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quarta-feira, 13 de março de 2013

O NOVO PAPA É ARGENTINO...SERÁ O FRANCISCO


Foto de arquivo do arcebispo de Buenos Aires, cardeal Jorge Bergoglio, eleito papa nesta quarta-feiraO conclave elegeu nesta quarta-feira (13) o cardeal Jorge Mario Bergoglio, argentino, como novo Papa, sucessor de Bento XVI à frente da Igreja Católica Apostólica Romana.
O nome do escolhido pelos 115 cardeais foi anunciado pelo mais velho dos cardeais-diáconos, o francês Jean-Louis Tauran.
Bergoglio vai se chamar Papa Francisco I.
A decisão surpreendeu, pois o argentino, citado inicialmente, não aparecia nas últimas listas de favoritos, que incluíam o brasileiro Dom Odilo Scherer e o italiano Angelo Scola.
O novo pontífice deve aparecer em breve na varanda central da Basílica de São Pedro para dar sua primeira bênção 'Urbi et Orbi' (para a cidade de Roma e para o Mundo).
O novo Papa assume com a função de manter a unidade de uma igreja que, nas palavras de seu próprio antecessor, está dividida e imersa em crises.
A fumaça branca apareceu por volta das 19h08 locais (15h08 de Brasília), e foi recebida com festa pela multidão que tomava a Praça de São Pedro. Os sinos da Basílica de São Pedro tocaram.
Fonte: G1

 Comento: Mas, dizem que deus é brasileiro...

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

PEC 300 "LOS ERMANOS": POLICIAIS ARGENTINOS DECIDEM MANTER GREVE POR AUMENTO DE SALÁRIOS




Policiais da Argentina mantêm greve por melhores salários Os manifestantes decidiram manter seu movimento depois que o governo pediu um prazo até terça-feira(09) para responder às demandas Policiais argentinos mantiveram nesta quinta-feira(04), pelo terceiro dia consecutivo, seu protesto por melhores salários, depois da troca das cúpulas das forças policiais em greve. Os manifestantes decidiram manter seu movimento depois que o governo pediu um prazo até terça-feira(09) para responder às demandas, como um salário básico de 7.000 pesos (1.490 dólares). O protesto envolve duas forças policiais, a Polícia de Gendarmeria, que é responsável pela proteção da fronteira terrestre argentina e que também realiza um trabalho de prevenção de segurança em áreas urbanas, e a polícia da Prefeitura, que, com 20.000 homens, também exerce funções de Guarda Costeira. Queremos a aprovação por escrito das reivindicações, afirmou o policial Raúl Maza depois de uma reunião entre delegados do conflito com o vice-ministro da Segurança, Sergio Berni. Os policiais também pedem para não sofrer represálias por participar no protesto. O governo de Cristina Kirchner afastou na quarta-feira as cúpulas das duas forças por considerá-las culpadas pela aplicação errada de um decreto, agora anulado, que reduziu os salários do setor em até 60%, motivo que ocasionou o conflito. Os porta-vozes do movimento, por sua vez, negaram as acusações de organizações ligadas ao governo que seu protesto tenha como objetivo atingir a presidente Kirchner e asseguraram que defendem a democracia. Isto não é um golpe de Estado, nem pretender ser. Amamos a democracia e vamos defendê-la, se necessário, com nosso próprio sangue, afirmou Maza. Legisladores e várias lideranças políticas da oposição pediram aos manifestantes que ponham fim ao protesto. O Ministério da Segurança, ao qual as duas forças policiais são subordinadas, anunciou nesta quinta-feira que, no caso da Polícia de Gendarmeria, foram pagos os salários dos 32.253 efetivos da instituição sem os descontos previstos pelo decreto, segundo comunicado oficial. O número de gendarmes e policiais da Prefeitura concentrados nas respectivas sedes nesta quinta-feira era inferior aos de dias anteriores, quando os grevistas realizaram grandes protestos na capital e em várias cidades do interior do país. No terceiro dia de protestos, policiais bloquearam o trânsito em uma avenida do exclusivo bairro de Puerto Madero, em Buenos Aires, uma zona litorânea turística de restaurantes e prédios elegantes, de onde a segurança cabe à Polícia da Prefeitura. Redação Fonte: AFP via TVCONQUISTA 

Fonte: blog Cabo Jeoás
Blog Combate Policial

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

WikiLeaks: Brasil do PT quer criar um bloco comunista na américa do sul e quer a Grã-Bretanha longe das Malvinas



A revelação não é exatamente bombástica. Mas em um momento em que a disputa entre Grã-Bretanha e Argentina pelas Ilhas Malvinas (ou Falklands) volta ao ponto de fervura, ela tem inegável interesse. O site WikiLeaks revelou nesta segunda-feira, através do jornal espanhol El País, que o Brasil quer a Grã-Bretanha longe das Malvinas. A divulgação ocorre depois do vazamento de e-mails da empresa de inteligência e análise estratégica Stratfor.

Em troca de mensagens, a companhia diz que, "surpreendentemente, ainda há quem acredite que as Ilhas Malvinas pertençam à Argentina", e que o Brasil está disposto a apoiar o país vizinho porque "não quer os britânicos perto de suas reservas de petróleo".

A conversa entre espiões e analistas da Stratfor começou após o anúncio de que um grupo de empresas de petróleo – incluindo a brasileira Petrobras - realizariam perfurações nas águas argentinas próximas às Malvinas em abril de 2009.

Leia também: Apoio brasileiro à Argentina nas Malvinas é antigo, diz governo

Confira a seguir a troca de e-mails divulgada pelao WikiLeaks:

Allison Fedirka (da Argentina): "Por enquanto, parece que a YPF-Repson, Petrobras e Pan American Energy participaram da exploração. Não sei como isso afetará a relação entre PAE e British Petroleumm, ou se sequer afetará (...)".

Reva Bhalla (supervisor da Stratfor): "É muito estranho que a Petrobras esteja envolvida (também é interessante que a Espanha dê apoio à Argentina). A participação da Petrobras nesse projeto é uma mostra de apoio bastante forte em uma disputa onde a Argentina parece perdida. Por que esse apoio do Brasil?"

Paulo Freire (correspondente brasileiro da agência): "O Brasil falou várias vezes que o Atlântico Sul e a Amazônia são lugares que nenhum país do norte deveria estar ocupando. Desde que Lula chegou ao poder, o Brasil tem dado sinais de apoio à Argentina no tema Malvinas. Os brasileiros não querem a Grã-Bretanha perto de suas reservas de petróleo".

Bhalla: "Interessante... É assim que o Brasil se posiciona como o protetor da Argentina? Suponho que eles possam se posicionar assim se perceberem que a Argentina está fraca".

Freire: "Eles acreditam que a Argentina não é uma ameaça, têm mais medo da Grã-Bretanha porque a associam com a Otan. O último plano de Defesa Nacional diz que o Atlântico Sul deveria ser uma das prioridades do Brasil na área de segurança".

Em outro e-mail, Freire diz que, em caso de conflito armado entre Argentina e Grã-Bretanha, o Brasil não se envolveria na questão além do plano retórico. O analista da Stratfor, Alex Posey, ainda afirma nos e-mails que o tema Malvinas serve como "distração" a temas internos na Argentina. "Devo dizer que é um tema que machuca os argentinos. Muitos deles acham que as ilhas deveriam ser deles por direito, assim como aparecem nos mapas do país."