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sábado, 1 de março de 2014

Cabeça de policial morto vale 5 mil no Rio de Janeiro (imagina a de um turista?!)

Denúncia alerta para ataques à DPO do Caramujo e duas delegacias de Niterói. Registro da Ouvidoria da Polícia também aponta que será pago R$ 5 mil por cada PM morto pelos traficantes


Denúncia alerta para ataques à DPO do Caramujo e duas delegacias de Niterói. Registro da Ouvidoria da Polícia também aponta que será pago R$ 5 mil por cada PM morto pelos traficantes
Felipe Freire
Documento da Ouvidoria da Polícia circula nas redes sociais e denuncia ataque ao DPO do Caramujo e às delegacias da região
Foto:  Reprodução Internet
Rio – O crescimento da violência no município de Niterói ganhou mais um capítulo de terror. Circula nas redes sociais um documento que alerta para um suposto ataque de traficantes do Complexo do Caramujo ao Destacamento de Policiamento Ostensivo da comunidade e às 77ª e 78ª DP (Icaraí e Fonseca, respectivamente), em Niterói, na Região Metropolitana. As mensagens com o ofício da Ouvidoria da Polícia começaram a ser compartilhadas nesta sexta-feira por diversos moradores da cidade.
Segundo a denúncia anônima, o ataque está sendo orquestrado em represália às mortes que ocorreram na última quarta-feira, quando criminosos foram surpreendidos por uma ação planejada da Polícia Civil no Largo da Batalha e cinco foram mortos. Ainda segundo o documento, dois dos mortos teriam envolvimento no assassinato do sargento Joilson da Silva Gomes, 40 anos, executado a caminho de casa no último domingo com pelo menos 50 tiros.
Rica em detalhes, a denúncia ainda aponta que a ação começaria nesta quinta-feira com a participação de pelo menos 20 traficantes do Caramujo, sob o comando de Ti-Neném, fortemente armados com fuzis, metralhadoras e granadas. Os bandidos teriam o auxílio de cinco motos com placas cobertas e três carros. Outro ponto mostra a ousadia dos criminosos: o pagamento de R$ 5 mil por cada policial militar morto durante o ataque. Continue lendo no blog do Ricardo Gama
O Dia

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Sem viatura há 15 dias, policiais ficam impossibilitados de realizarem os trabalhos

Policias que se reservam para manter a segurança no município de Monte Alegre
 
A Policia Militar do município de Monte Alegre de Sergipe está impossibilitada de realizar o trabalho de ronda ostensiva e outras atividades no território urbano e rural.

De acordo com Cabo Geovanio, já somam-se 15 dias que a delegacia da cidade está sem viatura. Tudo isso porque o único veículo foi para a revisão, mas até agora não foi liberado.

Geovanio relatou que uma motocicleta foi roubada a 200 metros do CISP da cidade (Centro Integrado de Segurança Pública), mas a ação da polícia não aconteceu justamente porque não tinha uma VTR sequer disponível.

Se esse problema se perdurar, a população ficará a mercê dos criminosos, que agem sempre na falha do sistema policial. Já não basta o contingente pequeno do município que dispõe apenas de dois policias por dia, agora a situação se complica com a falta da única viatura.

Welder Ban
 
Fonte: Portal http://www.soudesergipe.com.br

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Vídeo: Delegado da Polícia Civil de Natal leva menor a motel em viatura


Enquanto vídeos publicados na internet mostram policias do Rio Grande do Norte, o chefe da Delegacia de Polícia da Grande Natal (DPGran) foi flagrado usando uma viatura da Polícia Civil não caracterizada para levar uma adolescente ao motel. Procurado pela reportagem do SBT Brasil, o delegado Odilon Teodósio negou o fato. A reportagem foi exibida no SBT Brasil.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Crise na segurança e trabalhadores ameaçam greve vários estados, (no país da Copa)

MASP FINAL


 Não é de hoje que a segurança pública do Brasil vive uma crise sem precedentes. Seja pela frouxidão das leis, seja pela manipulação midiática de ocultar os verdadeiros fatos e a crise nos bastidores da segurança, com equipamentos superfaturados em alguns estados, e a falta destes em outros. O fato é que não só a logística e o planejamento no emprego operacional é fraco, seja pela falta de efetivo, ou de um plano nacional de segurança pública, que sequer tem um fundo à altura e na proporção necessária. Vivemos uma guerra velada e uma luta inglória onde os comandos, que são tentáculos dos governos tentam convencer a opinião pública do contrário, através de estatísticas, e já nem essas as vezes, são suficientes para desmentir o que todos sentem, o que todos vêem: a insegurança generalizada.

 Como se não bastasse o que a população vê ou se não vê sente literalmente na pele, temos os problemas que a grande massa desconhece, que são as condições de trabalho, como assédio moral, que em alguns casos provocam altos índices de suicídio, baixo salários, dúvidas quando a aposentadoria em alguns casos e falta de pagamento de direitos, que apesar de constitucionais; são sorrateiramente preteridos pelos governos que se lembram da segurança somente na época das eleições, usando-a como mote de campanha, projetando a miragem do estado seguro, a utopia da paz social.

 E nesse eterno devir do aumento da criminalidade, pela ausência de políticas de estado voltadas para o combate ao crime, das leis anacrônicas e do aumento da população criminal contra a diminuição dos efetivos policiais, temos uma crise gerada, que em muitos casos é maquiada com mais viaturas e pouco ou quase nenhuma inteligência, capaz de antecipar o crime. A sensação desses profissionais é literalmente de se enxugar gelo.

 O Brasil mesmo com esses tantos problemas urbanos e nas fronteiras, com um exército igualmente caótico, ainda resolve patrocinar eventos mundiais, para os quais não tem muita experiência, por exemplo em relação a ataques terroristas. E logicamente provoca a insatisfação da classe, que vê o investimento maciço em obras de infraestrutura, enquanto os trabalhadores da segurança recebem, em alguns casos até dois salários mínimos.

 Por isso, vários profissionais da segurança pública brasileira vem lutando nos últimos três anos, para manter o mínimo de dignidade salarial e de boas condições de trabalho, mesmo sendo brutalmente reprimida, chegando em alguns casos a ser comparados a criminosos de alta periculosidade, como no caso dos Bombeiros do Rio de Janeiro, que foram presos injustamente, vítimas de escutas ilegais, sendo trancafiados no presídio de segurança máxima, como Bangu 1. Ou como ocorreu na Bahia, com o aquartelamento dos policiais na assembléia legislativa.

 Atualmente vários estados ensaiam uma nova onda de protestos, seja no Ceará, Polícia Civil de São Paulo, Polícia Militar do Mato Grosso e outros locais, cujas demandas ainda não foram atendidas, como no Rio de Janeiro e na própria Bahia.

 Para a "sorte" dos governos, esses militares não tem uma federação, capaz de unificar o movimento e torná-lo mais forte e poderoso. Manifestações isoladas pipocam aqui e ali, mas, não ganharam um corpo nacional justamente pela falta da cultura sindical dentro dos quarteis. Apesar de movimentos nacionais recentes pela criação do piso nacional dos policiais, como a PEC 300, que se não trouxe o piso para a segurança, está trazendo o encorajamento e hábito cidadão de ir às ruas pelo que se acredita e pleiteia.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

"Deviam era fazer um movimento internacional e fechar o Brasil"



Luana Piovani, 36, usou novamente as redes sociais para desabafar. Nesta quarta-feira (3), a atriz escreveu em seu Twitter que está cansada de ver o Rio de Janeiro, cidade onde mora, abandonada. De quebra, a loira ainda mandou um recado para o governador do Estado, Sérgio Cabral (PMDB-RJ).
"O Sérgio Cabral mora aqui pertinho, estou quase indo lá dizer umas verdades para ele. Rio está um c... sujo! Rio, eu amo eu cuido, sei!! Copa, Olimpíada, sei", disse ela.
No microblog, ela prosseguiu e apontou alguns problemas da cidade: "saco cheio dessa cidade linda e podreeeee!!!! Bandido, polícia-bandido, elevado do Joá, ônibus em alta velocidade com 20 multas, van do diabo e vem me falar de pôr do sol?? De copa das Confederações?? Lagoa podreeee, praia podree, tudo sujooo!! Só tem bandido cercando o pobre povo jogado na lama. Irritação agudaaaaaaa".
A atriz, em tom de indignação, ainda afirmou que deveria existir uma mobilização internacional a favor da cidade. "Quero ver o Cassel e a Bellucci achando o Rio demaais, deixando aquelas filhas lindas soltas por aí. Deviam era fazer um movimento internacional e fechar o Brasil. Aí teriamos que nos preocupar e organizar as internas. Parar com essa cachaça de cidade maravilhosa. Maravilhosa para quem, cara pálida?", encerrou.
(Foto: AgNews)/Por Papelpop Conteúdo | Notas OMG/yahoo

segunda-feira, 25 de março de 2013

Menor comete duplo homicídio em Conquista com arma furtada da PM


Um adolescente de 14 anos foi apreendido, na manhã deste domingo (24), em Sacramento, no Alto Paranaíba, suspeito de latrocínio. O crime ocorreu na madrugada do mesmo dia, em Conquista, no Triângulo Mineiro. A Polícia Civil informou que a arma usada no crime que matou mãe e filha foi furtada de uma unidade da Polícia Militar (PM). Após o crime a vítima roubou o carro das vítimas.
A Polícia Civil disse que, durante a madrugada, o menor foi até o Destacamento da PM em Conquista e como não havia policial fazendo a guarda, furtou uma pistola de uso exclusivo da PM. Depois, ele invadiu a casa das vítimas, de 71 anos e 51, situada no Bairro da Linha. Segundo a polícia, a filha teria ido em direção ao suspeito, que atirou e matou as duas.
A mãe morreu na hora e a filha foi encaminhada, ainda com vida, para o Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM), em Uberaba, mas não resistiu aos ferimentos.
Após o crime, o adolescente fugiu no carro roubado, mas a Polícia Militar fez um cerco bloqueio em Sacramento e conseguiu apreendê-lo. O menor foi levado de volta a Conquista para fazer a reconstituição do crime.
“Até onde apuramos, o infrator furtou a arma e foi para a casa das vítimas com a intenção de roubar o carro para ir até a cidade de Franca, onde os familiares residem. Na casa das vítimas, a porta estava aberta e ele entrou. A senhora estava na sala e se assustou, foi quando o menor efetuou um disparo. A filha apareceu e ele disparou mais duas vezes. Depois ele foi até o quarto, pegou a chave do carro e evadiu sentido Sacramento, onde foi preso. Durante relato do infrator ele mostrou bastante frieza e disse que não se arrependeu”, explicou o delegado Tiago Cruz Ferreira.
A Polícia Civil informou que o adolescente tem três passagens pela polícia e que desde os nove anos de idade comete crimes. O tenente Idonis Gales, de Sacramento, afirmou que será instaurado procedimento administrativo para apurar o furto da arma no Destacamento da PM.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Corpo de PM é encontrado em porta-malas de carro na zona sul de SP



Policiais observam corpo de soldado da PM encontrado morto no porta-malas de um carro abandonado na zona sul de São PauloO corpo de um soldado da Polícia Militar foi encontrado no porta-malas de um carro abandonado na rua Luciano Silva, na Vila das Belezas, zona sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (21), após denúncia ao 190.

Os moradores da região desconfiaram de um cheiro forte que vinha de um Renault Kangoo abandonado desde o dia 16 no local.

Quando os militares abriram o porta-malas do carro encontraram o corpo do soldado Genivaldo Carvalho Ferreira, 44, que estava algemado, e havia levado um tiro na cabeça. Ele estava desaparecido há pelo menos uma semana.

Ao lado do corpo, que estava em avançado estado de decomposição, foram encontrados a farda e os documentos do soldado. Segundo a PM, o carro pertencia ao policial morto.
Câmeras de segurança de um condomínio próximo flagraram o momento que um homem abandonou o carro e fugiu com um motociclista que o esperava.

O caso será investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).

MARTHA ALVES
DE SÃO PAULO

Comento: Em 2012 foram duzentos profissionais da segurança pública assassinados. Mudou o secretário de segurança pública, virou o ano e as mortes continuam...será que só irão tomar atitude quando começar a matar promotores, juízes ou políticos? Esse é o país da copa...esta é a segurança que vocês terão...turistas estrangeiros...

sexta-feira, 15 de março de 2013

Moradores do Piauí comem rato para matar fome na seca (no país da copa...)



A comida escassa devido à seca está fazendo piauienses caçarem roedores para complementarem a alimentação. No distrito de Brejinho, no município de Assunção do Piauí (273 km de Teresina), todos os dias no fim da tarde é comum ver moradores saindo para as áreas de grutas para colocarem armadilhas para pegar o "rato-rabudo".


A caça ao animal é artesanal, e a armadilha é feita com pedra e gravetos. "Quando o rabudo passa pela armadilha, a pedra cai em cima e ele morre sufocado. No dia seguinte, a gente vai logo cedo ao local buscar o animal para já ser consumido no almoço", disse o morador de Brejinho Genivaldo Bezerra, 35.

A reportagem do UOL tentou encontrar em alguma residência um rato para consumo, mas os moradores explicaram que como passam muita fome consomem logo o animal. "Como não tenho dinheiro para comprar carne, aqui é caçando, tratando e comendo o rabudo. Ninguém fica com ele na geladeira por muito tempo porque passamos fome e vamos logo comendo", disse Bezerra.

Apesar de a maioria dos moradores de Brejinho ter acesso ao programa Bolsa Família, eles afirmam que o dinheiro que recebem não dá para comprar a "mistura" para o almoço e acabam saindo à caça de ratos para servir de carne na alimentação. A dona de casa Francisca Ramos da Silva, 41, não se incomoda em contar à equipe de reportagem doUOL que a única carne consumida na casa dela é de rato.

"A gente tem de se virar. Não plantamos nada neste ano por conta da chuva que não veio. Ninguém aguenta almoçar com a comida pura e, como o dinheiro que recebemos só dá para comprar arroz, feijão e macarrão, comemos o rabudo para complementar", disse Francisca, informando que a carne do rabudo "é saborosa" e é sempre uma festa quando conseguem caçar alguns ratos. Continue lendo no Blog do Ricardo Chudo

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Ou elegemos políticos de nossa classe, ou ficaremos eternamente sob um regime escravo

Policiais atuam na comunidade da Rocinha, na Zona Sul do Rio

Na Rocinha, policiais reclamam de condição "desumana" de trabalho.



O governo do Rio de Janeiro está improvisando na área da Segurança Pública para instalar Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) em comunidades aonde não houve preparo antecipado, como acontece na Rocinha. Curiosamente, isto ocorre em um ano eleitoral.
Na Rocinha, o policiamento é feito,  segundo admitiu a própria Polícia Militar, por “estagiários” e não soldados. Por serem tratados ainda como em “fase de treinamento”, os recém-formados recebem como recrutas, menos do que é pago aos soldados. Mas, no fundo, todos exercem as mesmas funções de policiar.
Eles se formaram em maio, no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), na turma conhecida como 5ª Companhia Bravo, composta por 600 recrutas. Destes, cerca de 200 foram para a Rocinha. Lá ainda não há previsão de instalação das UPPs. Os demais formandos foram para o Complexo do Alemão, aonde a falta de estrutura também foi denunciada ao Jornal do Brasil na segunda-feira (30), por outro policial militar insatisfeito com o pouco caso do governo para as condições de trabalho nas UPP.
Alguns destes “recrutas” que estão na Rocinha, como um deles - o policial “Y” - confessou ao JB, têm dificuldades até para chegar ao 23º BPM, no Leblon, corporação à qual estão lotados. “A gente precisa de dinheiro para trabalhar. Para eles (oficiais), não importa se eu tenho aluguel, se eu preciso pagar a fralda dos meus filhos”, queixa-se. O curioso, pelo que diz, é que "até a Companhia que se formou depois de nós recebe vencimentos de soldados”, narra. 
O improviso, porém, é maior. Além da falta de pagamento, o policial "Y" enumera outras situações pelas quais passam cotidianamente que, segundo entende, afetam a “dignidade” da tropa.
Com ou sem instalações, os policiais dão jornada de 12h em pé. A medida, segundo a PM, visa protegê-los contra possíveis ataques. Se estiverem em viaturas, ficam ao lado delas. Mas muitos chegam à Rocinha em ônibus da corporação e tiram o serviço a pé. “Se sentarmos, por dez minutos que sejam, e algum superior nos ver, podemos ser presos”, revela o policial “Y”, cuja identidade foi preservada para evitar represálias. Segundo ele, durante as 12 horas de jornada, uma única refeição é distribuída.  Ao contrário do que ocorre no Alemão, onde os PMs ainda têm o banheiro das estações do teleférico que acabam usando, na Rocinha não há algo parecido. 
Segundo o policial “Y”, é preciso avisar antes de sair da viatura para ir a um banheiro, do contrário é possível sofrer autuação por abandono de posto. “Não temos banheiro. Ficamos a mercê da boa vontade dos comerciantes para utilizar os sanitários deles. Pedimos pelo rádio para ser liberados, e se um colega tiver um problema intestinal e não tiver tempo de avisar, como faz?” 
Ele insiste: "Não temos a quem recorrer, ficamos a mercê da sorte”, diz a fonte do JB CONTINUE LENDO NO JORNAL DO BRASIL
Jornal do BrasilLuciano Pádua

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Major da PM MG é pego fumando crack


Num quarto com menos de 10 m² em um motel localizado em um dos principais pontos de prostituição do centro de Belo Horizonte, um escândalo revelou que uma das drogas mais disseminadas no século XXI não escolhe vítimas ou classes sociais.

Na tarde de anteontem, um major com 25 anos de serviço na Polícia Militar de Minas Gerais e que trabalhava na Secretaria da Copa do Mundo - pasta criada para organizar e planejar o evento de futebol de 2014 no Brasil - foi flagrado no cômodo da hospedagem por outros PMs, fumando crack com um travesti.

Segundo uma funcionária do motel, que pediu para não ter seu nome revelado, o militar de 44 anos chegou ao local na companhia de um travesti. Os dois alugaram um quarto por R$ 15, para um período de uma hora. Pouco tempo depois que entraram, os funcionários e hóspedes começaram a sentir um cheiro forte vindo do quarto.

"Nunca passou pela minha cabeça que uma pessoa desse nível social estaria num local como esse usando uma droga dessa. Foi algo lamentável", disse a testemunha. Uma equipe do 1º Batalhão da Polícia Militar (BPM) fazia uma patrulha pela região e foi acionada até o local.

O major foi detido em flagrante e encaminhado para a Delegacia Adjunta do Juizado Especial Criminal. Depois de ouvido, ele foi liberado. A PM informou que a família providenciou a internação do militar, ontem, em uma clínica de reabilitação em Juiz de Fora, na Zona da Mata.

Dependência

O chefe da assessoria de comunicação da PM, Major Marcone de Freitas Cabral, não soube dizer há quanto tempo o militar é usuário de crack. No entanto, ele disse que o caso se tornou de conhecimento da corporação há seis meses. "Desde então, ele buscou tratamento em três clínicas para desintoxicação. Infelizmente, na quarta-feira, ele teve uma recaída", lamentou Freitas.

Segundo ele, o caso do militar está sendo analisado pela cúpula da PM para saber que medida será tomada. Caso o major consiga abandonar o vício, ele poderá reassumir suas funções. No contrário, será reformado por tempo de serviço. "Ele é um bom oficial e estava lutando para abandonar o vício. Enquanto isso não acontecer, fica incompatível o exercício da sua função", afirmou.

LEIA O REDS 2012-001165454
 
Por RICARDO VASCONCELOS
Fonte: Publicado no Super Notícia em 08/06/2012

Comento: Será considerado doença ou decoro da classe?

segunda-feira, 4 de junho de 2012

CASO ROTA SP SUSCITA QUAL O NOSSO MODELO DE SEGURANÇA?

            Por Marcelo Anastácio - Blog "No Q.A.P"

        Foi destaque neste domingo a reportagem do "Fantástico", que mostrou as filmagens do circuito interno do supermercado no momento do roubo, incluindo a chegada da ROTA, tropa de elite da Polícia Militar de São  Paulo. (CLIQUE AQUI E ASSISTA A MATÉRIA). Como sempre, a imprensa na sua maioria composta por profissionais mal preparados, viciados no sensacionalismo, sempre supervalorizam a tragédia (a suposição desta), em detrimento de um debate mais aprofundado e coerente. 

           Coincidentemente vemos a ONU-Organização das Nações Unidas, (a mesma que autorizou a invasão do Iraque, a mesma que se calou diante da morte covarde de Osama Bin Laden, etc). A ONU então resolve dar pitaco mais uma vez, sobre como o Brasil deve agir, sugerindo que as polícias militares sejam extintas. Porque a ONU não disse que George Bush massacrou os iraquianos? Por quê a ONU não fala do analfabetismo brasileiro? Por quê a ONU não falou dos treinamentos que os terroristas receberam da CIA? Esta entidade não tem nenhuma capacidade política ou histórico de exemplos que possam servir para qualquer país? Ela deveria "olhar primeiro para o próprio rabo"...

             Voltando a imprensa, mais uma vez vemos o foco da notícia ser esquecido, quando na realidade o modelo de segurança brasileiro é que deveria ser questionado, desde o treinamento unificado até a questão salarial. Aliado a isso, outras reformas seriam bem vindas como: a reforma na estrutura do judiciário, educação,  reforma tributária, política...mas, isso conscientiza, polemiza e poderia despertar o povo adormecido, Por isso é mais fácil crucificar a tropa de elite da PM de São Paulo. E quanto aos ladrões, coitados...só faltou isso...mas, disseram em outras palavras...mesmo fortemente armados, os ladrões foram "vítimas"...

            Diante dos fatos é inevitável a pergunta: Qual o modelo de segurança pública que nós queremos? Qual o modelo de Estado que nós temos? Qual o nosso fundo nacional da Segurança Pública? Qual é o nosso modelo, qual o nosso padrão de "qualidade"? Espero que a COPA 2014 e as Olimpíadas 2016, não sirvam para demonstrar o quanto somos atrasados...e muita coisa, inclusive na segurança pública.     

          Por Marcelo Anastácio - Blog "No Q.A.P"

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Um país sem "inteligência"

           Por Marcelo Anastácio - Blog "No Q.A.P" 
                    
      Aquela polícia simplesmente repressiva, com o policial de superpoderes, habilidoso com as mãos e desastroso com as palavras, já é paradigma ultrapassado. Hoje muitos policiais buscam se qualificar, seja para outros concursos públicos, cujo pré-requisito é a exigência do curso superior, seja pelo crescimento individual. A tropa está melhora a cada dia o nível intelectual, isso é fato! Nesse aspecto as instituições de segurança pública ganham muito!

         Contudo, essa melhoria na qualificação da mão-de-obra, quase nada pode refletir na melhoria do serviço prestado. Isso porque, mesmo nos lugares onde há bons equipamentos, viaturas novas, efetivo adequado, ainda sim, o modelo de policiamento brasileiro é atrasado, pois vivemos a utopia do policiamento ostensivo. Como se os criminosos respeitassem a farda. Inclusive um deputado de Goiás, major da reserva, que defende o desarmamento de armas letais para a polícia, tamanho absurdo; como se vivêssemos na Inglaterra, com o mesmo ordenamento jurídico, a mesma equidade social, etc.

         O modelo brasileiro é tão arcaico, já no seu planejamento, que prioriza o policial ostensivo, as viaturas de patrulhamento preventivo que por sorte irão prender o criminoso, sempre após o crime; que será preso se não for bom no volante, ou não dispuser de um veículo possante. Caso contrário a fuga será sempre certa. Por quê a inteligência não é valorizada? Por quê não se reserva parte do efetivo para o serviço de inteligência? A resposta é óbvia, há o conflito de competências entre a Polícia Civil, que por força constitucional é quem tem esse dever, mas não tem efetivo suficiente. A PM por sua vez, tem o serviço de inteligência autorizado, desde que seja para fazer a defesa interna. As vezes desvia alguns agentes, até com boa intenção, porém o faz sempre com o temor de ser descoberta ou denunciada pelo Ministério Público, por usurpação de função. 
             
       O Brasil não tem inteligência, na proporção que as fronteiras continentais exigem, por isso temos "indústrias paralelas", seja nas drogas exportadas em navios ou importações de armas  por exemplo. E tudo isso irá escoar para as grandes Capitais, onde o soldado desprovido da clarividência deverá se expor, enquanto o criminosos disfarçados e protegidos pela "falta de inteligência" do estado, continuarão escondidos, com seus comércios paralelos e clandestinos. E o melhor, sem pagar tributos...protegidos pela "inteligência do Estado".

         Marcelo Anastácio

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Falta de munição e poucas aulas de tiro comprometem formação de PMs da UPP do Complexo do Alemão

(No país da Copa...)
Recrutas reclamam de falhas no treinamento em curso da Polícia Militar

Alunos temem que falhas no treinamento prejudiquem a atuação no combate à criminalidade nos morros cariocas.

Os futuros policiais militares que devem integrar a UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) do Complexo do Alemão, na zona norte do Rio, em março de 2012, reclamam que têm poucas aulas de tiros e de abordagem policial durante o curso de formação de soldados.

Os alunos do CFAP (Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças), a principal porta de entrada da Polícia Militar, relatam ainda atrasos no recebimento dos uniformes e problemas na alimentação e acomodação oferecidas na unidade.

De acordo com o regulamento da PM, os alunos do CFAP devem fazer 330 disparos com diversas armas, como fuzil, pistola calibre 40 e revólver 38, durante os seis meses de curso. No entanto, um recruta, que não quis se identificar por medo de represálias, conta que só deu 70 tiros, apenas 21% do que o treinamento exige, em cinco meses de aula.

Outro aluno relata que, muitas vezes, a munição acaba antes de chegar a sua vez de atirar.

- A munição é sempre um problema nas aulas. A gente faz um revezamento para que todo mundo tenha a chance de atirar.
Um instrutor do CFAP confirma a reclamação dos alunos e conta que a falta de munição sempre fez parte das principais carências do centro de treinamento.

- Os alunos sempre enfrentam esse problema durante o curso de formação. Falta de munição é um problema crônico do CFAP.

Os recrutas temem que as falhas no treinamento prejudiquem a atuação no combate à criminalidade nos morros cariocas. Uma aluna reclama que as aulas de abordagem policial estão de longe de ser compatíveis com a realidade nas ruas.

- Tem gente procurando curso fora do CFAP. Acho que não estamos preparados para uma possível invasão de criminosos, por exemplo.

Falta de fardas e rachaduras em prédio

A falta de fardas e uniformes é outro problema que incomoda os alunos. Eles relatam que, sem roupas adequadas, os instrutores determinaram que os recrutas deveriam usar calças jeans azuis, camisetas brancas e tênis preto durante o treinamento. Uma aluna conta que teve que comprar o “novo uniforme”.

- A ajuda de custo, que não chega a R$ 800, não dá para nada e ainda tive comprar as roupas e o tênis.

A alimentação no CFAP também não está agradando os futuros policiais. Outro recruta lembra que, por causa da comida, vários alunos tiveram problemas intestinais e foram impedidos de retornar para casa em um fim de semana.

- A comida é muito ruim. Uma vez comprei uma quentinha e quase fiquei preso no quartel por causa disso.

Um instrutor relata também problemas na estrutura do prédio da 5ª Companhia, um dos locais de acomodação dos recrutas. Segundo ele, apesar de recém construído, o lugar tinha rachaduras nas paredes e nas pilastras, o que teria atrasado o ingresso de uma nova turma no CFAP. Ainda de acordo com o instrutor, o edifício passou por uma reforma para corrigir os defeitos na construção.

Segundo instrutor, prédio da 5ª CIA passou por reforma por causa de rachaduras (Foto: Carlyle Jr. / R7)

Pressa para formar novos policiais

Segundo a Polícia Militar, cerca de 3.200 alunos fazem o curso de formação de soldados no CFAP. No início de setembro, o governador Sérgio Cabral (PMDB) anunciou que outros 1.800 PMs devem se formar até o fim de 2011 e integrar o quadro de agentes das favelas pacificadas.

Para o ex-comandante geral da PM, coronel Ubiratan Ângelo, a pressa em formar novos policiais para atender a demanda nas ruas pode prejudicar o planejamento e o cronograma do curso de formação de soldados.

- A necessidade política de colocar mais policiais nas ruas, às vezes, provoca um apelo para que a polícia acelere a formação. O programa de treinamento da polícia é excelente e, se for seguido corretamente, o PM terá um bom preparo. Mas se houver uma vontade política de acelerar e encurtar a formação, aí haverá uma deformação do novo policial.

Visita de Beltrame

Após a denúncia de que policiais militares da UPP dos morros da Coroa, Fallet e Fogueteiro, no Catumbi, zona central do Rio, recebiam propina de traficantes, o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, afirmou que a conduta dos PMs e as falhas no treinamento dos agentes podem explicar o comportamento corrupto.

- Eu acho que é um conjunto de coisas, que pode ser treinamento, academia e formação.

No fim de julho, Beltrame esteve no CFAP e constatou alguns problemas relatados pelos alunos. Ele não gostou do que viu e pediu a troca do comando do centro de treinamento. Por conta disso, o coronel Carlos de Souza Alves, então comandante do Batalhão de Jacarepaguá (18º BPM), passou a ocupar o cargo da oficial Edite Bonfadini.

Na avaliação do coordenador do curso de Aprimoramento da Prática Policial Cidadã da ONG Viva Rio, Fabiano Monteiro, os problemas relacionados à formação policial podem interferir na conduta dos agentes.

- A valorização profissional é um fator que influencia diretamente no bom desempenho de um profissional. Qualquer deficiência prejudica o processo de formação de um bom policial.

Carlyle Jr., do R7

Procurada pelo R7, a Polícia Militar não se pronunciou até a publicação desta reportagem

Nota do blog: O bizarro é que não tem munição para treinamento, porém, as viaturas que vemos ao fundo, modelo LOGAN, foram compradas superfaturadas. No mercado sairiam por cerca de 50 mil, mas, para a PM do Rio, serão compradas por mais de três vezes o seu valor...enquanto a sociedade for passiva, os políticos estão ativíssimos...

terça-feira, 13 de setembro de 2011

No Maracanã, operários em greve fazem protesto por melhores condições de trabalho



Operários que trabalham nas obras do Maracanã parta a Copa de 2014 realizaram uma passeata na manhã desta terça-feira cobrando melhores condições de trabalho. Com faixas e cartazes, eles deram a volta no estádio, na Tijuza, Zona Norte do Rio, gritando palavras de ordem.
A paralisação já dura 13 dias e atrasa as obras que precisam ser concluídas para a Copa das Confederações, em 2013. A manifestação deixou o trânsito lento na Radial Oeste e na Avenida Maracanã, sentido Centro. 
O grupo se mostra insatisfeito com a falta de médicos e com a comida oferecida no turno da madrugada. As más condições de trabalho e a falta das horas extras no contra-cheque também são parte das reivindicações.
Episódio em agosto
No mês de agosto houve uma paralisação de cinco dias, depois que um barril de produtosquímicos explodiu e feriu o operário Carlos Felipe da Silva, 23 anos.
Na época, os trabalhadores já reclamavam das más condições de trabalho. No dia 21 de agosto, ficou acordado com o Consórcio que os operários ganhariam plano de saúde, além de R$ 160 de vale alimentação.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Rio vive mentira na segurança pública, no país da Copa...



Guilherme Amado 

 Dois corpos foram encontrados na madrugada de ontem no Morro da Casa Branca, na Tijuca, onde funciona desde maio do ano passado uma UPP. Com os dois homicídios, sobe para nove o total de mortes em favelas pacificadas, apenas nos últimos três meses.

Segundo a Divisão de Homicídios (DH) — responsável pela investigação do caso —, Jorge Luiz Rodrigues de Lima, de 20 anos, foi morto dentro de casa, durante a madrugada. Embora sua mulher estivesse no local no momento do crime, ela disse aos policiais da UPP que não presenciou o crime.

O outro corpo, de Luiz Carlos Alves de Almeida, de 29 anos, foi encontrado num local conhecido como escadaria torta, na subida do Casa Branca. Policiais da UPP encontraram o corpo durante uma ronda pela favela.

Ontem, um suspeito foi encaminhado pela UPP para depoimento na Divisão de Homicídios, mas foi liberado. Outros moradores foram à delegacia, mas, de acordo com a DH, ainda não há suspeitos. Luiz Carlos e Jorge Luiz não tinham passagens pela polícia.

Comandante de Polícia Pacificadora, o coronel Robson Rodrigues da Silva afirmou que nem todos os casos registrados este ano tem a ver com o narcotráfico. Segundo ele, alguns dos homicídios são crimes passionais.

— Todo homicídio é lamentável. Mas a pacificação não significa que não vá mais acontecer homicídios. O importante é investigar esses casos — defendeu.

Robson afirmou ter havido um aumento de homicídios nas favelas pacificadas. Mas o crescimento seria porque, no ano passado, muitas das favelas não registraram assassinatos.

— Estamos falando de uma cidade que tem uma taxa de 30 homicídios dolosos por 100 mil habitantes, o que é muito alto.

Os dois corpos da Casa Branca se somam a outros sete casos de mortes ocorridas em favelas com UPPs desde o início de junho. Desde o dia 12 daquele mês, quando um jovem foi morto no Pavão-Pavãozinho, já foram registradas mortes na Cidade de Deus, São Carlos, Babilônia, Andaraí, Macacos e Formiga.

— Houve redução em algumas, como o Providência — disse Robson.
 
Fonte:http://extra.globo.com/casos-de-policia/com-dois-corpos-encontrados-no-morro-da-casa-branca-aumenta-registro-de-assassinatos-em-areas-com-upps-2549982.html

sábado, 27 de agosto de 2011

Sobe para cinco o número de mortos no acidente do bonde de Santa Teresa

De acordo com o comandante do Destacamento de Bombeiro Militar 1/1º GSFMA de Santa Teresa, Fábio Couri, subiu para cinco o número de mortos no acidente com o bondinho de Santa Teresa. Quatro vítimas morreram no local. Uma delas chegou a ser levada para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

Por O Globo
Agência O Globo
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Nº de feridos em acidente vai a 53; bonde só poderia levar 32

Luís Bulcão/Rio de Janeiro
 
Foto: Felipe O''Neill/O Dia
O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro elevou para 53 o número de feridos no acidente com um bonde em Santa Teresa, na zona sul da capital fluminense. O dado confirma a hipótese de superlotação da composição, que tem capacidade para 32 pessoas. "É claro que teve uma grande colaboração no acidente", disse o comandante dos Bombeiros, coronel Sérgio Simões. Cinco pessoas morreram no acidente.

A mudança nos números de feridos se deve a um resgate realizado pela Polícia Militar, que não havia sido contabilizado pelo Corpo de Bombeiros. Após o acidente, ocorrido por volta das 16h, a PM estacionou um ônibus no local e levou 26 pessoas para hospitais. Os bombeiros socorreram outras 27. De acordo com Simões, 10 estão em estado grave - seis internadas no hospital Souza Aguiar, dois no Miguel Couto e dois no Andaraí.

O bonde fazia o trajeto Lapa-Santa Teresa, na zona sul do Rio de Janeiro. Informações preliminares apontam que a composição teria perdido o controle e batido em dois postes antes de tombar. Quatro das cinco vítimas morreram logo após o tombamento e uma delas, a caminho do hospital. Uma das vítimas é o condutor do bonde.

O secretário estadual de Transporte, Julio Lopes, foi vaiado ao chegar no local do acidente. Ele disse que há informações de que o bonde estaria superlotado. "A questão da superlotação e do uso inadequado é algo que nos preocupa muito e temos informações preliminares de que o bonde estava muito cheio", afirmou.

"Esse bonde número 10 é antigo e não havia sido submetido à reforma. Não é da mesma geração daquele que se acidentou recentemente", disse o secretário se referindo ao acidente ocorrido em junho deste ano, quando um turista francês morreu ao cair do bondinho. Charles Damien Pierson, 24 anos, estava com uma alemã que havia conhecido na noite anterior e caiu de uma altura de 15 m dos Arcos da Lapa.

O secretário admitiu após o acidente que existe uma série de problemas no sistema. "Já vínhamos nos preocupando com o funcionamento do bonde. Precisamos reordenar o uso, há uma série de problemas no sistema."

O comandante do Corpo de Bombeiros e secretário de Defesa Civil, Sérgio Simões, disse que o atendimento realizado pelo Corpo de Bombeiros do bairro foi rápido, e o maior problema (feridos mais graves) estava na lateral direita do bonde, lado para o qual tombou. Ele afirmou ainda que ninguém ficou preso nas ferragens e os corpos retirados com facilidade.

Com informações da Reuters/
Notícias.Terra.com

No país da Copa...Mais dois policiais mortos: PEC 300 JÁ!!!



Para UMA juíza morta fizeram sensacionalismo; e quanto às dezenas de policiais que morrem em serviço durante todos os anos o que vão fazer?

Irão para praia sentar-se para ficar meia hora em silencio como protesto...

Na verdade no Brasil a profissão de POLICIAL não é valorizada, pois, quanto mais policiais frustrados, desmotivados melhor fica para a corrupção vigorar.

Só no estado do Rio de Janeiro em 2010 morreram 83 policiais, este estado paga o pior salário da federação; Estatística abaixo...

O ano de 2010 terminou com 182 policiais baleados no Estado do Rio de Janeiro. A estatística fechou com 83 PMs mortos, 11 PCs mortos, 1 PF morto, 76 PMs baleados, 9 PCs baleados, 1 PF baleado e 1 PRF baleado. Dos 182 policiais, 75 estavam de serviço. Doze eram PMs reformados e um era policial civil aposentado. Fonte:http://robertatrindade.wordpress.com/estatistica2010/

Quais protestos você viu por estes policiais mortos? Nenhum!

A vida deles neste país não vale nada, mas estão muito preocupados e debatem muito quando os corruptos maiores são simplesmente algemados; esse é o nosso país, dirigidos por esses políticos que elegemos...

Pior que toda essa imundícia vai ser derramada no colo da sociedade, a sociedade vai pagar...

blog do Cabo Fernando

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Segurança na Copa? Ladrões levam 232 carros por dia em SP

Julho foi o mês com mais roubos e furtos de carros neste ano na cidade de São Paulo. Criminosos levaram 7.190 veículos (ou 232 por dia), superando em 2,6% o mês de março, antes o pior mês de 2011. O número também representa uma alta de 6,9% em comparação à média mensal (6.723 casos). Especialistas atribuem o quadro à falta de investigação. A Polícia Civil culpa o crescimento da frota da capital.

A Vila Clementino, na zona sul, apresentou o pior cenário. No bairro, 213 veículos foram furtados ou roubados no mês, quase sete por dia. A região se enquadra no perfil cobiçado por ladrões: reúne faculdades, colégios, hospitais e shopping.

"Cheguei às 7h e deixei na rua. Por volta das 10h, o carro não estava mais lá", conta a técnica de laboratório Talita Martins, de 25 anos, cujo veículo sumiu na Rua Loefgren. Como o veículo era segurado, ela já está com outro. "Mas não venho mais trabalhar de carro", disse, enquanto andava para o metrô.

"Metade dos carros roubados ou furtados é abandonada. Mas a outra metade evapora e precisa de um trabalho de investigação, pois eles são adulterados ou levados para desmanche", diz o coronel da reserva da PM José Vicente da Silva, ex-secretário nacional de Segurança Pública. "As delegacias dispõem de poucos recursos para fazer investigação", diz consultor de segurança Carlos Alberto de Camargo, ex-comandante-geral da PM paulista. "E é um crime organizado, que tem de olheiro a receptador."

Elvis Pereira, Fabiano Nunes e Gio Mendes
O Estado de S.Paulo