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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Dupla faz oito reféns em tentativa de assalto a oficina em Uberlândia, MG

Depois de 45 minutos de negociação, suspeitos foram detidos (Foto: Felipe Santos/G1)
Oito pessoas foram feitas reféns durante uma tentativa de assalto a uma oficina no Bairro Minas Gerais, em Uberlândia, na manhã deste sábado (5). Dois suspeitos, um homem de 30 anos e um adolescente de 17, foram detidos.
foto G1

Segundo a Polícia Militar (PM), o proprietário da oficina, de 31 anos, contou que os dois chegaram ao local por volta das 10h30 e anunciaram o assalto. Eles trancaram os funcionários dentro do escritório da empresa pedindo o dinheiro que seria usado para o pagamento dos empregados.

Um mecânico que estava no pátio da oficina percebeu a ação da dupla e chamou a PM, que fechou o quarteirão. Com a chegada dos policiais um dos suspeitos deu um tiro dentro do escritório. “Começamos a negociar com eles que apontaram a arma para o pescoço de uma das vítimas, caso não fossem liberados”, contou o sargento da PM, João André de Farias.

Depois de 45 minutos de negociação os militares conseguiram deter os suspeitos, apreender um revólver calibre 38 e recuperar os objetos pessoais que eles pegaram das vítimas. Os dois foram encaminhados à delegacia.

foto: portal uipi


Parabéns ao Sargento André e sua equipe pelo excelente trabalho, principalmente no gerenciamento da crise, sem que ninguém ficasse ferido. São ocorrências como esta, que nos dão orgulho de ser PM.

domingo, 9 de outubro de 2011

Absurdo no país da copa: Por falta de delegados, ocorrências agora poderão ser analisadas por telefone ou e-mail

"Esse é o país que vai sediar uma copa do mundo e olimpíada"...


A Polícia Civil precisou improvisar para amenizar a situação da falta de delegados no estado. Para que o cidadão não saia da delegacia sem conseguir registrar a ocorrência, por falta de autoridade policial, agora os delegados estão autorizados a analisar crimes menos graves, como furtos a residências, por telefone ou e-mail.


De acordo com o corregedor interno da Polícia Civil, Gilson Emiliano, a medida vai amenizar o impacto do baixo efetivo de delegados na instituição e impedir que os cidadão sejam obrigados a percorrer várias delegacias para registra uma ocorrência.
— Não se tratando de um flagrante delito ou uma medida cautelar judicial, o comissário deve entrar em contato com a autoridade para que ele tipifique o crime e dê as orientações de como proceder — explicou.
O estado do Rio tem 1.022 delegados, sendo 655 na ativa e 467 aposentados, o que dá uma média de 5,7 por município.
O presidente da Associação de Delegados do Rio de Janeiro, Wladimir Reale, acredita que o corregedor somente tornou oficial algo que já é feito.
— O quadro de delegados está reduzido pela metade, então a adaptação é necessária e momentânea. O delegado no fim de semana, por exemplo, está em uma central. Se ele for procurado vai analisar a ocorrência e, se for necessário, ele terá que se deslocar — acrescentou Reale.
Hieros Vasconcelos
extra.globo.com

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

PM não pode registrar ocorrências em quartéis

Secretário de Segurança e corregedor advertem que prática é inconstitucional

Rio - Na ‘briga’ entre as polícias, o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, ficou ao lado da Polícia Civil. Ele legitimou decisão da Corregedoria Geral Unificada (CGU) que, após sindicância administrativa disciplinar, concluiu na semana passada ser “inteiramente contrária ao que preconiza a Constituição da República” a realização de registros de ocorrência diretamente nos batalhões da PM, em vez de nas delegacias de Polícia Civil.

Como o ‘Informe do DIA’ noticiou sábado, boletim informativo da Polícia Civil de sexta-feira fez duras críticas à PM, que teria decidido estimular seus batalhões a registrar crimes de menor potencial ofensivo. Segundo o boletim, a ordem para a confecção do ‘Registro Policial Militar’ nos quartéis foi dada, no dia 1º de março, pela Corregedoria Interna da PM.

Em despacho, o desembargador Giuseppe Vitagliano, corregedor geral da CGU, destacou: “Ao que parece, a Polícia Militar pretende (...) que toda pessoa presa seja preliminarmente conduzida a Batalhão da PM, a fim de que seja lavrado o denominado Registro Policial Militar, para posteriormente encaminhá-la a delegacia de Polícia Civil, conduta esta inteiramente contrária ao que preconiza a Constituição da República, as leis e as normativas administrativas internas deste Estado, relativas a apresentação de cidadãos detidos por suposta prática de crime de menor potencial ofensivo”.

Ocorrência foi em Teresópolis

A sindicância da CGU foi instaurada após policiais do 30º BPM (Teresópolis) registrarem em agosto, no quartel, ocorrência de briga de casal. Lotado no batalhão, o capitão Sérgio Lemos Alves, em depoimento, informou que o corregedor interno da PM, coronel Ronaldo Menezes, reuniu-se em 1º de março com comandantes de vários batalhões para falar da implantação do Registro Policial Militar. À CGU, o capitão entregou ofícios recebidos de seus superiores, instruindo sobre a elaboração dos registros. Procuradas por O DIA, as assessorias de imprensa das polícias Civil e Militar não falaram sobre o assunto, assim como o corregedor da PM.

POR ROBERTA TRINDADE/ODIA