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quarta-feira, 20 de maio de 2020

Governadores chocam o ovo da serpente...


           A pandemia tem sido usada politicamente para tentar enfraquecer a economia brasileira, bem como deixar os brasileiros revoltados com o presidente Bolsonaro. Contudo, parece que o tiro saiu pela culatra. Afinal o presidente orientou que todos deveriam manter suas rotinas de trabalho, justamente para que a pandemia da saúde, não se transformasse numa pandemia econômica. A maioria dos prefeitos e governadores preferiram ficar reféns do medo, e por conseguinte colocaram milhares de pessoas economicamente ativas, sujeitas ao ostracismo que obviamente a quarentena obriga. Portanto não é necessário ser um gênio para se chegar a conclusão óbvia de que a economia estando parada, não haveria geração de impostos e não havendo impostos não há como manter os serviços sociais e sequer honrar a folha de pagamento dos funcionários públicos. 

           Diante desse impasse criado pelos prefeitos e governadores, principalmente pela teimosia ou erro estratégico de gestão; agora vemos muitos governadores pedindo ao presidente que socorra a economia desses estados que não fizeram o dever de casa, que seria fazer a quarentena daqueles que de fato estavam com o vírus, e não submeter a todos, aquilo que deveria ficar restrito aos grupos contaminados. Inclusive essa orientação partiu justamente do órgão máximo na saúde, a OMS - Organização Mundial da Saúde, é claro.

           Enquanto isso vemos parte da grande mídia atolada em denúncias vazias contra o presidente que luta contra a corrupção, contra a grande mídia parasitária que se acostumou a viver das propagandas oficiais do governo, ou ainda de factoides de pessoas sendo enterradas com suspeita do covid 19, quando na verdade a causa morte não era o coronavírus. Por outro lado vemos o ex-presidente Lula "comemorar" a chegada da pandemia como forma de "freiar" a sanha da agenda liberal. É quase como um quanto pior melhor, ou quanto mais mortes tiver, mais votos a esquerda acredita conseguir nas próximas eleições.

           Nesse momento de crise mundial, em que os governos, cidadãos e a classe política juntamente com as instituições deveriam caminhar de mãos dadas, vivemos o ranço do maniqueísmo político daqueles que exercem o poder e estão reféns daqueles que perderam as eleições, não aceitam a derrota e tentam criar um terceiro turno imaginário, que se retroalimenta dos boletins diários da pandemia; onde eles concluem que quanto pior estiver a economia mais fácil será da esquerda ser elevada ao poder. O barco está furado, e enquanto uns tentam remendar o furo, outro tentam culpar aqueles que tentam resolver o problema. No final o que importa mesmo são as eleições, mesmo que muitos tenham morrido até lá. Estão chocando um ovo achando que nascerá o exercício do poder, mas, poderá nascer uma naja faminta...


terça-feira, 17 de setembro de 2019

ZEMA VIVEU A METAMORFOSE

 
    Depois das manifestações da segurança pública na cidade administrativa na última segunda-feira, percebemos que a metamorfose do mega empresário bem sucedido, se transformando gradualmente num animal político. Tarefa nada fácil por alguém que já na sua primeira candidatura, abocanha logo o governo do estado. Se imaginarmos quem estava do outro lado do cabo de força, aí o feito do nosso governador Zema, o político está mais do que cristalizado. Afinal de contas, o governo mineiro negocia com deputados e lideranças experientes tais como deputado sgt Rodrigues, sub Gonzaga, Cb Coelho e ten Coronel Mendonça, (esse merecedor de capítulos à parte). 

    Podem dizer o que quiser sobre o governador Romeu Zema, mas devemos reconhecer o seu jeito mineiro, firme e de palavra. A administração foi sensata ao reconhecer que o estado deve perdas inflacionárias da ordem de quase trinta por cento. Porém, uma coisa é reconhecer, a outra é pagar. Como diria os antigos: "Devo não nego, pago quando puder"... Considerando que Zema assumiu o governo com verdadeira terra arrasada, devendo de fornecedores até o próprio funcionalismo com a dívida do pagamento do décimo terceiro; e tudo está sendo honrado. Quem não queria receber os 28,80% da reposição no mês que vem? Uma coisa é o mundo ideal a outra o real. 

    Sejamos sensatos ao reconhecermos que esse governo até aqui tem mantido a palavra, muito diferente do desastroso Pimentel que o antecedeu. As manifestações sao legítimas, e necessárias no estado democrático, e aconteceram com respeito mútuo. Quanto ao cronograma da reposição, de fato é muito esparso, e esperar mais um ano, com certeza o prejuízo seria maior do que já é. Vamos continuar cobrando, e acreditando no diálogo dos nossos representantes, eleitos ou não, visando levar a sensatez o nosso governador Zema, que já sabe a força da tropa.

     Quem um dia sonhar com a presidência, sabe que um dos requisitos para pleitear o cargo, é tratar bem seus funcionários. Pense nisso senhor governador Romeu Zema. 

  Anastácio "QAP"