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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Policia Civil de Uberlândia faz um servição e apresenta presos do triplo homicidio

Suspeitos de matar agricultores do MLST são apresentados pela polícia (Foto: Felipe Santos/G1)
Acusados de triplo homicídio de sem-terras são apresentados em MG


Cinco envolvidos no triplo homicídio de integrantes do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST) no dia 24 de março deste ano, na MGC-455, próximo a Uberlândia, foram apresentados nesta quinta-feira (21) na delegacia da Polícia Civil do município. Os delegados envolvidos na ação revelaram a motivação do crime e detalhes de como ocorreu o triplo homicídio. Em seguida, todos foram encaminhados ao presídio Jacy de Assis.
Além do suspeito preso em Gravataí, na região metropolitana de Porto Alegre (RS), nesta quarta-feira (20), outros quatro envolvidos, entre eles os dois supostos mandantes do crime, presos em ações anteriores, também foram apresentados pela polícia.
O chefe do 9º Departamento de Polícia Civil, delegado Samuel Barreto de Souza, afirmou que foram adotadas diversas linhas de investigação durante o trabalho. Entre elas, a possibilidade de o homicídio ter sido resultado de uma disputa de terra. "No início, nenhuma hipótese podia ser descartada e trabalhávamos com várias linhas de investigação. A suposta briga com fazendeiros, envolvendo conflito foi suposição, não consta nada disso nos autos e fomos desenvolvendo outra linha, onde conseguimos chegar até a solução do caso", revelou. Continue lendo no G1
Comentário: Parabéns a equipe comandada pelo delegado chefe Dr Samuel Barreto, ao delegado Dr Hélder Carneiro e toda a equipe de investigadores pela excelente investigação. Se houvesse o efetivo maior, mais viaturas, além de um salário compatível, com certeza os índices de violência seriam outros. Os profissionais da segurança fazem milagre. Outro fato digno de elogio, foi a postura dos delegados de não revelar detalhes da investigação, pois, quando se explica muito, acaba, sem perceber, revelando o modus operandi e consequentemente, demonstra a maneira de se burlar uma futura investigação policial. Nem tudo a imprensa tem que saber. 

domingo, 4 de setembro de 2011

MP-RJ arquiva 96% dos casos de homicídio para cumprir meta


O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) arquivou 6.447 inquéritos de homicídios (96% do total de casos reexaminados) apenas de abril a julho deste ano. As mortes devem ficar sem esclarecimentos para que o MP-RJ cumpra a Meta 2, do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que determina que todos os inquéritos de homicídios dolosos abertos até 2007 sejam concluídos ainda neste ano. O objetivo era combater a impunidade, desenterrando 140 mil inquéritos abandonados nos cartórios policiais, mas os promotores têm optado por arquivamentos em massa. Nos primeiros quatro meses de Meta 2, os MPs do País já arquivaram 11.282 casos e ofereceram denúncia em apenas 2.194. As informações são do jornal O Globo.

Alguns promotores arquivam investigações que nem chegaram a começar. Em abril, quando o trabalho começou, o Rio acumulava 47.177 inquéritos em aberto. As vítimas eram, geralmente, moradores de áreas pobres. O servente Geílson de Carvalho, 35 anos, foi morto a pauladas por traficantes em 1998. Para receber o DPVAT, a então companheira da vítima mentiu na delegacia ao dizer que ele fora atropelado, fraude desmascarada pelo irmão do morto e admitida pela mulher. Além de não apurar a fraude, a polícia manteve a classificação de "atropelamento". Em 9 de agosto, a promotora Andréa Amin pediu o arquivamento do caso. Segundo o jornal, ela disse que não leu as peças do inquérito que revelavam a fraude, mas que, mesmo se tivesse lido, teria pedido o arquivamento. Já há métodos para arquivamentos em massa: a decisão de uma das promotoras é exatamente igual em 11 casos, mudando só o nome da vítima. Em nota, ela alegou que os textos são iguais porque "os fundamentos são os mesmos". O Rio é o segundo maior arquivador, só superado por Goiás.
 
Fonte: Jornal do Brasil