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sexta-feira, 20 de junho de 2014

Comando e Corregedoria da PM tentam barrar candidatos contrários ao PT

No dia 04 de junho o blog Policiamento Inteligente, do colega Aderivaldo Cardoso, publicou uma matéria onde denunciava a política que se instalou no seio da corporação, mas precisamente através do sistema correcional (Departamento de Corregedoria e Correição - DCC) e com a conivência do comando da corporação, suspeita-se, numa clara tentativa de cercear os blogueiros militares de levarem a informação e denúncias aos integrantes da corporação e a sociedade, principalmente por serem pré-candidatos de oposição ao governo atual.

Acabo de receber a informação de que tanto eu, como o Aderivaldo Cardoso e o Halk fomos “contemplados” com a instauração de mais um IPM (Inquérito Policial Militar) por termos denunciado em nossos blogs as irregularidades e descasos dos gestores militares com o policiamento empregado no dia 17/05 na final do campeonato candango entre BrasíliaXLuziânia, onde os policiais faziam suas refeições em pé, e que inclusive foi objeto de publicação em vários meios de comunicação.

A conotação de perseguição política se torna mais clara quando, no meu caso, acabo de derrotar um Conselho de Justificação injusto por um placar de 3X0 (unanimidade), objeto de um processo direcionado, sem base legal, com cunhos políticos e com o intuito de dar uma satisfação exclusiva ao chefe de governo e a sociedade. Aos colegas também citados acima (Halk e Aderivaldo), Conselhos de Disciplina foram abertos com intenções, no mínimo, duvidosas. O objetivo era nos excluir das fileiras da corporação por exercermos nosso livre direito à liberdade de expressão, direito esse explicitado na Carta Magna.

Reprovável e lastimável que as atitudes adotadas por instrumentos que foram criados com fins específicos estejam se submetendo a políticas de governo, sem independência e gerando um descrédito por parte de toda corporação. Na verdade, e dentro da lógica, a “caça as bruxas” começou.

No entanto, essas atitudes nos direcionam para uma posição mais firme ainda e com a certeza de que estamos no caminho certo, mostrando um lado que até então era desconhecido até mesmo da sociedade. Não serão ameaças e retaliações que nos demoverão de continuar levando as informações e irregularidades que estejam acontecendo. Querendo ou não, sob ameaças ou não, a sociedade também têm o dever de tomar conhecimento. Ao contrário do que imaginam, atitudes assim só nos levarão a acentuarmos as denúncias e aqueles que tiverem o dever de administrar que o façam com a responsabilidade que lhes é devida.

É hora de buscarmos ajuda nacional e internacional e quiçá entrarmos com uma ação coletiva contra algumas autoridades de nossa corporação. Não podemos recuar! A maioria diz que não dá nada, mas para nós já é um grande transtorno. Já vale danos morais! Agora mais que nunca devemos criar frentes para evitar o crescimento do PT na próxima eleição! E volto a repetir: Não nos ameace, pois a Lei foi feita para todos!

Confirmando-se o posicionamento covarde do atual governo e seus colaboradores, solicitamos aos órgãos de direitos humanos tanto da Câmara Federal como da Distrital, OAB-DF, Comissão de Segurança Pública, Associação Brasileira de Imprensa, blogueiros e jornalistas que acompanhem o caso de perto, evitando assim, ações contrárias as permitidas no Estado Democrático de Direito.

Aos blogueiros policiais do Brasil e blogueiros do DF sugiro uma campanha em prol da liberdade de expressão. Somos parte da imprensa livre, ou seja, aquela que não se vendeu por alguns trocados para o atual governo. Nossa luta é por direitos! Se for preciso faremos um movimento nacional das polícias em prol da liberdade de expressão em nosso meio!

Finalizando, não vamos esquecer que no dia 31 de Janeiro de 2014 o blog do Aderivaldo já denunciava a manobra. Isso só prova que é algo premeditado e elaborado para nos prejudicar. Saiba mais:

Só a título de informação, vejam abaixo alguns dos sites e blogs que publicaram a matéria em lide, objeto do Inquérito Policial Militar – IPM. Será que a Polícia Militar irá processar a todos?




Observem os argumentos utilizados para a instauração dos IPMs e tirem vossas conclusões:



Alguns Lembretes:

 

1. Liberdade de Expressão e de Manifestação de Pensamento
A atual Constituição da República assegura a todos a liberdade de expressão em seus artigos 5º e 220, a saber:
Art. 5º
(…)
IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
(…)
IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
(…)
Art. 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
(…)
§ 2º – É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.

Dispõe sobre a manifestação, por militar inativo, de pensamento e opinião políticos ou filosóficos.
        O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:
        Art 1º Respeitados os limites estabelecidos na lei civil, é facultado ao militar inativo, independentemente das disposições constantes dos Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas, opinar livremente sobre assunto político, e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público.
        Parágrafo único. A faculdade assegurada neste artigo não se aplica aos assuntos de natureza militar de caráter sigiloso e independe de filiação político-partidária.
        Art 2º O disposto nesta lei aplica-se ao militar agregado a que se refere a alínea b do § 1º do art. 150 da Constituição Federal.
        Art 3º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
        Art 4º Revogam-se as disposições em contrário.
        Brasília, 17 de julho de 1986; 165º da Independência e 98º da República.

JOSÉ SARNEY 
Henrique Saboia 
Leônidas Pires Gonçalves 
Octávio Júlio Moreira Lima

Por Poliglota...

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Deputados da Comissão de Direitos Humanos visitam Centro de Treinamento da PMERJ

Rio - Membros da Comissão de Direitos Humanos da Alerj visitaram na manhã desta quinta-feira o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap) da Policia Militar, em Sulacap, na Zona Oeste. Estiveram no local os deputados Marcelo Freixo (Psol), Inês Pandeló (PT) e Flávio Bolsonaro (PP), presidente e membros da comissão, respectivamente.

Eles investigam as circunstâncias dos treinamentos no local após no último dia 12 o aluno Paulo Aparecido Santos de Lima, de 27 anos, dar entrada em estado grave no Hospital Central da PM com queimaduras nas mãos e nádegas, além de insolação aguda, adquiridas durante um treino.

Paulo teve morte cerebral na última segunda-feira. Outros 24 alunos tiveram queimaduras nas mãos e nádegas, enquanto outros nove quadro de insolação, hipoclicemia e dores de cabeça. Mais de 490 alunos participavam do treinamento, em um dia que as temperaturas bateram recordes no Rio. 
Participaram da reunião o diretor-geral de ensino da PM, coronel Antônio Carballo, o diretor do Hospital Central da PM, Portocarrero, e Nélio Campos, comandante do Cfap. Marcelo Freixo condenou as condições que os alunos enfrentam durante o treinamento.

"Não é dificil concluir que o treinamento foi muuito inadequado, já que uma pessoa morreu e outras 33 passaram mal. Não é possível que não haja um protocolo que impeça que um treinamento com uma temperatura tão elevada seja realizado. Não pode funcionar na base do bom senso", relatou. Freixo pediu o diagnóstico dos 33 alunos que deram entrada na enfermaria e o cronograma das atividades do dia.

O comandante do centro de treinamento se defendeu das acusações. "Os objetivos dos treinamento físico são a defesa pessoal, técnicas de abordagem, além de exercícios de educação física. Esses exercícios duram no máximo 50 minutos", disse. Ele também ressaltou que os alunos tem acompanhamento médico e casos mais graves são levados para a enfermaria do Cfap. "Foi um dia atípico e os fatores além do forte calor estão sendo apurados". Nélio Campos disse que será providenciado um protocolo para impedir treinamentos em dias com temperaturas mais elevadas.

terça-feira, 23 de abril de 2013

HOJE É DIA DE SÃO JORGE, SOLDADO ROMANO VÍTIMA DE PERSEGUIÇÃO



São Jorge
São Jorge é venerado desde o século IV

O culto a São Jorge vem do século 4 dC. O soldado foi martirizado na Palestina no dia 23 de abril de 303, vítima da perseguição do imperador Diocleciano. Foi torturado e teve a cabeça cortada, em Nicomédia, devido a sua fé cristã.

Os restos mortais de São Jorge foram transportados para Lídia (antiga Dióspolis), onde foi sepultado, e onde o imperador cristão Constantino (que depois de vários imperadores anti-cristãos converteu-se e a império à religião cristã) mandou erguer suntuoso oratório aberto aos fiéis. Seu culto espalhou-se imediatamente por todo o Oriente. No século V, já havia cinco igrejas em Constantinopla dedicadas a São Jorge. Só no Egito, nos primeiros séculos após sua morte, foram erguidas quatro igrejas e quarenta conventos dedicados ao mártir. Na Armênia, na Grécia, no Império Bizantino (a região oriental do Império Romano, que tinha capital em Bizâncio, depois, Constantinopla) São Jorge era inscrito entre os maiores Santos da Igreja Católica. No Ocidente, na Idade Média, as Cruzadas colocaram São Jorge à frente de suas milícias, como Patrono da Cavalaria. Na Itália, era padroeiro da cidade de Gênova. Na Alemanha, Frederico III dedicou a ele uma Ordem Militar. Na França, São Gregório de Tours era conhecido por sua devoção a São Jorge; o rei Clóvis dedicou-lhe um mosteiro, e sua esposa, Santa Clotide, erigiu várias igrejas e conventos em sua honra. A Inglaterra foi o país ocidental onde a devoção ao santo teve papel mais relevante. O monarca Eduardo III colocou sob a proteção de São Jorge a Ordem da Cavalaria da jarrateira, fundada por ele em 1330. Por considera-lo o protótipo dos cavaleiros medievais, o inglês Ricardo Coração de Leão, comandante de uma das primeiras Cruzadas, constituiu São Jorge padroeiro daquelas expedições que tentavam conquistar a Terra Santa aos muçulmanos. No século 13, a Inglaterra celebrava sua festa como dia santo e de guarda e, em 1348, criou a Ordem dos Cavaleiros de São Jorge. Os ingleses acabaram por adotar São Jorge como padroeiro do país, imitando os gregos que também trazem a cruz de São Jorge na sua bandeira. Ainda durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) muitas medalhas de São Jorge foram cunhadas e oferecidas aos enfermeiros militares e às irmãs de caridade que se sacrificaram ao tomar conta dos feridos da guerra. As artes, também, divulgaram amplamente a imagem do santo. Em Paris, no Museu do Louvre, há um quadro famoso de Rafael (1483-1520), intitulado "São Jorge vencedor do Dragão". Na Itália, existem diversos quadros célebres, como o de autoria de Donatello (1386-1466).

quarta-feira, 20 de março de 2013

Violação de Direitos Humanos de policial do 31º BPM é discutida em Comissão da ALMG



A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizou nesta quarta-feira, 20/03, audiência pública requerida pelo deputado Sargento Rodrigues, para apurar e esclarecer as denúncias de abuso de autoridade, excesso de poder e grave violação de Direitos Humanos, cometidos contra o 3º Sargento Valdiney Damião Rocha Dias, lotado na sede da 61ª CIA do 31º BPM de Conselheiro Lafaiete.

O requerimento apresentado na Comissão em dezembro do ano passado, reportava a denúncia de que o tenente-coronel Flávio Cristino Pires , à época, comandante do 31º Batalhão de Polícia Militar, instaurou a partir da portaria nº 112.673/2012, uma Sindicância Administrativa Disciplinar visando identificar possível desvio de conduta cometido pelo Sargento Valdiney Rocha.

De acordo com a sindicância administrativa aberta pelo comandante do 31º BPM, o sargento Valdiney Rocha teria cometido desvio de conduta por estar, supostamente, envolvido em uma relação extraconjugal com L.C.S.P. O caso se deu em 5 de outubro do ano passado, data esta, que o marido de L.C.S.P, Leonardo Sidnei Pinto, segundo os autos do documento, surpreendeu o sargento e sua esposa dentro de sua residência em situações constrangedoras.

Sargento Rodrigues, que há 14 anos vem combatendo esses abusos, ao interrogar o tenente Cristiano Ferreira de Oliveira, responsável pela área de inteligência do 31º BPM, teve a confirmação de que a publicação dos fatos no Diário Informativo de Segurança Pública violou gravemente a intimidade, a honra e a imagem do Sargento Valdiney Rocha.

Durante os questionamentos ao 2º tenente Geumar Franzini, responsável pela sindicância, mais uma vez ficou explícito para Rodrigues que os dois policiais contribuíram diretamente para essa violação.

Para o deputado, ficou claro no depoimento dos policiais militares a tentativa do Comando do 31º BPM em tentar encobrir o erro ao justificarem que agiram corretamente.

O atual comandante do batalhão, Tenente-coronel Sérgio Henrique Cardoso, limitou-se a dizer que não poderia se manifestar, pois teria que decidir sobre a sindicância em andamento.

De acordo com o Artigo 11 da Lei 14.310/2002 do Código de Ética da PMMG, o deputado esclareceu que a vida extraconjugal de qualquer integrante do bombeiro e da polícia militar não pode ser objeto de quaisquer apurações dentro da PMMG.

Veja abaixo o que diz o referido artigo:

"Art. 11 - Transgressão disciplinar é toda ofensa concreta aos princípios da ética e aos deveres inerentes às atividades das IMEs em sua manifestação elementar e simples, objetivamente especificada neste Código,distinguindo-se da infração penal, considerada violação dos bens juridicamente tutelados pelo Código Penal Militar ou comum."

Ao ser ouvido pela Comissão de Direitos Humanos, o sargento Valdiney Rocha relatou emocionado os problemas que tem vivido desde que a sindicância foi instaurada. 

Segundo o Sargento Valdiney, ele vive uma insegurança diária, tem feito tratamento psicológico, além de ser obrigado a lidar com os constrangimentos que todo o caso lhe causou. O policial militar afirmou, também, que foi transferido de unidade, que está impossibilitado de usar a farda fora da corporação e que ainda teve sua arma particular recolhida.

“Minha vida mudou desde então. Hoje estou cumprindo serviço operacional no destacamento que comando. Já passei diversos constrangimentos perante meus subordinados. ”, afirmou.

Ao encerrar sua fala, o sargento pediu que as autoridades presentes tomem as medidas cabíveis para anular a transferência e a sindicância aberta em meu nome.

Para Rodrigues os fatos narrados na Portaria da Sindicância Administrativa Disciplinar e no Termo de Abertura de Vista, constituem grave violação de Direitos Humanos, ferindo o dispositivo contido no art. 5º, inciso X da Carta Magna da República que diz:

“São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurando o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”.

Depois de ouvir os policiais convidados, o deputado Sargento Rodrigues afirmou ao atual comandante do 31º BPM que enquanto houver violações de direitos humanos em desfavor dos policiais e bombeiros militares ele continuará denunciando e convocando os responsáveis a prestarem esclarecimentos na Comissão de Direitos Humanos.



Facebook.com Deputado Sargento Rodrigues

domingo, 29 de julho de 2012

Soldado dos EUA sofreu agressões antes de se matar no Afeganistão

O soldado norte-americano de origem chinesa Danny Chen foi forçado a rastejar cerca de 150 metros enquanto os seus superiores gritavam e jogavam pedras sobre ele antes de se matar no Afeganistão, em um caso que comoveu os EUA no final do ano passado.

A informação é de um soldado que teria testemunhado o ocorrido e fez a declaração nesta sexta-feira à corte que investiga possíveis responsáveis por levar Chen ao suicídio.

O sargento Adam Holcomb está sendo julgado por tratamento cruel e preconceito racial contra Chen, podendo ser demitido com desonra caso considerado culpado. O sargento enfrenta a denúncia de homicídio por negligência, o que equivaleria à figura do homicídio culposo no Brasil.

Durante o julgamento, soldados narraram que no posto de combate de Chen apelidos ofensivos eram comuns, assim como medidas disciplinares que envolviam castigo físico.
O fato de Chen não estar no peso correto quando entrou nas Forças Armadas teria contribuído para as agressões.

DA REUTERS/FOLHA DE SP

sábado, 21 de julho de 2012

APBMS ENTRA COM AÇÃO CONTRA DELEGADO DE CURRAIS NOVOS POR CONSTRANGER UM POLICIAL MILITAR


DR. ETHEL, CABO ANDRADE E
O DIRETOR DA APBMS SD ADERLAN











Foi protocolado ontem, dia 20 de julho de 2012, a ação criminal do cabo De Andrade, que foi constrangido e humilhado pelo Delegado da cidade de Currais Novos, o Bel. Luiz Antônio da Silva Filho. Como historiciado na Petição Inicial, a vítima do fato, o cabo Josemar de Andrade, tentou mostrar seu porte de arma, momento em que o Delegado disse: “Quem já viu analfabeto ter porte de arma”, “fique calado seu cachorro”, tendo chamado o Cabo PM por diversas vezes de cachorro, tudo isso na presença de seu advogado, amigos da corporação policial e testemunhas do caso que estava sendo apurado.

Tal fato, deixa a categoria policial bastante decepcionada e constrangida com tal autoridade policial, e de imediato, deixamos claro, que nem os que estão as margens da lei, devem ser tratados com tais despautérios proporcionados pelo delegado Luiz Antônio da Silva Filho, e que a ação é a reposta que a entidade junto com o sócio proporciona a quem se acha acima da Lei.

Quanto ao Cabo Josemar de Andrade, estaremos juntos até o fim, e que anos de trabalho proporcionados a Sociedade, não podem ser esquecidos por possíveis subjetivismos que o delegado Luiz Antônio da Silva Filho tenha contra qualquer policial.

Aos sócios, a mensagem é que vocês não estão sós, estamos atentos. A luta é com o policial, e não pelo policial.

FONTE: APBMS/blog do Cabo Heronides

sexta-feira, 30 de março de 2012

PM suspende curso de formação após denúncias de humilhação em MT

O curso de formação da Força Tática da Polícia Militar de Mato Grosso foi suspenso temporariamente após as denúncias de que os alunos sofriam humilhações ao longo do treinamento. Conforme informações do Comando Regional da PM, as instruções foram suspensas para a apuração das denúncias.
Mesmo com a suspensão, a PM defende por meio de uma nota divulgada na manhã desta quarta-feira (28) que o curso é ministrado por ‘policiais militares especialistas e devidamente preparados’.


A capacitação teve seu inicio no dia 14 de março e estava sendo realizado na Base Comunitária do bairro Parque do lago, em Várzea Grande, cidade da região metropolitana de Cuiabá. Ao todo, 50 militares se inscreveram para um curso de nivelamento para a Força Tática da PM.

Denúncias

A presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT), Betsey Miranda, denunciou ao comandante geral da PM que soldados do curso teriam sido obrigados pelos instrutores a mastigar um pedaço de carne, passar para o próximo colega de forma que o último da fila é forçado a engolir o alimento. A denúncia chegou até a OAB após um pai relatar as situações às quais o filho e os colegas têm sido expostos.

“Um profissional formado nestas condições poderá se tornar um indivíduo violento”, declarou Betsey Miranda. Ainda segundo a representante da Comissão de Direitos Humanos da OAB, os soldados também são colocados em quartos e submetidos aos efeitos de gases lacrimogênios e de pimenta, sem contar os exercícios que praticam até a exaustão e humilhações por meio de agressões verbais.


quinta-feira, 15 de março de 2012

Sobre os abusos do comandante do 19° em Teófilo Otoni




Abuso de poder, coação, perseguição, assédio moral, agressão, desmandos e até suspeita de envolvimento com drogas são algumas das denúncias que pesam contra o comandante do 19º Batalhão da Polícia Militar (BPM) de Teófilo Otoni, tenente coronel Marcos Barbosa da Fonseca. As acusações foram apresentadas por policiais e civis, nesta quarta-feira (14/3/12), à Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em audiência pública realizada nesta cidade da região Jequitinhonha/Mucuri. A reunião aconteceu na Câmara Municipal e foi acompanhada por cerca de 150 pessoas, entre policiais e outros moradores.
O militar acusado não compareceu, alegando estar de licença médica, o que foi confirmado pelo médico da PM Kênio Cássio Teixeira. Ele será novamente convocado pela comissão e, segundo o presidente, deputado Durval Ângelo (PT), se necessário será avaliado por uma junta médica. Disse também que solicitará uma audiência com o governador para pedir providências. O autor do requerimento, deputado Sargento Rodrigues (PDT), afirmou que as denúncias são tão graves que, se não foram solucionadas pelo governador ou pela própria corporação, devem ser objetivo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).
A ausência do militar causou estranheza aos deputados por atos praticados por ele neste período de licença médica de 15 dias, que teve início dia 7 de março. Um vídeo mostra o tenente coronel jogando bola; e numa gravação de áudio apresentada na audiência pública, ele avisa a transferência a um dos policiais que participou da reunião. Um documento assinado por ele, também exibido, libera policiais interessados em acompanhar a audiência, a comparecer, fardados, ao evento.
Durval Ângelo questionou como alguém de licença pode ter tantas atividades e defendeu o afastamento de todo o comando da PM em Teófilo Otoni. “Saio convicto de que esse comandante tinha que estar preso”, considerou. Sargento Rodrigues, que também acredita haver uma rede de apoio e sustentação do comandante no município, disse que um requerimento de sua autoria já foi aprovado, sugerindo o afastamento cautelar do militar do cargo.
O comandante da 15ª Região da Polícia Militar, à qual pertence o 19º BPM, coronel José Geraldo de Lima, garantiu Continue lendo no Blog Guerreiros de Uberaba




quarta-feira, 14 de março de 2012

Abusos no Corpo de Bombeiros - ALMG quer apurar denúncia de abusos praticados por coronel

Os deputados da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais aprovaram, nesta terça-feira (13/3/12) requerimento do deputado Sargento Rodrigues (PDT) para realização de audiência pública para obter esclarecimentos sobre violações de direitos humanos que teriam sido praticadas pelo tenente coronel bombeiro Primo Lara de Almeida Júnior.

Ele é comandante do 6º Batalhão de Bombeiros Militares em Governador Valadares (Rio Doce) e foi acusado de assédio moral e perseguição ao capitão bombeiro Daniel Josias Ribeiro Camelo. Além disso, o comandante é acusado de condescendência criminosa e “maquiagem” de atos administrativos.
Teófilo Otoni – A pedido do deputado Sargento Rodrigues, quatro militares foram convocados para a audiência pública da comissão nesta quarta-feira (14), em Teófilo Otoni (Vale do Mucuri), para tratar de coação moral. Os convocados, obrigados a participar da reunião, são o capitão PM Elson Ferreira dos Santos, o 2º tenente Kênio Cássio Teixeira, a 2º sargento Sueli Aparecida Santana Ramalho e o cabo Juliano Robson Cardoso. Eles são lotados no 19º Batalhão de Polícia Militar de Teófilo Otoni.

Fonte: Site ALMG

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

POLICIAL MILITAR DE SÃO RAFAEL SOFRE PERSEGUIÇÃO POLITICA


Cabo Agenor
O cabo Agenor, comandante do destacamento policial de São Rafael/RM está sofrendo perseguição politica por parte do vereador Antonio Sabino de Souza.

O fato ocorreu depois que o cabo Agenor deteve o irmão do vereador por perturbação do sossego, desobediência, desacato, direção perigosa e resistência à prisão.

Desde então, o vereador luta para que o Cabo Agenor seja transferido do município de São Rafael.

O major Marinho, comandante do 10º Batalhão, declarou que o cabo Agenor irá permanecer em São Rafael e que politica não interfere no seu comando.

FONTE : CABO HERONIDES

DESABAFO DO IBURA : Parabéns ao comandante do 10ºBPM, por ter esta atitude de não transferir o Cb Agenor, pois todos nós sabemos que o que ele fez foi correto, somos cobrados para fazer a coisa certa e quando fazemos seremos punidos por isso, os políticos devem saber que quem nos colocou na polícia fomos nós mesmos, todos nós estudamos para estar aqui, não foi enrolando a população com falsas promessas que chegamos aqui, todos os comandantes devem seguir o exemplo do Major Marinho.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

DENUNCIA DE ABUSO CONTRA OS PRAÇAS NA CIA PM DE VARGINHA

ANÁSTACIO, SEGUE CÓPIA DA DENÚNCIA ENVIADA AO SGT RODRIGUES DE POLICIAS DA 55ª CIA PM VARGINHA EM 09/01/2012. SE PUDER REPUBLICAR AÍ NO BLOGS.

SGT RODRIGUES APESAR DE NOS ÚLTIMOS ANOS NÃO COMPREENDER BEM QUAL TEM SIDO SEU POSICIONAMENTO EM RELAÇÃO ÀS MAZELAS INSTITUCIONAIS EXISTENTES NA PMMG, ORA ATUANDO COMO LIBERTÁRIO APÓS TER SIDO PERSEGUIDO E MASSACRADO POR UM SISTEMA INJUSTO, OUTRORA PARECE JOGAR DO LADO DESTE MESMO SISTEMA, NO ENTANTO, NOS RESTA RECORRER A VÓS, APÓS TERMOS ENVIADO UM MANIFESTO PARA  OUTRO DO BLOG.

OS MILITARES DESTA UNIDADE TEM CONVIVIDO DIA E NOITE COM AMEAÇAS DE TRANSFERÊNCIA. ISTO É DITO AOS QUATRO VENTOS ORA EM PARTICULAR E OUTRAS VEZES EM INSTRUÇÃO MESMO. NINGUÉM TEM TRANQUILIDADE PARA TRABALHAR, AS ADVERTÊNCIAS VERBAIS TEM SIDO APLICADAS ANTECIPADAMENTE A QUALQUER PROCESSO, ATÉ MESMO VIA RÁDIO, ESTANDO OS MILITARES SE SENTINDO HUMILHADOS E DESMOTIVADOS. PRECISAMOS DE SUA VISITA AQUI EM NOSSA CIDADE, JUNTAMENTE COM A COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS, PARA VERIFICAR A TORTURA PSICOLÓGICA, AMEAÇAS DE TRANSFERÊNCIA POR QUALQUER MOTIVO, AMEOURD QUE TEM SIDO IMPOSTA AOS POLICIAIS QUE AQUI TRABALHAM. CERTO DE CONTARMOS COM A VOSSA INTERVENÇÃO.

OLHA A CÓPIA DA MENSAGEM DE FIM DE ANO DO CAPITÃO CMT DE CIA.

Aos integrantes da sede da 55ª Cia PM


...predominado, principamente no periodo de 21 até 00h, próximo a troca de turnos, na parte baixa do centro e nesta dezena já estamos com 04 roubos registrados.

Diante da análise faz-se necessário:

1-O envolvimento de todos, sugerindo, informando, participando do planejamento operacional;

2-As guarnições de radiopatrulhamento cumprirem as metas de abordagens, de no mínimo 05 indivíduos suspeitos, por turndo de serviço, lembrando que o total de abordagens do mês de setembro não fechou com este mínimo, devendo os Comandantes de Guarnições manifestarem a este Cmt de Cia até 19|10|2011, via PA, o motivo do descumprimento. Dúvidas procurarem o Ten XXX que está realizando a conferência dos relatórios e da planilha de produtividade, mas quem não conseguiu cumprir já sabe.

3- Os registros de REDS, que não ensejarem providências imediatas deverão ser direcionados para o PPC e para a Cia, visando liberar as guarnições para as atividades preventivas.

4- As guarnicões dos setores, 1,2,3 deverão redobrar as atenções no período de 1 hora antes e 1 hora depois da troca de turnos, visando a prevenção de roubos na parte baixa do centro e divisa de setores 2 e 3.

5- A guarnição da área comercial deverá intensificar aboragens, assim como a PATRAN visando a redução dos crimes contra o patrimônio.
6- A realização das atividades devem ser de imediato, cabendo ao CPU a coordenação das ações.

7- Os Cmts de Setores deverão encaminhar até dia 19|10 análise dos setores referente ao desempenho no mês de setembro, bem como a verificação do empenho das guanições e do cumprimento das metas e dos planejamentos operacionais.

XXXXX, Cap PM
Cmt da Cia 55ª PM 


Comentário do blog: Sugiro a todos que estão sofrendo o mesmo problema, que denunciem os abusos através desse link:Ouvidoria do Estado, click aqui:>>>>>>>> Pode ser anônima a denúncia. A cidadania a gente constrói.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

AMAN, democracia de guetos e a Caverna de Platão

            Editorial do blog "No Q.A.P"
            Marcelo Anastácio

           É muita tristeza e perplexidade que publicamos a notícia da morte cerebral do cadete Gama, que cursava o terceiro ano no curso da AMAM-Academia de Militares Agulhas Negras. Fico imaginando a sensação dos pais, que se dedicam para formar o filho, dar-lhe dignidade, profissão condizente, entrega o filho são, lúcido, cheio de vida e o recebe morto, num caixão decorado. Ainda no campo da emoção como fica a cabeça daqueles que sobreviveram ao assédio moral e a tortura psicológica e física, pratica pelo instrutor? E as esperanças do Gama, a juventude, os planos de vida, pra onde vão? Nem um trilhão de libras-esterlinas hão de pagar.

          Racionalmente, tentando analisar o caso, vemos um enorme esforço da senhora ministra da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, senhora Maria do Rosário, em obter apoio dos ex-ministros desta secretaria, na tentativa de se criar a "Comissão da Verdade", visando "dar nomes aos bois", sobre os acontecidos durante a ditadura militar. Muitos morreram, muitos são idosos, e muitos ainda têm as costas largas. Por isso, a tentativa é inócua. 

        O que o ministério deve apurar são os vários abusos, comuns dentro dos quartéis e que resultam em mortes, principalmente nos cursos de formação, onde o candidato se submete ao instrutor, almejando a formatura, e sob condições desumanas acaba morto. Daí sempre aparecem alguns dinossauros que dizem: "ninguém foi te chamar em casa, você é que veio até o quartel, então tem que se enquadrar dentro das ordens". Essa pedagogia militar está errada, falida e deveria ser desmoralizada pelos órgãos de fiscalização. Mas, afinal, quem conhece a rotina de um quartel, principalmente no curso de formação? OAB, Direitos Humanos, Imprensa? Nem a família do militar, pois, se conhecessem não deixariam o filho ou parente se submeter aos abusos. Uma coisa é instruir, educar, orientar, a outra é exigir algo que o ser humano não é capaz de resistir, e se o aluno militar não resiste, imagine o militar formado adotando o mesmo procedimento com o civil?

         As instituições são maiores que os homens ou deveria ser o contrário? Em nome de um suposto status de rigor vão matar mais quantos alunos militares nos cursos de formação?
          
          A democracia tem que ser plena e comum, não privilégios de alguns. Não podemos ver os militares com o resquício da época da ditadura. Os antropólogos, as ong's tem que fazer parte das comissões pedagógicas, juntamente com o Ministério Público, OAB, órgãos da imprensa. Afinal, se não há nada de errado na condução do curso, então não há o que se esconder.  

           Os militares em curso vivem a "Caverna de Platão", no sentido inverso, pois saem da luz, do aconchego familiar e descobrem o terror, o assédio, o crime, o medo, a morte. Essa é a "democracia de guetos", AMAN tem a sua, o Congresso outra, o judiciário, a igreja...e por ai vai...

            Marcelo Anastácio

Cadete da Aman tem morte cerebral

   O cadete Renan Mendonça Borges da Gama, do  3º ano do Curso de Artilharia da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) , apresenta quadro de morte cerebral, segundo nota divulgada pela Academia. O cadete havia se sentido mal após retornar de um exercício no terreno, e foi encaminhado ao Hospital Escola da Aman.

Após exames preliminares, o cadete Gama foi transferido para a Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Samer, de Resende. De acordo com a Aman, já foi determinada a abertura de procedimento administrativo para a apuração do caso do cadete. 

Leia a nota emitida pela Aman na íntegra:

O Comando da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) lamenta informar que o Cadete RENAN VASCONCELOS BORGES GAMA, do 3° ano do Curso de Artilharia, apresenta um quadro médico de morte cerebral. Ele está internado no Centro de Tratamento Intensivo do Hospital SAMER, em Resende.

A AMAN está prestando todo o apoio necessário, com orientação religiosa, psicológica e médica aos familiares do cadete.

O Comandante da AMAN já determinou a abertura de procedimento administrativo para a apuração do caso.

diariodovale.uol.com.br

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Efeitos danosos do assédio moral nas relações de trabalho



Pode-se entender o assédio moral como uma forma de violência de natureza psicológica, que atenta contra a dignidade psíquica do indivíduo, por meio de ações as mais diversas, compreendendo gestos, palavras e atitudes, que humilham, degradam e atingem reiteradamente a vítima, visando desestabilizá-la, isolá-la ou eliminá-la do local de trabalho.
No Brasil, a expressão mais difundida para o fenômeno é "assédio moral", sendo utilizados também, como dito, os termos "terrorismo psicológico" ou "psicoterror". Em países estrangeiros, há o uso de termos variados, a saber,bullyingmobbingharassment e ijime, terminologias que refletem diferenças de nacionalidade e de perspectiva cultural dos pesquisadores.
2.1.Conseqüências do mobbing para a saúde da vítima
O assédio moral no ambiente de trabalho causa sérios danos à saúde da vítima, tanto física como psíquica, com a manifestação de distúrbios psicossomáticos.
Os estudos realizados por Hirigoyen evidenciam exatamente isso. De início, os efeitos sentidos pela vítima são o estresse e a ansiedade, a depressão, distúrbios psicossomáticos, podendo chegar, nos casos extremos, ao estresse pós-traumático. [01]
O quadro a seguir, fruto de levantamento realizado por Margarida Maria Silveira Barreto, médica do trabalho e pesquisadora, com 2.072 trabalhadores, ilustra como homens e mulheres respondem ao assédio moral no ambiente de trabalho: [02]
Sintomas
Mulheres (%)
Homens (%)
Crises de choro
100
-
Dores generalizadas
80
80
Palpitações, tremores
80
40
Sentimento de inutilidade
72
40
Insônia ou sonolência excessiva
69,6
63,6
Depressão
60
70
Diminuição da libido
60
15
Sede de vingança
50
100
Aumento da pressão arterial
40
51,6
Dor de cabeça
40
33,2
Distúrbios digestivos
40
15
Tonturas
22,3
3,2
Idéia de suicídio
16,2
100
Falta de apetite
13,6
2,1
Falta de ar
10
30
Passa a beber
5
63
Tentativa de suicídio
-
18,3
Como se pode constatar, há diversos sintomas comuns a homens e mulheres, em maior ou menor proporção, sinalizando todos eles o sofrimento imposto à vítima de assédio moral.

Autor: Aloizio Apoliano Cardozo Filho

Procurador Federal desde dezembro de 2003, atualmente lotado e em exercício na Procuradoria-Geral Federal, em Brasília, órgão vinculado à Advocacia-Geral da União.Ex-servidor do Poder Judiciário do Estado do Ceará, de 1995 a 2003. Graduado em Direito pela Universidade Federal do Ceará.Pós-graduado em Direito e Processo do Trabalho.

fonte: jus.com.br
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Nota do blog: Pena que muitos estados não reconhecem algumas práticas abusivas como assédio moral ou sexual. Isso explica os índices cada vez maiores de suicídio dentro dos quartéis.