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sábado, 28 de julho de 2012

Russos e Americanos, uma nova guerra fria? Uma informação interessante, para quem se interessa por geopolítica.

   A Rússia mantém atualmente um projeto ambicioso de estabelecer bases em vários locais do planeta. O presidente Vladimir Putin mantém intensas negociações com os governos de antigos aliados da URSS visando estabelecer bases navais em Cuba e no Vietnã.
Os planos russos para a expansão militar no exterior ameaçam ainda mais prejudicar as relações com os Estados Unidos num momento em que os rivais antiga superpotência estão em desacordo sobre escudo antimísseis americano. O Governo de Putin planeja gastar 712 bilhões de dólares nesta década em gastos de defesa.   Os russos não deram mais detalhes, somente informaram que as bases serão de manutenção e abastecimento.  

sábado, 9 de junho de 2012

Militares americanos registram quase um suicídio por dia em 2012

WASHINGTON - O número de suicídios de soldados americanos está crescendo e 2012 já tem a marca de praticamente um caso por dia (foram 154 suicídios entre oficiais ativos nos primeiros 155 dias do ano). A marca causou surpresas, já que em 2010 e 2011 a taxa havia se estabilizado.
O número de militares que se suicidaram este ano é maior que o de soldados americanos mortos em ação no Afeganistão nos anos inteiros de 2008 e 2009, de acordo com estatísticas do Pentágono obtidas pela agência Associated Press.
A quantidade de suicídios reflete o aumento das demandas provenientes das guerras do Iraque e do Afeganistão. Os militares também têm lidado com o aumento de casos de abuso sexual, abuso de álcool, violência doméstica e outros comportamentos problemáticos.
Entretanto, as razões para o aumento ainda não foram completamente compreendidas. Entre as explicações, estudos apontam para à exposição nos combates, o estresse pós-traumático, o uso incorreto de remédios prescritos e problemas financeiros pessoais. Dados militares sugerem que os soldados com várias incursões de combate correm risco maior de suicídio, apesar de uma parcela considerável de suicidas serem soldados que nunca foram lutar.
A guerra do Afeganistão tem previsão de acabar em breve, com a retirada total das tropas prevista para 2014. Contudo, 2012 tem registrado números recordes de soldados sendo mortos por afegãos e escândalos envolvendo problemas de conduta dos americanos.
Até 3 de junho deste ano, 154 soldados da ativa se mataram, em comparação a 130 do mesmo período do ano passado - um aumento de 18%. O Pentágono previa uma média de 136,2 suicídios para este intervalo de tempo com base nos números de 2001 a 2011. A quantidade de suicídios entre janeiro e maio é ainda 16% maior que a marca de 2009, que registrou a maior incidência anual de casos até agora.
General fez pouco caso do problema em texto na internet
Apesar de campanhas para que os militares busquem ajuda para problemas mentais, muitos ainda acreditam que procurar auxílio é um sinal de fraqueza e, assim, uma ameaça para uma possível promoção.
Stephen Xenakis, um brigadeiro reformado do Exército que ainda trabalha como psiquiatra, afirma que os suicídios refletem o nível de tensão da saída americana do Afeganistão enquanto a violência continua no país.
- É, de forma geral, um sinal do estresse a que o Exército tem sido submetido durante esses dez anos de guerra. Já vimos que esses sinais se manifestam de forma ainda mais dramática quando o combate parece diminuir e o Exército está voltando para sua guarnição - explica Xenakis, ressaltando que lhe preocupa o fato de muitos veteranos não entender a natureza do problema do suicídio.
Um exemplo disso foi o episódio em que um general do Exército disse aos soldados que consideravam o suicídio para "agir como adultos". O major-general Dana Pittard, comandante da Primeira Divisão Blindada escreveu um polêmico texto em seu blog e, mesmo depois da repercussão, não pediu desculpas.
"Agora cheguei à conclusão de que o suicídio é um ato absolutamente egoísta. Eu estou pessoalmente cheio de soldados que escolhem tirar suas próprias vidas para que outros possam limpar sua bagunça. Seja um adulto, aja como um adulto e lide com os problemas de sua vida como o resto de nós", postou Pittard. Ele também aconselhou os soldados a procurar ajuda.
As declarações causaram uma repreensão pública do Exército, que tem o maior número de suicídios das Forças Armadas, que chamou as posições do major-general de "claramente erradas". Na semana passada, o chefe do Estado Maior Conjunto, general Martin Dempsey, afirmou discordar de Pittard "nos mais fortes termos possíveis".
Para combater o fenômeno do suicídio, as Forças Armadas lançaram serviços telefônicos, colocaram mais especialistas em saúde mental nos campos de batalha, aumentaram o treinamento para lidar com o estresse e investiram mais em pesquisas sobre os riscos da saúde mental, entre outras medidas.
Agência Globo (Yahoo Notícias)/montedo.com

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Ex-soldado americano vira pacifista após atuar na guerra do Iraque


Ethan McCord revela ao 'Dossiê Globo News' que imaginava o Iraque como um país povoado de terroristas. Hoje ele virou militante da paz.

O americano Ethan McCord volta aos Estados Unidos depois de ter sido ferido em uma explosão no Iraque. Ele passou 14 meses na guerra. Ao todo, serviu ao Exército por sete anos. Pai de três filhos e com 35 anos, ele vive em uma casa modesta no estado do Kansas. Pela primeira vez, ele fala a um canal de TV brasileiro sobre a guerra.

O que teria acontecido com um soldado americano que, em meio a uma operação de guerra, tentou salvar crianças? Como uma cena de guerra transformou em pacifista um militar americano que, ao chegar ao Iraque, imaginaria um país povoado por terroristas. “Os Estados Unidos, principalmente nas Forças Armadas, retrataram o país todo como um vilão. Fizeram com que a gente visse todos os iraquianos como inimigos. Eu achava que o Iraque era um país cheio de terroristas”, contou o ex-soldado.

Hoje Ethan McCord participa de uma organização chamada “Veteranos contra a guerra do Iraque”. Virou militante da paz. “Eu mudei. Emocionalmente, eu já não justificava minha presença no Iraque nem o que eu estava fazendo. Tudo o que fazíamos parecia ilegal e imoral. Eu já não conseguia fazer parte do sistema que estava fazendo aquelas coisas”, afirmou.

Veja no vídeo a entrevista completa do ex-soldado americano Ethan McCord ao repórter Geneton Moraes Neto.

Comentário: Parte da imprensa, sempre tendenciosa transformou os atentados de 11 de setembro, no dia em que devemos ter pena dos americanos. Que foi um massacre, que foi horrendo, que foi desumano todos concordam, mas, temos que falar também do mal que os americanos fizeram não só aos iraquianos, como no Oriente Médio. Ninguém fala das bombas químicas, que até hoje não foram achadas, das mais de 100 mil pessoas assassinadas, a maioria civis. Esse vídeo trás um pouco dessa versão, e o melhor, dita por quem participou do front, lutando pelos EUA.