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domingo, 19 de janeiro de 2014

Norte-americano cria lista com motivos pelos quais odiou viver no Brasil

Comento: Em muitos pontos eu acredito que as observações dele fazem sentido. Em outras ele é um fanfarrão. Os Estados Unidos são os que mais desrespeitam o meio ambiente, a começar em não assinar o Tratado de Kioto. Os americanos são arrogantes e muito, muito mais alienado do que os brasileiros, por isso viveram a bolha econômica de 2008. Os americanos se acham a polícia do mundo, por isso permitiram a farsa das armas químicas no Iraque, que se provou ser mentira...e quantos iraquianos e soldados americanos morreram por conta dessa mentira? Os americanos desrespeitam os Direitos Humanos, pois invadiram o Paquistão e executam o ser humano Bin Laden, sem qualquer chance de defesa, respeito ao país onde ele estava. E por último, até porque poderia ficar horas falando das merdas que os americanos fazem, o chefe maior daquela nação acha normal as torturas na prisão de Guantánamo, acha normal espionar o mundo inteiro, acha normal caçar aqueles que discordam dessa "democracia de Sherlock Holmes". Ainda tem o soldado Bradley Manning que foi condenado por 35 anos, acusado de ter traído o seu país, que na verdade estava matando civis desarmados...fora a venda de armas, os massacres contra negros em bairros da periferia. Vocês se lembram quando presidente Obama já estava eleito para assumir o primeiro mandato; e fechou os olhos para os bombardeios de Israel à Cisjordânia, e mesmo assim ainda ganhou prêmio "Nobel da Paz"?! Não existe país perfeito...mas, a última nação que pode falar das outras é a nação americana...yes, we can not criticize others, sim, nós não podemos criticar os outros...como diria o escritor Nelson Rodrigues: "complexo de vira-latas"...jamais!!! never!!!


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

EUA colhe o que planta, e é atacado novamente

      

      Mais um atentado contra os americanos (Leia mais no G1). Seja qual for o motivo que levou o atirador a fazê-lo sabemos que a atitude dele é reflexo da política indiscriminada de venda de armas, vende-se tais como se fossem pamonhas ou pipocas. Ou se o fato motivador for de origem religiosa, é uma eterna dívida que os americanos têm com os países que foram e são atacados sobre o pretexto mentiroso de armas químicas, como ocorreu no Iraque num passado recente.

       A postura imperialista americana, vide a invasão virtual dos países pela guerra cibernética, seja para espionar os exércitos, seja para espionar os cidadãos, seja para captar informações sobre as grandes multinacionais, (como os poços de perfuração de pré-sal da Petrobras), demonstram que o "Tio San" está colhendo exatamente aquilo que plantou a vida inteira. Desordem, mentiras, ódio, mortes e muita instabilidade social.

      Uma pena que aqueles que promovem o caos, os políticos, não sofram as consequências de suas insanidades, deixando a população refém dessas consequências raivosas, igualmente insanas que tanto matam inocentes civis. Americanos, parem de mexer com quem está quieto, vocês decididamente não são a polícia do mundo.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

EUA: munições com carne de porco para impedir muçulmanos de irem para o paraíso

A South Fork Industriessediada no Estado americano de Idaho, produziu uma munição específica para matar mulçumanos. A empresa alega que essa é uma “forma de se defender daqueles que comentem atos violentos em nome do islamismo”.
Segundo o jornal Huffington Post, esta é uma iniciativa de um grupo de entusiastas por armas que se irritaram com a ideia de criar um centro de cultura islâmica próximo ao Ground Zero em Nova York, onde estavam localizadas as Torres Gêmeas.
As munições, chamadas Jihawg Ammo, foram revestidas com carne de porco e fundidas com a imagem do animal para tornar os projéteis “impuros” e impedir que os mulçumanos atingidos entrem no paraíso. Uma vez que a cultura islâmica considera pecado comer carne de porco.
De acordo com o jornal americano, no site da companhia as munições são anunciadas como “paz por meio dos porcos”. Também há anúncios como “coloque um pouco de pecado de Mohamed”.
A empresa responsável pela fabricação das munições não quis se pronunciar sobre os assuntos.
R7

Comento: É por essas e outras que o Estado tem que ser laico, para não ficara refém desses dogmas que assolam os povos.

sábado, 2 de março de 2013

Um herói para o mundo


Ao assumir inteira responsabilidade pelos seus atos, o soldado Bradley Manning, corpo debilitado pela prisão, foi um homem em si mesmo. Leu as trinta e cinco laudas de sua defesa prévia diante da juíza militar, a coronel Denise Lind, de forma clara e viva, com voz forte e serena, segundo a edição digital dos principais jornais americanos. Declarou-se culpado em dez das acusações do promotor militar, suficientes para condená-lo a 20 anos de prisão. Provavelmente, só deixará o presídio — se não for condenado à prisão perpétua — aos 45 anos, ainda a tempo de confirmar, em liberdade, a coragem de seu gesto.

No julgamento que se inicia, e que prosseguirá a partir de junho, o grande réu não é o frágil militar, que se confessa solitário em sua homossexualidade, e, sim, o sistema norte-americano, em sua arrogância diante do mundo, que o faz presumir-se ditador político e econômico de todos os povos, guardião e juiz de uma sociedade universal tutelada pelos seus interesses e crenças.

Bradley é um homem só, contra o mais poderoso governo do planeta; um soldado raso contra o Pentágono; um jovem de 25 anos atormentado e estimulado pela sua consciência humanística; um réu minúsculo diante de um tribunal  do qual, como Joseph K. —  o herói de Kafka, em O processo — só pode esperar o pior. À diferença de Joseph K., no entanto, ele sabe por que será condenado, e faz de sua “culpa” um libelo de acusação poderoso.

Alguns fatos, até agora desconhecidos, se revelam em sua defesa prévia. Antes de transferir os dados de que dispunha ao site do WikiLeaks, Bradley tentou passá-los aos dois mais importantes jornais norte-americanos, o Washington Post e o  New York Times. Não conseguiu. O sistema burocratizado do jornalismo moderno impediu-lhe  encontro pessoal com um repórter competente. Não havia  jornalistas como Bob Woodward e Carl Bernstein, prontos a ouvir as revelações de um Mark Felt, do FBI, sobre Watergate, faz 40 anos. Quem o ouviu talvez fosse entediado profissional de plantão, apressado para deixar a redação, no caso do Post. Com o mais importante jornal do mundo, o New York Times, foi pior: deixou o recado em uma secretária eletrônica, que automaticamente prometeu a Manning resposta de um dos ombusdmen do jornal — o que não houve. O soldado decidiu então, nas horas que lhe restavam em Washington, levar pessoalmente sua informação ao Político, jornal especializado em acompanhar o poder na capital dos Estados Unidos, mas uma tempestade de neve o impediu de ir à sua sede, em Arlington. 

Manning foi incisivo, ao afirmar que não foi pressionado por ninguém do WikiLeaks, e que supõe ter conversado, pela internet, com Julián Assenge. Em sua solidão, o jornalista australiano foi-lhe uma voz amiga, diante de seu drama de consciência com os crimes cometidos contra civis — entre eles o assassinato, pela guarnição de um helicóptero norte-americano de pessoas desarmadas, documentado por vídeo, que Manning ajudou a divulgar. 

“Quanto mais eu lia os telegramas secretos, mais eu me convencia de que eles deviam ser de conhecimento público” — afirmou à juíza.  “Eu queria tornar o mundo um lugar melhor” — resumiu.
A sanha vingadora do sistema, por intermédio do promotor militar, é evidente. Foram convocadas mais de cem testemunhas de acusação, e se prevê que várias delas deporão a portas fechadas e com a sua identidade preservada. 

Qualquer que venha a ser a decisão do tribunal, esse julgamento irá para a História como ocorreu com o de Georgi Dimitrov, o líder comunista búlgaro, acusado por um tribunal nazista de incendiar o Reichstag, há exatamente 80 anos. Dimitrov foi absolvido.    

Os verdadeiros patriotas americanos e os povos do mundo têm, a partir de agora, mais um herói a admirar.

Fonte: Jornal do Brasil      

       Comentário: E depois ainda me aparece a grande mídia querendo falar mal de Bin Laden, quando nem o militar americano suportou o massacre contra os civis árabes. É muito porco para pouca lama...

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Vendas de mochilas à prova de balas aumentam nos EUA após massacre


Material é capaz de deter as balas das pistolas, mas não as de um fuzil (Foto: Reprodução)
As vendas de mochilas à prova de balas para crianças e de outros produtos como calças blindadas aumentaram nos últimos dias nos Estados Unidos por causa do massacre na escola de Newtown, onde o jovem Adam Lanza matou 20 crianças e seis adultos. LEIA MAIS NO G1

terça-feira, 25 de setembro de 2012

A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA MILITAR NA ELEIÇÃO DOS EUA


      Segundo noticiado na rádio ITATIAIA, 95,70 de Belo Horizonte, o candidato à reeleição norte americana, Barack Obama conseguiu abrir vantagem sobre seu oponente Mitt Romney. O motivo do crescimento foi a adesão e apoio das famílias dos militares. Obama foi o presidente que retirou as tropas americanas do Iraque.

        Trazendo essa realidade para o nosso dia-a-dia, temos que nos envolver, e chamar nossos familiares para apoiar os candidatos militares dia 07/10/12. POLÍCIA VOTA EM POLÍCIA!!! Quem não pensar assim não deverá esperar mudanças vindas de políticos que não têm nenhuma relação com a nossa classe. PENSEM NISSO. NÃO BASTA VOTAR, TEM QUE ENVOLVER OUTROS PARENTES, VIZINHOS, COLEGAS DE TRABALHO, DA IGREJA, ETC. SE CADA UM CONSEGUE 10 VOTOS...A VITÓRIA ESTARÁ MAIS PRÓXIMA.

              Marcelo Anastácio - Blog No Q.A.P

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

EXÉRCITO AMERICANO INICIA PROGRAMA PARA PREVENIR SUICÍDIOS


   O exército americano inicia um programa de valorização do militar. Em um trabalho conjunto de exercito e família militar o governo dos EUA pretende reduzir o estigma que recai sobre os militares que procuram ajuda psicológica.
“O suicídio é nosso inimigo mais terrível...”
"Apesar dos nossos inimigos difíceis encontrados no Iraque e no Afeganistão, o suicídio é a mais difícil inimigo que já enfrentamos, e eu estou confiante de que vamos derrotá-lo", disse Joseph Westphal, subsecretário do Exército. "Eu tenho servido como líder sênior do Exército e, com várias capacidades, por várias administrações, eu nunca vi um desafio que não pode ser vencido quando a liderança do exército volta suas mentes para isso.
   O estigma que recai sobre quem busca apoio de saúde comportamental é um problema que o Exército leva muito a sério. Numerosas pesquisas indicam que alguns soldados relutam em procurar ajuda, porque eles vêem isso como um sinal de fraqueza, ou eles acreditam que seus líderes vão ver isso como um sinal de fraqueza.
   No entanto, ao longo dos últimos anos tem havido uma diminuição na porcentagem de soldados que mantêm esses pontos de vista. Ao mesmo tempo, o número de soldados que estão usando programas de tratamento, tais como saúde comportamental e abuso de substâncias tem aumentado constantemente o que indica que os Soldados estão superando as barreiras do estigma. Vai levar tempo para mudar essa cultura, mas através de ações e exemplos, os líderes do Exército estão começando essa transformação.
   Os líderes desenvolveram e programaram inúmeras iniciativas para enfrentar a questão do estigma que se refere à busca de ajuda, incluindo:
- A localização de saúde comportamental e prestadores de cuidados de saúde primários (Respeito-Mil e Médico Modelo Início) em instalações de serviços médicos
- Mensagens de redução do estigma estão incluídas em todos os vídeos de treinamento de prevenção de suicídio
- Iniciativas estratégicas de comunicação lançadas para promover ajuda procurada por soldados e suas famílias (que incluem palestras usando celebridades, assim como os líderes do Exército)
- Revisões de políticas foram promulgadas para interromper o uso do termo "mental" quando se refere a serviços de saúde mental e substituí-la por 'comportamento'.
- Exploração contínua de oportunidades para trabalhar com saúde comportamental, confidenciais e serviços relacionados a isso.
   Outros programas destinados a combater o suicídio incluem o Soldado abrangente e Fitness Família, ou QCA 2, o programa, instituido pelo Exército em 2012. QCA 2 uma atualização para o programa Global Soldado Fitness, que equipa e treina soldados, familiares e civis do Exército para atuar intervindo de psicológicamente correta, bem como para resistir melhor aos rigores físicos de operações sustentadas.
   O treinamento prepara indivíduos com habilidades valiosas que ajudam a lidar melhor em situações estressantes, a se recuperar de adversidades, e evitar o comportamento auto-destrutivo.

domingo, 29 de julho de 2012

Soldado dos EUA sofreu agressões antes de se matar no Afeganistão

O soldado norte-americano de origem chinesa Danny Chen foi forçado a rastejar cerca de 150 metros enquanto os seus superiores gritavam e jogavam pedras sobre ele antes de se matar no Afeganistão, em um caso que comoveu os EUA no final do ano passado.

A informação é de um soldado que teria testemunhado o ocorrido e fez a declaração nesta sexta-feira à corte que investiga possíveis responsáveis por levar Chen ao suicídio.

O sargento Adam Holcomb está sendo julgado por tratamento cruel e preconceito racial contra Chen, podendo ser demitido com desonra caso considerado culpado. O sargento enfrenta a denúncia de homicídio por negligência, o que equivaleria à figura do homicídio culposo no Brasil.

Durante o julgamento, soldados narraram que no posto de combate de Chen apelidos ofensivos eram comuns, assim como medidas disciplinares que envolviam castigo físico.
O fato de Chen não estar no peso correto quando entrou nas Forças Armadas teria contribuído para as agressões.

DA REUTERS/FOLHA DE SP

sábado, 9 de junho de 2012

Militares americanos registram quase um suicídio por dia em 2012

WASHINGTON - O número de suicídios de soldados americanos está crescendo e 2012 já tem a marca de praticamente um caso por dia (foram 154 suicídios entre oficiais ativos nos primeiros 155 dias do ano). A marca causou surpresas, já que em 2010 e 2011 a taxa havia se estabilizado.
O número de militares que se suicidaram este ano é maior que o de soldados americanos mortos em ação no Afeganistão nos anos inteiros de 2008 e 2009, de acordo com estatísticas do Pentágono obtidas pela agência Associated Press.
A quantidade de suicídios reflete o aumento das demandas provenientes das guerras do Iraque e do Afeganistão. Os militares também têm lidado com o aumento de casos de abuso sexual, abuso de álcool, violência doméstica e outros comportamentos problemáticos.
Entretanto, as razões para o aumento ainda não foram completamente compreendidas. Entre as explicações, estudos apontam para à exposição nos combates, o estresse pós-traumático, o uso incorreto de remédios prescritos e problemas financeiros pessoais. Dados militares sugerem que os soldados com várias incursões de combate correm risco maior de suicídio, apesar de uma parcela considerável de suicidas serem soldados que nunca foram lutar.
A guerra do Afeganistão tem previsão de acabar em breve, com a retirada total das tropas prevista para 2014. Contudo, 2012 tem registrado números recordes de soldados sendo mortos por afegãos e escândalos envolvendo problemas de conduta dos americanos.
Até 3 de junho deste ano, 154 soldados da ativa se mataram, em comparação a 130 do mesmo período do ano passado - um aumento de 18%. O Pentágono previa uma média de 136,2 suicídios para este intervalo de tempo com base nos números de 2001 a 2011. A quantidade de suicídios entre janeiro e maio é ainda 16% maior que a marca de 2009, que registrou a maior incidência anual de casos até agora.
General fez pouco caso do problema em texto na internet
Apesar de campanhas para que os militares busquem ajuda para problemas mentais, muitos ainda acreditam que procurar auxílio é um sinal de fraqueza e, assim, uma ameaça para uma possível promoção.
Stephen Xenakis, um brigadeiro reformado do Exército que ainda trabalha como psiquiatra, afirma que os suicídios refletem o nível de tensão da saída americana do Afeganistão enquanto a violência continua no país.
- É, de forma geral, um sinal do estresse a que o Exército tem sido submetido durante esses dez anos de guerra. Já vimos que esses sinais se manifestam de forma ainda mais dramática quando o combate parece diminuir e o Exército está voltando para sua guarnição - explica Xenakis, ressaltando que lhe preocupa o fato de muitos veteranos não entender a natureza do problema do suicídio.
Um exemplo disso foi o episódio em que um general do Exército disse aos soldados que consideravam o suicídio para "agir como adultos". O major-general Dana Pittard, comandante da Primeira Divisão Blindada escreveu um polêmico texto em seu blog e, mesmo depois da repercussão, não pediu desculpas.
"Agora cheguei à conclusão de que o suicídio é um ato absolutamente egoísta. Eu estou pessoalmente cheio de soldados que escolhem tirar suas próprias vidas para que outros possam limpar sua bagunça. Seja um adulto, aja como um adulto e lide com os problemas de sua vida como o resto de nós", postou Pittard. Ele também aconselhou os soldados a procurar ajuda.
As declarações causaram uma repreensão pública do Exército, que tem o maior número de suicídios das Forças Armadas, que chamou as posições do major-general de "claramente erradas". Na semana passada, o chefe do Estado Maior Conjunto, general Martin Dempsey, afirmou discordar de Pittard "nos mais fortes termos possíveis".
Para combater o fenômeno do suicídio, as Forças Armadas lançaram serviços telefônicos, colocaram mais especialistas em saúde mental nos campos de batalha, aumentaram o treinamento para lidar com o estresse e investiram mais em pesquisas sobre os riscos da saúde mental, entre outras medidas.
Agência Globo (Yahoo Notícias)/montedo.com

domingo, 15 de abril de 2012

Agentes dos EUA são suspensos após escândalo sexual

Onze integrantes da polícia de elite que protege o presidente americano, Barack Obama, foram suspensos, após serem acusados de má conduta num caso de escândalo sexual em Cartagena, Colômbia, onde Obama participa da Reunião de Cúpula das Américas, anunciou neste sábado o Serviço Secreto americano.

"Os integrantes envolvidos foram levados para a sede do Serviço Secreto, em Washington, para serem interrogados hoje", informou o subdiretor da força, Paul Morrissey. "Esses 11 funcionários foram suspensos."

"No último dia 12, 11 membros do Serviço Secreto em Cartagena foram acusados de má conduta, antes da viagem do presidente", explicou Morrissey. "Nenhum deles trabalhava com a proteção direta de Obama."

O jornal "The Washington Post" noticiou ontem, citando o presidente da Associação Americana de Oficiais Federais da Polícia, que pelo menos um dos agentes do serviço secreto envolveu-se com prostitutas em Cartagena.

"A natureza das acusações, somada a uma política de tolerância zero frente a casos de má conduta, resultou na decisão do Serviço Secreto de retirar essas pessoas de sua missão e substituí-las por outros membros do Serviço Secreto", disse Morrissey.

"Estes atos não afetam a capacidade do Serviço Secreto de colocar em prática um plano de segurança completo para a visita do presidente a Cartagena", acrescentou o subdiretor.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Soberania de porre: EUA reconhecem cachaça brasileira, mas querem mesmo é tomar nosso pré-sal

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Leia mais artigos no site Fique Alerta – www.fiquealerta.net 
Por Jorge Serrão

Dilma Rousseff matou seu ex Lula da Silva. De inveja! A Presidenta ganhará o título distintivo de Melhor Amiga da Cachaça. Mesmo que não tome um gole sequer ou se resolver tomar todas. Ela assinou ontem, em Washington, com o Presidente Barack Obama, um acordo bilateral com os EUA para o reconhecimento da cachaça como produto tipicamente brasileiro. É a soberania do goró. 

O Brasil produz cerca de 1,3 bilhão de litros de cachaça por ano. Mas só exporta 1% da produção nacional. Os maiores compradores da nossa cachaça prime são Alemanha e Inglaterra. As exportações para os EUA são insignificantes. Até o acordo, nosso produto genuinamente nacional só entrava lá classificado como “rum”. Uma injustiça com a cachaça de alta qualidade produzida pelos 30 mil produtores tupiniquins – a maioria em pequenos alambiques - que ostentam cerca de 5 mil marcas de caninha.

Cachaceiros do mundo, uni-vos para bebemorar! O governo petralha – que é um porre – mostrou “Atitude” (famosa marca de cachaça mineira). Dilma tomou uma correta “Providência” (outra marca mineira). Há cerca de 40 anos que o “Tratado da Cachaça” fazia parte de tentativas de acordos entre Brasil e EUA. 

Agora que os EUA nos abriram o mercado para a matéria-prima da caipirinha, governo do Brasil fica à vontade para lhes dar uma contrapartida justa. Tio Sam compra nosso líquido ouro branquinho, e nós também facilitamos a exploração do ouro negro do pré-sal para as petrolíferas deles. Funcionando como garoto propaganda da Oligarquia Financeira Transnacional, que domina o setor de óleo & gás, Obama pediu a Dilma mais facilidades para as petroleiras norte-americanas trabalharem no Brasil.

Moral de um encontro sem maior importância prática: os norte-americanos tomam a nossa cachaça e tomarão ainda mais o nosso petróleo. E a gente vai tomando...


sexta-feira, 9 de março de 2012

COMISSÃO DA VERDADE x VERDADE EM AÇÃO

Esquerda no poder não vai deter a ação da história.

A participação atuação da CIA na campanha que começou em 1962 e culminou com o golpe de estado que derrubou João Goulart em 1964 é fato histórico bem documentado. É referido no livro QUEIME ANTES DE LER (Stansfield Turner, editora Record 2009) e no livro O GRANDE IRMÃO, do historiador Carlos Fico, editora Civilização Brasileira, cuja resenha pode ser lida aqui  http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/02/440049.shtml . 


A ativa participação do serviço secreto inglês naquele episódio, entretanto, não tem sido muito estudada, nem tampouco é de conhecimento geral. Mas isto mudou com a publicação de SEGREDOS DA PROPAGANDA ANTICOMUNISTA, do jornalista Geraldo Cantarino (editora Mauad X)  http://jornaldedebates.uol.com.br/debate/quais-os-verdadeiros-valores-sociedade/artigo/segredos-propaganda-anticomunista/17162



A verdade histórica, portanto, já é conhecida. Durante a preparação do golpe de estado de 1964 civis e militares brasileiros se aliaram aos ingleses e aos norte-americanos para destruir a democracia, afastar o povo brasileiro da atividade política e sindical e dominar brutalmente o Brasil para desta forma intensificar a exploração capitalista e a acumulação de capital. 



Segundo os relatórios dos agentes ingleses que atuaram na época no Brasil (relatórios que, portanto, não podiam ser influenciados pelos comunistas na época) a atividade comunista havia declinado entre 1962 e 1963. O PCB não havia conseguido se infiltrar no campo, razão pela qual a possibilidade de uma verdadeira revolução comunista não existia. Mesmo assim o medo do comunismo continuou a ser espalhado pelos agentes ingleses e norte-americanos e seus aliados brasileiros civis e militares que desejavam o rompimento brutal da legalidade. 



O golpe de estado de 1964 foi tramado e arquitetado de maneira metódica e malvada. A destruição da democracia brasileira instituída pela Constituição de 1946 foi justificado com base no medo do comunismo porque a propaganda anticomunista no Brasil era massiva, eficiente e coordenada pelos agentes norte-americanos e ingleses (apesar dos próprios agentes ingleses admitirem em documentos oficiais que o perigo de insurgência comunista não existia). A repressão que se seguiu também metódica e malvada. Qualquer brasileiro que defendesse a legalidade do regime de 1946, ou seja, o regime constitucional atacado pelos TRAIDORES brasileiros a serviço dos EUA e Inglaterra, que ousasse desafiar o regime ditatorial que permitiria aos norte-americanos e ingleses uma excelente temporada de caça aos lucros no país era silenciado mediante tortura, execução e desaparecimentos. 

Por Fábio de Oliveira Ribeiro 08/03/2012 
Fonte: CMI BRASIL:>>>>>>>

quarta-feira, 7 de março de 2012

Corpo de Bin Laden não foi lançado ao mar, diz WikiLeaks

APMadri, 7 mar (EFE).- O corpo do ex-líder da Al Qaeda Osama bin Laden não foi lançado ao mar como disseram as autoridades americanas, mas levado para os Estados Unidos em um avião da CIA (agência de inteligência do país), revelou o WikiLeaks ao jornal espanhol "Público".


E-mails da Stratfor Global Intelligence, empresa privada de segurança conhecida como "CIA na sombra", aos quais teve acesso o "Público" e outros jornais do mundo todo, revelam que o sepultamento de Bin Laden em alto-mar nunca aconteceu. Ele foi assassinado por um comando especial de forças americanas em 2011 em Abbottabad, no Paquistão.
Em mensagem classificada como "superconfidencial" pelo "Público", Fred Burton, um dos diretores da empresa com sede no Texas, diz: "Fui informado que trouxemos o corpo. Graças a Deus". O e-mail tem o título de "OBL", o que o jornal espanhol interpretou como as iniciais de Osama bin Laden.
Na mensagem seguinte, Burton escreve "(alpha) O corpo está a caminho de Dover, Delaware, em um avião da CIA", detalhou o "Público", que explicou que a palavra-chave '(alpha)' significa que a informação é "limitada a uma reduzida cúpula de máxima responsabilidade na corporação". O jornal assinalou que em Dover há uma base da Força Aérea dos Estados Unidos.
"Depois seguirá até o Instituto de Patologia das Forças Armadas em Bethesda", perto de Washington, acrescenta Burton, ex-agente especial do Serviço Secreto Diplomático do Departamento de Estado dos EUA.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Governo americano recomenda aos seus cidadãos: "não viajem para a Bahia"

A greve da Polícia Militar da Bahia entrou na lista das "mensagens emergenciais para cidadãos americanos" no site daEmbaixada dos Estados Unidos da América no Brasil(portuguese.brazil.usembassy.gov). O texto é um alerta de segurança aos estrangeiros que residem ou visitam o Brasil.  O alerta fala que os destinos turísticos e comerciais populares de Salvador foram afetados pela insegurança, com saques em lojas, bloqueios de ruas e estradas importantes, além de arrastões.

A mensagem reforça que, "até o momento, não houve relatos de violência contra cidadãos americanos na área" e tranquiliza quando diz que "as forças de segurança nacional do Brasil foram chamadas para manter a ordem". No entanto, a embaixada dos EUA aconselha os cidadãos americanos a "adiar viagens não essenciais a essas áreas até que as condições de segurança estejam estabilizadas". Além disso, pede que americanos fiquem atentos às reportagens da imprensa sobre as condições da segurança em Salvador e no estado da Bahia. Leia aqui a mensagem na íntegra.
fonte: blog Coturno Noturno

sábado, 17 de dezembro de 2011

EUA: retomada audiência de soldado acusado de ajudar WikiLeaks

O militar acusado é o de óculos.
O soldado americano Bradley Manning, acusado de entregardocumentos confidenciais dos Estados Unidos ao WikiLeaks, voltou a comparecer neste sábado diante do tribunal militar encarregado de determinar se ele deverá enfrentar uma corte marcial.
Manning, que completou 24 anos neste sábado, poderá passar o resto de sua vida na prisão caso seja condenado por "ajudar o inimigo", a mais séria das 22 acusações contra ele pela infração ao sistema de inteligência que desencadeou em polêmicos vazamentos de segredos diplomáticos dos Estados Unidos e outros governos.Continue lendo no Jornal do Brasil:>>>>>>>>>>>>>>

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

EUA: nova manifestação "anti-Wall Street" em Nova York


NOVA YORK — Milhares de manifestantes "anti-Wall Street" marcharam nesta quarta-feira em Nova York pela primeira vez apoiados por sindicatos, o que ampliou o protesto contra o corporativismo e a cobiça do mundo das finanças nos Estados Unidos, que já ocorre há mais de duas semanas.
Mais de 5.000 pessoas segundo fontes policiais, e até 12.000 segundo os sindicatos, reuniram-se em Foley Square, no sul de Manhattan e em meio aos edifícios governamentais de Nova York, onde realizaram um ato político antes de iniciar o protesto.
A manifestação, que obrigou a mobilização de um importante dispositivo policial, terminou com uma verdadeira festa em Liberty Plaza, perto da Bolsa de Nova York e onde os "anti-Wall Street" instalaram seu acampamento em 17 de setembro.
"Somos os indignados de Nova York, os indignados dos Estados Unidos, os indignados do mundo", disse um dos oradores, Héctor Figueroa, secretário do sindicato de funcionários do setor de serviços, ao resumir o sentimento dos manifestantes.
Com efeito, o protesto, que se encaminha para completar três semanas no próximo sábado, parece com a revolta dos "indignados" na Espanha e está se ampliando para outras cidades dos Estados Unidos, como Boston, Chicago e Los Angeles.
Nesta quarta-feira, a multidão tocava tambores e levantava cartazes como "salvem nossa República", "Igualdade, democracia, revolução" nas ruas estreitas dos arredores de Wall Street, centro simbólico do mundo corporativo dos Estados Unidos.
Com canções como "assim é a democracia" e "somos 99%", a difusa coalizão de manifestantes recebeu o apoio de grandes sindicatos como o AFL-CIO, United Auto Workers (UAW), Transit Workers Union ou PSC-CUNY United, que representa mais de 20.000 professores e empregados da Universidade da Cidade de Nova York.
"Mais manifestantes, mais poder, mais publicidade", disse Kelly Wells, 26 anos, que disse ter viajado de Oregon (noroeste) para se somar à marcha pacífica.
O presidente do sindicato dos professores, Michael Mulgrew, expressou seu apoio e orgulho pelos que protestavam.
"Foram capazes de gerar um debate nacional que precisava ter sido instalado há anos", disse, na parte de trás de uma camionete improvisada como palco.
O presidente do Sindicato dos Transportes "Amalgamated Transit Union", Larry Hanley, afirmou que o protesto em Wall Street "manifesta os diversos problemas que as pessoas que trabalham nos Estados Unidos têm enfrentado".
Ao apoio sindical somou-se nesta quarta-feira o apoio político, já que o presidente do grupo democrata na Câmara dos Representantes do Congresso americano, John Larson, "saudou" os manifestantes que "tentam dar voz aos americanos que lutam diariamente".
A nova manifestação ocorreu quatro dias depois da prisão de 700 manifestantes no sábado pelo bloqueio durante algumas horas da tradicional ponte do Brooklyn, também no sul de Manhattan.
Desde então, o protesto parece ganhar força e se organizar.
A convocação para "ocupar Wall Street" foi lançada pela organização anticonsumo Adbusters e outros grupos de esquerda pela internet e atraiu movimentos anarquistas, ecologistas, socialistas, ONGs de defesa dos direitos humanos, assim como veteranos de guerra, professores universitários e estudantes.
As razões para o protesto são diversas: a rejeição à continuidade das práticas corporativistas em Wall Street, os cortes no orçamento federal americano em áreas como educação, a brutalidade policial, o aquecimento global, etc.
De Mariano Andrade (AFP)

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Ex-soldado americano vira pacifista após atuar na guerra do Iraque


Ethan McCord revela ao 'Dossiê Globo News' que imaginava o Iraque como um país povoado de terroristas. Hoje ele virou militante da paz.

O americano Ethan McCord volta aos Estados Unidos depois de ter sido ferido em uma explosão no Iraque. Ele passou 14 meses na guerra. Ao todo, serviu ao Exército por sete anos. Pai de três filhos e com 35 anos, ele vive em uma casa modesta no estado do Kansas. Pela primeira vez, ele fala a um canal de TV brasileiro sobre a guerra.

O que teria acontecido com um soldado americano que, em meio a uma operação de guerra, tentou salvar crianças? Como uma cena de guerra transformou em pacifista um militar americano que, ao chegar ao Iraque, imaginaria um país povoado por terroristas. “Os Estados Unidos, principalmente nas Forças Armadas, retrataram o país todo como um vilão. Fizeram com que a gente visse todos os iraquianos como inimigos. Eu achava que o Iraque era um país cheio de terroristas”, contou o ex-soldado.

Hoje Ethan McCord participa de uma organização chamada “Veteranos contra a guerra do Iraque”. Virou militante da paz. “Eu mudei. Emocionalmente, eu já não justificava minha presença no Iraque nem o que eu estava fazendo. Tudo o que fazíamos parecia ilegal e imoral. Eu já não conseguia fazer parte do sistema que estava fazendo aquelas coisas”, afirmou.

Veja no vídeo a entrevista completa do ex-soldado americano Ethan McCord ao repórter Geneton Moraes Neto.

Comentário: Parte da imprensa, sempre tendenciosa transformou os atentados de 11 de setembro, no dia em que devemos ter pena dos americanos. Que foi um massacre, que foi horrendo, que foi desumano todos concordam, mas, temos que falar também do mal que os americanos fizeram não só aos iraquianos, como no Oriente Médio. Ninguém fala das bombas químicas, que até hoje não foram achadas, das mais de 100 mil pessoas assassinadas, a maioria civis. Esse vídeo trás um pouco dessa versão, e o melhor, dita por quem participou do front, lutando pelos EUA.