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domingo, 26 de maio de 2013

Agentes Sócio - Educativos do CESEU Uberlândia, são afastados

SEDS exonera agentes de segurança do Ceseu de Uberlândia (Foto: Reprodução/Divulgação)
Foi publicado no Diário Oficial do estado de Minas Gerais deste sábado (25) o afastamento de 12 agentes de segurança do Centro Socioeducativo de Uberlândia (Ceseu). De acordo com o documento disponível na internet, o motivo é para averiguação de possíveis irregularidades.
O afastamento preventivo, ainda de acordo com diário Oficial, é de 30 dias contando a partir da data da publicação do documento.
G1 entrou em contato com a Secretaria de Estado de Defesa Social (SEDS), mas as ligações não foram atendidas.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Transtorno mental afasta 151 Policiais Militares


O suboficial Marcos Alexandre Moura Tavares, que atirou no comandante do Policiamento Metropolitano, coronel PM Wellington Alves, está afastado das atividades policiais por causa de problema psiquiátrico. Ele faz parte do grupo de 151 policiais que estão fora do serviço na Polícia Militar do Rio Grande do Norte para tratamento de saúde de patologia da mesma natureza.

Diretor geral do Hospital Pedro Germano Filho, o coronel médico Kleber Cavalcanti informa que de acordo com último boletim expedido em 17 de setembro deste ano, havia 280 praças e oficiais afastados dos serviços, sendo que 42,4% dos homens estão em tratamento de saúde por causa de transtornos mentais, o que corresponde pela maior parte das licenças médicas.
Kleber Cavalcanti disse que o segundo maior motivo de licenças médicas são patologias da área de ortopedia, com 83 pacientes ou 39,4% dos casos de afastamento do serviço, “o que é inerente a profissão de militar,” por causa de ferimentos recebidos em serviço, devido tiros, pancadas, quedas e acidentes.
Para Cavalcanti, o número de policiais afastados por doenças “é considerado baixo”, diante de um efetivo atual de 9.600 praças, suboficiais e oficiais da Polícia Militar do RN, tanto que apenas 46 homens (18,1%) estão de licença por causa de problemas clínicos.
No caso do suboficial Marcos Alexandre Taveira que é lotado no 3º Batalhão da Polícia Militar (BPM), em Parnamirim e atirou no superior hierárquico devido a um surto psicótico, o comandante da PM, coronel Francisco Canindé de Araújo Silva informou que a junta médica da corporação o afastou das atividades policiais para tratamento de saúde já em fevereiro deste ano. Portanto, o subtenente, que é considerado também “uma vítima” pelo seu comandante, tinha passado pela perícia de um psiquiatra da equipe multidisciplinar da junta médica, como também já tinha sido atendido pelo psiquiatra Franklin Capistrano. “O policial pode ser atendido por qualquer outro profissional”, disse Araújo Silva.
O presidente da junta médica da PM, major Paulo e Eduardo Cavalcanti que vai se pronunciar depois que conversar com a família de seu paciente. O subtenente Tavares passou por exame de corpo de delito no Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep) e depois de ficar preso até pela manha de ontem no Comando do Policiamento Metropolitano, foi transferido para o Batalhão do BP Choque, em Lagoa Nova. O subtenente deverá passar por outra da junta médica e e em seguida transferido para um hospital psiquiátrico.
fonte: Blog Soldado Glaucia

domingo, 2 de outubro de 2011

Professor da UFU perde o cargo por improbidade administrativa

O professor do curso de direito da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Renato Costa Dias teve a perda do cargo decretada pela Justiça Federal, em primeira instancia, na tarde desta sexta-feira (30). O pedido de exoneração foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF) e o processo corre desde 2006, quando o MPF instaurou procedimento para investigar as reclamações das frequentes faltas do docente.

O MPF apurou que Costa Dias faltou por meses seguidos, durante dois anos, às aulas que deveria ministrar nas turmas do 4º ano do curso. A Universidade entrou com um pedido de afastamento em 2008, porém o professor encaminhou uma proposta de reposição da aula e justificou as faltas sendo motivos de saúde. Embora tenha se proposto, conforme apurou o MPF, Costa Dias continuou faltando.

O professor foi afastado do curso de direito em 2010, com a ação de improbidade administrativa em andamento, porém começou a dar aulas na Faculdade de Administração da UFU. Conforme o juiz responsável pela sentença, Gustavo Sorato, Dias sequer entregou os diários de classe referentes ao ano de 2007. “Por não dar as aulas e receber o salário, foi considerado que o professor teve um enriquecimento ilícito”, disse. Ele também terá de devolver o que recebeu indevidamente.

Procurado pela reportagem, Renato Dias disse não ter conhecimento da decisão judicial. “A história que tive conhecimento foi de uma denuncia, foi procedimento administrativo que virou ação judicial. A partir daí não tive mais noção”, disse. O docente ainda disse que irá se informar e ver “o que pode ser feito”, disse. O reitor da UFU, Alfredo Julio estava em Brasília e não também tinha conhecimento sobre o caso.

O juiz Gustavo Sorato disse que o processo ainda cabe recurso. “Ele pode recorrer nos próximos 15 dias. Caso contrário perderá o cargo”, disse.
 
Repórter: Renata Tavares
Correio de Uberlândia