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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

A era da corrupção...



      Muito se fala da culpa dos políticos brasileiros diante da corrupção desenfreada que assola a sociedade. Especialmente nesta época de campanha eleitoral, afloram as acusações mútuas que acabam por ocupar o tempo que deveria ser usado para apresentar novos projetos e visões sobre o Brasil que queremos. Diante de tanta lama, (e tem até um condenado no escândalo do mensalão do PT, que tem o sobrenome "Jacinto Lamas", pode isso Arnaldo?) 

       O fato é que talvez a maior mazela que uma sociedade pode viver é a degradação moral, o que no Brasil parece ser endêmico. Geralmente acusamos o outro, o governo até para nos esquivarmos de assumir parte da responsabilidade diante desse ou daquele problema. Ao acusar fulano, quem acusa continua no invólucro de uma postura pseudo-correta, convenientemente politicamente honrosa.  
       Decididamente o país precisa mais de educação, novos paradigmas morais do que de equipamentos para a saúde. Nossa doença não é no corpo é na alma corrompida e maculada pelo jeitinho, pelo faz de conta, pelo "cafezinho".  
         Recentemente o Brasil viveu dois exemplos, sintomas dessa doença moral. Uma no Rio de Janeiro, com a prisão do atual chefe do COE - Comando de Operações Especiais (clique e leia no R7). Além deste caso, o diretor da casa de detenção da cidade de Pedrinhas no Maranhão, (clique e leia no G1), que viveu horrores no início do ano, onde presos foram decapitados e no final de semana último, parte do muro daquela penitenciária foi demolido por criminosos que jogaram um caminhão contra o muro. Em ambos exemplos a corrupção contaminou as chefias, provando que muito mais do que equipamentos, aqueles profissionais precisariam de algo que o Estado não pode lhes fornecer: educação, não a acadêmica, escolar; mas, aquela que vem do berço, dos pais, da família.

            Não adiantarão investimentos num corpo em estado de putrefação...

 Foto: R7