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terça-feira, 11 de março de 2014

“Se nada mudar, a PM vai acabar”

“Estamos no limite, se em no máximo uns quatro anos nada mudar, não tivermos concursos que supram efetivamente a necessidade que existe de efetivo, a Polícia Militar vai acabar, porque não vai ter gente para ir para a rua”, avaliou o diretor regional da ACS (Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul) em Dourados, Aparecido Lima.
 
O sindicalista reforçou em detalhes o cenário apontado em matéria publicada ontem no Dourados News, destacando que o efetivo policial disponível hoje ao 3º BPM (Batalhão de Polícia Militar) de Dourados é insuficiente para o porte da cidade e ainda a abrangência do batalhão, que atende a Dourados, Caarapó, Douradina, Itaporã e oito distritos da região.
 
“Não é culpa do nosso comando, e sim da Sejusp [Secretaria de Justiça e Segurança Pública] que não está formando gente suficiente. Estamos em uma condição defasada. Temos uma geração velha de policiais que estão se aposentando e vão se aposentar em poucos anos, tivemos baixas por morte, invalidez, afastamento. Aí eles abrem concurso para 100 vagas, por exemplo, só que nós tivemos baixa de 200. É nesse nível, ou seja, não resolve nada”.
 
Lima citou vários exemplos que ilustram o baixo efetivo policial de Dourados e o prejuízo desse cenário ao trabalho preventivo da polícia e também ao próprio policial. São 360 policiais no batalhão divididos em diversas atividades, como destacamento para os demais municípios, escolta, policiamento em presídio e unidades educacionais, serviços administrativos em geral, entre outros.
 
“No fim de semana passado, tínhamos cinco presos no Hospital da Vida e dois policiais foram deslocados para fazer a escolta. Isso acontece com certa frequência, e toda vez que é necessária uma escolta deste tipo, significa uma viatura a menos na rua. Além disso, tem policial que chega a tirar mais de 12 horas de plantão cuidando de preso, porque não tem quem o renda”.
 
O sindicalista destacou também o impacto da falta de efetivo no trabalho preventivo. Na rua, diariamente, segundo informações do comando do 3º BPM, estão 50 policiais em seis viaturas além das motos e de outros dois veículos: um à disposição do Getam (Grupo Especializado Tático Motorizado) e outra da Força Tática.
 
“A viatura hoje sai com dois policiais, quando no mínimo deveria sair com três, o que é previsto na legislação inclusive. Você vai fazer uma abordagem, aí um policial precisa cuidar da viatura, e o outro vai abordar sozinho, sem cobertura. É uma condição de risco. Ou sai os dois e deixa a viatura sozinha. É muito complicado. Houve aumento na demanda, acompanhando o crescimento de Dourados que tem muitos bairros novos, a população da área urbana cresceu e a polícia tem que se fazer presente nesses bairros. E como a gente vai fazer um trabalho melhor sem gente? Hoje temos uma situação de ter viatura, mas não ter gente para sair com ela”, questionou Lima.
 
Por fim, o representante sindical comentou às críticas ao funcionamento 190.
 
“Existe uma linha morta aqui. As pessoas pensam que o pessoal não atende porque não quer, mas não é isso. É outro problema crítico e absurdo porque a população vê no telefone a chance de salvar sua vida, de sair de um apuro, e quando liga não consegue falar”, finalizou Lima.
 
Dourados News/ronda.org.br

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Ocorrência do século! 15 ladrões tentam arrombar bancos, policiais matam 9


Comento: Parabéns pelo tirocínio, o serviço de inteligência eficaz e produtivo, pela harmonia entre Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal de Minas Gerais.
LUCAS SIMÕES ( O TEMPO)

Uma operação conjunta entre a Polícia Civil de São Paulo e a Polícia Rodoviária Federal de Minas Gerais (PRF-MG) acabou com nove bandidos mortos durante uma troca de tiros entre policiais e criminosos na cidade de Itamonte, na região Sul de Minas, no início da manhã de hoje (22).

Segundo a Polícia Militar (PM), um grupo de 25 criminosos estava sendo monitorado há mais de dois meses pela polícia paulista. Eles são suspeitos de outros assaltos a caixas eletrônicos em Minas Gerais e pretendiam arrombar equipamentos em várias cidades do Sul de Minas, como Caxambu, Passa Quatro e Itamonte.

Os bandidos saíram do estado de São Paulo no início da madrugada, por volta de 0h30, em cinco veículos: um Honda Civic, um Eco Sport, uma Duster e um Palio. Porém, quando os criminosos chegaram na Praça Padre Francisco Mira, no centro de Itamonte, por volta de 5h30, foram surpreendidos por um grupo de policiais civis e militares.

Houve troca de tiros entre os suspeitos e os policiais e dois bandidos foram presos. Outros quatro criminosos foram baleados dentro do Honda Civic e cinco deles foram atingidos por tiros em uma perseguição policial na entrada da cidade, na BR-354, na altura dos km 754 e 758. Ao todo, nove bandidos morreram na hora. Um policial civil também ficou ferido, mas não corre risco de morrer.

Segundo as primeiras informações da PM de Passa Quatro, pelo menos 14 criminosos usaram um carro e um caminhão para fugir pela BR-166, mais conhecida como rodovia Dutra – principal rodovia do Brasil, que liga o Sul ao Norte do país. Até o momento, não há pistas dos suspeitos.

Com os criminosos, a polícia apreendeu fuzis, pistolas, bananas de dinamite, um pé de cabra e outros materiais para arrombamento de caixas eletrônicos.

Cerca de 20 assaltantes foram surpreendidos por policiais durante a ação (Foto: Reprodução Jornal Hoje)





sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

PMs se recusam a efetuar prisão e são detidos dentro de Fórum por desacato à juíza

Autor: Redação do Portal
Fórum de Alagoinha
Três policiais militares, sendo dois cabos e um soldado, foram detidos dentro do Fórum Civil da cidade de Alagoinha, na região do Brejo do estado, por ordem da juíza Inês Cristina. A magistrada entendeu que os militares não obedeceram sua ordem para prender um homem suspeito de invadir uma residência, o que configuraria desacato à autoridade. O fato ocorreu nessa terça-feira (11), mas o assunto só foi divulgado nesta quinta-feira (13).
Segundo o tenente-coronel, Arilson Valério, comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, os policiais estavam trabalhando no destacamento da cidade de Mulungu quando receberam uma ligação do Fórum onde um representante disse que a juíza determinou que prendessem um homem, mesmo sem um documento que justificasse a prisão do suspeito.
“Os policiais disseram que não iriam efetuar a prisão porque não tem flagrante e não estavam com um mandado para prendê-lo. Diante da justificativa, a juíza Inês Cristina, pediu que os policiais fossem até o fórum e quando chegaram ela deu voz de prisão, a um cabo e, em solidariedade ao amigo, os outros policiais tentaram falar com a magistrada. Ela entendeu como desacato e desobediência e mandou prender todos ”, comentou o comandante.
O tenente-coronel foi até o Fórum e encontrou os policiais algemados e um deles chorando. “Foi uma situação vexatória. Um cabo estava chorando pela situação em que foram submetidos. Conversei com a juíza, mas ela tentou justificar o ocorrido e daí trouxe os policiais até à sede do 4º Batalhão da PM. A magistrada informou que vai processar os policiais”.
Os cabos e o soldado pediram transferência da cidade alegando o constrangimento. Um processo administrativo foi aberto pelo batalhão para apurar a ocorrência. “Vou publicar no boletim interno do batalhão a transferência dos policiais para outra cidade que não faça parte da comarca onde a juíza é responsável”, falou o tenente-coronel Arilson Valério.
O Portal Correio tentou falar com a juíza Inês Cristina, mas o gerente do Fórum de Alagoinha, João Batista, disse que a magistrada estava em um julgamento e não tinha hora exata para terminar o júri. 
Fonte: Por Hyldo Pereira/valedopianconoticias

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

A PM e o Linchamento Moral

Mais uma vez, sem apurar os fatos, sem uma prova técnica/pericial e sem qualquer indício de autoria, muita gente se adiantou e culpou a Polícia Militar pelo atentado gravíssimo contra o repórter da Rede Bandeirantes, atingido covardemente durante mais um protesto violento nas ruas do Rio. 

Embora o artefato não tenha nenhuma semelhança com bombas de efeito moral (essas sim, usadas pela PM), a polícia foi julgada sumariamente, e o veredito, revelado: a culpa pela tragédia é da PM: a PM despreparada, a PM violenta, a PM assassina...

Infelizmente, esse é, hoje, o retrato falado e distorcido da Polícia Militar Brasileira. 

Mas, quem é que ganha com o linchamento moral das forças armadas e das polícias, que garantem o pouco de ordem e de segurança que resta a este país? 

Vândalos, baderneiros, criminosos, black-blocs, e todos os grupos - políticos ou não - que os manipulam. 

A pergunta que não quer calar: a que interesses servem os mascarados que se infiltram num protesto pacífico e transformam uma passeata numa guerra civil? 

Porque eles jogam a população contra suas polícias e não contra os bandidos? 

Quem são os senhores desta guerra?


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

RONDÔNIA INSTITUI CARREIRA ÚNICA E PADRÃO SALARIAL PM/BM

sertaonamidia.blogspot.com.br

O Governador do Estado de Rondônia, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 65° da Constituição Estadual, adota a seguinte medida.

Art. 1º Fica instituída a carreira única da Polícia e Bombeiro Militar de Rondônia a qual incia- se como soldado e encerra-se como Coronel de Polícia.
Art. 2º – A Polícia e Bombeiro Militar de Rondônia criará normas e mecanismos para a ascensão profissional.
Art. 3º – Unificam-se todos os quadros da Polícia e Bombeiro Militar ao Quadro de Policiais e Bombeiro Militares Combatentes, exceto o Quadro dos médicos que permanecesse conforme se encontra na lei.
Art. 4º – Deixa de existir o número de vagas para promoção, havendo progressão funcional conforme tabela em anexo.
Art. 5º – Todos os benefícios contidos nesta lei estendem-se aos policiais e bombeiro militares inativos, da reserva remunerada e as pensionistas.
Art. 6º – Deixa de existir o interstício e passa a ter progressão funcional conforme tabela do anexo I.
Art. 7º – Estabelece o Mês Março como sendo a data base do reajuste dos Policiais e Bombeiros Militares de Rondônia.
Art. 8º – Institui o reajuste anual para os Policiais e Bombeiro Militares no mesmo percentual concedido ao Fundo Estadual.
Art. 9º – A promoção para 2º Ten. será exclusiva dos subtenentes ou, quando não houver subtenente habilitado, deverá ser primeiro Sargento obedecendo ao critério da antiguidade.
Art. 10º – Cria-se a gratificação para os policiais e bombeiro militares que estejam exercendo função de monitor, instrutor e ou comandante de pelotões dos cursos de formação e profissionalização.
Art. 11º – Cria-se a gratificação de escolaridade para curso acima de 120horas/aulas no mesmo valor pago referente a um serviço voluntário. Os cursos ministrados serão os seguintes:
I – a Curso de Formação de Praças, o Curso de Formação de Soldado;
II – a Curso de Aperfeiçoamento de Praças, o Curso de Formação de Sargentos;
III – a Curso de Altos Estudos de Praça, o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos;
IV – a Curso de Formação, os cursos superiores exigidos para o ingresso dos militares dos Quadros de Oficiais Militares QOPMA e ESPECIALISTAS.
Art. 12º – O Policial e Bombeiro Militar, quando completar trinta anos de efetivo serviço à Corporação, será promovido automaticamente ao posto ou graduação seguinte na escala hierárquica.
Art. 13º – Cria-se a gratificação de escolaridade para os cursos de pós-graduação, mestrado, doutorado, bacharelado no valor pago referente a dois serviços voluntários por cada certificado apresentado.
Art. 14º – Para a progressão funcional ao posto de coronel será exigido os cursos de bacharel em direito, Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais, Curso de Altos Estudos de Oficiais, curso superior de oficial, que serão ministrados a partir do posto de capitão pela PM/BMRO..
Art. 15º- Excepcionalmente, os (PM/BM), que a partir da publicação desta lei,farão jus à designação para os cursos constantes no Art.11, respeitando critério de antiguidade, na modalidade de Ensino à Distância para as disciplinas teóricas no âmbito de seus respectivos batalhões, sem prejuízo de suas atividades funcionais.
Art. 16° – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 17° -Revogam-se as disposições em contrário.
TABELA DOS QUADROS DE POSTOS E GRADUAÇÕES DA PM/BMRO E SEUS RESPECTIVOS VENCIMENTOS
Coronel PM
NÍVEL ÚNICO R$ 18.275,00
Tenente-Coronel PM
03 ANOS /NÍVEL 03 R$17.947,00
02 ANOS/ NÍVEL 02 R$17.321,50
01 ANO / NÍVEL 01 R$17.021,00
Major PM
03 ANOS/NÍVEL 03 R$ 16.832,50
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 16.521,00
01 ANO / NÍVEL 01 R$ 16.075,75
Capitães PM
03 ANOS/NÍVEL 03 R$ 15.887,25
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 15.530,75
01 ANO/NÍVEL 01 R$ 15.085,25
Primeiro-Tenente PM
03 ANO/NÍVEL 01 R$ 14.935,00
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 14.600,00
01 ANO/NÍVEL 03 R$ 14.150,50
Segundo-Tenente PM
03 ANOS/NÍVEL 03 R$ 13.854,00
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 13.542,00
01 ANO/NÍVEL 01 R$ 13.175,00
SubtenentePM
03 ANOS/NÍVEL 03 R$ 12.827,00
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 12.361,50
01 ANO/NÍVEL 01 R$12.130.50
1º Sargentos PM
03 ANOS/NÍVEL 03 R$ 11.965,00
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 11.499,50
01 ANO/NÍVEL 01 R$ 11.034,00
2º Sargentos PM
03 ANOS/NÍVEL 03 R$ 10.968,50
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 10.375,25
01 ANO/NÍVEL 01 R$ 10.026,75
3º Sargentos PM
03 ANOS/NÍVEL 03 R$ 9.939,25
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 9.473,75
01 ANO/NÍVEL 01 R$ 9.008,25
Cabos PM
03 ANOS/NÍVEL 03 R$ 8.892,70
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 8.310,00
01 ANO/NÍVEL 01 R$ 8.198,00
Soldado PM
03 ANOS/NÍVEL 03 R$ 7.238,20
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 6.850,00
1 ANO/NÍVEL 01 R$ 5.952,20

sábado, 9 de novembro de 2013

Marginais que derrubaram helicóptero da PM no Rio, são inocentados...

Helicóptero da PM abatido: três policiais militares mortos na açãoMais de quatro anos após um helicóptero da Polícia Militar ser abatido por traficantes no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, pelo menos dez criminosos transferidos para presídios federais fora do Rio sob suspeita de terem participação no episódio continuam em unidades de segurança máxima, mesmo depois de terem se livrado das acusações.

Investigados por participação na guerra entre facções rivais e o ataque à aeronave, os bandidos não foram sequer denunciados pelo Ministério Público estadual.

Nessa mesma situação, Marcio Batista da Silva, o Dinho Porquinho, e Levy Batista da Penha, o Baby, conseguiram, após recursos no Superior Tribunal de Justiça, deixar as unidades federais. Suas defesas alegaram que as suspeitas de participação deles no episódio não foram comprovadas. Os advogados de Dinho, na defesa de outros cinco presos que ainda estão fora do Rio, tentam estender a decisão do STJ para os outros clientes. Ainda não houve, no entanto, decisão.

- Eles foram transferidos por suspeitas que nunca se confirmaram. É um absurdo. Está havendo abuso. Não há critério de análise pela Secretaria de Segurança e Vara de Execuções do Rio - protesta a advogada Cristina Rissi Pienegonda, que defende dois dos presos.

Os presos
O grupo que permanece fora do Rio pelo episódio: Edgar Alves de Andrade, Fabio Pinto dos Santos, Nei da Conceição Cruz, Ocimar Nunes Robert, Wilton Carlos Rabello Quintanilha, Marcelo Fonseca de Souza, Marcos Marinho dos Santos, Bruno da Silva Loureiro, Odir dos Santos e Edilson Lourenço de Azevedo.
Quatro traficantes serão levados a Júri Popular pelo caso: Luiz Carlos Santino da Rocha, o Playboy, Magno Fernando Soeiro Tatagiba de Souza, o Magno da Mangueira, Fabiano Atanázio da Silva, o FB (foto), e Leandro Domingos Berçot, o Lacoste. Todos estão presos, mas só três em unidades federais. Em 17 de outubro de 2009, a aeronave Fênix 3, da PM, foi abatida por criminosos que estavam em guerra pelo controle do Morro dos Macacos. Três policiais morreram na operação.

Segundo a Justiça, presos são perigosos
As idas dos dez presos para unidades federais foram pedidas pela Secretaria de Segurança do Rio. Os prazos para permanência nas unidades duram 365 dias. No fim do período, a Vara de Execuções Penais do Rio, com base em informações de inteligência, pede a renovação nas penitenciárias.

A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Rio disse que os dez presos são perigosos, respondem a processos e já foram condenados em outros. Por isso, mantê-los fora do estado é essencial para manter a ordem pública. Já a Secretaria de Segurança disse pedir a permanência dos presos quando identifica que eles são de alta periculosidade ou exercem influência na região onde vivem. O órgão não falou sobre a situação de cada um dos dez presos, alegando que se tratam de informações de inteligência.


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

SINDPOL MG denuncia disparidade entre PC e PM

Texto e fotofacebook.com/Sindpol Policia Civil-mg 

Distorções e disparidades são visíveis: Governador entrega viaturas para PMMG demonstrando que realmente a integração é uma farsa e o tratamento é diferenciado.

Disparidade Total
Na manhã desta terça-feira 22, o Governador Antônio Anastásia entregou mais uma vez 270 viaturas zero km para Polícia Militar, deixando de fora do benefício, mais uma vez a Polícia Civil. Se é o mesmo Governo, se é a mesma secretaria e ainda se é o mesmo sistema, porque a compra é feita de forma distinta? Se a necessidade é dos dois órgãos porque somente um é agraciado?

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

OFICIAL DESABAFA E FALA DA RELAÇÃO ENTRE OFICIAL, PRAÇA, PM E PC

Depois de tanto ler este site, resolvi contribuir pela 2ª vez. Não quero, de maneira alguma, ser o dono da verdade, até porque acredito que raras vezes existe verdade absoluta; como disse, minha intenção é apenas contribuir.

Ingressei na PM como soldado e, por meu mérito e esforço, sem ter que puxar o saco de ninguém, fui aprovado no vestibular da Academia do Branco. Após 14 anos de serviço, cheguei a algumas conclusões. Nelas, escreverei mais sobre a PM, por ser a Corporação que conheço (logicamente por pertencer a ela), mas também escreverei um pouco sobre a PC, no entanto, baseado nos meus contatos profissionais.

1. Bons e maus profissionais existiram, existem e sempre existirão em todos os lugares, incluindo a PM e PC. A questão é: atualmente, o que é um bom policial, seja ele militar ou civil? É o policial honesto? É o policial honesto e esforçado, que realmente trabalha (e não enrola) durante seu turno de serviço? É o policial que “não dá novidades”, mas que é um mão cansada? Eu classifico o bom policial como aquele que é honesto e que realmente trabalha, mas o motivo deste questionamento é o fato de quê atualmente, me parece que ainda há mais bons do que maus policiais, mas infelizmente o número de maus policiais vem aumentando muito. Do soldado ao coronel, há casos de corrupção, extorsão, roubos, envolvimento com jogos ilícitos, com drogas e muitos outros ilícitos. E isso tem desestimulado muito os bons policiais. A PM é uma Corporação extremamente séria e a maior prova disto é que ela é o órgão público do Brasil que mais demite/expulsa seus maus profissionais; mesmo assim, isto parece já não surtir o efeito desejado, qual seja, o de impedir ou evitar que policiais militares cometam ilícitos. Com relação ao tratamento entre Oficiais e Praças, não negarei que há muitos que se aproveitam do posto ou graduação para serem arrogantes e mal educados, mas tais pessoas não estão restritas apenas ao quadro de Oficiais: há sim muitos Praças que são extremamente grossos e arrogantes. Logo, isto independe de posto ou graduação: depende tão somente da educação recebida na família.

2. Nunca houve, não há e nem haverá nenhum lugar no mundo onde o funcionário ganhará um salário igual (ou muito próximo) ao do diretor/gerente do local. Logo, não adianta ficar falando que os Oficiais e os Delegados ganham mais, pois isto é o natural de qualquer local. E para mim, a diferença tem que ser grande, tanto para compensar a responsabilidade maior que possuem, quanto como forma de reconhecimento do cargo. Mas isso não significa que os praças e as demais carreiras da PC devam receber um mau salário, significa apenas que sempre haverá uma diferença (que na maioria das vezes será grande) entre os que administram/chefiam e aqueles que executam. E para ser Oficial ou Delegado, não há outro caminho a não ser o do estudo. E outra coisa: há inúmeros cargos públicos no Brasil que pagam salários maiores do quê o de Oficial e Delegado; quem quiser, é só parar de choramingar e se dedicar aos estudos.

3. Fim da PM: vocês realmente acreditam que esta é a solução para todos os males? Vocês realmente acreditam que o simples fato de tirar o nome “militar” vai mudar muita coisa? Sempre haverá uma polícia fardada, ostensiva e com a missão de impedir que os crimes aconteçam. Se extinguir a PM, quem vai desempenhar tal função? A PC? Alguém da PC está realmente disposto a vestir uma farda e ir para a rua patrulhar? Pode até ser que um ou outro policial civil queira, até porque em alguns lugares há grupamentos da PC, tais como o GOE, GARRA, etc, mais militares do que a própria PM, mas eles são uma minoria muito pequena. Desta maneira, mesmo que haja a “desmilitarização” da polícia, a atividade de polícia ostensiva sempre existirá e, no caso do Brasil, por um bom tempo será desempenhada pelas mesmas pessoas que hoje a desempenham e, por óbvio, da mesma maneira. Maneira esta aliás que é muito boa, feita seriamente por muitos profissionais, quando há tempo para isto, e este tempo de efetivo patrulhamento está cada vez mais escasso, pois a PM tem que ficar atendendo um monte de ocorrência que não está diretamente relacionada a sua atividade.

Outra coisa: não entendendo por que tanto rancor contra o militarismo. É uma das formas de organização mais antigas das sociedades, baseada na hierarquia e disciplina. Não é o militarismo e nem a PM os culpados pelos abusos e erros cometidos por policiais. Nenhum curso de formação da PM ensina coisa errada; aliás, mesmo que muitos critiquem, os cursos da PM são muito bons e voltados e adaptados para a realidade paulista. Na verdade, os erros e abusos (que não são só cometidos por policiais militares, mas também por policiais civis) ocorrem em decorrência de uma soma de fatores, dentre os quais posso mencionar a falta de um treinamento constante após a formação, falta de uma boa supervisão, vistas grossas e participação dos supervisores (incluindo sargentos e oficiais) e uma boa legislação.

Na minha humilde opinião, o melhor para a população paulista seria uma única polícia, que tivesse sob seu poder o ciclo completo, mas ela não seria estadual e sim municipal. Isto porque a realidade dos municípios é muito, mas muito diferente e tudo que é planejado em São Paulo, desconsidera a realidade interiorana. Assim, cada município organizaria sua força policial da maneira que melhor lhe fosse possível. Mas sinceramente, pouquíssimos municípios teriam condições financeiras de arcar com a formação e manutenção de uma força policial bem estruturada; além disso, outro fator, talvez até mais importante do que a questão financeira, é o fato de que quase nenhum político (para não dizer nenhum) teria isenção para administrar tal poder visando apenas o benefício da população. Se com polícias estaduais sabemos que tais problemas, imaginem polícias municipais…

A PM é maior e melhor estruturada do que a PC e prende muito mais gente, mas isso é decorrência lógica do fato de que a “polícia fardada” tem que ter efetivo maior do que a “polícia sem farda” e, se ela tem efetivo maior, consequentemente prenderá mais gente, pois está mais tempo na rua e com mais recursos.

E por mais que argumentem ou não aceitem, o policial militar é autoridade policial sim. Não é autoridade policial no sentido definido pelo CPP, mas é autoridade igual a qualquer policial civil, pois se não fosse, por exemplo, com que poder ele abordaria pessoas e veículos e os submeteria a busca? Encontrem uma resposta plausível para esta pergunta e ficarei contente em lê-la.

4. Relacionamento PC x PM: é outro ponto no qual as realidades da capital distanciam e muito das de muitas regiões do interior; no interior, é normal, comum haver amizade entre policiais civis e militares e tal amizade reflete diretamente no serviço, pois há colaboração e cooperação entre os órgãos e o maior beneficiado é a população; e na maioria das vezes, o policial (civil ou militar) faz parte de tal população, pois ele mora onde trabalha. Nunca fui maltratado ou coisa do gênero em delegacias; já fui até tratado com indiferença, mas jamais com falta de respeito; e vi, no mesmo momento, que tal indiferença poderia ser fruto de várias coisas: o cara não estava em um dia bom, tinha brigado com a mulher (ou a amante), tinha levado uma bronca do chefe, estava sem bico, o carro tinha quebrado, sei lá, por vários motivos, mas não foi pelo fato de eu estar fardado e ser policial militar. Mas acima de tudo, mais uma vez na vida, percebi que somos tratado como tratamos: se o policial militar for rude, sem educação, etc, ele receberá isto de volta, seja de um policial civil, ou de qualquer outra pessoa.

As maiores broncas de policiais militares contra os Delegados são quando eles levam um “flagrante pro doutor”, mas o Delegado não ratifica a voz de prisão. Aí muitos policiais militares realmente ficam machos. É até engraçado. Eu nunca sequer pensei em argumentar com um Delegado nas ocorrências em que a opinião dele foi diferente da minha e isto por um motivo lógico: a lei deu, dá e dará esta prerrogativa a ele, ponto. Eu sempre me preocupei em fazer o meu trabalho; o Delegado tem seu trabalho e suas responsabilidades definidas em lei. Outro fato: eu nunca vi um delegado falar para um oficial onde ele deveria colocar as viaturas ou como atender uma ocorrência; ele pode até sugerir em reuniões ou conversas informais. Assim, se ele não dá palpite no meu trabalho, por que eu daria no dele?

Com relação aos vencimentos, uma coisa é verdade: a maior parte dos Oficiais não quer receber um salário menor do que o de Delegado. Eu não tenho este problema, de verdade. Quando fiz concurso para a PM, já sabia quanto receberia de salário; e naquela época já sabia também o que já disse acima: há outros cargos públicos que pagam salários maiores; se eu quisesse, poderia ter me dedicado e tentado tais concursos. No entanto, sempre tive o sonho de usar farda e por isso optei pela carreira militar. É lógico que eu gostaria de receber um bom aumento e receber um ótimo salário, mas se isso não acontecer, bola pra frente.

O que me deixa realmente triste e até certo ponto irritado é ver que não há um critério justo para se estabelecer os salários públicos. Para mim, o maior exemplo disso é o Oficial de Justiça: um carteiro de luxo, que nada mais faz do que entregar cartas; quando está no “perrengue”, liga 190 e pede apoio. Eu sinceramente não sei quais seriam os critérios mais justos para se estabelecer os vencimentos dos funcionários públicos, mas me pergunto: qual o grau de complexidade da função dele? A qual risco ele está exposto? Infelizmente, não consigo achar respostas que justifiquem o alto salário que recebem.

Mas o fato é que sempre haverá aqueles que ganham mais e os que ganham menos; não sei como isto é definido, só sei que professores recebiam igual a juízes e vejam como eles estão hoje e também sei, por ouvir dizer, pois não vivi tal época, que o soldado da PM recebia dez salários mínimos quando o governador era Franco Montoro. E então: qual é o critério, se é que há algum?

Por enquanto, vou encerrando por aqui. Não sou e nem tenho a mínima pretensão de ser o dono da verdade; apenas quis contribuir para o site. Só peço que se alguém for contrargumentar, que seja dentro da boa educação e com argumentos sólidos. (Flit Paralisante).

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Militar de Araguari-MG é vice campeão mundial de Jiu Jitsu




 William luciano Rodrigues, sou o SD/PM William lotado no 53º terceiro batalhao de policia militar na cidade de Araguari.


nos dias 11/12/13 de julho estive na cidade de Belo Horizonte disputadando a 2a Copa do Mundo de Jiu Jitsu no ginasio do mineirinho evento realizado pela liga brasileira de jiu jitsu (lbjj) que contou com mais de 1000 atletas inscritos.




disputei na faixa azul, na categoria adulto, no peso meio pesado ate 88.300 kg onde apos 4 lutas fiquei na segunda coloção sendo consagrado vice campeao mundial.




saliento que no ano de 2013 disputei 4 torneios no total sendo campeao no torneio luta kasada na cidade de Uberlandia, campeao da copa wave point na cidade de Uberlandia e campeao da copa panda de jiu jitsu na cidade de Sao Gotardo.




agora estou aumentando os treinos para disputar no mes de setembro possivelmente na cidade de betim o campeonato brasileiro de jiu jitsu tambem organizado pela liga brasileira (lbjj)