinar instaurado em seu desfavor pela Portaria 112.677/2013, foi até sua residência onde tentou fazer com que assinasse alguns documentos a ele apresentados, sendo que, diante de sua recusa, proferiu xingamentos em frente à sua residência. 

Naquela ocasião foi elaborado um boletim de ocorrência que revela os fatos ocorridos sob a ótica de uma versão, sem mencionar que o Cabo PM Marcelo Anastácio se negou a assinar notificação para a reunião de instalação de PAD, quando o Sargento PM Escrivão da CPAD o teria desrespeitado, sendo acionadas várias viaturas, dando-lhe voz de prisão. “É lamentável ter que chegar a essa posição, tornar pública uma situação que já está atingindo minha família, quase mata de desespero os recorrentes procedimentos infundados, sejam de comunicação disciplinar, de inquérito policial militar, eu já estou respondendo o quinto. Quatro foram arquivados.”, afirmou.
Segundo Cabo Anastácio, ao entrar na polícia aprendeu que deveria tratar o cidadão de forma igual, mas atualmente, vê como um contrassenso, quando dentro da caserna está sendo atacado. “Só em um dia foram quatro notificações de comunicação disciplinar. Em fevereiro foram três sindicâncias. Eu me pergunto qual é a condição mental, psicológica, física de um profissional que está sendo atacado dessa forma tem para trabalhar na rua com uma pistola carregada?”, questiona.
Anastácio ainda ressaltou que os erros contra a sua pessoa são recorrentes, tendo salário bloqueado, punição prescrita publicada, tomando balão de seis dias. “Isso já está atingindo minha família. Eu estou gritando de forma velada por liberdade de expressão, por cidadania”, finalizou.
Já o 1º sargento Pedro Omar Peres defendeu-se das acusações, alegando que foi até a casa do cabo Marcelo Anastácio para notificá-lo da instalação da sindicância, no intuito de garantir seus direitos. “Ele me desrespeitou, me xingou e até me chamou de 'você', desrespeitando os princípios hierárquicos da Polícia Militar”, afirmou.
Para o deputado Sargento Rodrigues situações como essa vêm causando um enorme stress em quem está licenciado. “O fato dele não receber o pagamento traz consigo uma consequência gravíssima, ele é casado, tem dois enteados, de 12 e 14 anos que sobrevivem do seu rendimento. Como um cidadão consegue recuperar com tal carga de pressão, principalmente, em cima de alguém que está licenciado por problemas psiquiátricos?”.
Em sua fala, Sargento Rodrigues também repetiu o que está cansado de dizer durante as inúmeras audiências públicas, através das quais denunciou os abusos de poder e violações dos Direitos Humanos cometidos por superiores hierárquicos da caserna. “Se o tenente Sócrates embasou a sua ação na Resolução do Comandante-Geral, cumpriu ordem ilegal. Ordem ilegal não se cumpre. Resolução do Comandante Geral não tem o cunho de tipificar conduta e prescrever sanção”.
O parlamentar justificou sua fala citando o Jurista Celso Antônio Bandeira de Mello que expõe em sua obra, Curso de Direito administrativo:
“Nos termos do art. 5º, II, “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”. Aí não se diz “em virtude de” decreto, regulamento, resolução, portaria ou quejandos. Diz-se “em virtude de lei”. Logo, a Administração não poderá proibir ou impor comportamento algum a terceiro, salvo se estiver previamente embasada em determinada lei que lhe faculte proibir ou impor algo a quem quer que seja. Vale dizer, não lhe é possível expedir regulamento, instrução, resolução, portaria ou seja lá que ato for para coartar a liberdade dos administrados, salvo se em lei já existir delineada a contenção ou imposição que o ato administrativo venha a minudenciar”.
O ouvidor de polícia de Minas Gerais, Rodrigo Xavier da Silva disse que irá cobrar, junto ao Comando-Geral da Polícia Militar celeridade na apuração dos fatos para que os mesmos não se repitam.''Nosso compromisso é de ouvir os fatos com isenção e trabalharmos para que isso não volte a ocorrer”, disse.
Ao final, o deputado Sargento Rodrigues disse que irá apresentar, na próxima reunião da Comissão de Direitos Humanos, requerimentos solicitando que as denúncias sejam apuradas através da Corregedoria da Polícia Militar e da Promotoria de Direitos Humanos, afirmando que enquanto o Comando não corrigir a famigerada Resolução 4278/2013, que tem instruído oficiais a fiscalizarem se o policial está em sua residência, estando de licença médica, vamos continuar convocando-os em audiência pública para prestarem esclarecimentos por violação dos Direitos Humanos. “Direitos e garantias fundamentais eu não negocio com ninguém. Vou continuar combatendo com veemência essas violações”, finalizou.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Denuncia de suposto abuso nas escalas de Caratinga - MG

"precisamos denunciar a 22cia de caratinga , as escalas estão um absurdo. São feitas para perseguir os militares, principalmente os que estudam direito, sem observar o regulamento. Os oficiais pensão que são deuses e podem escolher ate quem pode ou não estudar."

Comento: O lema da cia é: "labor cum dignitate". A denúncia já foi reenviada por email, para o deputado estadual Sargento Rodrigues.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Denúncia de fraudes na aposentadoria da PM do Rio de Janeiro

DENUNCIA: Boa tarde. Não se iludam com a PMERJ, me ajudem, compartilhando para o maior número de pesoas, ou vão me matar e meu marido, para calar estas denúncias, preciso de contato com imprensa, estamos em endereço desconhecido da cúpúla da pmerj, meu marido fazendo quimioterapia por causa de hepatite c cronica, e fazem esta covardia conosco.

Por favor veja os videos abaixo, onde provamos tudo que digo! contra a cúpula da PM, e meu marido denúnciou aposentadoria com fraude diversos coronéis da PMERJ, meu marido fez, há quatro anos atrás, uma auditoria em aposentadorias fraudulentas de Coronéis da PM,(todas com mais de 38 anos de serviço, estranho né? o PM sonha em se aposentar com 30 anos de serviço e eles, os coronéis, permanessem mais 8 ou 10 anos) depois disso ele virou alvo de diversas transferências sem causa...forjaram provas e operações com denúncias falsas contra ele e eu, fomos agredidos, ameaçados por miliciano "luis testão" com propósito de nos fazer calar! tudo com apoio de autoridades, o atual comando da corporação, finge que não sabe de nada, e não apura nossas denúncias arquivando-as e ignorando-as( todas por escrito) pessoas que eram nossas testemunhas estão mudando de endereço, com destino igorado, se eu for para imprensa confirmo tudo!!!! omo se vê, tendo provas documentais de tudo que digo, preciso de espaço na midia, AJUDEM-ME!!!, ou vão matar-me! 

recentemente o comandante geral mandou meu marido ser avaliado pelo setor de psiquiatria da corporação, ainda não foi!!!, estão com claro propósito de desacreditar estas denúncias com um laudo de psiquiatra " deles"! fomos a psiquiatra particular ele esta bem lúcido de suas ações e sabe do perigo que corremos, estamos em endereço desconhecido por eles.

veja as denúncias:
http://www.youtube.com/watch?v=5pwMRWsRrUg
http://www.youtube.com/watch?v=aFK_hD6hXlU 
http://www.youtube.com/watch?v=KMbs7BoITRo
http://www.youtube.com/watch?v=ce7GEMYNix8

Fonte:http://www.facebook.com/messages/leonisiamaria.dossantoscardoso

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

PM É FLAGRADO JOGANDO DROGA PARA DENTRO DE PRESÍDIO




Um policial militar lotado na Guarda Carcerária do Rio Grande do Norte foi flagrado, nesta quarta-feira (10), jogando droga para detentos do Presídio Estadual de Parnamirim (PEP). O policial trabalhava em uma das guaritas da unidade e foi visto pelo sistema interno de câmeras arremessando sacos com drogas. O vídeo mostra o momento em que o policial joga pelo menos seis sacos plásticos para a quadra da unidade. Em seguida, um preso vai até o ponto e coloca os sacos dentro de um balde, saindo correndo logo depois. A partir da captação das imagens, a direção do Presídio Estadual de Parnamirim decidiu fazer uma intervenção e conseguiu comprovar que o material arremessado para os detentos era realmente droga.


O preso que recebeu o entorpecente e o policial militar foram autuados por tráfico de drogas.

Fonte: Portal BO/Blog do Cabo Heronides







domingo, 8 de julho de 2012

Capitão condenado duas vezes por roubo de combustíveis da Polícia Militar é elogiado no Boletim do Comando Geral da PM capixaba

No dia 19 de março deste ano, o capitão PMES  Ezequiel Ferreira dos Santos foi julgado e condenado pela Vara da Auditoria da Justiça Militar do Espírito Santo a seis anos de reclusão em regime inicial aberto pela acusação, feita pelo Ministério Público Militar, pelos crimes de peculato e crime continuado. Em síntese, o capitão Ezequiel foi investigado pela PM e denunciado pelo Ministério Público por roubo de combustíveis do 6º Batalhão (Serra), onde era lotado à época dos crimes.


Os mesmos crimes provocaram também uma denúncia de improbidade administrativa – pelo fato do capitão ser servidor público – na esfera da Justiça Comum. Sendo assim, no dia 26 de março deste ano, o capitão Ezequiel foi julgado e condenado a pagar aos cofres públicos R$ 24.732,68 e à perda do cargo público (posto e patente).

Na Justiça Militar, ele foi condenado a três anos de reclusão por cada um dos crimes pelos quais foi denunciado pelo Ministério Público. Entretanto, somadas, as duas penas foram reduzidas para quatro anos, conforme cita a sentença do Conselho Especial de Justiça Militar, presidida pelo juiz auditor Getúlio Marcos Pereira Neves:

“Fixou o Conselho Especial de Justiça Militar a Pena Base em 03 (três) anos de reclusão para cada delito (vencidos os srs. 3.º e 2.º Juízes Militares, que a majoraram). Fica fixada, pois, em definitivo, a pena de 03 (três) anos de reclusão para cada delito, não havendo circunstância atenuante nem agravante, nem causas de diminuição ou aumento de pena a considerar.”

“Tendo o acusado agido em continuidade delitiva, conforme reconheceu o órgão julgador, houve por bem o Conselho de Justiça aplicar ao caso a regra do art. 71 do Código Penal Comum, por ser mais benéfica, conforme já consta assentado da jurisprudência do Excelso STF. Com fundamento nisto, determinou a majoração de 1/3 (um terço) da pena aplicada para cada delito, fixando, pois, a Pena  Final em 04 (quatro) anos de reclusão. O regimento inicial de cumprimento será o aberto.”

“Cumprirá a reprimenda aplicada trabalhando normalmente nas suas escalas de serviço e recolhendo-se ao Quartel de sua Unidade nos períodos de folga, na forma do art. 36, § 1.º, do Código Penal.”Continue lendo no BLOG ELIMAR CORTES

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Denuncia anônima seríssima em SÃO PAULO

O isso ai ñ e nada em sp exatamente na area do guaruja tem o 2 dp do distrito de vicente de carvalho o 2 distrito o chefe daquele dp anda com o caro dele e da esposa com colantes de apoio a candidatura de um cara q dizem ser o maior ladrão de cargas do porto de santos fora q neste dp tem mais uns q estaõ milionarios e sabe pq ñ da nada os caras são envolvidos com a politica local e da capital de sp ai falar o q meu essa de seuqestro isso ai e p policial metido a bandido barato meu aqui os caras tem apto na praia carrões importados um outro q era carcereiro tem varios lojas de aluguel casas q são mansões isso e o litoral de sp a capital e fichinha meu vai la e tudo bandido e so papa maike e agente peninteciario e q morrem na maõs do bandidos do pcc e o goevrno do geraldo alkimim ta envolvido ate o talo com os bandidos quer prova eu vou digitar logo logo aa os maikes de sp estão montando um blog tb p abrir o bico contra p pcc eo cmd de merda da pm eu logico vou falar do cmd do 21 btl de guaruja e regiões da baixada santista certo falei e isso ai pega eu corregedoria de merda de sp

Comentário anônimo

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Denuncia: viatura do Gate é usada para comprar cerveja e carne


fonte:Blog Guerreiros de Uberaba



 A Assembleia Legislativa de Minas Gerais recebe novas denúncias contra o Grupo de Operações Táticas Especiais (Gate) que envolvem o uso de viatura até para comprar carne e cerveja. A tropa de elite da polícia já vem sendo investigada por assédio sexual. 

Os documentos mostram que o major Ledwan Salgado Cota comprou 30 microfones para rádio transmissor. A quantia de R$ 23.299.99 foi paga, mas os equipamentos, segundo a denúncia, nunca apareceram. A nota fiscal em nome do Gate é clara. Ela foi emitida com o objetivo de receber o dinheiro com antecedência. O pagamento foi autorizado pelo subcomandante.

Em um boletim reservado da Polícia Militar, militares acusam o major de usar viaturas do Gate para resolver problemas particulares. O major teria dado ordem para que a guarnição fosse buscar documentos na casa de um tio e ainda para levar o parente dele à Polícia Federal para resolver problemas sobre armamento. O subcomandante justificou dizendo que é papel da PM a segurança pública diante da irregularidade em que se encontrava o tio de 79 anos. 

Seria também costume o uso da viatura para comprar cerveja, carnes e refrigerante para encontros de última hora na unidade. Militares do próprio Gate fizeram uma outra denúncia à Comissão de Segurança Pública da Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Eles disseram que o major escalou uma guarnição para fazer a segurança em uma festa particular na cidade de Nova Lima.

Os militares tiveram que fazer passagens periódicas e permanecer por 20 minutos. Na ordem de serviço, o subcomandante explicou que o responsável pela empresa onde a festa aconteceu também é dono de um lote que foi cedido gratuitamente para servir de estacionamento do Gate. 

Ledwan Salgado Cota chegou a participar de uma audiência na ALMG em setembro do ano passado. Na época, dois PMs subordinados dele, fizeram inclusive acusações de assédio sexual. Ele se negou a comentar as declarações. A Corregedoria também foi acionada, mas, segundo o deputado que acompanha o caso, Sargento Rodrigues, até hoje, não houve resposta.

FONTE: TV ALTEROSA

segunda-feira, 4 de junho de 2012

A SSP-SP considera absurda a sugestão de extinguir as polícias militares dos Estados brasileiros


PM mata seis vezes mais que Polícia Civil em São Paulo
Luis Kawaguti

Da BBC Brasil em São Paulo
Polícia Militar de São Paulo vigia manifestantes. Foto: France Presse
Policiais militares de São Paulo vigia manifestantes; PM mata seis vezes mais que Polícia Civil

A PM (Polícia Militar) matou seis vezes mais pessoas durante ações de combate ao crime do que seus pares da Polícia Civil em São Paulo no ano de 2011, segundo levantamento feito pela BBC Brasil.

O grau de letalidade da polícia no Estado mais populoso do país se insere no debate sobre a recomendação da abolição do sistema separado de Polícia Militar – feita ao Brasil no Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU no último dia 25.

A questão também deve entrar em debate em junho na Câmara, a pedido do deputado federal Chico Lopes (PC do B-CE).

Clique e leia mais: Militarismo da polícia vem do século 19Clique Leia mais: Militarismo da polícia vem do século 19

O levantamento da BBC Brasil foi feito com base em estatísticas fornecidas pela SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo).

Ele levou em conta os efetivos da PM (100 mil) e da Polícia Civil (30 mil) e os homicídios cometidos em serviço por membros de cada entidade em 2011 – 437 pela PM e 23 pela Polícia Civil.

Proporcionalmente, para cada grupo de 10 mil policiais, a PM se envolveu em 43 mortes e a Polícia Civil em sete.

Militarismo
Esses homicídios são classificados pelo governo como “resistência seguida de morte”. Isso significa que ocorreram durante o combate ao crime, em tese, quando os policiais se defendiam de supostas agressões dos suspeitos.

“A PM mata porque tem o mesmo treinamento do militar (das Forças Armadas), que combate inimigos externos. Isso é uma coisa que se deve discutir com a sociedade”, disse o deputado Lopes, que defende a unificação das polícias no Brasil em uma entidade civil.

“Minha preocupação não é com o nome, mas com o conceito da polícia. Precisamos tirar o militarismo e depois discutir currículo de formação para que todos (os policiais) comecem (a carreira) em pé de igualdade”, disse.

Funções distintas

Segundo a SSP-SP, a diferença nos níveis de letalidade das polícias se explica nas funções que cada uma exerce. À PM cabe o policiamento preventivo e ostensivo e à Polícia Civil a investigação.

“É natural, portanto, que a PM enfrente situações de confronto muito superiores aos da Polícia Civil. Em consequência, registram-se mais mortes na ação do policiamento ostensivo”, afirmou a pasta em nota.

Segundo a SSP-SP, se as polícias militares fossem substituídas ou se seus nomes fossem mudados, a probabilidade de confrontos não seria reduzida.

“Matar não é direito nem de uma nem da outra, mas a questão principal é que as polícias não se entendem bem”, disse Chico Lopes.

Segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil, em muitos Estados (inclusive São Paulo) existe uma disputa entre as polícias militares e civis.

Isso faz com que ambas possuam tanto órgãos destinados à inteligência e à investigação como equipes táticas usadas em patrulhamento ostensivo e confrontos de natureza tática com criminosos.

“O antagonismo (entre as polícias) surgiu das culturas diferentes. Há uma divisão por preconceito de longa data. Principalmente a PM tem procurado ocupar espaços de sua co-irmã. Isso é uma realidade em todo o país”, afirmou o sociólogo Luís Flávio Sapori, ex-secretário da Defesa Social de Minas Gerais e hoje professor da PUC-MG.

Segundo ele, a desarticulação e a desintegração entre as duas polícias é hoje um problema mais grave do que a militarização da PM.

Rio de Janeiro
A BBC Brasil solicitou estatísticas sobre a letalidade das polícias militar e civil no Rio de Janeiro ao ISP (Instituto de Segurança Pública), autarquia que divulga as estatísticas policiais no Estado.

O ISP não forneceu os dados. Afirmou que essas estatísticas são divulgadas de forma genérica (sem distinção entre mortes envolvendo policiais civis e militares). Ao todo, foram 523 mortes em 2011 – 63 a mais que as ocorridas em São Paulo no mesmo período. Continue lendo no FLIT PARALISANTE