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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

PM de Goiás vai administrar dez escolas públicas para combater a violência

Clique e assista reportagem no Jornal da Globo

Comento: O que eu não entendo é a postura do governador de Goiás terceirizar, repassar a conta para o contribuinte. Se um dos direitos fundamentais é a educação e a segurança, porque cobrar dos pais que pagem mensalidades? Lembrando que é desse estado que vive o contraventor Cachoeirinha...

sábado, 23 de novembro de 2013

Policiais Civis se revezam no acampamento da Assembléia

Polciais civis em greve ocupam Assembleia Legislativa de Goiás, em Goiânia (Foto: Gabriela Lima/G1)Apesar de duas decisões contrárias à greve de policais civis, agentes e escrivães mantêm uma rotina de ocupação na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), em Goiânia. Com as atividades paralisadas há 66 dias, servidores do interior do estado e da capital montaram, no início da semana, um acampamento no plenário da Casa. Enquanto alguns fazem escalas de revezamento, outros permanecem praticamente o tempo todo no local.


Entre os manifestantes em tempo integral está o agente Anderson André da Silveira, de 41 anos, que trabalha há 16 anos em Catalão, no sudeste do estado. Ele está na Alego desde segunda-feira (18), quando a ocupação começou, e conta que só sai para tomar banho "na casa dos  amigos". O policial dorme em uma barraca montada em uma das laterais do plenário e faz todas as refeições dentro do salão. "O sindicato fornece marmitex. Mas é dinheiro nosso, porque a gente contribui, paga mensalidade", disse em entrevista ao G1.


Investigador do Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc), ele preferiu não mostrar o rosto, para não ser reconhecido em futuras ações de combate ao tráfico de drogas. Mesmo cansado, ele afirma que só deixará o plenário após um acordo. "Diferente do que está sendo passado, não tem um diálogo. O governo só manda recado e o próprio secretário de Segurança Pública só se reuniu com a liderança após a intervenção do Ministério Público", critica.
Diferente de Anderson, a agente Gelsiane Silva, da delegacia de Campinorte, não estava preparada para um possível acampamento quando saiu do norte de Goiás, na segunda-feira. "Vim para a assembleia. Quando chegamos aqui e nos informaram que não havia proposta para a  categoria o pessoal se revoltou e resolveu ocupar. Eu decidi ficar e apoiar porque só com a união vamos conquistar nosso objetivo", explicou.


Gelsiane passa o dia com colegas de profissão e, à noite, dorme na casa de parentes. "Eu visto a camisa da Polícia Cilvil, amo minha profissão. Vou ficar até recebermos uma proposta satisfatória", afirmou.

A quantidade de pessoas dentro do plenário varia de 500, nas horas mais movimentadas do dia, a 100, que dormem no local, de acordo com o Sindicato dos Policiais Civil de Goiás (Sinpol).Continue lendo no G1 Goiás