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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Obra construída no PAN de 2007, custou 14 milhões, será demolido para as Olimpíadas 2016

Velódromo do Rio não está nos padrões olímpicos e será demolido. Espaço foi construído para o Pan de 2007 e custou R$ 14 milhões. Comitê organizador alega que velódromo oferece risco aos atletas.


O Velódromo do Rio, construído para os Jogos Pan-Americanos e que custou R$ 14 milhões, vai ser demolido. Segundo o Comitê Organizador das Olimpíadas de 2016, ele não está nos padrões olímpicos e oferece risco para os atletas, de acordo com o RJTV.
Para a construção do espaço, cerca de R$ 1 milhão foram gastos pela Prefeitura e R$ 13 milhões pelo Ministério do Esporte. A inauguração foi há apenas cinco anos, para o Pan de 2007.
A decisão foi tomada pela Empresa Olímpica Municipal, responsável pelas obras para os Jogos de 2016, em conjunto com o Comitê Organizador das Olimpíadas. A justificativa é que o atual velódromo não atende aos padrões olímpicos.
O local tem duas pilastras centrais, que seguram as estruturas, que não podem existir num velódromo olímpico. As estruturas impedem a homologação de recordes, pois os juízes não conseguem ver todos os pontos da pista. O número de lugares na arquibancada é considerado outro problema. Em vez de 1.500 cadeiras, o velódromo tem que ter capacidade para público de 5 mil pessoas. O número de boxes e vestiários também deve ser maior.
De acordo com o Comitê Organizador Rio 2016, para a segurança dos atletas, a pista deve ter outra curvatura e inclinação. A Federação de Ciclismo do Rio diz que o ideal seria manter as duas pistas.
"Ia ser um sonho de consumo, que nós tivéssemos as duas estruturas. Um novo, atendendo os padrões olímpicos mundiais, de um modo geral, onsw nós poderíamos ter não só as olimpíadas, como eventos mundiais, etapas da copa do mundo, campeonatos mundiais, e que poderíamos manter isso aqui para um uso mais regular, a nível das escolinhas, treinamento dos atletas aqui do Rio, ou atletas do Brasil", disse o diretor da Federação de Ciclismo Antônio Ferreira.

Pista deveria ser legado para atletas
O comitê explicou ainda que, durante os preparativos para o Pan 2007, o Governo Federal, a Prefeitura e a Federação Internacional dos Ciclistas decidiram fazer uma pista permanente para ficar de legado para os atletas. No entanto, quando a decisão foi tomada, não havia mais tempo de fazer nas especificações olímpicas. Continue lendo no G1

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Deputados mineiros pedem interdição da Cidade Administrativa do Estado

Fotos: Fred William
Nesta terça-feira, 31/01, o deputado estadual Rogério Correia (PT) e o deputado federal Padre João (PT), acompanhados por Claudio Pereira, representante do deputado estadual Paulo Lamac (PT), entregaram aos promotores de Justiça do Ministério Público Estadual (João Medeiros, Eduardo Nepomuceno e Elizabeth Vilela) uma representação pedindo a instauração de procedimento administrativo para imediata interdição dos prédios da Cidade Administrativa, onde trabalham cerca de 16 mil pessoas, até que laudos técnicos independentes atestem a segurança do local.
Abaixo, a representação:
Representação entregue pelos deputados petistas ao Ministério Público de MG
A medida foi motivada pela queda de três janelas dos prédios da Cidade Administrativa do Estado Continue lendo no site do Deputado Est. Rogério Correa:>>>>>>

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

STF anula ato do CNJ que suspendeu concurso para juízes em Minas

O Supremo Tribunal Federal, por 7 votos a 1, anulou os efeitos de decisão do Conselho Nacional de Justiça que desclassificara de concurso para juiz substituto aberto pelo governo de Minas Gerais e pelo Tribunal de Justiça estadual os candidatos que obtiveram notas 75 e 76 na prova classificatória objetiva, elevando depois para 77 a nota de corte nas provas escritas.



Assim, o concurso — cujo edital foi publicado em 2009 - vai ser retomado. A maioria do plenário — vencida a ministra-relatora, Cármen Lúcia — entendeu que o CNJ violou o “princípio do contraditório”, ao tomar a decisão em processo administrativo sem intimar os candidatos que poderiam vir a ser prejudicados.



O voto condutor foi o do ministro Luiz Fux, que pedira vista dos autos do mandado de segurança contra o CNJ em julgamento, em maio último. Segundo Fux, não houve nenhuma ilegalidade no ato dos responsáveis pelo concurso, em face do princípio de impessoabilidade, e que “não é nenhum prejuízo competir com os melhores”. Além disso — como já tinha ressaltado o ministro Marco Aurélio, na sessão plenária anterior — não se pode “conceber que se assente que alguém possa ter uma situação subtraída, uma situação aperfeiçoada, sem que seja intimado a se defender no processo respectivo”.



Os demais ministros presentes também votaram nesse sentido, com exceção da relatora. Segundo Cármen Lúcia, a atuação do CNJ no caso foi “legítima”, já que apenas determinara “a observância obrigatória do edital do certame, o qual, segundo entendimento da jurisprudência, é a lei do concurso”.
 
Jornal do Brasil