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terça-feira, 9 de junho de 2015

COPA 2014 – Divulgado o escândalo que todo mundo suspeitava...

'"Se as pessoas soubessem o que aconteceu na Copa do Mundo de 2014, ficariam enojadas!". Thiago Silva

Suposto Escândalo de fraude da copa abala o Mundo, em uma recente matéria feita por um jornalista chamado Gunther Schweitzer, da Central Globo de Jornalismo, parte de um dôcie veio a mídia, a qual mostra e afirma que  o Brasil teria vendido a copa a fifa.
Talvez, isso explique a razão do jogador Thiago Silva ter declarado a seguinte frase:
'"Se as pessoas soubessem o que aconteceu na Copa do Mundo de 2014, ficariam enojadas!".
Todos os anti-nazistas ficaram chocados e tristes por assistir a maneira como o Brasil perdeu a Copa. Não deveriam.
O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que está sendo investigada por rádios e jornais de todo o Brasil e alguns estrangeiros, mais especificamente Wall Street Journal of Americas e a VEJA e deve sair na mídia em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os fatos.
Fato comprovado:
O Brasil VENDEU a copa do mundo para a Fifa. Os jogadores titulares brasileiros foram avisados, às 08:00 do dia 4 de Julho (dia do jogo de quartas de final), em uma reunião envolvendo o Sr. José Maria Marin (na única vez que o presidente da CBF compareceu a uma preleção da seleção), o Técnico Luis Felipe Scolari, o Sr. Carlos Alberto Parreira, supervisor da seleção, e o Sr. Ronald Rhovald, representante da patrocinadora Nike. Os jogadores reservas permaneceram em isolamento, em seus quartos ou no lobby do hotel. Continue lendo na Folha Baiana

domingo, 13 de julho de 2014

Quero vitória sem bola...

  Fomos medíocres, senão vejamos. Contra a Croácia tomamos um gol contra com poucos minutos de jogo. Fomos pressionados e viramos graças ao bom futebol de Neymar. Contra o México foi o grande alerda, jogamos mal e quase perdemos. Contra Camarões também tivemos vários momentos de apatia, e se não fosse novamente o Neymar, teríamos empatado ou perdido. Contra o Chile, bem organizado não perdemos por sorte, seja na bola no travessão no último chute da prorrogação, seja no último chute na trave nas batidas dos pênaltis. Depois contra a Colômbia foi outro sufoco. E finalmente a Alemanha sempre científica, nos mostrou a prova dos 9 ou dos 7, mostrando ao mundo o quanto estávamos desorganizados, jogando apenas com a emoção. Parecia que o time do Brasil parou para olhar a torcida enquanto os alemães fizeram 5 a 0 com apenas 30 minutos de jogo. E contra a Holanda, onde o Felipão deveria ter escalado o time reserva para colocar mais raça no time, me veio com os mesmos mulambos, e conhecemos o chocolate holandês. Esse resultado é reflexo da corrupção que também chegou nas federações, na falta de bons campos de futebol que é a realidade da maioria dos estádios brasileiros, não os superfaturados que foram construídos; da violência nos estádios, dos cambistas, da falta de um calendário, de uma arbitragem boa, da evasão de jogadores com 16 anos  para outros centros. E daí vem a pergunta, então como conseguimos ser penta? Sempre tivemos bons jogadores, mas, se recordarem, já na copa de 94 ganhamos nos pênaltis, mesmo com Romário em campo. Em 98 foi aquele fiasco. Em 2002 tínhamos os Ronaldos, em 2006 eliminados, 2010 o frangueiro Julio Cesar falhou e agora sentimos o salsichão alemão. Não devemos colocar essa derrota como a derrota para um guerra. Nosso inimigo é interno, perdemos para nossa desorganização, pela nossa inércia, corrupção e o improviso funciona quando estamos empatados, quando já entramos em campo sem um esquema, e na vida cidadã sem os serviços essenciais condizentes. Só de passar pela cabeça custear uma copa num país sem escolas, hospitais, violência é um verdadeiro acinte para não dizer burrice ou má fé dos que mamaram com o superfaturamento. Não quero ganhar no futebol apenas, quero um país melhor, mesmo quando não estiver com a bola no pé; o que aliás, ficamos sem ela a maior parte do tempo...fora de campo, e na copa...dentro de campo só tocamos na bola para buscá-la na rede...

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Policiais do Rio e de SP relatam que falta treinamento (e a massa querendo a Copa e Olimpíadas...)



Protesto. Na linha de frente, em SP, cabo Rodrigo diz que há problema de gestão
Foto: Michel Filho / Michel Filho
RIO E SÃO PAULO - Aos 39 anos e com 20 de Polícia Militar, o cabo Rodrigo (nome fictício) se sente despreparado para lidar com manifestações. Morador da periferia de São Paulo, ele faz patrulhas pela cidade e diz que seu grupo “é o primeiro a chegar quando tem confusão na rua”. O cabo vem lidando com constantes queimas de ônibus e está em quase todos os protestos de rua, na área central da cidade.


— A situação está muito complicada. Além de não termos treinamento, equipamento adequado e nem pessoas qualificadas ou uma tropa suficiente, há um problema de gestão. Cada hora quem manda na gente manda fazer uma coisa diferente. Uma hora é para impedir acesso de manifestantes a um determinado local, outra hora é para deixar as depredações rolarem — diz Rodrigo, casado, quatro filhos e salário de R$ 3,7 mil mensais.

Ele e outros policiais reclamam do mesmo abandono e falam da inexistência de uma política clara de controle de distúrbios civis. O cabo Rodrigo, por exemplo, conta que faz apenas um curso de reciclagem anual. Cursos específicos para manifestações, segundo ele e um outro policial militar ouvido pelo GLOBO, são obrigatórios somente à Força Tática e à Tropa de Choque.

— A gente da patrulha pode até se inscrever em um, só que é necessária a liberação do nosso chefe, o que raramente acontece porque nunca tem gente para preencher nossos horários de trabalho — conta o cabo.

No Rio, os relatos não são diferentes. Ouvido pelo GLOBO, um policial relata que o vandalismo e o os black blocs não eram esperados.

— Não tive treinamento para esse tipo de manifestação. O nosso objetivo é sempre manter a ordem só que a violência fugiu do controle — afirma Jorge, que também não quis se identificar e que acredita que as redes sociais contribuíram para uma visão negativa dos policiais: — Tive companheiro filmado e depois foram xingá-lo no Facebook. Ele errou? Acho que não. Ele obedeceu ordens e teve sua família exposta. No final das contas, viramos vítimas.

No vídeo, segundo o policial, um grupo de jovens estava depredando uma agência bancária até a chegada da tropa que usou bombas de gás para dispersá-los.

— O pior é ver gente defendendo esses vândalos e nos criticando. É a mesma polícia que é requisitada para proteger a população nos outros dias — desabafa.

Mariana Timóteo da Costa (Email · Facebook · Twitter)
Raphael Kapa (Email · Facebook · Twitter)
Publicado: 




sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Vídeo: Romário apoia protestos e diz que FIFA manda hoje no Brasil



O deputado federal e ex-jogador Romário (PSB-RJ) publicou um vídeo na internet para apoiar os protestos que ocorrem pelo país. Além de incentivar a continuidade das manifestações, ele atacou duramente a Fifa, organizadora da Copa das Confederações e da Copa do Mundo.

"O verdadeiro presidente do país hoje se chama Fifa. Ela chega aqui e monta um Estado dentro do nosso Estado", declarou o deputado. "A Fifa vai ter um lucro de R$ 4 bilhões. Ela teria que pagar mais ou menos R$ 1 bilhão em impostos, e não vai pagar. A Fifa vem, monta o circo, não gasta nenhum e leva tudo.

Ele reclamou dos atos gastos governamentais para Copa e um dos exemplos citados foi o Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília. "Com o dinheiro que foi gasto no Mané Garrincha, poderiam ser construídas 150 mil casas populares. Colocamos quase R$ 1,5 bilhão no estádio", declarou.

O seu ex-companheiro de ataque da seleção brasileira Ronaldo Fenômeno, hoje membro do COL (Comitê Organizador Local da Copa do Mundo), também foi alvo das suas críticas. "[Em 2011] a CBF, através do presidente da época [Ricardo Teixeira], e o COL, através do Ronaldo, prometeram que as pessoas de baixa renda com deficiência [física] teriam 32 mil ingressos para a Copa do Mundo. Aí eu pergunto. Cadê?"


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Facebook tira do ar página de divulgação de protestos contra a Copa (democrático?)


O Facebook tirou do ar na terça-feira, 28, uma página criada por movimentos sociais para divulgar os protestos contra a Copa do Mundo. O perfil "Operation World Cup", administrado pelo grupo Anonymous, tinha mais de 16 mil curtidas e foi um dos principais canais de divulgação dos atos do último sábado, 25.

Integrantes dos movimentos classificam a atitude como censura. “A página foi responsável por criar o evento nacional em outros Estados (fora de São Paulo). Ontem, percebemos que ela foi deletada sem justificativa do Facebook. Não questionamos porque sabemos que não adianta, é censura mesmo. Outras páginas que são contra ações do governo já passaram por isso”, disse um integrante do movimento Contra Copa 2014. Ele não quis se identificar.
Nesta quarta-feira, 29, uma nova página do tipo foi criada, com o nome de "Operation World Cup Fase 2". Até as 13h, o perfil já contava com mais de 3 mil curtidas.
A assessoria de imprensa do Facebook informou que não comenta casos específicos de perfis tirados do ar e disse que todos os casos de remoção de página são motivados por violações aos termos de uso do site.
Fabiana Cambricoli - O Estado de S.Paulo

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

PM leva pedrada na cabeça na inauguração da Arena das Dunas


foto: blog Robson Pires
Durante o protesto que acontece em frente a Arena das Dunas na tarde desta quarta-feira, houve um princípio de tumulto entre manifestantes e policiais militares. Enquanto a PM fazia uma revista na mochila de um jovem que participava do protesto, uma confusão se iniciou próximo da entrada do estádio. Uma pedra foi atirada e atingiu a cabeça de um dos policiais. Ele não teve ferimentos graves. Após o incidente, os policiais que se envolveram na confusão se afastaram dos manifestantes. Ninguém foi preso.

"SUPERVIA CRUCIS" e a mobilidade urbana


Em homenagem aos que acreditam no "legado" da Copa 2014, nas Olimpíadas 2016, em homenagem ao trabalhador das grandes cidades, que sofrem com a mobilidade urbana, a empresa que administra os trens no Rio de Janeiro, deveria se chamar SUPERVIA CRUCIS.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Quartel da PM é invadido por 15, oito morreram durante confronto (no país da copa...)

No inicio da manhã desta segunda-feira (13) vários bandidos fortemente armados invadiram o quartel da Polícia Militar no município de Campo Novo - Rondônia, a cerca de 105 Km de Ariquemes, renderam os policiais e roubaram vários armamentos sendo 2 Fuzis, 01 escopeta calibre 12, várias pistolas .40, coletes e 01 viatura Toyota Triton da PM.

Durante a tomada do quartel da PM o soldado PM Ranvanelli foi baleado no abdômen e socorrido ao município de Buritis.


Após tomar o quartel da PM o bando tomou dois policiais como refém e passaram a realizar roubos em vários comércios da cidade inclusive os dois bancos da cidade.


Por volta das 08hs40min o bando saíram da cidade na viatura roubada sentido município de Monte Negro na BR 421 onde no Km 90 se depararam com guarnições do GOE do 7º BPM, Base Móvel, NI e guarnições que estavam de serviço nos municípios de Monte Negro e Ariquemes e se deslocavam para Campo Novo onde ouve intensa troca de tiros e 7 bandidos foram mortos e segundo informações policiais o oitavo bandido conseguiu fugir e possivelmente está baleado.


Policiais Militares do GATE de Porto Velho desceram de avião para Buritis de onde pegaram viaturas locais e desceram para o município de Campo Novo.

APÓS INVADIREM QUARTEM DA PM 8 BANDIDOS SÃO MORTOS EM CONFRONTO
APÓS INVADIREM QUARTEM DA PM 8 BANDIDOS SÃO MORTOS EM CONFRONTO
Clique aqui e veja mais fotos no portal alertanoticias.com.br imagens fortíssimas!!!

domingo, 12 de janeiro de 2014

Traficantes do Rio estão preparados para a Copa


Continue lendo a matéria completa no Channel 4

"As forças de segurança do Brasil está tentando limpar favelas dominadas pelas quadrilhas do Rio de Janeiro antes do início da Copa do Mundo . Mas eles têm um trabalho duro em suas mãos, como relata Guillermo Galdos .

( O vídeo acima é uma versão alterada do relatório original , o que elimina uma tradução que foi considerada incorreta após a transmissão. )


'Era tarde da noite quando o meu contato no Brasil me ligou para dizer que as quadrilhas nos tinham dado luz verde para filmar dentro de uma das favelas mais perigosas do Rio de Janeiro .

Vínhamos trabalhando no acesso por semanas e finalmente veio. Eu queria ver o outro lado de uma das cidades mais violentas da América Latina , que se prepara para receber centenas de milhares de fãs de futebol no próximo ano.'

O governo brasileiro está desesperado para mostrar o outro lado da cidade, e nos últimos quatro anos, eles pacificaram 34 favelas em 1000 . Com apenas oito meses restantes antes da Copa do Mundo , o governo está correndo contra o tempo para limpar o crime antes de os turistas chegarem. Eles conseguirão fazer isso?

Nós conversamos com um oficial brasileiro que nos disse que provavelmente eles só seria capaz de pacificar 40 favelas antes da Copa do Mundo . " Nosso principal objetivo é empurrar os criminosos para fora das áreas próximas aos locais onde os turistas vão ficar por aqui. "

Mas a pacificação teve um custo elevado . Muitas pessoas inocentes foram mortas no fogo cruzado , e os moradores da favela acusam a polícia de "desaparecimento" de pessoas. Os moradores disseram que confiam mais nos traficantes do que na polícia, simplesmente porque cresceram com eles todas as suas vidas.

De acordo com as quadrilhas , a mudança é apenas uma maquiagem . Eles dizem que a guerra é para ver quem vai ser responsável pelo negócio da droga durante a Copa do Mundo e as Olimpíadas .

Fomos para a favela Lins um dia antes de a polícia chegar. O comércio está normal. Um grama de cocaína por cinco dólares e um pacote de erva por dois. De lá, os soldados do Comando Vermelho , uma das maiores organizações criminosas do Brasil , me disse : " se a polícia continuar nos incomodando , vamos deixar o Rio em chamas quando os gringos vierem para a Copa do Mundo . "

Menos de um quilômetro de distância dali encontramos o corpo de um homem de 30 anos de idade; estava no chão com duas balas na cabeça . Ele foi baleado em plena luz do dia na frente de dezenas de testemunhas. A polícia brasileira tentou nos impedir de filmagens. Eles não estão interessados em mostrar ao mundo a realidade do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

O principal alvo dos black blocs é a Copa do Mundo, diz pesquisadora

Estudiosa do assunto, professora da Unifesp traça perfil dos mascarados que aderiram à violência contra símbolos do poder por não se sentirem escutados pelos governos

A estratégia black bloc ficou conhecida nos protestos de junho, quando ganhou força entre jovens manifestantes. Mas, cinco meses depois, mesmo com a repressão e criminalização dos mascarados, a tática de cobrir o rosto e se vestir de preto para destruir símbolos do capitalismo e do Estado não dá sinais de fraqueza nas poucas manifestações que ainda continuam pelo País. Estudiosa do assunto, a professora de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Esther Solano Gallego foi em inúmeros protestos, entrevistou vários dos adeptos dessa estratégia e explica: “o principal alvo deles é a Copa do Mundo de 2014”.
A professora conta que a realização do evento no Brasil é um tema sempre presente no “discurso articulado” dos black blocs. “O momento é bem complicado. É difícil prever o que vai acontecer daqui a dois meses. Mas o que fica claro é que o principal alvo é a Copa do Mundo. Vai ser um momento que o Brasil vai estar na cena internacional. Eles vão continuar ativos e as ações vão ser na Copa do Mundo”.
A pesquisadora foi convidada, inclusive, para debater nesta quarta-feira (23) sobre o tema com parlamentares na Câmara dos Deputados. Para ela, no entanto, o governo “não presta atenção” nestes jovens que saem às ruas para atacar símbolos do poder, como agências bancárias. “Eles não saem pelo quebra-quebra. Eles não se sentem escutados pelo Estado”. Por isso, segundo Esther, a mensagem que os black blocs querem passar com a violência “é a mesma dos protestos de junho”.
Alex Falcão/Futura Press
“Eles não saem pelo quebra-quebra. Eles não se sentem escutados pelo Estado”
“Você pode concordar ou não com a violência deles, cada um tem a sua opinião, mas é perfeitamente claro que todos compartilham das reinvindicações deles. A gente devia prestar um pouco mais de atenção na mensagem que eles querem passar, que é a mesma de junho. Eles querem melhorar o País”, defende.
Perfil dos integrantes
De acordo com a estudiosa, os jovens que aderiram à estratégia de confronto nas manifestações são, em geral, de classe média ou classe média baixa. Mas, apesar de não serem provenientes da periferia das grandes cidades, segundo a professora, eles têm “contato com a precariedade do Estado”. A maioria está trabalhando, tem entre 16 e 24 anos e lida com problemas de transporte ou saúde pública no dia a dia. “Por outro lado, eles têm um discurso bastante articulado”.
Mais: 

“Já faz um bom tempo que eu falo com eles. Tem pessoas que talvez coloque a máscara pela emoção (do confronto) e não sabe de nada mesmo. Mas esse grupo é minoria. A maioria é de pessoas que tem presença cotidiana na rua, tem discurso bastante articulado. São formados em universidades particulares e conseguem articular suas ideias. Eles falam que usam de violência simbólica, como mensagem para chamar atenção do governo”, afirma.
Sobre a desaprovação, por partes dos cidadãos, quanto aos métodos violentos, a professora da Unifesp explica que, na visão dos black blocs, a culpa é das instituições públicas e da imprensa que alienam a população. “Eles conversam sobre isso e sentem que estão criminalizados pelo Estado. Dizem que não conseguem passar a mensagem deles para a população e por causa dos meios de comunicação. Eles consideram que o Estado e a mídia os tratam como vândalos, mas não se consideram isso. Consideram que estão passando uma mensagem”.
    ultimosegundo.ig.com.br

    quarta-feira, 15 de maio de 2013

    Romário sobre a Copa 2014: "FIFA vai levar mais de 3 bilhões"...


    O depeputado federal Romário durante trabalho em Brasília Foto: Ailton de Freitas / Agência O Globo
    SÃO PAULO - Ex-artilheiro que virou deputado, Romário bate na administração do futebol brasileiro e se diz pessimista com a seleção. Por telefone, ele mostra o quanto anda decepcionado. Irônico, afirma que não vê jogos pela TV, algo que nunca gostou, e desdenha do Campeonato Carioca. Ele quer explicações sobre a destruição de instalações esportivas para as Olimpíadas e faz a sua aposta para o Mundial.

    Você acha que conseguiremos organizar uma boa Copa do Mundo?

    A Copa do Mundo vai ter. As classes A e B do Brasil e os estrangeiros sairão felizes da vida. E as classes C, D e E vão sofrer para ter o gostinho verdadeiro de ter uma Copa em seu país.
    Por quê?
    Porque será tudo caro! É proibido isso, proibido aquilo... Muita regra para brasileiros.
    O que te preocupa sobre a organização?
    Tudo me preocupa. A verdade é que o Brasil será entregue à Fifa. E tem várias coisas que ferem a Constituição. A Fifa vai levar mais de R$ 3 bilhões e não vai pagar nem R$ 1.
    O Brasil aceitou as regras, não?
    Assinou erroneamente. Não era para assinar. O Brasil não pode se dar em troca de uma Copa.
    E em relação às Olimpíadas de 2016?
    Outro grande rombo nos cofres públicos que ficará para a história. Em uma audiência pública aqui na Câmara dos Deputados, Marcio Fortes, presidente da Autoridade Pública Olímpica, e o Fábio Dino, presidente da Embratur, disseram que o orçamento para as Olimpíadas é de R$ 27 bilhões (R$ 28,8 bilhões, segundo dossiê da candidatura do Rio). Vou repetir: R$ 27 bi! É justo com o povo brasileiro? E será mais caro.
    Como deputado que representa o Estado, você não está atuante em questões das Olimpíadas, como a destruição de instalações esportivas. Por quê?
    Vocês é que não noticiam! Acabo de convidar o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes para esclarecerem para a nossa comissão (Comissão de Turismo e Desporto da Câmara), todos estes abusos. Inclusive as remoções ilegais. Não sei quando virão. E se virão.
    Confia na seleção? Escale a sua.
    Como assumi este ano a presidência desta comissão, estou por fora do que acontece no futebol. Não tenho tempo. Se escalar uma seleção, não serei justo. A gente tem de confiar sempre. Mas, se o Brasil continuar a jogar como está, infelizmente, com o crescimento dos rivais, nossas possibilidades não serão positivas para a Copa das Confederações e para a do Mundo.
    Baseia-se em algum amistoso...
    Nem os amistosos do Brasil eu tenho visto.
    Assiste à Liga dos Campeões?
    Para dizer que não vi nada, vi 20 minutos do segundo jogo entre Barcelona e Bayern.
    E Campeonato Carioca? Vê futebol?
    Qual Carioca? Existe? (risos).
    O que achou da troca de Mano por Felipão?
    Fui a favor. Hoje, a seleção dispõe dos dois últimos treinadores campeões do mundo. Há respeito por parte dos jogadores do Brasil e dos outros atletas e técnicos de outras seleções.
    Qual seleção vencerá o Mundial?
    A Alemanha vai ganhar a Copa.
    Sinceramente, você tem mágoa de Felipão por causa do seu corte em 2002?
    Não sou do tipo que fica magoadinho! Fiquei é puto! Mas já passou. Também fiquei com o Vanderlei (Luxemburgo, em 2000) que não me levou para as Olimpíadas. Com o Zagallo, que me cortou em 1998 (Copa da França). E fiquei mais com o Felipão porque ele me cortou e foi campeão assim mesmo.
    O que acharia se tivesse jogado ao lado de Pelé? Como seria esta dupla?
    Eu teria feito mais gols do que ele!
    Há oito anos você disse que Pelé calado era um poeta, quando ele falou que você, com 39 anos, podia se aposentar. Recentemente, um ofendeu o outro. Não é ruim?
    Se fica mal para ele, é problema dele. Para mim, não fica mal, não. Meu sentimento é este mesmo. E também se fica, problema para quem fica. Não estou preocupado. Falo o que tenho vontade de falar. Se o Pelé, a partir de agora não falar um “ai” de mim, eu não vou falar um “ai” dele.
    Você chorou no anúncio do projeto para a entrada gratuita de 500 portadores de necessidades especiais em cada jogo do Mundial. Foi sua maior vitória como deputado?
    Espero não chorar de novo se não acontecer. Porque o presidente da CBF e do COL (José Maria Marin) ainda não se pronunciou sobre isso. Foi feita uma promessa pública do presidente da época (Ricardo Teixeira) e do Ronaldo.
    Por que Marin não sai da CBF e do COL?
    (risos). Isso eu também queria saber. Não entendo por que a própria presidenta e o Ministério do Esporte ainda deixam este cidadão comandando estas entidades. Agora, na Copa das Confederações, Dilma Rousseff se sentará ao lado dele. E não será positivo para a cara do Brasil.
    O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse que o governo federal não pode intervir na CBF e que a Câmara dos Deputados pode...
    (interrompendo) Poderia, sim. Na verdade, o que se alega é que a CBF é empresa privada. Mas ela deixa de pagar alguns tributos ao governo federal. Usa a bandeira nacional, o escudo, o hino nacional e o patrimônio nacional, que são os jogadores... É falta de coragem.
    Acredita que o governo brasileiro e a Fifa se movimentam para tirá-lo do COL?
    Não posso dizer que não acredito. Mas posso afirmar que, se estão se movimentando, só se for em passo de tartaruga. Nada acontece.
    É a favor de participação estatal nas decisões da CBF?
    Se houver realmente atitude, sou a favor. Mas o governo federal não tem atitude alguma num momento delicado como esse. Vai ter em outros? O problema do futebol brasileiro está muito feio. Está em 19º no ranking da Fifa. Vários países sem histórico estão à frente.
    Como sede da Copa de 2014, a seleção não disputa as eliminatórias...
    Não é isso. Se for pegar os países-sede das últimas Copas, tirando a África do Sul, claro, nunca uma seleção da sede chegou nesta posição.
    É a favor de Andrés Sanchez na CBF?
    Sou a favor do Sanchez, Raí ou Maurício Assumpção. O Raí nunca teve experiência de administração de clube, de gestão. Mas é um cara esclarecido e respeitado. O Sanchez, pelo que fez pelo Corinthians. E o Assumpção porque profissionalizou o Botafogo!
    Tanto Sanchez quanto Assumpção não seriam mais do mesmo?
    Estou dizendo quem eu acreditaria que não se envolveria em troca de favores.
    E o Ronaldo à frente do COL?
    O Ronaldo dá um peso ao COL. Mas não sei se teria experiência administrativa. Se bem que hoje, qualquer um dirige o COL.
    Em 2010, você estava na África do Sul com Teixeira, promovendo a logomarca da Copa de 2014. Tempos depois, passou a criticar a organização do Mundial. Críticos dizem que ficou insatisfeito por não ser indicado ao Conselho de Administração do COL...
    Primeiro, nunca passou pela minha cabeça participar de nenhuma comissão do COL. E nunca foi ventilado pela CBF nem por lugar nenhum. Segundo, naquele momento, ainda não tinha sido eleito deputado (foi eleito depois, em outubro). E a partir do momento que entrei aqui, vi o quão podre é a CBF. Vou além: quando o Marin assumiu, veio aqui em Brasília, chorou, me abraçou, pediu ajuda, e fui enganado de novo.
    Além de tudo isso que falou, está sendo enganado por algum outro motivo?
    Eu estou sendo enganado, você está sendo enganada, o povo brasileiro está sendo enganado. Meu pai sempre me ensinou a estar ao lado de pessoas corretas. E não é o caso de estar ao lado da CBF.
    O que acha da conta de mais de R$ 1,2 bilhão para o novo Maracanã?
    O nome disso é assalto sem arma!
    O custo da Copa é uma caixa preta?
    A população não tem ideia nem vai ter do custo desta Copa. Só vai ter este sentimento de perda, de dinheiro jogado fora, bem depois. Se o país já passou por dificuldades, passaremos de novo por causa de gastos desnecessários e vergonhosos com o dinheiro público. Isso tem outro nome.
    O que acha do caso Engenhão? Afeta a percepção dos estrangeiros sobre a capacidade do Brasil para organizar grandes eventos?
    Este caso é típico. Falta de competência e boa administração da prefeitura, a anterior, diga-se. Afeta percepção? Afeta o povo brasileiro, principalmente o carioca que pagará a conta.

    CAROL KNOPLOCH/O Globo


    segunda-feira, 15 de abril de 2013

    A VERDADE SOBRE A COPA...



    Este é o filme que revela a sujeira e as injustiças no Brasil e, principalmente no Rio de Janeiro, devido as transformações causadas pela chegada da Copa e Olimpíadas. 


    Bilhões dos nossos cofres públicos estão sendo investidos no país, e não sabemos pra onde está indo todo esse dinheiro. Qual é o real impacto para as comunidades e qual é o legado que será deixado para o futuro? Há muita sujeira a ser investigada, pois a grande mídia não cumpre com seu papel e omite qualquer notícia sobre o assunto. 



    Com a sua colaboração podemos continuar produzindo e divulgando essas informações. 
    Compartilhe o vídeo e espalhe para sua rede de contatos.
    Somente com a sua ajuda é possível chamar a atenção da sociedade e intervir nessa realidade.

    Para fazer uma doação ACESSE: http://catarse.me/dominiopublico

    Pretendemos aprofundar a pesquisa e o debate sobre esse processo, mas fazer cinema é complicado e os equipamentos são caros. Os meios de financiamento no Brasil são oriundos de leis de incentivo/editas que envolvem o governo ou grandes empresas, que jamais apoiariam projetos como o nosso. Estamos tentando o financiamento coletivo para prosseguir com o filme. Você pode doar qualquer valor a partir de 10,00 em troca de recompensas criativas, e ajudar na produção e divulgação dessas informações para a população. Precisamos de 90.000 reais, o que ainda é pouco, pois queremos filmar muito mais, finalizar um longa-metragem, divulgar na internet e exibir nas ruas, praças e comunidades através do Cine Ataque. Acreditamos que o nosso vídeo pode chamar a atenção da sociedade para as injustiças que estão sendo cometidas contra o povo brasileiro. JUNTOS, NÓS PODEMOS INTERVIR NESSA REALIDADE. PARTICIPE !!!!

    Para fazer uma doação ACESSE: http://catarse.me/dominiopublico


    Public Domain (Domínio Público)

    We started filming this documentary a year ago, independently, with few resources we obtained by producing a cultural event. The team did not earn a salary, and we used equipment free of charge. We went through the favelas of Vidigal, Vila Autódromo, and Providencia; to the port zone of Rio de Janeiro; and to Maracanã stadium, capturing multiple images, interviewing many residents, and participating in meetings, debates, and conflicts. In addition, we interviewed Professor Carlos Vainer at the Institute of Research and Urban and Regional Planning at the Federal University of Rio de Janeiro (IPPUR / UFRJ), an expert on mega-events; and congressmen Marcelo Freixo and Romario.

    During this period, we investigated where the billions invested in Brazil will be going, especially in Rio de Janeiro -- in preparation for the World Cup and the Olympics. It is very clear that much of this money will come from public resources and will serve to make rich a very small group of contractors, politicians, businessmen, and banks involved in these mega events. The legacy that will be left for the Brazilian people is very small. And worst of all, many community members are being illegally evicted from areas of high value for real estate and other forms of investment -- to distant urban peripheries which lack infrastructure and services, and are dominated by heavily armed and extremely violent militia.

    If you think you can do something to change this situation but do not know what to do, collaborate with us on this project. The script is open, and we can change the ending of this story. You donation will help in the production and dissemination of this information, encouraging participation of the people in decisions about their future. We need 90,000 reais (about 45,000 USD), not a large sum, in order to continue filming, finalize a feature film, post it on the Internet, and screen it on the streets, plazas, and in communities through Cine Ataque. We believe our film can draw society's attention to the injustices that are being committed against the Brazilian people. TOGETHER, WE CAN INTERVENE IN THIS REALITY. PARTICIPATE!!

    terça-feira, 9 de abril de 2013

    De volta para o futuro...Brasil depois das Olimpíadas 2016



        O governo já não sabe mais o que reduzir nos impostos de bens e serviços, num esforço hercúleo de manter a economia aquecida, ao mesmo tempo em que tenta conter o avanço da inflação. Essas sucessivas reduções deixa claro que a carga tributária brasileira, (altíssima), poderia ser reduzida definitivamente pela utópica reforma tributária.


         Se hoje a economia do Brasil apresenta essas turbulências, o que será no pós copa e Olimpíadas 2016? Com as obras já concluídas, as rachaduras nas edificações expostas, os rombos das obras superfaturadas publicizadas?

          Arriscaria dizer que o prazo de validade do governo populista, petista, vítima do lulismo será testado logo após esses megas eventos, onde não haverá mais o que reduzir, onde teremos que pagar na prática, a conta, o saldo das festas organizadas pela FIFA e COI. Talvez nesse momento os brasileiros acordem da miragem produzida pelo discurso de que "as obras da copa deixarão um legado para as cidades..." 

           Até lá viveremos as lantejoulas, as fantasias dos que boquiabertos desejam ver o Brasil "igual" aos países de primeiro mundo, com a diferença que lá eles já têm saúde, educação, segurança e o principal...cidadania, sem a qual não se chega a nenhum direito. Quem sabe a nossa vitória não venha depois desses eventos? Não pelas obras ruídas e superfaturadas, mas, pela ressaca e o surto depois do carnaval. Temos que construir um país para nós...se ele não for do agrado e confortável para nós...nunca será para os que nos visitam...