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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

DENÚNCIA: AVIÃO DA FORÇA AÉREA DOS EUA ESPALHA TRILHAS QUÍMICAS SOBRE AMAZÔNIA?

 

Sim, é só olhar diariamente observando o céu e verificar se existem rastros de nuvens como esses lembrandoa esquadrilha da fumaça e verão que diariamente acontece em todo o território brasileiro ou seja, jogam a vontade produtos tóxicos e ninguém, mas ninguém mesmo toma uma atitude!

 

Recentemente, um avião brasileiro sobrevoava a Floresta Amazônica quando quem o tripulava teve a sua atenção despertada por uma outra aeronave deixando uma longa trilha branca na sua retaguarda, através de uma grande distância....

 


... Com natural curiosidade, a tripulação do avião brasileiro passou a seguir aquela estranha aeronave, começando a filmar a sua trajetória....


 
.... Que continuava sempre a uma altitude muito baixa e, sem qualquer interrupção deixando a sua grossa e longa trilha branca para trás....


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... E não se tratava de uma aeronave convencional, daquelas que frequentemente percorrem os céus da Amazônia Brasileira....



... Ainda mais pelo fato de ser um grande avião, mas não tão moderno assim - movido a hélices - precisamente um quadrimotor e estranhamente deixando uma rastro branco - o que, muito logicamente, não seria normal em uma aeronave movida a hélices.....

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... Logo depois, a surpresa: uma maior aproximação permitiu filmar o que estava escrito na sua fuselagem, logo atrás da cabine de comando: U.S. AIR FORCE - Força Aérea dos EUA!!!....


 
...Sim, e não havia qualquer dúvida. Na cauda também a bandeira dos EUA estampada, além de outros símbolos e inscrições não identificados!....


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... Teoricamente, um avião militar, possivelmente um avião-tanque, que intimida e não seria incomodado por alguém desavisado. Note-se que essa coisa não é um avião de transporte de passageiros, pois não tem janelas e também não ostenta o logotipo, ou a insígnia, da Força Aérea Americana nas asas e na fuselagam, como seria normal.



 
Um outro detalhe interessante: - quem conhece aviação sabe que a altitude de vôo daquele avião, quase rasante, não é permitida para tal tipo de aeronave. Veja a diferença de altitude entre o avião em que o vídeo foi tomado e o avião invasor. Tudo sugere mesmo UM VÔO CLANDESTINO de uma aeronave estrangeira, acintosamente violando o nosso espaço aéreo, em uma área vital para o Brasil e a sua soberania!



 
Em síntese, aquele avião estava lançando seus venenosos Chemtrails sobre a nossa Floresta Amazônica! QUEM permitiu que essa praga trafegasse no nosso espaço aéreo? E se não foi permitido, tratou-se de uma criminosa violação do nosso espaço aéreo, o que aliás, eles costumam fazer em várias parte do mundo e sem a menor cerimônia. Muito possivelmente, essa aberração voava baixo, talvez vinda desde a fronteira de um outro país vizinho, onde eles têm bases, a fim de evitar a detecção pelos sistemas de vigilância aérea do Brasil. 

E por que Chemtrails na Amazônia? Há denúncias de que essas pragas estejam lançando o famigerado Agente Desfolhante Laranja (o mesmo que foi usado na guerra do Vietnã) de modo a promover o desmatamento da Amazônia! O que seria um crime contra o Brasil e a sua população. Portanto, mais uma vez, atenção Autoridades Brasileiras: o assunto merece ser investigado e, em contrapartida, severamente reprimido!

sábado, 3 de setembro de 2011

O Terceiro Reich na Amazônia


Os rastros do nazismo envolvem o Brasil não somente pela imigração forçada de judeus europeus perseguidos. O interesse dos alemães pelo País passava também por questões estratégicas e, claro, pela natureza exuberante. O livro Das Guayana Projekt (O Projeto Guiana, ainda não lançado no Brasil), do jornalista alemão Jens Glüsing, revela um pouco dessa relação de fascínio, ao reconstituir uma grande expedição de cientistas do Terceiro Reich pela Amazônia, entre 1935 e 1937. "Otto Schulz-Kampfhenkel, o líder da expedição, adorou os índios", contou Glüsing ao Sabático. "Há até rumores de que ele teve uma filha com uma índia, mas isso eu não consegui comprovar."

A pesquisa de Glüsing documenta os preconceitos centrais dos europeus a respeito de lugares remotos como o Brasil - e que ainda resistem. A definição do País como uma "terra de selvagens, nus e cruéis comedores de seres humanos", descrita pelo alemão Hans Staden sobre sua aventura brasileira no século 16, pouco mudou em sua essência. No caso do nazismo, porém, a distorção sobre o Brasil fora reforçada pela "ciência" europeia e norte-americana que via na mistura racial uma ameaça existencial - em texto de 1874, Gobineau, o pai do conceito sobre a "desigualdade das raças", deu apenas 200 anos de vida ao Brasil por causa da miscigenação.

Segundo Glüsing, a expedição de Schulz-Kampfhenkel tinha o objetivo de observar a fauna e a flora amazônica, mas acabou servindo posteriormente como referência para um eventual plano de colonização. "A Luftwaffe (força aérea) e Göring (um dos principais dirigentes nazistas) apoiaram todo esse projeto com dinheiro e com ajuda logística", disse o jornalista. A expedição teve apoio do governo Vargas, mas, segundo Glüsing, previsivelmente os militares "não gostaram muito da ideia", porque temiam espionagem.

A ideia de colonização foi oferecida a Himmler, o chefe da SS, a tropa de elite nazista. Embora ele tenha se animado a princípio, encomendando a Schulz-Kampfhenkel uma análise das possibilidades, acabou engavetando a ideia, porque não havia urgência para a Alemanha.

Da aventura de Schulz-Kampfhenkel restou uma cruz com uma suástica que marca o local de sepultamento de um dos integrantes da expedição, morto por malária, em Laranjal do Jari (AP). Restou também uma série de documentos e imagens, todos devidamente "desnazificados" - isto é, despojados de todas as referências racistas - para consumo dos alemães no pós-guerra.

  Marcos Guterman - O Estado de S. Paulo