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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Militares de Alagoas suspendem patrulhamento com viaturas



Na manhã desta sexta-feira (20), os policiais do 3°Batalhão de Polícia Militar, com sede em Arapiraca, também resolveram aderir ao movimento que está sendo realizado nos demais batalhões do Estado. Com a medida, todas as viaturas foram recolhidas e o policiamento só será realizado a pé. 

O 3° Batalhão é responsável pelo policiamento de Arapiraca e mais 14 cidades: Campo Grande, Coité do Nóia, Craíbas, Feira Grande, Girau do Ponciano, Jaramataia, Junqueiro, Lagoa da Canoa, Limoeiro de Anadia, Olho D'Água Grande, São Sebastião, Taquarana, Teotônio Vilela e Traipu. Em todos os locais os militares estarão realizando a “Operação Padrão”.

O movimento, que iniciou nos batalhões de Maceió, busca o respeito por parte do governo através de ações concretas para corrigir distorções e tratamento diferenciado, contrários à política de integração entre os órgãos da defesa social de Alagoas.

“Queremos que a priorização da segurança pública saia dos discursos e se materialize através de salários dignos, equipamentos e armamentos adequados para o combate incansável à criminalidade. Queremos a regulamentação de direitos adquiridos pelos militares estaduais na Constituição Estadual de 1989 (24 anos atrás), como a remuneração que exceder a jornada de 40 horas (Lei do Serviço Voluntário Remunerado) e do trabalho noturno, bem como a aceleração da Lei de Subsídio Salarial, que corrige as distorções nos vencimentos”, dizem os militares através de uma cartilha que está sendo distribuída na tropa.

Operação Padrão:

É um conjunto de atividades realizadas pelos militares estaduais, sem ferir a legislação vigente e os regulamentos da PM, que tem como objetivo sensibilizar o governo para os graves problemas da segurança pública, entre eles os baixos salários, a falta de equipamentos para o desempenho da função e a insalubridade do ambiente de trabalho.

Uma das principais medidas que estão sendo adotada pelo policiais, é a não utilização de viaturas tendo em vista que tal atividade exige que o motorista tenha um curso específico para que os tornem habilitados para a condução de viaturas policiais.

Ontem (19), os militares de Alagoas emitiram uma nota pedindo paciência à população. 

Confira a nota:

Nós, Policiais e Bombeiros Militar do Estado de Alagoas, estamos passando por um momento de mudança profunda em nossa corporação, que vai da reestruturação salarial e nossa dignidade funcional.

Desta forma, pedimos encarecidamente a todos os Alagoanos para abraçar nossa causa e, assim, dar maior segurança a nossa amada ALAGOAS trabalhando com dignidade.

Somos Alagoanos e vítimas desta crescente onda de violência no Estado!


quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Depois do aquartelamento, Policiais Militares serão recebidos pelo governador de Alagoas

Militares na Assembleia Legislativa (Foto: Michelle Farias/ G1)

Após uma longa reunião com a participação de 7 parlamentares da Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), o grupo de Policiais Militares que ocuparam, na tarde desta quarta-feira (18), o prédio da Casa de Tavares Bastos, conseguiu agendar uma reunião, para a tarde desta quinta-feira (19) com o governador do Estado, Teotonio Vilela Filho (PSDB). O encontro foi mediado pelos deputados estaduais, que se prontificaram em mediar a discussão entre uma comissão formada pelos militares e representantes do governo estadual.

Na oportunidade, os militares cobrarão do governador Teotonio Vilela Filho a aprovação de uma Lei que garante o realinhamento salarial da categoria, transparência na aplicação dos recursos da segurança pública e melhores condições de trabalho nos grupamentos da capital e do interior.

"A reunião da tarde desta quarta-feira foi toda baseada no entendimento. Ouvimos as queixas da categoria e entendemos a necessidade da Polícia Militar. Assim, vamos acompanhar a reunião para que as partes cheguem a um consenso, evitando problemas para a população", disse o deputado estadual Ronaldo Medeiros (PT), ao enfatizar que, nas discussões, os militares defendem também mudança na cúpula da segurança pública.

Cobranças
A sessão da Assembleia Legislativa de Alagoas desta quarta-feira (18), que votaria a Lei Orçamentária Anual (LOA), foi impedida pelos servidores da casa que estão paralisados até receberem o pagamento do salário de dezembro e do décimo terceiro. Os militares, que realizam a Operação Padrão desde ontem, também foram até a ALE pedir apoio aos deputados para que não votem a LOA. Continue lendo no G1

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

POLICIAIS MILITARES DE ALAGOAS ESTÃO AQUARTELADOS

ATENÇÃO BOA TARDE RECEBO EM PRIMEIRA MÃO QUE A PM DE ALAGOAS SE ENCONTRA AQUARTELADA NESTE MOMENTO A CAPITAL MACEIÓ ESTA SEM POLICIAMENTO A FORÇA NACIONAL FOI POSTA PARA CORRER NO BAIRRO CHAMADO VERGEL POLICIAIS MILITARES FAZEM ASSEMBLÉIA A TARDE PARA AVALIAR O MOVIMENTO O GOVERNADOR DO ESTADO CONVOCOU OS CMT DE BATALHÕES NO PALÁCIO DO GOVERNO INFORMAÇÃO DO PRESIDENTE DA ASSMAL SUBTENENTE TEOBALDO. OBS MAIS INFORMAÇÕES NO DECORRER DO DIA OBRIGADO AO TEOBALDO PELA CONFIANÇA EM MIM DEPOSITADA 

facebook.com/ Wagner Pedro de Oliveira

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Policiais militares estão aquartelados em três batalhões

Priscylla Régia
ACS/AL
Viaturas do BPEsc são impedidas de sair do batalhão
Viaturas do BPEsc são impedidas de sair do batalhão
Devido à onda de insegurança no estado de Alagoas, os policiais militares decidiram aquartelar. Até o momento, três batalhões estão com as atividades paralisadas por 24 horas. A informação foi confirmada pelos presidentes das associações militares de Alagoas nesta quarta-feira, 10.
As mobilizações dos bombeiros e policiais voltaram a acontecer após a morte do soldado Ivaldo Oliveira da Silva, de 31 anos, assassinado a tiros em Porto de Pedras por assaltantes de bancos. A categoria pede a reestruturação da Polícia Militar, assim como, medidas enérgicas no combate a criminalidade.
Nesta quarta-feira, 11, as viaturas da Radiopatrulha,do BPesc e do 6º BPM, de Maragogi, foram impedidas de deixar os batalhões. Ontem (10), os militares ganharam às ruas de Maceió em um cortejo fúnebre em memória de todas as vítimas de violência em Alagoas.
"É um movimento legítimo. Estamos pedindo providências para as mortes que acontecem em Alagoas. Não queremos mais uma resposta óbvia, onde ao assassinar uma pessoa diz que prendeu o criminoso. Isso é trivial. Queremos mesmo uma mudança geral no sistema de segurança pública. O Estado e a PM foram desmoralizados com a morte do policial em Porto de Pedras. Ele foi abatido em seu local de trabalho, pois a corporação não oferece condições dignas a sua tropa", disse o presidente da Associação dos Oficiais de Alagoas (Assomal) Major Wellington Fragoso.
O oficial voltou a dizer que as viaturas serão impedidas de saírem às ruas com apenas dois policiais. Ele alegou ainda que as associações militares vão realizar uma fiscalização nos Grupamentos de Polícia Militar no interior do estado para verificar se continuam funcionando com apenas dois policiais. “Iremos aos GPMs e vamos fechá-los caso estejam trabalhando com apenas dois policiais”, disse o major.
Na próxima terça-feira, 17, uma nova reunião será realizada na sede da Assomal, no Trapiche. Lá, os militares irão decidir os rumos da manifestação.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Soldados PMMS terão 35% de aumento e anistia após aquartelamento


Aquartelamento da PM do Mato Grosso do Sul chega ao fim
Foi bem sucedido o movimento reivindicatório dos policiais militares do Mato Grosso do Sul, que iniciaram a semana anunciando o aquartelamento com vistas à reivindicação salarial da categoria. Nesta quarta, os PM’s aceitaram a proposta oferecida pelo Governo do Estado, que concederá aumentos em todos os postos e graduações, auxílio alimentação, vagas para promoção e fornecimento de novo fardamento. Vejam:
Cabos e soldados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros em Mato Grosso do Sul aceitaram os índices de reajuste salarial propostos pelo governo do estado. As tabelas de reajuste da categoria foram votadas, em primeira e segunda discussão, e aprovada por unanimidade na sessão extraordinária desta quarta-feira (22), na Assembleia Legislativa, em Campo Grande. Antes da votação, os policiais militares e bombeiros se reuniram e decidiram pelo fim do aquartelamento.
De acordo com a proposta aprovada, os soldados terão 7% em 2013, 10% em maio de 2014 e 18% em dezembro, também, do próximo ano. Os cabos conseguiram 7% em 2013, 9% para maio e 13% para dezembro de 2014. Além dos percentuais, a categoria receberá o vale alimentação no valor de R$ 100 que representa aproximadamente 4% do salário dos soldados e 2,6%dos cabos. O benefício será pago a todo o efetivo.
O presidente da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul (ACS/MS), Edmar Soares da Silva, participou de uma reunião na governadoria, antes de ir para a Assembleia Legislativa.
“Estamos aceitando a goela baixo a proposta do governo, não é um consenso. O governo não aceitou nossa proposta e não tínhamos mais como negociar”, disse.
Ainda segundo o presidente, os militares devem voltar ao trabalho na tarde desta quarta-feira e os participantes do movimento grevista não serão punidos.
A proposta de reajuste salarial apresentada pelo sindicato, que foi rejeitada pelo governador André Puccinelli (PMDB), era de 15% em 2013, e 20% divididos em duas vezes em 2014 para soldados, e de 15% em 2013 e 14% divididos em 2014 para cabos.

A proposta aprovada pelos deputados inclui mais R$100 mensais agregados ao holerite dos policiais, sem a incidência de impostos. O abono é para as despesas alimentícias dos trabalhadores. Também foram acordadas o aumento de vagas para promoções dos policiais.
Segundo Silva, ainda neste ano, serão disponibilizadas 105 vagas para sargentos, por tempo de serviço, e mais 150 vagas por mérito e antiguidade. Para cabos, serão disponibilizadas 200 vagas, por antiguidade, e mais dez vagas para promoção de sargentos da categoria de músicos e uma para cabo, taembém da categoria de músicos.
Ainda segundo Silva, ficou acordado com o governo do estado que a corporação receberá novas fardas até setembro deste ano.
De acordo com o presidente da Assembleia Legislativa, Jerson Domingos (PMDB), a Casa de Leis vai atuar na fiscalização do cumprimento dos acordos firmados entre a categoria e o governo do estado.

Aquartelamento
Os cabos e soldados da PM começaram o ‘aquartelamento’ às 7h30 de terça-feira (21).
Segundo o presidente da ACS/MS, Edmar Soares da Silva, cerca de 5 mil policiais militares do estado aderiram ao ‘aquartelamento’.

O comandante do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul, Ociel Ortiz, disse ao G1 na manhã de terça-feira (21), que a corporação não aderiu à greve dos policiais e que considera o ‘aquartelamento’ um crime.
Parabéns aos policiais militares sul-matogrossenses, que conseguiram melhorias significativas demonstrando união e força. Que outros estados consigam patamares semelhantes de eficiência mobilizatória.
Blog Abordagem Policial

sábado, 12 de janeiro de 2013

PMs de Sergipe ameaçam aquartelar



O Ministério Público de Sergipe expediu Recomendação ao Secretário de Segurança Pública de Sergipe, ao Comandante Geral da Polícia Militar e a todos os policiais militares do Estado de Sergipe, a fim de coibir boicote ao Pré-Caju 2013 e garantir a segurança da festa.

Os Promotores de Justiça, Curadores do Controle Externo da Atividade Policial, João Rodrigues Neto e Jarbas Adelino Santos Júnior, o Diretor do Centro de Apoio Operacional de Segurança Pública, Adson Alberto Cardoso de Carvalho e a Promotora de Justiça em Substituição na Promotoria Militar, Luciana Duarte Sobral Menezes Recomendaram que os citados Secretário e Comendante adotem providências necessárias para evitar suposto aquartelamento dos policiais militares nos dias do Pré-Caju.

Recomendaram, também, que, em em caso de eventuais faltas ao serviço durante o período da prévia carnavalesca, seja providenciada a instauração de inquéritos policiais militares e procedimentos administrativos disciplinares em face dos policiais faltosos, bem como que o fato seja comunicado, imediatamente, ao Ministério Público de Sergipe.

Aos policiais militares foi Recomendado que, caso sejam escalados pelo Comando, cumpram as escalas de serviço, ordinárias ou extraordinárias. Além disso, não devem doar sangue ou praticar quaisquer outros atos que pareçam legítimos, mas justifiquem ilegalmente a falta ao serviço nos dias do Pré-Caju e mascarem o real intuito de boicotar o policiamento ostensivo da festa, como forma de pressionar o Governo estadual a acatar reivindicações da categoria.

Para expedir a Recomendação, os Promotores consideraram, dentre outras coisas, reclamações feitas aos órgãos de controle externo da atividade policial do MP e divulgadas, maciçamente, na imprensa local, de que os policiais militares de Sergipe estavam articulando novo boicote à prévia carnavalesca.

Vale ressaltar que, de acordo com notícia publicada em jornal local, no Pré-Caju 2012, o boicote de bombeiros e policiais militares provocou uma baixa de cerca de 500 soldados no efetivo da prévia, resultando no assassinato de três foliões dentro do circuito da festa.

Segundo a Recomendação, movimentos paredistas dessa natureza, deflagrados e exercidos como instrumentos de pressão das categorias policiais por melhorias salariais e institucionais em face do Governo, caracterizam abuso de poder e/ou desvio de finalidade, provocando perturbações na ordem pública e na segurança dos cidadãos.

O MP Recomendou, ainda, seja dada publicidade ao presente documento, bem como seja enviada ao órgão ministerial no prazo de cinco dias, resposta escrita, acerca das providências adotadas pelo Secretário de SP, pelo Comandante da PM e pelos policiais militares, visando o fiel cumprimento do recomendado.


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Cabral anuncia mudança no conceito de aquartelamento da Polícia Militar


Publicada em 28/10/2011 
Gustavo Goulart (gus@oglobo.com.br)


RIO - O Quartel-General da Polícia Militar vai ser transformado em diretoria administrativa da corporação, iniciando um processo que visa ao fim do conceito de aquartelamento imposto à PM, informou na quarta-feira o governador Sérgio Cabral. Ele adiantou que o objetivo é aumentar o efetivo do policiamento ostensivo nas ruas. A modernização da corporação atingirá de imediato os batalhões de Botafogo e Tijuca. Até 2014, o novo modelo será estendido a todas as unidades, disse Cabral durante formatura de 499 novos policiais militares no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cefap), em Sulacap.

No entanto, as unidades especiais da Polícia Militar do Rio, como o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e o Batalhão de Choque (BPChoque), não serão incluídas no novo modelo de aquartelamento. Apesar de o governador Sérgio Cabral ter dito nesta quinta-feira que "as tropas especiais, como o Bope, o Choque, essas áreas de formação (Cfap), também trabalham com o conceito equivocado. Não tem cabimento isso (o aquartelamento)", a assessoria do governador comunicou, nesta sexta-feira, que estes batalhões não estão incluídos no projeto. Tanto que o Bope, a Companhia de Cês e o Grupamento Marítimo ganharão, em breve, o Comando de Operações Especiais (COE), que está sendo construído na Maré.

O programa de remodelação está sendo desenvolvido pela Casa Civil do estado, pela Secretaria de Segurança e pelo comando da Polícia Militar.

- O conceito atual é completamente equivocado. Tem 200 anos e vai ser todo modificado. Nenhuma cidade do mundo, Nova York, Paris, Madri, Roma, tem esse conceito de quartel. Trabalha com polícia ostensiva, de polícia nas ruas, de logística - argumentou o governador. - Ninguém garante a ordem pública dentro de quartel. Este conceito vale para as Forças Armadas, cujas tropas ficam aquarteladas porque não é função delas garantir a segurança pública. A exceção para nós é a Força de Paz no Complexo do Alemão.

Nesta quinta-feira, Cabral disse achar que até mesmo as unidades especiais não precisam do modelo de aquartelamento.

- As tropas especiais, como o Bope, o Choque, essas áreas de formação (Cfap), também trabalham com o conceito equivocado. Não tem cabimento isso. O quartel é um conceito do Exército, Marinha e Aeronáutica, porque são forças militares aquarteladas e a nossa polícia é ostensiva. Vamos rever isso - prometeu o governador.
O governo trabalha com três focos em um primeiro momento: o Quartel Central, que vai virar diretoria administrativa, enxugando número de pessoas e dando racionalidade e saindo daquele local; o quartel de Botafogo (2º BPM) e o da Tijuca (6º BPM).

Um dos responsáveis pelo projeto, o chefe do Estado-Maior Administrativo da PM, coronel Robson Rodrigues, informou que vários modelos para otimizar o trabalho da PM estão sendo estudados e que já é certo que do jeito que está não vai ficar. Ele adiantou que as novas instalações serão menores para que o policial fique o menor tempo possível dentro das unidades.

- Esta ideia se insere num conjunto de medidas que a atual gestão do estado vem tomando nos últimos anos, como as Áreas Integradas de Segurança Pública (Aisps) e as Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs), que saem de dentro dos quartéis para um contato mais direto com a população. Com certeza, teremos instalações menores, ágeis, modernas, com outra arquitetura, num formato não militar - observou o coronel Robson.

Cientista político, professor da UERJ, o coronel Jorge da Silva elogiou a iniciativa que, segundo ele, não é nova.

- A Polícia Militar vem de uma ideia de força auxiliar e reserva do Exército. É uma tradição antiga. Os PMs eram aquartelados à imagem e semelhança dos militares do Exército. A ideia de dar uma identidade policial à PM é correta. Mas a crítica não deve ir para o quartel e sim para o aquartelamento. Será um processo trabalhoso por causa do tamanho da corporação - comentou Jorge da Silva, que já foi chefe do Estado-Maior Geral da PM e secretário de Direitos Humanos do estado.