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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Agentes Sócio - Educativos de Uberlândia são ameaçados em início de motim


Um princípio de motim no Centro Socioeducativo de Uberlândia (Ceseu), deixou dois agentes de segurança pública feridos. Eles tiveram lesões nas mãos enquanto tentavam conter alguns adolescentes. O fato ocorreu durante a noite desta terça-feira (31). Os agentes relataram à Polícia Militar (PM), que, por volta das 22h30, internos estavam fazendo algazarra nos alojamentos e eles tiveram que fazer a intervenção. Durante os trabalhos, os profissionais receberam ameaças contra a vida e à família deles.

Os agentes chegaram a pedir que um dos adolescentes saísse do alojamento, mas ele não obedeceu às ordens e foi necessário uso de força para retirá-lo do local. Além desse menor, foi necessário fazer a contenção de mais três adolescentes. Os envolvidos no princípio de motim tem 16, 17 e 18 anos (dois deles).
Ainda segundo a polícia, as vítimas informaram que um dos menores tentou fugir, mas não conseguiu. Quando foi contido disse que logo que fosse desligado da unidade iria matar todos os agentes que interferiram na ação. Um boletim de ocorrência (BO) foi registrado durante a madrugada.
Fernanda ResendeDo G1 Triângulo Mineiro
Comento: O terrível é ter cinco agentes para cuidar de sessenta e seis "crianças"...

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Agente Sócio - Educativo desabafa e fala sobre as mortes em Uberlândia

Famílias protestam na porta do Centro Sócio-Educativo, pela morte de adolescente 14 anos

Mães com cartazes na porta do Ceseu (Foto: Reprodução/TV Integração)
Nesta terça-feira (10), parentes de adolescentes que estão internados no Centro Socioeducativo de Uberlândia (Ceseu), fizeram uma manifestação na porta do local. Eles pediram mais segurança por conta de denúncias de agressões contra os menores. Na semana passada um adolescente foi morto dentro do Ceseu. Motivados por casos recentes registrados no local, ainda nesta terça-feira, autoridades fizeram uma vistoria no Centro para apurar denúncias de violência.

Em uma caixa de papelão a dona de casa Kivia Fernando Passos Costa guardou os pertences do filho que morreu na última semana. “Meu filho veio para cá [Ceseu] com vida. Ao invés de me entregarem meu filho vivo, entregaram uma caixa. Acham que meu filho era um lixo, era um nada. Meu filho não era não, ele era um ser humano”, contou a mãe. Continue lendo no G1