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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Adolescente que cumpria pena em batalhão da PM em Goiânia foi assassinado

Da Agência Brasil, em Brasília

Um adolescente que cumpria pena no Centro de Internação do Adolescente (CIA), no 1° Batalhão da Polícia Militar em Goiânia, foi assassinado na noite desta segunda-feira (30) na cela em que dividia com quatro menores de idade.

A titular da Delegacia de Apuração de Atos Infracionais, Nadir Cordeiro, informou que a vítima foi enforcada com uma corda improvisada. Os quatro menores foram presos em flagrante e admitiram o crime. De acordo com Nadir, eles se justificaram dizendo que a vítima era um “dedo-duro”.

Os menores já respondem na Justiça por tráfico de drogas e roubo. A delegada explicou que entre os adolescentes presos existe uma rivalidade grande, o que pode ser também um dos motivos do crime. O inquérito foi encaminhado para o Ministério Público e para o Tribunal de Justiça.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

PM não pode registrar ocorrências em quartéis

Secretário de Segurança e corregedor advertem que prática é inconstitucional

Rio - Na ‘briga’ entre as polícias, o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, ficou ao lado da Polícia Civil. Ele legitimou decisão da Corregedoria Geral Unificada (CGU) que, após sindicância administrativa disciplinar, concluiu na semana passada ser “inteiramente contrária ao que preconiza a Constituição da República” a realização de registros de ocorrência diretamente nos batalhões da PM, em vez de nas delegacias de Polícia Civil.

Como o ‘Informe do DIA’ noticiou sábado, boletim informativo da Polícia Civil de sexta-feira fez duras críticas à PM, que teria decidido estimular seus batalhões a registrar crimes de menor potencial ofensivo. Segundo o boletim, a ordem para a confecção do ‘Registro Policial Militar’ nos quartéis foi dada, no dia 1º de março, pela Corregedoria Interna da PM.

Em despacho, o desembargador Giuseppe Vitagliano, corregedor geral da CGU, destacou: “Ao que parece, a Polícia Militar pretende (...) que toda pessoa presa seja preliminarmente conduzida a Batalhão da PM, a fim de que seja lavrado o denominado Registro Policial Militar, para posteriormente encaminhá-la a delegacia de Polícia Civil, conduta esta inteiramente contrária ao que preconiza a Constituição da República, as leis e as normativas administrativas internas deste Estado, relativas a apresentação de cidadãos detidos por suposta prática de crime de menor potencial ofensivo”.

Ocorrência foi em Teresópolis

A sindicância da CGU foi instaurada após policiais do 30º BPM (Teresópolis) registrarem em agosto, no quartel, ocorrência de briga de casal. Lotado no batalhão, o capitão Sérgio Lemos Alves, em depoimento, informou que o corregedor interno da PM, coronel Ronaldo Menezes, reuniu-se em 1º de março com comandantes de vários batalhões para falar da implantação do Registro Policial Militar. À CGU, o capitão entregou ofícios recebidos de seus superiores, instruindo sobre a elaboração dos registros. Procuradas por O DIA, as assessorias de imprensa das polícias Civil e Militar não falaram sobre o assunto, assim como o corregedor da PM.

POR ROBERTA TRINDADE/ODIA