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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Em protesto, Anonymous invade site da PM paulista

São Paulo – O site da Polícia Militar de São Paulo foi alvo de uma invasão do grupo de hackers Anonymous, que publicou uma mensagem de protesto no site da PM.


A polícia paulista está no centro de uma polêmica desde que contratos de tecnologia da PM passaram a ser questionados pelo Ministério Público e por deputados de oposição ao governo do PSDB na Assembleia Legislativa de São Paulo.

De acordo com os denunciantes, houve direcionamento em licitações para a compra de softwares usados na gestão de dados da PM. UM grupo de deputados também questiona a aquisição de tablets 3G pela polícia que, na avaliação desses parlamentares, não funcionariam corretamente.

Em resposta, o governo paulista suspendeu temporariamente a compra de softwares. O governador do Estado, Geraldo Alckmin, defendeu o comando da PM, mas disse que todas as denúncias serão investigadas.

Agora, o grupo de ciberativismo dispara uma ação contra a polícia, publicando uma mensagem em sua página na web. No texto, o grupo não faz acusações diretas, mas apenas críticas genéricas contra a “opressão, corrupção e pobreza”.

Veja abaixo a íntegra da mensagem publicada pelo grupo na página da polícia. No mesmo link, há um vídeo do YouTube em que aparecem políticos já acusados de desvios éticos, como o ex-presidente José Sarney e o deputado federal Paulo Maluf.

“Olá Povo Brasileiro, permitam-me introduzir-me a vocês como Anônimo. E apenas como Anônimo, pois não sou mais do que uma ideia, uma ideia de um mundo livre, sem opressão e pobreza e que não é comandada pela voz tirânica de um pequeno grupo de pessoas no poder.

Um mundo onde o verdadeiro propósito e prioridade é viver em liberdade sem ser restringido por regimes corruptos e governado apenas pela sede de lucro e poder. Talvez você já tenha ouvido falar de mim.

Nós não desejamos ameaçar o jeito de viver de ninguém. Nós não desejamos ditar nada a ninguém. Nós não desejamos aterrorizar sua população. Anonymous já esta e sempre esteve entre ela. Anonymous é a voz de cada oprimido sem rosto dentro deste país, nós estamos em todos os lugares, vocês nos veem todos os dias, quando andam na rua observando vocês, observando os erros dos seus governantes e a corrupção crescer a cada dia.

Não toleramos corrupção!”

sábado, 15 de outubro de 2011

"Indignados" de 82 países protestam contra capitalismo neste 15 de outubro


O sábado foi marcado por protestos de todo o mundo contra o sistema financeiro, a "ganância corporativa" e os cortes orçamentários realizados por alguns governos.
A estimativa dos organizadores das marchas é de que os manifestos tenham sido realizados em até 951 cidades de 82 países, inspiradas no "Ocupe Wall Street", iniciado em Nova York, nos Estados Unidos.
 
Neste sábado (15) já foram palco de protestos: Hong Kong, Taiwan, Japão e Austrália, Itália, Bósnia, Romênia e Holanda. Até o fim do dia, são esperadas manifestações na Espanha, Inglaterra e Grécia. Cinco mil pessoas, segundo a polícia, se reuniram na Alemanha diante da sede do Banco Central Europeu (BCE) em Frankfurt. Nos cartazes dos manifestantes dizeres como "Acabemos com a ditadura do capitalismo" podiam ser lidos. 
 
Na Itália, milhares de manifestantes se reuniram nas ruas de Roma. Protestantes incendiaram carros e depredaram vitrines de lojas. 
Em Taiwan, pelo menos uma centena de pessoas responderam a convocação do "15-O", em referência ao dia 15 de outubro, e se manifestaram na entrada do arranha-céu Taipé 101 cantando palavras de ordem como "Somos 99% de Taiwan". Eram esperados cerca de 1,5 mil aparecessem. 
 
Pelo menos 200 pessoas protestaram em Hong Kong, no protesto chamado os "indignados" e se concentraram nas imediações da Bolsa de Valores, levando cartazes com palavras de ordem como "os bancos são um câncer", segundo a Rádio Televisão de Hong Kong.
 
O objetivo é fazer do dia 15 de outubro uma data simbólica, já que desde o princípio do movimento iniciado em Madri no dia 15 de maio, os "indignados" e grupos de filosofia parecida, como "Ocuppy Wall Street" buscam a consagração da data. A ideia é se manifestar em sedes financeiras como Wall Street, a City de Londres ou o Banco Central Europeu (BCE), em Frankfurt. 

OTempo