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segunda-feira, 20 de abril de 2015

PMs cantam e tocam violão com motorista suspeito de embriaguez

Policiais militares cantaram e tocaram violão com um motorista com sinais de embriaguez às margens da SC-160, em Campo Erê, no Oeste de Santa Catarina. As imagens, gravadas pelos próprios PMs, foram divulgadas no Jornal do Almoço desta segunda-feira (20). (Veja o vídeo acima.)
Conforme a corporação, os oficiais foram acionados para tentar 'acordar' um homem que estava com o carro estacionado em uma curva perigosa da rodovia. De acordo tenente-coronel Sérgio Luis Sell, as imagens foram registradas em uma ocorrência no final de semana passado, mas chegaram ao conhecimento da PM no último sábado (19). Assista o vídeo no G1 SC

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Uberaba - MG: Policial é alvejado e seu parceiro reage matando o vagabundo com 5 tiros



Em Uberaba agora... um policial teve sua arma tomada após abordagem e levou três tiros ,o patrulheiro da viatura sacou a arma e matou o marginal com 5 disparos Ocorrência em andamento....Em tempo, o PM estava de colete que foi retirado para ser socorrido.Não tenho informações sobre o estado de saúde do policial.Agora do bandido este não rouba mais.

facebook.com/Marcos Maracanã


Militar é baleado e homem morre após troca de tiros em Uberaba


Um homem morreu, um militar foi baleado e um cinegrafista de uma emissora de TV agredido durante uma troca de tiros na tarde desta segunda-feira (24), no Bairro Amoroso Costa, em Uberaba. Segundo informaçoes da Área Integrada de Segurança Pública (Aisp) do Boa Vista, responsável pelo atendimento na região, a viatura se deslocava para uma ocorrência quando foi recebida com tiros por um criminoso na Avenida São Paulo.
Porém, testemunhas relataram para um cinegrafista da TV Integração, que o homem estava sob efeito de drogas e que havia agredido duas pessoas com um pedaço de pau. Além disso, quando os militares tentaram fazer a abordagem, o homem tomou a arma de um policial e disparou um tiro no mesmo. Em seguida, outro policial atirou no homem, que morreu no local.
O militar atingido foi encaminhado para o Hospital de Clínicas e o estado de saúde é grave.
Na hora do ocorrido, o cinegrafista da TV Alterosa, Marcelo Muriggi, também passava pelo local. Ele não estava à trabalho, mas afirma que acabou sendo agredido ao tentar registrar o fato. "Eu estava passando na hora e já estava à caminho de casa, mas parei para ver o que estava acontecendo. Para garantir as imagens, fui gravar com o celular. Eu não sabia que era um policial baleado. Quando eu comecei a registrar, um subtenente chegou me empurrando e deu um tapa no meu celular. Eles queriam me bater, dizendo que não era para filmar. Me empurraram, levei vários tapas e empurrões e fui ameaçado de morte por um policial à paisana que estava lá. Eles fizeram uma roda com vários policias para me agredir, vários oficiais assistindo e não fizeram nada. O policial que matou o bandido me conhecia e foi quem me salvou”, disse em entrevista ao G1.
Sobre este fato, a Polícia Militar informou à reportagem, por telefone, que os militares envolvidos na ocorrência e testemunhas estão sendo ouvidos no Batalhão e mais detalhes serão fornecidos após a apuração do caso.
Ainda conforme a PM, o policial responsável pelo disparo que matou o criminoso está detido.
Alex RochaDo G1 Triângulo Mineiro
Comento: O absurdo é o militar passar por todo esse estress de ver a morte de perto, sacar a arma para se defender e defender o seu parceiro de viatura, portanto já está configurada a legítima defesa, e mesmo assim ter que ficar detido esperando o relaxamento conforme despacho do juiz. É burocrático demais. E aqui não vai crítica a quem fez a prisão, mas, ao sistema legislativo em si. Senão mudarem as leis, em breve veremos a barbárie vencer a burocracia...em nome do quê? O estado é muito lento...porque a população através de seus representantes é mais ainda...reclamamos demais dos nossos políticos, mas, de fato o que fazemos para cobrá-los? Nossas condolências à família do sargento e nosso total apoio ao militar que reagiu e fez o que está na lei.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

PM de Cuiabá mata deficiente auditivo em abordagem


Jovem de 19 anos foi baleado nas costas por policiais militares na tarde desta terça-feira (7) na Avenida República do Líbano, em Cuiabá (MT). Ademar Silva de Oliveira, deficiente auditivo, foi atingido após uma abordagem feita por PMs no local. De acordo com o sargento que comandou a operação com mais dois agentes, e que não teve o nome divulgado, o rapaz não teria obedecido a ordem de parar e recebeu o tiro que teria a intenção inicial de imobilizá-lo.

O delegado Geraldo Gezoni Filho, da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), é o responsável pela apuração do caso e já recebeu em depoimento a confissão do sargento que assumiu o disparo, isentando o resto de sua equipe.  De acordo com o delegado, a PM foi informada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) de que haveria um homem portando arma de fogo transitando na região, o que motivou a abordagem.
A morte causou revolta entre familiares e pessoas próximas a Ademar. O pai do rapaz, Ademar de Oliveira, disse que a ação policial foi realizada por profissionais “despreparados”para atender a uma ocorrência desse tipo. “Essa polícia está despreparada para atender ocorrências. São situações que devem ser repensadas”, lamentou ao Diário de Cuiabá.
Segundo Ademar, o filho não poderia atender à abordagem da polícia porque nasceu com deficiência auditiva, além de ter também deficiência mental. Ele recebia cuidados do pai e da irmã, e tomava medicações diárias. No dia de sua morte, ele havia pulado o muro de casa para sair à rua. “Com tanto bandido solto por aí roubando, vão matar um coitado desse?”, indignou-se em depoimento ao G1.
O jovem estaria portando um facão, o que ainda assim não justificaria a ação da forma como foi feita, de acordo com o coronel Jadir Metelo da Costa, do 1º Comando Regional da Capital. “Na hora, é muito complicado, pois trata-se de uma abordagem numa pessoa armada com arma de fogo, passível de reação de atirar nos policiais. Agora, abordar alguém armado com uma faca é outra situação”, ressaltou ao Diário de Cuiabá.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Policial rodoviário federal é baleado em abordagem da PM


O agente da PRF estava no carro com a namorada quando foi atingido pelos disparos de militares às margens da BR-262

Luana Cruz/em.com.br

Um policial rodoviário federal foi baleado na cabeça durante um abordagem da Polícia Militar (PM) em Uberaba, no Triângulo Mineiro. O agente ferido estava de folga com a namorada em seu carro particular. A bala passou de raspão pelo ombro e atingiu a cabeça ficando alojada no crânio sem atingir o cérebro. 

Na madrugada desta quinta-feira, a PM fazia um rastreamento pela BR-262 em busca de um BMW que havia sido roubado em uma casa da cidade. Na altura do Bairro Residencial 2.000, os militares viram dois carros estacionados em uma estrada vicinal às marges da rodovia. A PM cercou os dois veículos, um Audi A4 e um Fiat Siena. 

Os militares disseram que ouviram dois disparos e revidaram os tiros na direção do Audi. Dentro do carro estava o policial rodoviário José Alano Leal da Silva, 50, e a companheira. Ele foi atingido por um único tiro que passou pelo ombro e acertou a cabeça sendo socorrido para o Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM). O agente passa bem e já esta conversando com familiares. 

Segundo a PM, o Siena estava parado na frente do Audi e foram vistos dois homens fugindo para o matagal. No entanto, na versão da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o casal estava sozinho, sendo que o Audi pertencia ao policial e o Siena era da namorada. 

Na versão as duas corporações não houve troca de tiros e José Alano não estava armado. Os sete PMs envolvidos na ocorrência estão detidos no 4º Batalhão da PM em Uberaba para prestar esclarecimentos e depois serão liberados. As armas usada na operação foram recolhidas. 

Conforme a PM, ainda não foi possível identificar a autoria dos disparo que atingiu José Alano porque os miliares efetuaram vários tiros na direção do Audi. O carro está coberto de marcas de tiros, conforme informou a PRF.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

"Superando o mito do espantalho" – Uma polícia voltada p/ a resolução dos problemas

A mais nova produção do Major Martinez, juntamente com o Capitão PMSC Jorge Eduardo Tasca, é o livro “Superando o mito do espantalho – Uma polícia orientada para a resolução de problemas de segurança pública”, O site Abordagem Policial fez uma breve entrevista com o Major Martinez, que falou um pouco sobre o tema do seu livro:
Abordagem Policial - O que significa o “mito do espantalho”?
Major Martinez - Jean-Paul Brodeur chama espantalho aquela função da polícia uniformizada que busca evitar o crime pela presença. No Brasil a função é categorizada por “policiamento ostensivo”. Para os autores o mito está na crença extremamente forte no Brasil de que a razão única de atuação da PM é a função espantalho, um verdadeiro mito, crença existente não só nas polícias militares, mas em muitos juristas e mesmo na sociedade. Os autores procuram desconstruir esse mito, superá-lo, para que as polícias militares basicamente atuem segundo o previsto na Constituição Federal, qual seja, na preservação da ordem pública, atribuição muito mais ampla que a noção simples de espantalho, isto dentro de uma lógica de reforço da autoridade e possibilidades delineados pela metodologia do “Policiamento Orientado para a Resolução dos Problemas de Segurança Pública”.
Abordagem Policial - Como a militância pela implantação do Ciclo Completo de Polícia se relaciona com o conteúdo da obra?
Major Martinez - O modelo brasileiro único de meia polícia torna a atividade policial ineficiente e complexa, qunado poderia ser simples. Leva à confusão de atribuições entre as polícias estaduais, torna as polícias menos eficientes, mesmo a Polícia Rodoviária Federal. O modelo de polícias de ciclo incompleto exige muito mais policiais na função judiciária, pois são chamados a atuar mesmo naqueles casos simples com a mesma lógica burocrática dos casos complexos, tornando os policiais uniformizados meros auxiliares da polícia com função judiciária, como se fossem qualquer do povo.
Abordagem Policial - Quais fatores/princípios são fundamentais para que este ‘mito’ seja superado?
Major Martinez - O princípio fundamental, no caso do Brasil, e do ponto de vista jurídico, nos parece simples: seguir o que está na Constituição Federal reservado às polícias militares, principalmente no campo preventivo, mas também no repressivo, seja lavrando o policial militar o denominado Termo Circunstanciado de Ocorrência nas contravenções penais e nos crimes com pena máxima de dois anos, seja representando pela Busca e Apreensão ou Prisão Preventiva, seja lavrando o Auto de Prisão em Flagrante.
Abordagem Policial - Como andam as polícias brasileiras na implementação deste objetivo (a superação do mito)?
Major Martinez - Infelizmente as polícias militares brasileiras em geral andam muito mal. No caso do Termo Circunstanciado, passados mais de 15 anos da Lei 9.099/95, só 5 estados lavram o TCO, sendo eles Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Sergipe e Alagoas. Temos notícias de aplicações isoladas nos estados do Amazonas, Pará e Bahia. No campo das medidas cautelares do processo penal várias polícias militares atuam nesse campo, não sabendo precisar quantas. No âmbito administrativo Santa Catarina tem estado na vanguarda, já tendo experimentado várias situações, que são citadas na obra. Dentre elas a mais destacada foi a medida restritiva nas catástrofes naturais ocorridas no final de 2008, que imprensa denominou “Toque de Recolher”, em face da ocorrência de vários saques.
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