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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Receita de rebelião: Denúncia que reeducandos estão bebendo a própria urina


Defensoria entra com ação cobrando água para presos do presídio de AL

Parentes de detentos denunciam maus tratos em presídio de AL (Foto: Reprodução/TV Gazeta)
Após a apresentação de denúncias de mulheres de presos do sistema prisional do Agreste alagoano, a Defensoria Pública do Estado de Alagoas, através do seu órgão de atuação em Arapiraca, impetrou uma ação civil pública pedindo que o juiz lotado na vara de execuções penais da região determine a imediata regularização do fornecimento de água aos 720 presos que se encontram no recém-inaugurado Presídio do Agreste, localizado no município de Girau do Ponciano.


Na ação, proposta na terça-feira (14), a Defensoria ainda pede que o Judiciário proíba, provisoriamente, a entrada de novos presos na unidade, até que o fornecimento de água seja normalizado no local. O pedido feito pela Defensoria Pública ocorre em razão do fornecimento de água do presídio estar sendo feito de forma racionada. Cada cela, com oito presos, estaria recebendo água durante dez minutos a cada hora, o que é insuficiente para a higiene dos presos, como banho, uso de sanitário e limpeza da cela, além do próprio consumo.

O autor da ação, o defensor público André Chalub, também pediu para que o repasse de água seja ofertado de forma que atinja, ao menos, trinta minutos a cada hora, por cela. “Como o problema está na instalação hidráulica, os poços artesianos não estão repassando as águas para as celas”, explicou o defensor, ressaltando que atualmente o fornecimento de água esta sendo feito através de carros-pipas, pois o sistema de poços artesianos construídos no presídio não está funcionando.

Além da normalização do fornecimento da água, o defensor público pede para que estes caminhões que repassam o líquido aos reeducandos sejam inspecionados pela Vigilância Sanitária como forma de saber se os veículos estão aptos a transportarem o produto sem que atinja a saúde dos presos. “A Vigilância Sanitária deve verificar a origem da água fornecida pelos carros-pipas, a salubridade e higiene destes tanques e se eles são regulares e não provenientes de postos de combustíveis”, disse o defensor. Continue lendo G1 Alagoas


Comento: É por essas e outras que "cabeças rolam" nos presídios brasileiros. E depois sobra para quem trabalha lá, ou seja, policiais militares, agentes penitenciários, sócio-educativos.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Homens armados invadem delegacia e resgatam presos (no país da Copa...)

Quatro homens armados invadiram a delegacia de Campo Alegre, no Agreste de Alagoas, e resgataram dois presos na noite de quinta-feira (19). Eles chegaram encapuzados, renderam o único policial que estava de plantão e o deixaram algemado dentro de uma das celas.

O policial chegou a ser agredido pelos criminosos. Segundo a polícia, o agente estava em pé na entrada do prédio, localizado no centro da cidade, quando foi rendido. Ele foi obrigado a entregar as chaves das três celas e, em seguida, foi algemado.
Oito presos estavam na delegacia no momento da invasão, mas apenas dois fugiram com os criminosos. Os outros, segundo informações passadas ao G1, só não saíram das celas porque não quiseram. Após libertar os presos, os homens algemaram o policial e o colocaram em uma das celas.
Segundo a polícia, os presos que escaparam são suspeitos de tráfico de drogas e roubos. A Polícia Militar foi acionada e fez diligências, mas até a manhã desta sexta-feira (20), os dois fugitivos não haviam sido localizados.
Carolina SanchesDo G1 ALfoto extraída da internet, meramente ilustrativa.

PMs de Alagoas se reúnem com governador, mas, Operação Padrão continua

Governador Teotonio Vilela Filho em coletiva à impresa antes de reunião com militares (Foto: Nildo Lopez/TV Gazeta)
"Estou me reunindo com os militares agora para conversar sobre todas essas questões de segurança. Para saber sobre as solicitações deles e apresentar propostas que possam atender as duas partes", disse Teotonio Vilela.A reunião com uma comissão formada por militares acontece na sede do Palácio Administrativo do Governo do Estado, onde centenas de policiais se concentram à espera da proposta que deve ser apresentada pela governador.

Os Militares que estão fazendo a chamada Operação Padrão desde a última quarta-feira (17) se reuniram mais uma vez em frente ao Palácio do Governo para pressionar o Estado. Eles cobram melhores condições de trabalho e equiparação salarial da categoria ao salário da Polícia Civil de Alagoas.