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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Imprensa imperialista e o atentado de 11 de setembro

        Autor Anastácio

   Quanta alienação, quanta matéria tendenciosa, quanta hipocrisia da grande mídia brasileira que tenta a todo instante, sob o pretexto insensato, elevar os atentados de 11 de setembro contra os EUA, como se aquela nação de fato assim o fosse. De maneira servil, imperialista e parcial, parte da imprensa mostra os atentados contra os americanos, como se eles nunca tivessem igualmente atacado parte do Oriente Médio; inclusive forjando, fazendo acusações graves, para justificar a futura invasão à época, de que no Iraque, por exemplo, havia um laboratório que estaria criando armas químicas, o que o tempo provou, de que isso jamais ocorrera. Prenderam Saddam Hussein e o enforcaram. Os americanos invadiram o Iraque, fizeram uma verdadeira carnificina e a mídia nunca estipulou uma data "comemorativa" como tributo ou homenagem aos civis e militares que morreram naquele país. Mas, em se tratando de Estados Unidos da América, por enquanto a nação mais rica do mundo, toda a subserviência ainda é pequena, como adoração. E ninguém em sã consciência defenderia qualquer um dos lados, pois americanos e iraquianos, erraram ao colocar o povo como massa de manobra, seja para se perpetuar no despotismo de Saddam, seja para invadir e destruir a soberania de outra nação no caso americano. Isso demonstra o quanto parte da mídia está atrasada e desprovida de isenção, humanidade e bom senso. Mas, como tudo são negócios, e o berço do capitalismo é americano, por conseguinte, empresas, mega conglomerados que financiam parte da grande mídia; já era de se esperar tal comportamento tendencioso e submisso. Qual a diferença entre as mentiras de Bush nas armas químicas e as ações de Bin Laden? Algum deles errou menos? Atire a primeira pedra...

       Autor: Anastácio
       Editorial No Q.A.P

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Ex-soldado americano vira pacifista após atuar na guerra do Iraque


Ethan McCord revela ao 'Dossiê Globo News' que imaginava o Iraque como um país povoado de terroristas. Hoje ele virou militante da paz.

O americano Ethan McCord volta aos Estados Unidos depois de ter sido ferido em uma explosão no Iraque. Ele passou 14 meses na guerra. Ao todo, serviu ao Exército por sete anos. Pai de três filhos e com 35 anos, ele vive em uma casa modesta no estado do Kansas. Pela primeira vez, ele fala a um canal de TV brasileiro sobre a guerra.

O que teria acontecido com um soldado americano que, em meio a uma operação de guerra, tentou salvar crianças? Como uma cena de guerra transformou em pacifista um militar americano que, ao chegar ao Iraque, imaginaria um país povoado por terroristas. “Os Estados Unidos, principalmente nas Forças Armadas, retrataram o país todo como um vilão. Fizeram com que a gente visse todos os iraquianos como inimigos. Eu achava que o Iraque era um país cheio de terroristas”, contou o ex-soldado.

Hoje Ethan McCord participa de uma organização chamada “Veteranos contra a guerra do Iraque”. Virou militante da paz. “Eu mudei. Emocionalmente, eu já não justificava minha presença no Iraque nem o que eu estava fazendo. Tudo o que fazíamos parecia ilegal e imoral. Eu já não conseguia fazer parte do sistema que estava fazendo aquelas coisas”, afirmou.

Veja no vídeo a entrevista completa do ex-soldado americano Ethan McCord ao repórter Geneton Moraes Neto.

Comentário: Parte da imprensa, sempre tendenciosa transformou os atentados de 11 de setembro, no dia em que devemos ter pena dos americanos. Que foi um massacre, que foi horrendo, que foi desumano todos concordam, mas, temos que falar também do mal que os americanos fizeram não só aos iraquianos, como no Oriente Médio. Ninguém fala das bombas químicas, que até hoje não foram achadas, das mais de 100 mil pessoas assassinadas, a maioria civis. Esse vídeo trás um pouco dessa versão, e o melhor, dita por quem participou do front, lutando pelos EUA.